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( ) Regência é o modo pelo qual um termo rege outro que o complementa. ( ) A regência pode ser verbal ou nominal, conforme trate do regime dos verbos ou dos nomes (substantivos e adjetivos). ( ) Num período, os termos regentes ou subordinantes (substantivos, adjetivos, verbos) reclamam outros (termos regidos ou subordinados) que lhes completem ou ampliem o sentido. ( ) Certos substantivos e adjetivos admitem mais de uma regência. A escolha desta ou daquela preposição deve, no entanto, obedecer às exigências da clareza e da eufonia e adequar-se aos diferentes matizes do pensamento.
A ordem correta de preenchimentos dos parênteses, de cima para baixo, é:

Para responder à questão, leia o texto a seguir.
População mundial chega a 8 bilhões
Mariana Froner e Nicholas Pretto


Fonte: NEXO JORNAL. Seção Gráfico. Publicado em 14 nov. 2022. Disponível em https://www.nexojornal.com.br/grafico/2022/11/14/
Popula%C3%A7%C3%A3o-mundial-chega-a-8-bilh%C3%B5es-segundo-a-ONU. Acesso em 25 jan. 2023. (Adaptado)
“No momento em que a humanidade 1.atinge os oito bilhões de habitantes, a maior parte dessa população (59,2%) reside na Ásia. Em seguida, vêm a África (17,9%) e a Europa (9,3%). Somente 5,5% vivem na América do Sul. Quando o planeta 2.atingir a marca de nove bilhões, a perspectiva é de uma participação maior da África na população mundial, com 21,9% do total em 2037”. (ℓ. 11-18)
Sobre os verbos destacados no excerto, assinale a alternativa INCORRETA.
Leia, com atenção, o texto 02 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

I - Na fala do primeiro quadro, a vírgula usada depois do termo “série” é obrigatória e separa o vocativo “vó”. II - No terceiro e quarto quadro, as aspas foram usadas para destacar a diferença entre dois significados. III - Na fala do terceiro quadro, a expressão “em que” poderia ser substituída por “no qual” com igual correção, sem alteração do sentido do termo. IV - No segundo quadro, o uso da interjeição “Hunf!” indica que a personagem comunga com o entusiasmo observado na fala da personagem do primeiro quadro. V - No quarto quadro, no trecho “vendo TV”, se a personagem optasse pelo uso do verbo “assistir”, de acordo com a norma, resultaria em “assistindo à TV”.
Estão CORRETAS as afirmativas
Leia, com atenção, o texto 01 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfossintática e semântica do referido trecho.
I - Os dois usos do pronome “nos” comprovam que esse pronome pode exercer tanto a função de objeto direto como de objeto indireto a depender da regência dos verbos. II - A próclise no trecho “e também nos conecta” é facultativa e poderia ser substituída, com igual correção, pela ênclise. III - O termo “Assim” está funcionando como o elemento de coesão e insere no trecho uma ideia de conclusão. IV - O pronome “isso” funciona como um termo anafórico, uma vez que retoma o que foi referido anteriormente. V - Os travessões poderiam ser substituídos por vírgulas ou parênteses com igual correção, sem que houvesse alteração de sentido do trecho.
Estão CORRETAS as alternativas
O que é regulação da mídia e por que o
tema gera polêmica?
Num país como o Brasil, de dimensões continentais e mais de 210 milhões de habitantes, que compõem uma população muito diversa, é natural que existam discussões e divergências em diversos espaços (políticos, como na Câmara dos Deputados e em Assembleias Legislativas; públicos; mas não somente neles) e de diversas maneiras. Não é diferente quando se fala de regulação da mídia.
Em se tratando de formação de opinião pública, os meios de comunicação têm um papel muito importante nesse quesito, além de grande responsabilidade pelas suas publicações.
No Brasil, cerca de 50% da mídia é controlada por apenas 5 famílias. Este número não reflete a pluralidade necessária para que exista verdadeiramente um Estado democrático de direito. Ao mesmo tempo, existem muitos países que utilizam de regulação da mídia para controlar a opinião pública, como instrumento de consolidação de regimes autoritários.
Antes de tudo, é preciso destacar que não há somente uma "opinião pública", consensual e bem definida acerca desse assunto, uma vez que o nosso país é consideravelmente populoso e possui pessoas de diferentes classes socioeconômicas, etnias, religiões, etc.
Por isso, diferentes grupos sociais se identificam com diferentes opiniões e, mesmo em um determinado grupo, não necessariamente prevalece a concordância plena de ideias. Esses grupos disputam, em lugares públicos, espaços para expressar suas opiniões. Porém, existem aqueles que conseguem manifestar suas opiniões em maior quantidade do que outros.
Pensando na atuação da grande mídia, que bombardeia a população diariamente com imagens, notícias, estereótipos, percebe-se que esta possui grande poder e influencia na formação de opinião de uma sociedade.
O conteúdo difundido pelos meios de comunicação é estrategicamente moldado, servindo aos interesses das empresas que detêm esses instrumentos de difusão de informações. Por exemplo: uma propaganda tem a intenção de provocar um desejo por determinado produto, mesmo que você nunca tenha ouvido falar nele. Assim, você passa a acreditar que precisa daquilo, podendo chegar ao ponto de comprá-lo, sem nem exatamente ter certeza de que precisa mesmo.
No Brasil, cinco grandes empresas de telecomunicação dominam os meios de maior audiência: Globo, Bandeirantes, Record, RBS e Grupo Folha. Destaca-se a abrangência da Rede Globo, que além de deter os maiores números de audiência da TV aberta, também soma dezenas de canais na TV a cabo, veículos jornalísticos impressos e canais de rádio.
Traduzindo em números: essas emissoras alcançam cerca de 75% da população, contando somente com os programas de televisão e rádio e veículos impressos. Se somarmos os acessos em portais na internet, a cobertura da Rede Globo sozinha chega em quase metade dos brasileiros.
Apesar da vasta dimensão do território brasileiro, a produção do conteúdo destes veículos também é concentrada geograficamente. Estima-se que 80% dos escritórios que controlam os principais meios de comunicação no Brasil estão localizados nas regiões Sudeste e Sul.
Com tanto poder nas mãos de poucas pessoas, a transmissão de informações naturalmente fica restrita. Isso porque apenas os grupos detentores dos grandes canais é que têm sua voz ouvida e seus interesses defendidos com vigor.
Mas essa parcela de empresários corresponde a uma porcentagem muito pequena da população, não representando a maioria do povo em suas características e necessidades. Logo, a grande mídia não dissemina a diversidade de opiniões, culturas, ideologias e preocupações de uma nação tão numerosa heterogênea e desigual como o Brasil. E sem pluralidade de ideias, não há democracia saudável.
[…]
(LOPES, Enize Neves Lopes; SCHIOCHET, Gabriel Augusto. O que é regulação da mídia e por que o tema gera polêmica?. Politize!, 10 de novembro de 2022. Disponível em: https://www.politize.com.br/regulacao-da-midia/. Acesso em 04 de fevereiro de 2023).
A regência trata das relações entre os termos da
frase, considerando a relação de dependência
entre eles. Indique abaixo a única frase com
regência verbal adequada:

Internet: : <www.fonosp.org.br>
Acerca da estrutura linguística e do vocabulário empregados no texto, julgue o item.
Caso o trecho “está fundamentada em” (linha 21) fosse
substituído por está fundamentada por, a correção
gramatical e o sentido do texto seriam mantidos.
I. O sinal grave indicativo de crase nos termos “às duas”, às seis” e às oito” foi usado porque, de acordo com a norma, trata-se de expressões adverbiais femininas. II. Na expressão “às seis na música” nota-se uma marca de coloquialidade em relação à regência do verbo “ir”, o qual, de acordo com a norma, exige o uso da preposição “a”. III. Nas expressões “você vai ao francês”, “você vai ao futebol” e você vai ao reforço de aula”, o termo “ao” deveria ser substituído, de acordo com a norma, por “no”. IV. O emprego da expressão “você vai” poderia ser substituído, com igual correção, por “você irá”. V. Nas expressões “às quatro”, “às seis” e “às oito” a palavra “horas” pôde ser suprimida, porque ela já havia sido referida no contexto.
Estão CORRETAS as afirmativas
I – A alteração da grafia do vocábulo “mal” para “mau” na oração “Menos mal que era de borracha.” caracteriza desvio da norma culta da língua portuguesa.
II – A presença do termo destacado no trecho “Coerente com seu raciocínio, ele não deixou a bola cair...” está relacionada a uma exigência de regência nominal.
III – A forma se cumpre idêntico papel morfossintático na frase “Se dois falantes da mesma língua se confundem com a pronúncia de certas palavras...”
IV – A preposição de em “Outro dia, na televisão, alguém falou de uma pancadaria envolvendo pessoas...” é consequência da relação de regência estabelecida.
V – O período “É frete, mas é ‘bilhête’, ‘pivéte’ e ‘foguête’...” pode ser reescrito com a devida correção gramatical da seguinte maneira: “É frete, mais é ‘bilhête’, ‘pivéte’ e ‘foguête’...”.
Está correto apenas o que se afirma em
Texto para os item.

Internet: <www.cienciahoje.org.br> (com adaptações).
Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Na linha 21, a ausência do acento indicativo de crase
em “as diversas” consiste em erro gramatical, pois,
devido à regência da forma verbal “atender” e à
presença do artigo definido, deveria haver crase no
complemento do verbo.

O verbo “chamar” admite mais de uma regência, ou seja, dependendo do significado que expressa, sua transitividade pode variar. Diante dessa análise, é correto afirmar.
Um empecilho na neurociência era a falta de uma visão clara de como as células cerebrais de animais se comportam durante muito tempo. Agora, pesquisadores de Harvard desenvolveram um jeito de acompanhar o que um neurônio faz durante um ano.
Em seu estudo realizado com camundongos, os cientistas contam terem desenvolvido um implante eletrônico capaz de coletar informações detalhadas sobre a atividade de uma única célula pelo período de um ano – sem atrapalhar as funções que ela desempenhava.
Um neurônio é uma célula muito pequena – medindo de 10 a 100 micrômetros –, que é a milionésima parte de um milímetro. Além disso, o seu pico de atividade elétrica é muito curto, durando apenas cerca de dois milissegundos.
Pesquisadores desse campo estão sempre à procura de melhores ferramentas para estudar as células do cérebro. Algumas técnicas, por exemplo, permitem detectar a atividade de células específicas para experimentos rápidos em pequenas regiões cerebrais – tanto em tecido recentemente removido ou por meio de sondas.
Contudo, por serem limitadas, essas condições não representam a realidade com a fidelidade necessária. Restritas a períodos curtos, elas não são capazes de fornecer informações detalhadas o suficiente para entender como a atividade muda com a idade e outras experiências de vida.
Conforme os pesquisadores, grande parte da dificuldade em fazer medições do tipo era consequência da incompatibilidade entre as propriedades mecânicas do tecido cerebral vivo e dos dispositivos eletrônicos de gravação.
“O cérebro é muito macio, como a textura de tofu ou pudim. Em contraste, os eletrônicos são rígidos. Qualquer pequeno movimento do cérebro pode fazer com que os sensores convencionais se desloquem e se movam no tecido cerebral vivo”, conta Jia Liu, líder do estudo. “Essa incompatibilidade na estrutura pode fazer com que células ao redor do local de implantação se degradem.”
Então, como forma de contornar o problema, a equipe de Liu desenvolveu um dispositivo implantável e o introduziu com segurança no cérebro da forma menos invasiva possível.
A implantação dos sensores nos camundongos cobaias resultou em distúrbios mínimos no tecido cerebral. Escolhendo quais neurônios específicos seriam vigiados, estava tudo certo para o início dos registros da atividade elétrica dessas células, acompanhadas ao longo da vida adulta dos roedores.
“Mesmo depois de um ano, não vimos nenhuma degradação dos neurônios que estávamos estudando”, relata Liu. Como constatou Liu, “não há outra tecnologia que possa rastrear o potencial de ação individual de uma dessas células em animais vivos ao longo desse tempo.”
Pensando em futuros experimentos, Liu planeja desenvolver ainda mais a técnica para que a atividade cerebral possa ser transmitida em tempo real do cérebro para análise em uma rede artificial; além de explorar diferentes usos dos sensores nanoeletrônicos.
“Talvez um dia esteja frio e cinzento lá fora, e você se sinta infeliz e de mau humor. Outro dia, está ensolarado e você está na praia e de ótimo humor. Como essas representações mudam no cérebro é algo que não pode ser estudado pela tecnologia atual porque não conseguimos rastrear de forma estável a atividade do mesmo neurônio”, diz ele. “Esta pesquisa supera completamente essa limitação. É o começo de uma nova era da neurociência.”
CAPARROZ, Leo. Cientistas gravam a atividade de um
neurônio ao longo de um ano. Disponível em:
Considerando o trecho “Um empecilho na
neurociência era a falta de uma visão clara de como
as células cerebrais de animais se comportam durante
muito tempo”, assinale a alternativa que apresenta um
verbo com a mesma transitividade do vocábulo
destacado.
I – Em: “Muita gente tem medo da felicidade” - a contração prepositiva é imposta pela regência nominal. II – “Medo” e “felicidade” são substantivos abstratos paroxítonos. III – Em: “Não se tem uma explicação sobre isto” – temos pronome oblíquo exemplificando uso de próclise. IV – As palavras: “não”; “se”; “isto” pertencem a diferentes classes de palavras, todas são invariáveis.



