Foram encontradas 1.958.194 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4125446 Matemática
Um livro foi impresso em duas edições diferentes, sendo que o texto da primeira dessas edições continha 432 páginas, todas com 48 linhas de impressão. Cada linha de texto da segunda edição era exatamente igual às linhas da primeira edição, mas o espaçamento entre elas era tal que cada página continha apenas 24 linhas de impressão.
Seja P a razão entre o número de linhas de cada página da primeira edição e o respectivo número de páginas e S essa mesma razão em relação à segunda edição, qual é a diferença, em valor absoluto, entre P e S?
Alternativas
Q4125442 Português
      Descobri a América Latina em Paris, nos anos sessenta. Até então, eu era um jovem peruano que, além de ler os escritores do meu próprio país, lia quase exclusivamente escritores norte-americanos e europeus. Com exceção de algumas celebridades, como Pablo Neruda, não conhecia nenhum outro escritor hispano-americano e jamais pensava na América Latina, naquela época, como uma comunidade cultural, e sim como um arquipélago de países muito pouco relacionados entre si.

    Que ela era algo muito diferente disso, aprendi em Paris, cidade que, nos anos sessenta, transformou-se na capital da literatura latino-americana. Com efeito, a maioria dos escritores mais importantes dessa região do mundo tinha vivido em Paris, ou passado por essa cidade, e os que não o faziam, de todo modo acabavam sendo descobertos, traduzidos e divulgados na França, graças ao que a América Latina reconhecia e começava a ler os seus próprios escritores.

     Os anos sessenta foram exultantes. A América Latina passou a estar no centro da atualidade graças à Revolução Cubana, às guerrilhas e aos mitos e ficções que estas puseram em circulação. Ao mesmo tempo, descobriu-se a existência da literatura latino-americana ‒ uma literatura nova, rica, pujante e inventiva, que experimentava novas maneiras de contar histórias e almejava libertar a linguagem narrativa tradicional.

      O meu descobrimento da América Latina, naqueles anos, levou-me a ler seus poetas, historiadores e romancistas, a me interessar pelo seu passado e seu presente, a viajar por todos os seus países e a viver os seus problemas e suas lutas políticas como se fossem meus. Desde então, comecei a me sentir, acima de tudo, um latino-americano. Continuei a sê-lo no decurso de todos esses anos e assim será nos anos que ainda me restam.


(Mario Vargas Llosa. Saberes e utopias, 2009. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:

•  “Até então, eu era um jovem peruano...” (1⁠º parágrafo)
•  “... estar no centro da atualidade graças à Revolução Cubana...” (3⁠º parágrafo)
•  “... e assim será nos anos que ainda me restam.” (4⁠º parágrafo)

As expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, circunstâncias de
Alternativas
Q4125440 Português
      Descobri a América Latina em Paris, nos anos sessenta. Até então, eu era um jovem peruano que, além de ler os escritores do meu próprio país, lia quase exclusivamente escritores norte-americanos e europeus. Com exceção de algumas celebridades, como Pablo Neruda, não conhecia nenhum outro escritor hispano-americano e jamais pensava na América Latina, naquela época, como uma comunidade cultural, e sim como um arquipélago de países muito pouco relacionados entre si.

    Que ela era algo muito diferente disso, aprendi em Paris, cidade que, nos anos sessenta, transformou-se na capital da literatura latino-americana. Com efeito, a maioria dos escritores mais importantes dessa região do mundo tinha vivido em Paris, ou passado por essa cidade, e os que não o faziam, de todo modo acabavam sendo descobertos, traduzidos e divulgados na França, graças ao que a América Latina reconhecia e começava a ler os seus próprios escritores.

     Os anos sessenta foram exultantes. A América Latina passou a estar no centro da atualidade graças à Revolução Cubana, às guerrilhas e aos mitos e ficções que estas puseram em circulação. Ao mesmo tempo, descobriu-se a existência da literatura latino-americana ‒ uma literatura nova, rica, pujante e inventiva, que experimentava novas maneiras de contar histórias e almejava libertar a linguagem narrativa tradicional.

      O meu descobrimento da América Latina, naqueles anos, levou-me a ler seus poetas, historiadores e romancistas, a me interessar pelo seu passado e seu presente, a viajar por todos os seus países e a viver os seus problemas e suas lutas políticas como se fossem meus. Desde então, comecei a me sentir, acima de tudo, um latino-americano. Continuei a sê-lo no decurso de todos esses anos e assim será nos anos que ainda me restam.


(Mario Vargas Llosa. Saberes e utopias, 2009. Adaptado)
O intenso contato do autor com aspectos culturais e históricos da América Latina levou-o a
Alternativas
Q4125439 Português
      Descobri a América Latina em Paris, nos anos sessenta. Até então, eu era um jovem peruano que, além de ler os escritores do meu próprio país, lia quase exclusivamente escritores norte-americanos e europeus. Com exceção de algumas celebridades, como Pablo Neruda, não conhecia nenhum outro escritor hispano-americano e jamais pensava na América Latina, naquela época, como uma comunidade cultural, e sim como um arquipélago de países muito pouco relacionados entre si.

    Que ela era algo muito diferente disso, aprendi em Paris, cidade que, nos anos sessenta, transformou-se na capital da literatura latino-americana. Com efeito, a maioria dos escritores mais importantes dessa região do mundo tinha vivido em Paris, ou passado por essa cidade, e os que não o faziam, de todo modo acabavam sendo descobertos, traduzidos e divulgados na França, graças ao que a América Latina reconhecia e começava a ler os seus próprios escritores.

     Os anos sessenta foram exultantes. A América Latina passou a estar no centro da atualidade graças à Revolução Cubana, às guerrilhas e aos mitos e ficções que estas puseram em circulação. Ao mesmo tempo, descobriu-se a existência da literatura latino-americana ‒ uma literatura nova, rica, pujante e inventiva, que experimentava novas maneiras de contar histórias e almejava libertar a linguagem narrativa tradicional.

      O meu descobrimento da América Latina, naqueles anos, levou-me a ler seus poetas, historiadores e romancistas, a me interessar pelo seu passado e seu presente, a viajar por todos os seus países e a viver os seus problemas e suas lutas políticas como se fossem meus. Desde então, comecei a me sentir, acima de tudo, um latino-americano. Continuei a sê-lo no decurso de todos esses anos e assim será nos anos que ainda me restam.


(Mario Vargas Llosa. Saberes e utopias, 2009. Adaptado)
Segundo o texto, em Paris o autor pôde
Alternativas
Q4125438 Português
A norma-padrão de emprego da vírgula e de colocação pronominal foi respeitada em:
Alternativas
Q4125437 Português
        A felicidade invadiu de tal modo nosso imaginário cultural que se tornou uma presença excessiva em nosso cotidiano ‒ atualmente é raro passarmos um dia inteiro sem ouvir ou ler alguma coisa sobre ela. Uma simples busca na internet resulta em centenas de milhares de ocorrências do termo “felicidade”. O mesmo vale para o número de postagens que as pessoas compartilham todos os dias nas redes sociais. Esse cenário revela que a felicidade vem desempenhando um papel fundamental na compreensão corriqueira que temos de nós mesmos e do mundo. É uma noção que nos parece e soa tão familiar que já nem pensamos nela ‒ seria estranho ousar questioná-la.

     Não apenas a frequência e a onipresença das ocorrências da palavra “felicidade” aumentaram radicalmente nas últimas décadas: o modo como entendemos a felicidade também passou por uma transformação drástica. Já não a relacionamos ao destino ou a circunstâncias particulares ‒ ausência de problemas, corolário de uma vida plena, ou então mero prêmio de consolação para os pobres de espírito. Hoje ela costuma ser vista como algo passível de ser engendrado pela força de vontade; resultado do treino de nossa força interior e nosso eu autêntico; única meta que faz a vida valer a pena; o padrão pelo qual devemos medir o valor de nossa biografia, o tamanho de nossos sucessos e fracassos; e a dimensão de nosso desenvolvimento psíquico e emocional.

      A felicidade passou a ser a encarnação da imagem ideal contemporânea do bom cidadão.


(Edgar Cabanas e Eva Illouz.
Happycracia – fabricando cidadãos felizes, 2022. Adaptado)
Em “É uma noção que nos parece e soa tão familiar que já nem pensamos nela ‒ seria estranho ousar questioná-la.” (1º parágrafo), o travessão pode ser substituído, sem prejuízo ao sentido original, por
Alternativas
Q4125436 Português
        A felicidade invadiu de tal modo nosso imaginário cultural que se tornou uma presença excessiva em nosso cotidiano ‒ atualmente é raro passarmos um dia inteiro sem ouvir ou ler alguma coisa sobre ela. Uma simples busca na internet resulta em centenas de milhares de ocorrências do termo “felicidade”. O mesmo vale para o número de postagens que as pessoas compartilham todos os dias nas redes sociais. Esse cenário revela que a felicidade vem desempenhando um papel fundamental na compreensão corriqueira que temos de nós mesmos e do mundo. É uma noção que nos parece e soa tão familiar que já nem pensamos nela ‒ seria estranho ousar questioná-la.

     Não apenas a frequência e a onipresença das ocorrências da palavra “felicidade” aumentaram radicalmente nas últimas décadas: o modo como entendemos a felicidade também passou por uma transformação drástica. Já não a relacionamos ao destino ou a circunstâncias particulares ‒ ausência de problemas, corolário de uma vida plena, ou então mero prêmio de consolação para os pobres de espírito. Hoje ela costuma ser vista como algo passível de ser engendrado pela força de vontade; resultado do treino de nossa força interior e nosso eu autêntico; única meta que faz a vida valer a pena; o padrão pelo qual devemos medir o valor de nossa biografia, o tamanho de nossos sucessos e fracassos; e a dimensão de nosso desenvolvimento psíquico e emocional.

      A felicidade passou a ser a encarnação da imagem ideal contemporânea do bom cidadão.


(Edgar Cabanas e Eva Illouz.
Happycracia – fabricando cidadãos felizes, 2022. Adaptado)
Assinale a alternativa na qual se empregou palavra em sentido figurado.
Alternativas
Q4125435 Português
        A felicidade invadiu de tal modo nosso imaginário cultural que se tornou uma presença excessiva em nosso cotidiano ‒ atualmente é raro passarmos um dia inteiro sem ouvir ou ler alguma coisa sobre ela. Uma simples busca na internet resulta em centenas de milhares de ocorrências do termo “felicidade”. O mesmo vale para o número de postagens que as pessoas compartilham todos os dias nas redes sociais. Esse cenário revela que a felicidade vem desempenhando um papel fundamental na compreensão corriqueira que temos de nós mesmos e do mundo. É uma noção que nos parece e soa tão familiar que já nem pensamos nela ‒ seria estranho ousar questioná-la.

     Não apenas a frequência e a onipresença das ocorrências da palavra “felicidade” aumentaram radicalmente nas últimas décadas: o modo como entendemos a felicidade também passou por uma transformação drástica. Já não a relacionamos ao destino ou a circunstâncias particulares ‒ ausência de problemas, corolário de uma vida plena, ou então mero prêmio de consolação para os pobres de espírito. Hoje ela costuma ser vista como algo passível de ser engendrado pela força de vontade; resultado do treino de nossa força interior e nosso eu autêntico; única meta que faz a vida valer a pena; o padrão pelo qual devemos medir o valor de nossa biografia, o tamanho de nossos sucessos e fracassos; e a dimensão de nosso desenvolvimento psíquico e emocional.

      A felicidade passou a ser a encarnação da imagem ideal contemporânea do bom cidadão.


(Edgar Cabanas e Eva Illouz.
Happycracia – fabricando cidadãos felizes, 2022. Adaptado)
 De acordo com o texto, atualmente a felicidade é considerada
Alternativas
Q4125374 Biblioteconomia
O software Primo VE, utilizado em bibliotecas universitárias como as da UNESP, possui como função principal: 
Alternativas
Q4125373 Biblioteconomia
A aplicação das informações sobre usuários e serviços para ampliar o uso da biblioteca, a visibilidade institucional e a satisfação do público é a adaptação do seguinte conceito aplicado aos serviços de informação:
Alternativas
Q4125372 Biblioteconomia
Assinale a alternativa que apresenta uma característica exclusiva das bibliotecas digitais.
Alternativas
Q4125371 Biblioteconomia
Assinale a alternativa que corresponde ao diretório internacional de repositórios de dados de pesquisa.
Alternativas
Q4125370 Biblioteconomia
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma referência de artigo de periódico online em estilo Vancouver.
Alternativas
Q4125369 Biblioteconomia
De acordo com a ABNT NBR 6023:2025, assinale a alternativa correta quanto à apresentação de títulos e subtítulos de referências bibliográficas.
Alternativas
Q4125368 Biblioteconomia

Uma biblioteca possui sete exemplares da obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, classificados segundo a Classificação Decimal de Dewey (CDD) e organizados por meio de notação Cutter, conforme apresentado a seguir:



1. Edição original (português) – 869.93 A848d


2.  Outra edição em português (editora diferente) – 869.93 A848d 2019


3. Edição mais recente – 869.93 A848d 2023


4. Tradução para o inglês – 869.93 A848d E


5. Tradução para o espanhol – 869.93 A848d S


6. Versão comentada / crítica – 869.93 A848d c


7. Adaptação (versão juvenil) – 869.93 A848d j



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de arquivamento desses exemplares na estante, considerando que as setas indicam a ordem da esquerda para a direita.

Alternativas
Q4125367 Biblioteconomia
Assinale a alternativa que corresponde ao catálogo coletivo mantido pela OCLC (Online Computer Library Center), que integra os registros bibliográficos de milhares de bibliotecas universitárias em todo o mundo.
Alternativas
Q4125366 Biblioteconomia
Sobre a Classificação Decimal Universal (CDU), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4125365 Biblioteconomia
As respostas às perguntas “Quem escreveu?”, “Qual é o título?” e “Onde e quando foi publicado?” correspondem a informações obtidas por meio de um processo do tratamento da informação em bibliotecas, denominado 
Alternativas
Q4125364 Biblioteconomia

No contexto das bibliotecas, o serviço de tratamento de coleções corresponde ao processamento técnico do acervo.



Dentre suas atividades, destaca-se a aquisição, que

Alternativas
Q4125363 Biblioteconomia
Sobre o tombamento do acervo em bibliotecas, é correto afirmar que 
Alternativas
Respostas
10101: E
10102: B
10103: C
10104: D
10105: A
10106: C
10107: A
10108: D
10109: C
10110: D
10111: E
10112: B
10113: A
10114: D
10115: A
10116: B
10117: C
10118: C
10119: E
10120: E