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D i s p o n í v e l e m : https://www.cidademarketing.com.br/marketin g/2022/06/07/em-campanha-do-dia-dosnamorados-americanas-destaca-todas-asformas-de-amor/.Acesso em: 03 out. 2023.
O uso das vírgulas na propaganda incide:

Em relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A utilização da vírgula após o termo “jurídico” (linha 8) justifica‑se pelo deslocamento da locução adverbial para o início da frase.

Internet: <www.contandohistorias.com.br> (com adaptações).
As vírgulas no primeiro parágrafo do texto foram utilizadas para separar elementos de mesmo valor sintático em uma enumeração de ideias.

Considerando os aspectos linguísticos e de conteúdo do texto, julgue o item.
No trecho “Em 14 de maio de 1837, um grupo de 43 emigrantes portugueses do Rio de Janeiro – e deve‑se sublinhar que isto ocorre somente quinze anos depois da Independência do País – reuniu‑se na casa do dr.” (linhas de 7 a 10), a primeira vírgula foi empregada para isolar o vocativo.
Julgue o item que se segue, em relação a estruturas linguísticas do texto CB1A1-II.
O emprego da vírgula após o termo “aula” (primeiro período
do segundo parágrafo) e o dos travessões no terceiro período
do segundo parágrafo justificam-se pela mesma razão.
I. O travessão usado antes de “pura, perfeita e linda.” (4º§) pode ser substituído por dois-pontos.
II. No segmento, “Depois que o meu amigo desceu do carro, [...]” (2º§), a expressão “o meu amigo” poderia estar entre vírgulas de acordo com a norma padrão da língua.
III. No trecho: “[...] como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.” (8º§), caso fosse acrescentado “ou seja algo maravilhoso”, a expressão “ou seja” deveria estar entre vírgulas.
Está correto o que se afirma apenas em
Leia a fábula abaixo:
A raposa e a cegonha
Um dia a raposa convidou a cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça, serviu a sopa num prato raso. Claro que a raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre cegonha com seu bico comprido mal pode tomar uma gota. O resultado foi que a cegonha voltou para casa morrendo de fome. A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava ao gosto da cegonha, mas a cegonha não disse nada. Quando foi embora, agradeceu muito a gentileza da raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte. Assim que chegou, a raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a cegonha ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a cegonha podia beber sem o menor problema. A raposa, aborrecidíssima só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra. Ela aprendeu muito bem a lição, enquanto ia andando para casa faminta, pensava: “Não posso reclamar da cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro”.
(Esopo. Fábulas de Esopo.)