Questões de Vestibular
Sobre população brasileira em geografia
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A população brasileira cresceu 0,9%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste ano, o Brasil tem 201,03 milhões, ou seja, 1,79 milhão a mais do que no ano passado (199,24 milhões). O crescimento é menor do que o observado entre 2011 e 2012, que havia sido 0,93%. Segundo o pesquisador do IBGE Gabriel Borges, a tendência é que o ritmo de crescimento da população caia até 2042, ano em que a população brasileira para de crescer. “A população vai crescendo, cada vez menos, até 2042, quando começa a diminuir”.
Disponível em: http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2013/08/populacao- brasileira-cresce-09-entre-2012-e-2013 Acesso em: 09 setembro de 2013.
Indique a alternativa que não representa uma tendência demográfica para o Brasil nas próximas duas décadas:
Os fenômenos recentes que atestam um significativo processo de mudança da estrutura demográfica brasileira são ;

Da leitura do texto, pode-se concluir que
Examine o gráfico.

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/default.shtm
Sobre os fatores que explicam as variações no ritmo de crescimento da população brasileira entre
1872 e 2010, reveladas pelo gráfico, é CORRETO afirmar:
SCARLATO, Francisco Capuano. População e Urbanização Brasileira. In: ROSS, Jurandyr L. Sanches (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 2008, p.383-384.
Nos estudos da geografia da população, as teorias demográficas tentam explicar a relação entre o crescimento populacional e a pobreza. Considerando os estudos populacionais, para além da abordagem numérica, analise as alternativas que seguem:
I. Thomas Malthus foi um dos primeiros teóricos a estudar as relações entre população e as leis do crescimento econômico, influenciando, inclusive, Charles Darwin, criador da mais conhecida teoria da evolução biológica.
II. Os recenseamentos realizados pelos países membros da ONU tornaram-se importantes instrumentos de controle da fome no mundo subdesenvolvido.
III. A implantação do registro civil obrigatório na República significou a tomada, por parte do Estado, do controle político dos registros de nascimentos, mortes e casamentos, até então pertencente à Igreja.
IV. Na perspectiva reformista, o declínio da taxa de crescimento da população brasileira pela queda da fecundidade vem favorecendo a distribuição da renda nacional. V. Enquanto o estudo da demografia explica as leis de crescimento econômico e mudança na estrutura da população, a geografia da população explica os fatores das suas diferentes formas de distribuição espacial.
Estão corretas as alternativas:
I. O nordeste brasileiro apresenta regiões tradicionalmente castigadas por grandes estiagens e, durante todo o século XX até 2010, liderou o número de migrações internas no país, quando então foi superado pela Região Norte. II. A população brasileira apresenta baixos níveis de escolaridade, o que está relacionado com o poder aquisitivo das famílias e essa é uma característica comumente observada no capitalismo em países periféricos. III. A taxa de crescimento natural ou vegetativo, que corresponde à diferença entre nascimentos e óbitos verificados numa população, vem decrescendo nos últimos anos. IV. A maior parte da população economicamente ativa do país exerce atividades no setor secundário da economia, sendo esta a razão do subdesenvolvimento no Brasil.
Estão corretas apenas as afirmativas

Com base na tabela acima, a respeito da população brasileira, assinale a
alternativa correta.

(Hervé Théry e Nely Aparecida Mello. www.cartographie.science-po.fr. Adaptado.)
A partir da análise do gráfico e de seus conhecimentos sobre as características da população brasileira, é possível concluir que

Com base nos gráficos e em seus conhecimentos, assinale a alternativa correta.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
Maior expectativa de vida significa aumento da população idosa no país. Esse aumento, por sua vez, exige políticas públicas e privadas para atender às necessidades diversificadas dessa parcela da população brasileira.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
A redução da mortalidade infantil tem relação direta com a participação crescente da mulher nos diferentes setores da economia.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
O aumento da expectativa de vida, assim como a redução da mortalidade infantil refletem avanços na melhoria da qualidade de vida do país na última década.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
Existem explicações variadas para a maior expectativa de vida das mulheres em relação à dos homens, mas, de uma forma geral, essa situação é comum em quase todos os países do globo.
Mortalidade infantil no Brasil, 1960-2010

A partir da análise dos gráficos e de conhecimentos geográficos, é correto afirmar que
Considerando que, em 2010, a população adulta brasileira (de 18 a 64 anos) era de 120 milhões, que a TEA era de 17,5% e sabendo que, dentre os empreendedores iniciais, 49,3% eram mulheres, conclui-se corretamente que o número de empreendedores iniciais do sexo feminino era, em milhões, aproximadamente,