Questões de Vestibular
Sobre lançamento oblíquo em física
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Da janela do sexto andar, a uma altura de 22 m do
solo, uma bola é arremessada paralelamente ao
solo (eixo das abscissas), com velocidade de
3 m/s . Despercebida, uma pessoa (de 2 m de
altura) sai do prédio com velocidade v na mesma
direção e no mesmo sentido que a bola é lançada.
A porta do prédio está alinhada verticalmente com a
janela (eixo das ordenadas). Despreze a resistência
do ar, considere g = 10m/s2 e assinale o que for
correto.
Um projétil é disparado com velocidade escalar de 8.√5 m/s, formando um ângulo θ com a horizontal. Sabendo que, no lançamento, esse projétil se encontrava sobre uma plataforma a 4 m acima do solo, qual será o alcance obtido por ele?
Despreze a resistência do ar e faça as seguintes considerações: g = 10m/s2 , cosθ = 2.√5/5 e senθ = √5/5 .

O gol que Pelé não fez
Na copa de 1970, na partida entre Brasil e Tchecoslováquia, Pelé pega a bola um pouco antes do meio de campo, vê o goleiro tcheco adiantado, e arrisca um chute que entrou para a história do futebol brasileiro. No início do lance, a bola parte do solo com velocidade de 108 km/h (30 m/s), e três segundos depois toca novamente o solo atrás da linha de fundo, depois de descrever uma parábola no ar e passar rente à trave, para alívio do assustado goleiro.
Na figura vemos uma simulação do chute de Pelé.

Considerando que o vetor velocidade inicial da bola após o chute
de Pelé fazia um ângulo de 30º com a horizontal (sen30º = 0,50 e
cos30º = 0,85) e desconsiderando a resistência do ar e a rotação
da bola, pode-se afirmar que a distância horizontal entre o ponto
de onde a bola partiu do solo depois do chute e o ponto onde ela
tocou o solo atrás da linha de fundo era, em metros, um valor
mais próximo de
Observe as informações da tabela:
Sabendo-se que sen37º = 0,6 e cos37º = 0,8, é correto afirmar:
O alcance máximo de um objeto lançado obliquamente em Marte é mais que o dobro do alcance máximo do mesmo objeto lançado na Terra, com mesma velocidade e inclinação em relação à superfície terrestre.
Desprezando-se a resistência do ar e considerando-se o módulo da aceleração da gravidade local como sendo 10,0m/s 2 , sen 45°= cos 45°=
, a velocidade que o jogador deve correr para alcançar a bola na mesma altura que foi lançada, em m/s, é, aproximadamente, igual aConsidere que um projétil seja lançado obliquamente com relação a uma superfície horizontal e, no ponto mais alto da trajetória, ele tenha explodido, separando-se em duas partes de massas iguais. Considere, ainda, que, após o lançamento, só a força peso atua no projétil e uma das partes fica parada imediatamente após a explosão. Nessa situação, desprezando-se a resistência do ar, é correto concluir que a outra parte do projétil irá cair a uma distância do ponto de lançamento 50% maior que a distância a que cairia o projétil inicial se não tivesse explodido.

o módulo do vetor velocidade da partícula é zero.

a variação da energia cinética ∆Ec da partícula é ∆Ec = - mgH.

a variação da energia potencial ∆Ep da partícula é ∆Ep = mgH

o trabalho W realizado pela força peso sobre a partícula é W = - mgH.

o módulo da quantidade de movimento da partícula é igual a
.A figura abaixo mostra quatro trajetórias de uma bola de futebol lançada no espaço.
Desconsiderando o atrito viscoso com o ar,
assinale o correto.
Uma pequena bola é arremessada segundo uma trajetória parabólica, como mostra a figura, abaixo:

Nessa figura, sendo P o ponto mais alto atingido pela bolinha, pode-se afirmar
CORRETAMENTE que o vetor mostrado neste ponto P melhor representa
Considere que o módulo da aceleração da gravidade vale 10 metros por segundo ao quadrado.

Assinale a alternativa que expressa se é possível ou não determinar qual destes dois jogadores receberia a bola no menor tempo. Despreze o efeito da resistência do ar.
A invasão francesa do Rio de Janeiro em 1711 demonstrou a precariedade da defesa da Baía da Guanabara baseada em uso de canhões. A eficiência dessas armas era muito limitada e questionada:
Um experimento sobre a eficiência das bocas de fogo, em tiros de longo alcance, feito em 1729 pelo engenheiro militar português Manoel de Azevedo Fortes (1660 — 1749), levou-o a concluir: “Com armas de fogo se atira longe, e sem pontaria certa; e assim a maior parte das balas não faz efeito algum.” Outro engenheiro militar do mesmo período, José Fernandes Pinto Alpoim (1700 — 1765), confirmava a opinião de Fortes, afirmando que a imprevisibilidade tornava sem utilidade as tabelas de alcance usadas então pelos artilheiros.
MARTINS, Ricardo Vieira. A invasão francesa em 1711 e o despreparo da artilharia portuguesa. Ciência Hoje, v.43, n.257, mar.2009, p.35.
As dificuldades apontadas pelos engenheiros militares do século XVIII podem estar relacionadas, EXCETO, com
