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No chão da nossa infância
Durante o retorno de uma viagem com meu primo, que é pai de duas crianças, conversamos sobre como é complexo educar os filhos. Muito mais do que ensinar aqueles “seres humaninhos” e servir como um espelho, é necessário dar a atenção merecida, cultivar boas sementes no coração deles e principalmente não gerar traumas. Uma lição de casa e tanto.
Coincidentemente ou não, dias depois, ao entrevistar um senhor muito sábio e experiente, questionei-o sobre qual seria o conselho que ele daria para o menino que ele mesmo foi, caso o encontrasse. Ele olhou nos meus olhos e disse: “diria para ele aproveitar bem a infância e brincar mais”. Aí entramos naquele dilema de que, quando somos crianças, queremos logo nos tornar grandes – por causa da sensação libertadora de poder escolher – e depois, adultos, temos o desejo de voltar a ser criança – justamente porque percebemos que existem consequências a partir de cada escolha.
O chão da nossa infância é tão mágico e, ao mesmo tempo, crucial para o adulto que nos tornamos. Acho linda a constatação de Manoel de Barros, nosso poeta das miudezas, de que o quintal que a gente brincou é maior do que toda a cidade, por guardar e transmitir toda a carga de sentimentos, emoções e boas lembranças que temos com ele. E é aí que mora a grandeza. “O tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas”, diz o poeta. Pena que descobrimos isso só depois de grandes.
Recorro a outro grande nome da literatura brasileira. Lya Luft afirma que “a infância é um chão que a gente pisa a vida inteira”. Se percebermos, essa conclusão é muito profunda e verdadeira. A nossa fase de criança molda toda a nossa trajetória, desde o que aprendemos (de bom ou nem tão bom assim) até o que sentimos (e aqui entram também carências e traumas). Por isso, criar filhos significa muito mais do que colocar comida na mesa e ter um teto para abrigá-los. Responsabilidade materna e paterna também diz respeito a criar um ambiente familiar tranquilo e que valorize o desenvolvimento deles com equilíbrio saudável. Muito mais do que comprar um brinquedo ou um tablet, é necessário investir em momentos de qualidade com os filhos, para que percebam a importância de amar, ouvir e pedir perdão.
Os pais não precisam ser vistos apenas como bravos sargentos prontos a dar ordens, mas como exemplos de inspiração, que cultivam o “eu te amo” como forma de demonstrar sentimentos e como força que impulsiona que voem, mas que se sintam seguros para voltar sempre que necessário. A missão complexa que eu e meu primo comentamos é justamente essa: de preparar um terreno fértil para que a criança cresça com bases sólidas, encare os desafios e frutifique. Podemos juntos cuidar das nossas crianças, como pequenas plantinhas que crescerão com segurança e se tornarão adultos saudáveis e equilibrados. A infância é um chão que pisamos por toda a vida.
Fonte: MARTINS, Gustavo Tamagno. No chão da nossa infância. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/no-chao-da-nossa-infancia/. Acesso em: 22 jan. 2026.
Conclui-se que, na expressão “[...] chão da nossa infância [...]”, a palavra “chão” foi empregada no sentido
No chão da nossa infância
Durante o retorno de uma viagem com meu primo, que é pai de duas crianças, conversamos sobre como é complexo educar os filhos. Muito mais do que ensinar aqueles “seres humaninhos” e servir como um espelho, é necessário dar a atenção merecida, cultivar boas sementes no coração deles e principalmente não gerar traumas. Uma lição de casa e tanto.
Coincidentemente ou não, dias depois, ao entrevistar um senhor muito sábio e experiente, questionei-o sobre qual seria o conselho que ele daria para o menino que ele mesmo foi, caso o encontrasse. Ele olhou nos meus olhos e disse: “diria para ele aproveitar bem a infância e brincar mais”. Aí entramos naquele dilema de que, quando somos crianças, queremos logo nos tornar grandes – por causa da sensação libertadora de poder escolher – e depois, adultos, temos o desejo de voltar a ser criança – justamente porque percebemos que existem consequências a partir de cada escolha.
O chão da nossa infância é tão mágico e, ao mesmo tempo, crucial para o adulto que nos tornamos. Acho linda a constatação de Manoel de Barros, nosso poeta das miudezas, de que o quintal que a gente brincou é maior do que toda a cidade, por guardar e transmitir toda a carga de sentimentos, emoções e boas lembranças que temos com ele. E é aí que mora a grandeza. “O tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas”, diz o poeta. Pena que descobrimos isso só depois de grandes.
Recorro a outro grande nome da literatura brasileira. Lya Luft afirma que “a infância é um chão que a gente pisa a vida inteira”. Se percebermos, essa conclusão é muito profunda e verdadeira. A nossa fase de criança molda toda a nossa trajetória, desde o que aprendemos (de bom ou nem tão bom assim) até o que sentimos (e aqui entram também carências e traumas). Por isso, criar filhos significa muito mais do que colocar comida na mesa e ter um teto para abrigá-los. Responsabilidade materna e paterna também diz respeito a criar um ambiente familiar tranquilo e que valorize o desenvolvimento deles com equilíbrio saudável. Muito mais do que comprar um brinquedo ou um tablet, é necessário investir em momentos de qualidade com os filhos, para que percebam a importância de amar, ouvir e pedir perdão.
Os pais não precisam ser vistos apenas como bravos sargentos prontos a dar ordens, mas como exemplos de inspiração, que cultivam o “eu te amo” como forma de demonstrar sentimentos e como força que impulsiona que voem, mas que se sintam seguros para voltar sempre que necessário. A missão complexa que eu e meu primo comentamos é justamente essa: de preparar um terreno fértil para que a criança cresça com bases sólidas, encare os desafios e frutifique. Podemos juntos cuidar das nossas crianças, como pequenas plantinhas que crescerão com segurança e se tornarão adultos saudáveis e equilibrados. A infância é um chão que pisamos por toda a vida.
Fonte: MARTINS, Gustavo Tamagno. No chão da nossa infância. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/no-chao-da-nossa-infancia/. Acesso em: 22 jan. 2026.
No chão da nossa infância
Durante o retorno de uma viagem com meu primo, que é pai de duas crianças, conversamos sobre como é complexo educar os filhos. Muito mais do que ensinar aqueles “seres humaninhos” e servir como um espelho, é necessário dar a atenção merecida, cultivar boas sementes no coração deles e principalmente não gerar traumas. Uma lição de casa e tanto.
Coincidentemente ou não, dias depois, ao entrevistar um senhor muito sábio e experiente, questionei-o sobre qual seria o conselho que ele daria para o menino que ele mesmo foi, caso o encontrasse. Ele olhou nos meus olhos e disse: “diria para ele aproveitar bem a infância e brincar mais”. Aí entramos naquele dilema de que, quando somos crianças, queremos logo nos tornar grandes – por causa da sensação libertadora de poder escolher – e depois, adultos, temos o desejo de voltar a ser criança – justamente porque percebemos que existem consequências a partir de cada escolha.
O chão da nossa infância é tão mágico e, ao mesmo tempo, crucial para o adulto que nos tornamos. Acho linda a constatação de Manoel de Barros, nosso poeta das miudezas, de que o quintal que a gente brincou é maior do que toda a cidade, por guardar e transmitir toda a carga de sentimentos, emoções e boas lembranças que temos com ele. E é aí que mora a grandeza. “O tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas”, diz o poeta. Pena que descobrimos isso só depois de grandes.
Recorro a outro grande nome da literatura brasileira. Lya Luft afirma que “a infância é um chão que a gente pisa a vida inteira”. Se percebermos, essa conclusão é muito profunda e verdadeira. A nossa fase de criança molda toda a nossa trajetória, desde o que aprendemos (de bom ou nem tão bom assim) até o que sentimos (e aqui entram também carências e traumas). Por isso, criar filhos significa muito mais do que colocar comida na mesa e ter um teto para abrigá-los. Responsabilidade materna e paterna também diz respeito a criar um ambiente familiar tranquilo e que valorize o desenvolvimento deles com equilíbrio saudável. Muito mais do que comprar um brinquedo ou um tablet, é necessário investir em momentos de qualidade com os filhos, para que percebam a importância de amar, ouvir e pedir perdão.
Os pais não precisam ser vistos apenas como bravos sargentos prontos a dar ordens, mas como exemplos de inspiração, que cultivam o “eu te amo” como forma de demonstrar sentimentos e como força que impulsiona que voem, mas que se sintam seguros para voltar sempre que necessário. A missão complexa que eu e meu primo comentamos é justamente essa: de preparar um terreno fértil para que a criança cresça com bases sólidas, encare os desafios e frutifique. Podemos juntos cuidar das nossas crianças, como pequenas plantinhas que crescerão com segurança e se tornarão adultos saudáveis e equilibrados. A infância é um chão que pisamos por toda a vida.
Fonte: MARTINS, Gustavo Tamagno. No chão da nossa infância. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/no-chao-da-nossa-infancia/. Acesso em: 22 jan. 2026.
No chão da nossa infância
Durante o retorno de uma viagem com meu primo, que é pai de duas crianças, conversamos sobre como é complexo educar os filhos. Muito mais do que ensinar aqueles “seres humaninhos” e servir como um espelho, é necessário dar a atenção merecida, cultivar boas sementes no coração deles e principalmente não gerar traumas. Uma lição de casa e tanto.
Coincidentemente ou não, dias depois, ao entrevistar um senhor muito sábio e experiente, questionei-o sobre qual seria o conselho que ele daria para o menino que ele mesmo foi, caso o encontrasse. Ele olhou nos meus olhos e disse: “diria para ele aproveitar bem a infância e brincar mais”. Aí entramos naquele dilema de que, quando somos crianças, queremos logo nos tornar grandes – por causa da sensação libertadora de poder escolher – e depois, adultos, temos o desejo de voltar a ser criança – justamente porque percebemos que existem consequências a partir de cada escolha.
O chão da nossa infância é tão mágico e, ao mesmo tempo, crucial para o adulto que nos tornamos. Acho linda a constatação de Manoel de Barros, nosso poeta das miudezas, de que o quintal que a gente brincou é maior do que toda a cidade, por guardar e transmitir toda a carga de sentimentos, emoções e boas lembranças que temos com ele. E é aí que mora a grandeza. “O tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas”, diz o poeta. Pena que descobrimos isso só depois de grandes.
Recorro a outro grande nome da literatura brasileira. Lya Luft afirma que “a infância é um chão que a gente pisa a vida inteira”. Se percebermos, essa conclusão é muito profunda e verdadeira. A nossa fase de criança molda toda a nossa trajetória, desde o que aprendemos (de bom ou nem tão bom assim) até o que sentimos (e aqui entram também carências e traumas). Por isso, criar filhos significa muito mais do que colocar comida na mesa e ter um teto para abrigá-los. Responsabilidade materna e paterna também diz respeito a criar um ambiente familiar tranquilo e que valorize o desenvolvimento deles com equilíbrio saudável. Muito mais do que comprar um brinquedo ou um tablet, é necessário investir em momentos de qualidade com os filhos, para que percebam a importância de amar, ouvir e pedir perdão.
Os pais não precisam ser vistos apenas como bravos sargentos prontos a dar ordens, mas como exemplos de inspiração, que cultivam o “eu te amo” como forma de demonstrar sentimentos e como força que impulsiona que voem, mas que se sintam seguros para voltar sempre que necessário. A missão complexa que eu e meu primo comentamos é justamente essa: de preparar um terreno fértil para que a criança cresça com bases sólidas, encare os desafios e frutifique. Podemos juntos cuidar das nossas crianças, como pequenas plantinhas que crescerão com segurança e se tornarão adultos saudáveis e equilibrados. A infância é um chão que pisamos por toda a vida.
Fonte: MARTINS, Gustavo Tamagno. No chão da nossa infância. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/no-chao-da-nossa-infancia/. Acesso em: 22 jan. 2026.
De acordo com o texto, aquele que já viveu bastante, tem experiência e sabedoria, aconselha as crianças a
No chão da nossa infância
Durante o retorno de uma viagem com meu primo, que é pai de duas crianças, conversamos sobre como é complexo educar os filhos. Muito mais do que ensinar aqueles “seres humaninhos” e servir como um espelho, é necessário dar a atenção merecida, cultivar boas sementes no coração deles e principalmente não gerar traumas. Uma lição de casa e tanto.
Coincidentemente ou não, dias depois, ao entrevistar um senhor muito sábio e experiente, questionei-o sobre qual seria o conselho que ele daria para o menino que ele mesmo foi, caso o encontrasse. Ele olhou nos meus olhos e disse: “diria para ele aproveitar bem a infância e brincar mais”. Aí entramos naquele dilema de que, quando somos crianças, queremos logo nos tornar grandes – por causa da sensação libertadora de poder escolher – e depois, adultos, temos o desejo de voltar a ser criança – justamente porque percebemos que existem consequências a partir de cada escolha.
O chão da nossa infância é tão mágico e, ao mesmo tempo, crucial para o adulto que nos tornamos. Acho linda a constatação de Manoel de Barros, nosso poeta das miudezas, de que o quintal que a gente brincou é maior do que toda a cidade, por guardar e transmitir toda a carga de sentimentos, emoções e boas lembranças que temos com ele. E é aí que mora a grandeza. “O tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas”, diz o poeta. Pena que descobrimos isso só depois de grandes.
Recorro a outro grande nome da literatura brasileira. Lya Luft afirma que “a infância é um chão que a gente pisa a vida inteira”. Se percebermos, essa conclusão é muito profunda e verdadeira. A nossa fase de criança molda toda a nossa trajetória, desde o que aprendemos (de bom ou nem tão bom assim) até o que sentimos (e aqui entram também carências e traumas). Por isso, criar filhos significa muito mais do que colocar comida na mesa e ter um teto para abrigá-los. Responsabilidade materna e paterna também diz respeito a criar um ambiente familiar tranquilo e que valorize o desenvolvimento deles com equilíbrio saudável. Muito mais do que comprar um brinquedo ou um tablet, é necessário investir em momentos de qualidade com os filhos, para que percebam a importância de amar, ouvir e pedir perdão.
Os pais não precisam ser vistos apenas como bravos sargentos prontos a dar ordens, mas como exemplos de inspiração, que cultivam o “eu te amo” como forma de demonstrar sentimentos e como força que impulsiona que voem, mas que se sintam seguros para voltar sempre que necessário. A missão complexa que eu e meu primo comentamos é justamente essa: de preparar um terreno fértil para que a criança cresça com bases sólidas, encare os desafios e frutifique. Podemos juntos cuidar das nossas crianças, como pequenas plantinhas que crescerão com segurança e se tornarão adultos saudáveis e equilibrados. A infância é um chão que pisamos por toda a vida.
Fonte: MARTINS, Gustavo Tamagno. No chão da nossa infância. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/no-chao-da-nossa-infancia/. Acesso em: 22 jan. 2026.
I- Na fase da infância, o que mais se deseja é aproveitá-la ao máximo, sem pensar na vida adulta.
II- Na fase adulta, com a percepção das responsabilidades, surge o desejo de voltar a ser criança.
III- O desejo pela liberdade de fazer escolhas faz com que a criança deseje chegar à fase adulta.
IV- As experiências vividas na infância influenciam no processo de formação da pessoa adulta.
V- Na infância, o mais importante é que os pais garantam aos seus filhos alimentação e moradia.
Estão CORRETAS as afirmativas
( ) Para o descarte correto, o ideal é utilizar recipientes apropriados para cada tipo de resíduo.
( ) Não há problema em misturar resíduos recicláveis com resíduos orgânicos.
( ) O chamado “lixo eletrônico” deve ser descartado no lixo comum, pois não tem possibilidade de reciclagem.
( ) A limpeza concorrente consiste na execução diária de atividades de higienização em áreas críticas, com a finalidade de manter o asseio, a organização e as condições adequadas de uso dos ambientes.
( ) O abastecimento e a reposição de materiais de consumo diário, como sabonete líquido e papel higiênico, fazem parte da limpeza concorrente.
( ) A limpeza concorrente é realizada apenas de forma eventual, sendo restrita a situações emergenciais ou a situações em que haja acúmulo excessivo de sujidades visíveis.
( ) A limpeza seca caracteriza-se pela remoção de sujidades soltas, como pó e poeira, sem o emprego de água, podendo ser realizada por meio de vassouras ou aspiradores de pó.
( ) O uso de vassouras na limpeza seca é indicado, preferencialmente, para áreas externas e descobertas, como pátios e estacionamentos, em razão da maior dispersão de partículas.
( ) Em áreas internas e cobertas, a limpeza seca deve ser realizada, obrigatoriamente, com vassoura comum, sendo vedada a utilização de aspirador de pó.
I. Todo produto químico utilizado na limpeza apresenta algum grau de risco, sendo indispensáveis o treinamento dos usuários e o uso de equipamentos de proteção individual (EPI).
II. A diluição de produtos concentrados deve seguir rigorosamente as orientações do fabricante, utilizando dosador apropriado.
III. A identificação dos produtos de limpeza pode ser feita apenas pela cor da solução, desde que estejam armazenados em recipientes fechados e fora do alcance de crianças.
Está CORRETO o que se afirma:
( ) A higienização correta das mãos, das bancadas e dos utensílios deve ser realizada sempre que houver troca de atividade.
( ) Alimentos crus e alimentos prontos para consumo podem ser manipulados na mesma tábua, no mesmo local e ao mesmo tempo, desde que estejam refrigerados.
( ) Os alimentos devem ser armazenados em recipientes adequados, devidamente tampados e identificados, para reduzir risco de contaminação.
I. Priorizar interesses pessoais em detrimento da equipe.
II. Agir com ética, responsabilidade e equilíbrio emocional.
III. Respeitar as normas inclusive quando não há supervisão.
Está CORRETO o que se afirma:
Durante o levantamento de uma caixa de 50kg, os trabalhadores 1 e 2 adotam posturas diferentes, conforme ilustrado abaixo.

Considerando-se as boas práticas de segurança no trabalho, assinalar a alternativa CORRETA.
(1) Dever.
(2) Proibição.
( ) Promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição.
( ) Tratar as pessoas com urbanidade.
( ) Proceder de forma desidiosa.
( ) Exigir ou aumentar tributo sempre que o interesse público assim o exigir, independentemente de lei que o estabeleça.
( ) Organizar e manter os serviços de fiscalização necessários ao exercício do seu poder de polícia administrativa.
( ) Realizar, diretamente ou mediante autorização ou concessão, o serviço de iluminação pública.