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Q3926392 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 


Origem dos livros


Por Rainer Gonçalves Sousa


Para quem hoje se vislumbra com a praticidade oferecida pelos e-books, nem chega a imaginar o longo caminho percorrido pelos livros na História. Companheiro da escrita, os livros tiveram grande importância para a realização de registros históricos, a compilação de leis e a divulgação de ideias. Atualmente, a produção de livros chegou a tal ponto que, por exemplo, o século XX foi responsável por uma literatura histórica superior a de todos os outros séculos somados juntos!


No Egito Antigo, o ancestral dos livros foi concebido através do papiro. Transformada em atividade importante, a escrita no papiro era exclusivamente executada por uma classe de escribas responsáveis pela leitura e fabricação dos textos oficiais e religiosos. Pesquisadores apontam que as peças de papiro mais antigas já encontradas foram concebidas há três mil anos antes de Cristo. Para se organizar esses documentos, as folhas de papiro eram pregadas umas às outras formando um único rolo.


Por volta do século X a. C., a organização dos documentos escritos ganhou maior funcionalidade com a invenção dos pergaminhos. Apesar de não terem a mesma praticidade dos encadernados, essa base material foi de suma importância para a preservação de importantes textos da Antiguidade, como a Bíblia Sagrada e os escritos de alguns pensadores do mundo clássico. Vale a pena frisar que a qualidade e a resistência dos pergaminhos eram superiores à do papiro.


A concepção do livro encadernado já era tentada nessa época. Para tanto, pegavam os pergaminhos disponíveis e realizava-se a organização de cada uma das supostas páginas. Conhecidos como codex (códice, em português) essas primeiras edições facilitaram a locomoção e manuseio dos textos escritos. Já nos fins da Antiguidade, por volta de 404, São Jerônimo registrou uma extensa teoria sobre as formas pelas quais seria possível produzir um livro.


No período medieval, o acesso ao mundo letrado ficou praticamente restrito aos clérigos. Boa parte dos livros ficava enclausurada sob a proteção dos mosteiros e tinham sua sabedoria conservada pelo demorado trabalho de monges copistas. Nesse aspecto, é importante ressaltar que a Igreja teve um papel fundamental para que vários textos da cultura grega e romana fossem conservados. Em tal época, era comum que as chamadas iluminuras decorassem o rodapé e os parágrafos dos livros com belas imagens. 


Em 1454, o processo de fabricação e divulgação dos livros sofreu um salto qualitativo gigantesco com a invenção da prensa. Desenvolvida por Johannes Gutenberg, essa máquina permitia que o processo de fabricação dos livros fosse dinamizado. Apesar da importância do feito, observamos que na Idade Moderna a leitura e a escrita ainda se conservavam atreladas aos privilégios desfrutados pelas elites. Ler e escrever eram prazeres ainda destinados aos nobres e burgueses enriquecidos. 


O século XIX, como filho das inovações tecnológicas, marcou uma época de grandes produções. Vale frisar que o processo de liberalização dos Estados Nacionais teve grande influência na disseminação do ensino público e no consequente incremento do número de leitores. Com o barateamento dos custos de produção, a leitura passou a atingir grandes parcelas da população. A partir de então nasceram os famosos e ainda bastante procurados “best-sellers”.


Disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/origem-doslivros.htm?_gl=1*1nkjchq*_ga*d0xxZE1OQW9lbkplUl9leGVIWldLNWpUR mw4cjRrN2x3OWhwRVJadDd6RGlBS2NPc1llYlAzX2I1cE9GLXRsNw..*_g a_PCH74EBZTB*MTc3MTg1NTI2My4xLjEuMTc3MTg1NTI2My4wLjAuM A

Leia o trecho a seguir:
Vale a pena frisar que a qualidade e a resistência dos pergaminhos eram superiores à do papiro.”
As palavras grifadas, respectivamente, são: 
Alternativas
Q3926391 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 


Origem dos livros


Por Rainer Gonçalves Sousa


Para quem hoje se vislumbra com a praticidade oferecida pelos e-books, nem chega a imaginar o longo caminho percorrido pelos livros na História. Companheiro da escrita, os livros tiveram grande importância para a realização de registros históricos, a compilação de leis e a divulgação de ideias. Atualmente, a produção de livros chegou a tal ponto que, por exemplo, o século XX foi responsável por uma literatura histórica superior a de todos os outros séculos somados juntos!


No Egito Antigo, o ancestral dos livros foi concebido através do papiro. Transformada em atividade importante, a escrita no papiro era exclusivamente executada por uma classe de escribas responsáveis pela leitura e fabricação dos textos oficiais e religiosos. Pesquisadores apontam que as peças de papiro mais antigas já encontradas foram concebidas há três mil anos antes de Cristo. Para se organizar esses documentos, as folhas de papiro eram pregadas umas às outras formando um único rolo.


Por volta do século X a. C., a organização dos documentos escritos ganhou maior funcionalidade com a invenção dos pergaminhos. Apesar de não terem a mesma praticidade dos encadernados, essa base material foi de suma importância para a preservação de importantes textos da Antiguidade, como a Bíblia Sagrada e os escritos de alguns pensadores do mundo clássico. Vale a pena frisar que a qualidade e a resistência dos pergaminhos eram superiores à do papiro.


A concepção do livro encadernado já era tentada nessa época. Para tanto, pegavam os pergaminhos disponíveis e realizava-se a organização de cada uma das supostas páginas. Conhecidos como codex (códice, em português) essas primeiras edições facilitaram a locomoção e manuseio dos textos escritos. Já nos fins da Antiguidade, por volta de 404, São Jerônimo registrou uma extensa teoria sobre as formas pelas quais seria possível produzir um livro.


No período medieval, o acesso ao mundo letrado ficou praticamente restrito aos clérigos. Boa parte dos livros ficava enclausurada sob a proteção dos mosteiros e tinham sua sabedoria conservada pelo demorado trabalho de monges copistas. Nesse aspecto, é importante ressaltar que a Igreja teve um papel fundamental para que vários textos da cultura grega e romana fossem conservados. Em tal época, era comum que as chamadas iluminuras decorassem o rodapé e os parágrafos dos livros com belas imagens. 


Em 1454, o processo de fabricação e divulgação dos livros sofreu um salto qualitativo gigantesco com a invenção da prensa. Desenvolvida por Johannes Gutenberg, essa máquina permitia que o processo de fabricação dos livros fosse dinamizado. Apesar da importância do feito, observamos que na Idade Moderna a leitura e a escrita ainda se conservavam atreladas aos privilégios desfrutados pelas elites. Ler e escrever eram prazeres ainda destinados aos nobres e burgueses enriquecidos. 


O século XIX, como filho das inovações tecnológicas, marcou uma época de grandes produções. Vale frisar que o processo de liberalização dos Estados Nacionais teve grande influência na disseminação do ensino público e no consequente incremento do número de leitores. Com o barateamento dos custos de produção, a leitura passou a atingir grandes parcelas da população. A partir de então nasceram os famosos e ainda bastante procurados “best-sellers”.


Disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/origem-doslivros.htm?_gl=1*1nkjchq*_ga*d0xxZE1OQW9lbkplUl9leGVIWldLNWpUR mw4cjRrN2x3OWhwRVJadDd6RGlBS2NPc1llYlAzX2I1cE9GLXRsNw..*_g a_PCH74EBZTB*MTc3MTg1NTI2My4xLjEuMTc3MTg1NTI2My4wLjAuM A

O principal objetivo do texto é:
Alternativas
Q3926180 Pedagogia
A responsabilidade do monitor sobre um estudante se estende até a sua entrega segura a um adulto autorizado no ponto de desembarque ou até sua entrada no recinto escolar, sendo vedado deixá-lo sozinho em local público, mesmo que o ponto de parada tenha sido alcançado.
Alternativas
Q3926179 Pedagogia
Se um pai ou responsável, no ponto de ônibus, se apresenta de forma agressiva e verbalmente ofensiva, o monitor, amparado pelo princípio da urbanidade e para se fazer respeitar, deve responder no mesmo tom, demonstrando autoridade. 
Alternativas
Q3926178 Legislação de Trânsito
Em um cruzamento, a sinalização manual de parada executada pelo monitor de transporte escolar para a travessia de alunos tem precedência hierárquica sobre a sinalização de um semáforo que esteja verde para os veículos.
Alternativas
Q3926177 Legislação de Trânsito
Situação hipotética: O motorista do ônibus escolar realiza uma manobra que o monitor julga arriscada. Assertiva: A conduta correta do monitor é comunicar sua preocupação ao motorista de forma clara e respeitosa, priorizando a segurança imediata dos passageiros, e, independentemente da reação do motorista, registrar e reportar o fato à gestão escolar posteriormente.
Alternativas
Q3926176 Pedagogia
O dever de sigilo profissional do monitor o obriga a não comunicar à direção da escola uma suspeita de violência doméstica, caso a revelação tenha sido feita pela própria criança com um pedido expresso de segredo.
Alternativas
Q3926175 Pedagogia
No atendimento a um estudante com deficiência visual, a audiodescrição sucinta do ambiente ou do trajeto, quando realizada de forma segura e que não comprometa as demais tarefas de vigilância, é uma prática inclusiva que contribui para a orientação espacial e o bem-estar do aluno.
Alternativas
Q3926174 Pedagogia
Para um aluno com deficiência intelectual que apresenta dificuldade recorrente em compreender uma regra de segurança, a estratégia mais eficiente para o monitor é a repetição verbal da instrução, em volume cada vez mais alto, até que o aluno a memorize.
Alternativas
Q3926173 Mecânica de Autos
Ainda que o motorista opere o mecanismo de travamento da cadeira de rodas no veículo, é uma boa prática de segurança e uma responsabilidade do monitor conferir visualmente e, se possível, testar a firmeza da fixação antes de autorizar o início do deslocamento do veículo.
Alternativas
Q3926172 Pedagogia
Na ausência de um intérprete de Libras, a comunicação com um estudante surdo pode ser estabelecida de forma eficaz pelo monitor por meio de recursos como a escrita em um caderno, o uso de gestos claros e universais ou o apontamento para figuras em um cartão de comunicação.
Alternativas
Q3926171 Pedagogia
Situação hipotética: Um aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresenta sinais de sobrecarga sensorial devido ao barulho no ônibus. Assertiva: Uma conduta adequada do monitor é conduzir o aluno, com sua permissão, a um assento mais tranquilo, oferecer um objeto de seu interesse (se houver) e comunicar-se em tom de voz baixo e calmo.
Alternativas
Q3926170 Pedagogia
Ao se aproximar de um estudante usuário de cadeira de rodas para oferecer auxílio no embarque, a abordagem correta do monitor inclui dirigir-se diretamente ao estudante, em vez de a um acompanhante, e perguntar qual a melhor forma de ajudar ou se o auxílio é de fato necessário.
Alternativas
Q3926169 Ética na Administração Pública
O princípio da urbanidade no serviço público exige que o monitor mantenha um tratamento estritamente formal e distante com os estudantes, como forma de impor autoridade e garantir a disciplina durante o trajeto.
Alternativas
Q3926168 Pedagogia
Situação hipotética: Durante uma discussão, um aluno utiliza um termo pejorativo de cunho racial contra um colega. Assertiva: A intervenção do monitor deve se limitar a separar os envolvidos e mudar seus assentos, deixando a questão disciplinar e pedagógica exclusivamente a cargo da escola, sem a necessidade de relatar a natureza específica da ofensa.
Alternativas
Q3926167 Pedagogia
A prática da escuta responsável, ao acolher o relato de um estudante, envolve uma postura de não julgamento e empatia, cujo objetivo principal é validar os sentimentos da criança ou adolescente e, se necessário, realizar o correto encaminhamento para a equipe gestora da escola ou autoridade competente.
Alternativas
Q3926166 Pedagogia
Com base nas noções do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o direito à liberdade de um adolescente de 15 anos prevalece sobre as normas de trânsito, permitindo que ele opte por não usar o cinto de segurança, cabendo ao monitor apenas registrar a ocorrência.
Alternativas
Q3926165 Pedagogia
O uso de apelidos entre os estudantes no transporte escolar, mesmo que de forma aparentemente amigável e sem queixas imediatas, deve ser uma prática observada com atenção e, se necessário, desestimulada pelo monitor, pois pode mascarar ou evoluir para situações de bullying.
Alternativas
Q3926164 Pedagogia
Na mediação de um conflito trivial entre estudantes, como uma disputa por um assento, a abordagem inicial do monitor deve ser imparcial, ouvindo as partes envolvidas para compreender a situação antes de propor uma solução ou tomar uma decisão.
Alternativas
Q3926163 Pedagogia
Situação hipotética: Uma criança relata ao monitor que é frequentemente agredida fisicamente por um familiar. Assertiva: A conduta correta e ética do monitor, a fim de resolver a situação rapidamente, é procurar os pais ou responsáveis no ponto de ônibus para confrontá-los sobre a acusação.
Alternativas
Respostas
12961: A
12962: B
12963: C
12964: E
12965: E
12966: C
12967: E
12968: C
12969: E
12970: C
12971: C
12972: C
12973: C
12974: E
12975: E
12976: C
12977: E
12978: C
12979: C
12980: E