Questões de Vestibular Sobre física
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Considere que, em um capacitor de placas condutoras paralelas, uma dessas placas esteja em um potencial de 100 V e a outra, em um potencial de 50 V. Se um elétron escapar da placa de potencial mais baixo, então a sua variação de energia cinética, quando ele atingir a outra placa, será 50e J, em que e é a carga elementar do elétron.
Considerando-se que a capacitância do peixe elétrico seja obtida por meio da ligação em paralelo de 10.000 microcapacitores idênticos, é correto inferir que, se o peixe armazenar uma carga de 12 C, então cada microcapacitor irá armazenar uma carga de 0,0012 C.
Se, após o capacitor estar completamente carregado, a chave B for fechada, será gerado um campo elétrico, devido à variação da corrente elétrica no circuito que contém a resistência R.
Na situação em que a chave A está fechada e a chave B é fechada após o completo carregamento do capacitor, se e = 200 V e R = 50 O, então, imediatamente após o fechamento de B, a resistência R irá dissipar uma potência igual a 1.000 W.
Na situação em que a chave A está fechada e a chave B está aberta, não haverá corrente através da resistência r, se o capacitor estiver completamente carregado.
Na situação em que a chave A está fechada e a chave B está aberta, a diferença de potencial no capacitor será constante durante todo o processo de carregamento.
Uma partícula carregada, lançada paralelamente às linhas de campo mostradas na figura, sofrerá um desvio de 90° devido à ação de uma força magnética.
Considerando que o campo magnético da Terra seja equivalente ao campo gerado por uma espira circular percorrida por uma corrente constante, com o eixo central coincidindo com a reta que une os polos sul e norte, é correto inferir que, ao aplicar a regra da mão direita para o sentido de rotação da corrente na espira, o dedo polegar apontará para o polo sul.
Segundo a figura, o polo norte geográfico corresponde ao polo norte magnético do imã, uma vez que, no polo norte, as linhas do campo magnético estão entrando na Terra.

A figura acima ilustra a situação em que um cometa (C) percorre uma órbita elíptica de centro na origem de um sistema de coordenadas cartesianas ortogonais xOy. Nessa órbita elíptica, o Sol (S) aparece em um dos focos. Considere que a elipse seja representada pela equação
, em que a b > 0, e tenha excentricidade igual a 0,96. Nesse caso, se a distância mínima desse cometa ao Sol for igual a 0,58 UA (unidade astronômica), em que 1 UA = 150 × 106 km é a distância média da Terra ao Sol, então a distância máxima do cometa ao Sol, em milhões de km, seráConsidere que, na figura a seguir, esteja representada a situação em que um próton penetra, com velocidade de 400 km/s, em um ponto P, uma região com campo magnético uniforme, tal que a direção do seu movimento faz um ângulo de 60° com as linhas de campo. Nesse caso, a distância H, medida paralelamente às linhas de campo, percorrida pelo próton depois de 2 segundos será de 400 km.
Os prótons e elétrons, que constituem o vento solar, perdem energia cinética ao longo de suas trajetórias, devido à ação dos campos magnéticos produzidos pelo próprio Sol e pelos planetas.
Considere que, na figura a seguir, esteja representada uma situação em que um próton penetra em um campo magnético uniforme, perpendicular ao plano da página e se estende por uma região com comprimento L. Nesse caso, se o próton tem velocidade
em que e é a carga elementar do próton, m é a massa do próton e B é a intensidade do campo magnético, então o próton será completamente refletido, isto é, voltará, depois de determinado tempo, para a região I.
Se o vento solar for constituído por uma emissão isotrópica de prótons a uma taxa constante, então a radiação recebida pela Terra em julho será igual à que ela recebe em janeiro.
Considere que um elétron com velocidade v, ao penetrar em um campo magnético uniforme perpendicular à direção do seu movimento, percorra a trajetória I indicada na figura a seguir. Nessa situação, se um neutrino e um próton, com a mesma velocidade v do elétron, penetrarem na região do campo magnético, eles percorrerão, respectivamente, as trajetórias II e III indicadas na figura.
Questão Discursiva
Considere que o vento solar, emitindo isotropicamente prótons a uma taxa constante, gera uma distribuição espacial estacionária de prótons. Nesse caso, assumindo a Terra, Marte e o Sol como objetos pontuais e que a Terra e Marte estejam a distâncias fixas do Sol, dadas na tabela, calcule, em percentagem, quanto que o campo elétrico devido ao mar de prótons na Terra será maior que o campo elétrico em Marte. Para marcação no Caderno de Respostas, despreze, caso exista, a parte fracionária do resultado obtido, após ter efetuado todos os cálculos solicitados.
R: 052
A razão entre a radiação solar refletida e a incidente é inferior a 2/7.
A figura abaixo ilustra dois blocos, em repouso, posicionados sobre uma superfície plana, com um explosivo entre eles. Após a explosão, os blocos se separam e deslizam sobre a superfície plana. Considere que apenas 50% da energia de 48 kJ liberada pela explosão seja transformada em energia cinética dos blocos e que o coeficiente de atrito cinético entre os blocos e a superfície seja 0,4. Nessa situação, a distância entre os blocos parados, após terem deslizado, será igual a

Considere que, em dado instante, um projétil de massa m e com velocidade v tenha explodido em três partes. Se duas dessas partes, uma com massa m/2 e a outra com massa m/6, tiverem sido ejetadas na direção perpendicular a v, então as duas afirmações seguintes estão corretas.
• A terceira parte do projétil continuará na direção original de v, mas com o módulo de velocidade triplicado.
• Uma das partes do projétil ejetadas perpendicularmente terá velocidade três vezes maior que a da outra.
Considere que um projétil seja lançado obliquamente com relação a uma superfície horizontal e, no ponto mais alto da trajetória, ele tenha explodido, separando-se em duas partes de massas iguais. Considere, ainda, que, após o lançamento, só a força peso atua no projétil e uma das partes fica parada imediatamente após a explosão. Nessa situação, desprezando-se a resistência do ar, é correto concluir que a outra parte do projétil irá cair a uma distância do ponto de lançamento 50% maior que a distância a que cairia o projétil inicial se não tivesse explodido.