Questões de Concurso
Sobre regência em português
Foram encontradas 6.656 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue o item que se segue.
Estariam mantidos os sentidos e a correção gramatical do
terceiro período do primeiro parágrafo caso se suprimisse a
preposição empregada no trecho “Adentrar em um salão”.
Texto para o item.

Internet: <cienciahoje.org.br>.
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“A contaminação por plástico” (linhas 19 e 20) por a
contaminação de plástico
Texto para o item.

Internet: <cienciahoje.org.br>.
No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
O verbo “Pensar” (linha 1) é transitivo indireto e tem
como sinônimo o verbo imaginar.
Na oração:
Fizemos um delicioso bolo de chocolate.
Assinale a alternativa que classifica, sintaticamente, sujeito, verbo e complemento.
Analise, sintaticamente, as orações e assinale a alternativa correta em relação à regência verbal:
I-Mamãe gosta de pudim de chocolate.
II- A menina está belíssima.
III- Choveu intensamente.
I. A partícula “que” é uma conjunção integrante, pois introduz uma oração subordinada substantiva.
II. “informa” é verbo transitivo direto, portanto, a oração que lhe segue é uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
III. “é proibido segurar ou mexer no aparelho celular” tem o sujeito inexistente “nós”, recuperado pelo verbo “mexer”.
Considerando os aspectos linguísticos e semânticos do texto, julgue o item.
A crase empregada em “contou à BBC” (linha 34) deve-se
à regência do verbo contar, que, no sentido utilizado no
texto, é transitivo indireto e requer a preposição “a”.
Texto para o item.

Luis Fernando Veríssimo. Aprenda a chamar a polícia.
Internet: <www.refletirpararefletir.com.bb> (com adaptações).
Com base no texto apresentado, julgue o item.
À linha 10, observados os mecanismos de coesão e
coerência do texto, conclui-se que o emprego de
preposição em “para a polícia” deve-se à regência da
forma verbal “Liguei”.
Texto para o item.

Internet: <callegariemarques.com.br> (com adaptações).
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“coladas ao esmalte natural” (linha 3) por coladas no
esmalte natural
Texto para o item.

Internet: <callegariemarques.com.br> (com adaptações).
Observados os mecanismos de coesão e coerência do texto, conclui-se que o emprego de preposição em “nome dado popularmente ao ‘laminado cerâmico’” (linhas 13 e 14) deve-se à regência do termo “popularmente” (linha 14).
No que concerne aos aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o próximo item.
No quarto parágrafo do texto, o período “A governabilidade,
então, significa que o governo deve tomar decisões
amparadas em um processo que inclua a participação dos
diversos setores da sociedade” poderia ser reescrito da
seguinte forma, o que manteria a correção gramatical e os
sentidos textuais: A governabilidade, assim, significa que o
governo tomará decisões respaldadas em um processo
que prescinda da participação dos diversos setores da
sociedade.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Saneamento nada básico
Parametrização centralizada no âmbito federal não necessariamente tornaria o processo mais eficiente
Desde a antiguidade, existe preocupação com o saneamento básico [...]. No Brasil, as primeiras iniciativas remontam a 1561.
De acordo com o Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS), dados de 2017, 83,5% da população brasileira tinham acesso a água tratada, 52,4% tinham acesso a coleta de esgoto, e apenas 46% dos esgotos do país são tratados. O volume médio de perdas ainda se encontra em 38,3%.
As condições que não permitiram o desenvolvimento pleno do saneamento básico no país continuam presentes: volume incipiente de investimentos, ausência de planejamento adequado, experiências malsucedidas de gestão e dificuldade para obter financiamentos e licenças para obras. Destas, somente a última apresentou alguma evolução desde o Plano Nacional de Saneamento de 1971.
Dentre as dificuldades de planejamento, destaca-se o fato de que a titularidade dos serviços, conforme lei 11.445/07, é dos municípios. Logo, criar arcabouço regulatório, planos de saneamento e licitar concessões é uma tarefa hercúlea para a gama de 5.570 municípios existentes. O problema é grande; o diagnóstico, antigo. Mas pouco se avançou desde a criação do marco regulatório. Apresento possíveis soluções para contribuir com o debate.
Em primeiro lugar, é preciso que a reflexão sobre o marco regulatório ocorra previamente. As duas medidas provisórias de 2018 e 2019 (844 e 868) tiveram vício de origem, pois não foram fruto de uma discussão prévia com os principais agentes setoriais. Se empresas dos estados de SP, MG e PR foram responsáveis por 45% dos investimentos em saneamento no país em 2017, e 65% ao somarmos as privadas, uma reflexão deveria partir delas, juntamente com a sociedade civil e associações.
A experiência do setor elétrico quando da criação do Novo Modelo é um exemplo a ser lembrado. Houve praticamente um ano de discussões prévias com ampla adesão que culminaram com as MPs 144 e 145, de outubro de 2003. De exemplo negativo, temos a MP 579/12, cuja discussão prévia foi curta e circunscrita a agentes de mercado, em sua maioria eletrointensivos, e, portanto, interessados em redução de tarifas. O barato saiu caro, e a redução de 18% em 2013 foi sucedida por aumentos tarifários 41% acima da inflação de 2014 a 2018.
A solução proposta é a simplificação dos processos e a não concentração de responsabilidade na Agência Nacional de Águas (ANA) ou a criação de arcabouço regulatório e plano de saneamento federais.
[...].
Em segundo lugar, deve-se repensar a proposta de se criar um plano de saneamento nacional como norte para planos municipais. Essa abordagem centralizada pode desconsiderar aspectos locais como características socioeconômicas do consumidor, estrutura dos ativos, distância a fontes de captação de água, topografia, restrições ambientais, entre outros. Enfim, não necessariamente uma parametrização centralizada no âmbito federal tornaria o processo mais eficiente ou atinente às características locais.
Em terceiro lugar, por que não permitir que cada município baseie seu arcabouço regulatório em melhores práticas existentes e regras simplificadas de atualização de tarifas, qualidade e metas de cobertura dos serviços, além de penalidades claras e objetivas pelo não cumprimento destas?
Em quarto lugar, a criação de uma cartilha de regras de licitação para auxiliar municípios seria um começo. Os dois outros pilares, regulação e plano de saneamento, poderiam ser disponibilizados por instituições independentes. Dessa forma, o processo seria parametrizado de maneira simples, descentralizada e com custo baixo.
Investir em saneamento é processo civilizatório. Não há necessidade de se trazer complexidades, quando regras e melhores práticas já existem e podem nortear prefeituras a melhorar a condição de vida de seus habitantes sem uma mão visível da União.
PIRES, Adriano. Saneamento nada básico. Aesbe.
Associação Brasileira das Empresas Estaduais de
Saneamento. Disponível em: https://aesbe.org.br/novo/opiniaoartigo-saneamento-nada-basico/.
Acesso em: 27 ago. 2022.
“De acordo com o Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS), dados de 2017, 83,5% da população brasileira tinham acesso à água tratada [...].”
Na passagem anterior, o verbo em destaque é transitivo direto.
Assinale a alternativa em que o verbo não possua a mesma classificação, quanto à transitividade, que o verbo destacado no trecho anterior
I. “Para fugir AOS HORRORES DA GUERRA...” – os termos destacados são complemento do verbo “fugir”, regido de preposição.
II. “...alcançariam o país vizinho e estariam a salvo.” – ambos os verbos são transitivos diretos .
III. “Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse...” – ambos os verbos pedem complementos e estes são denominados objetos indiretos.
IV. “Precisamos do senhor.” – se o verbo “precisar” fosse substituído por “valorizar”, estaria correto o trecho: valorizamos ao senhor.
V. “Passem-me o bebê.” – o verbo pede dois complementos, sendo um o objeto direto ( me) e o outro objeto indireto (o bebê).
Está CORRETO o que se afirma em
“Seu lugar não é na plateia, mas no palco, brilhando na sua inteligência, alegrando-se com suas vitórias, aprendendo com as suas derrotas...”
Sobre esse trecho, é CORRETO afirmar que

