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Q4286875 Português
Marque a alternativa em que a preposição destacada apresenta o sentido de assunto.
Alternativas
Q4286874 Português
9.png (310×431)
A expressão "esticar as pernas", em Língua Portuguesa, possui vários sentidos. Na tirinha acima, ela tem o mesmo sentido de:
Alternativas
Q4286873 Português
"_____ muitas coisas que o guarda queria me falar, mas deixou para me dizer daqui _____ algum tempo, certo de que _____ muitas oportunidades para isso."
Marque a alternativa em que as palavras completam corretamente os espaços em branco acima, na mesma ordem.
Alternativas
Q4286872 Português
Marque a alternativa em que a frase apresenta um numeral multiplicativo. 
Alternativas
Q4286871 Português
Marque a alternativa que apresenta as palavras que completam corretamente os espaços em branco abaixo, na mesma ordem:
Eu o convidaria se você _____ muito. Esteja aqui quando eu _____ para casa. Quando você _____ à padaria, chame-nos.
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Q4286870 Português
Marque a alternativa que apresenta as palavras que completam corretamente os espaços em branco abaixo, na mesma ordem:
- Ela me perguntou ______ eu morava. - Na escola ______ estudo tenho ótimos amigos. - A cidade _____ fui no ano passado é muito fria. - Sei muito bem _______ você quer chegar.
Alternativas
Q4286869 Português
Marque a alternativa que apresenta uma expressão escrita corretamente.
Alternativas
Q4286868 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O homem no orelhão


        Muitas vezes já se decretou a inutilidade dos orelhões em tempos de telefonia móvel e a maioria já foi inclusive retirada das ruas, mas a verdade é que aqueles que existem ainda são bastante utilizados - às vezes, tem até fila diante deles.


        Eu mesmo fiz muito uso desse tipo de serviço há poucos anos, logo que me mudei para Brasília e não tinha dinheiro para comprar um celular. Com um cartão de 20 ligações, eu telefonava para a minha mãe em Curitiba, o que me garantia uns cinco minutos de conversa, se o horário fosse bom.


        Isto é, eu telefonava, mas apenas quando encontrava um orelhão que funcionasse. Por vezes, era preciso andar até duas quadras para conseguir um que estivesse em condições de uso. Depois que arrumei um celular, não precisei mais de orelhão, a não ser no dia em que perdi meu aparelho e precisei telefonar para mim mesmo. Com essas experiências, de toda forma, eu não estranhei nem um pouco quando vi que estava ocupado o orelhão logo ao lado da parada em que eu esperava pelo meu ônibus.


        Um pouco menos normal eu achei quando o homem que lá estava aumentou o tom de voz, contrariado com alguma coisa que havia acabado de ouvir do outro lado da linha. Mas, bastante incomum mesmo foi quando ele começou a gritar, visivelmente alterado.


        Pelo que entendi, a pessoa com quem conversava era uma mulher que havia prometido alguma coisa e depois não cumpriu. Seja lá o que tenha prometido a mulher, o fato é que o homem precisava muito daquilo, muito mesmo. E por isso ele não conseguia aceitar de jeito nenhum a explicação que ela lhe dava e nem as sugestões que fazia para remediar a situação.


        Sua raiva foi crescendo e dali a pouco disparou a xingar a mulher, que imagino ter então desligado, pois ele começou a dizer “Alô? Alô?". Bateu o gancho com força, e só então deve ter visto que da parada de ônibus eu o observava.


        Não pareceu ter se importado muito com a minha presença e saiu de lá bufando. Passou por mim cheio de fúria, mas logo adiante parou e gritou: "Ah, meu Deus!". Deu meia volta, tornou a passar por mim e foi pegar o cartão, que havia esquecido dentro do orelhão. 


FENDRICH, Henrique. O homem no orelhão. Escotilha. Disponível em .

"Pelo que entendi, a pessoa com quem conversava era uma mulher que havia prometido alguma coisa e depois não cumpriu."
A forma verbal destacada no trecho acima indica uma ação que:
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Q4286867 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O homem no orelhão


        Muitas vezes já se decretou a inutilidade dos orelhões em tempos de telefonia móvel e a maioria já foi inclusive retirada das ruas, mas a verdade é que aqueles que existem ainda são bastante utilizados - às vezes, tem até fila diante deles.


        Eu mesmo fiz muito uso desse tipo de serviço há poucos anos, logo que me mudei para Brasília e não tinha dinheiro para comprar um celular. Com um cartão de 20 ligações, eu telefonava para a minha mãe em Curitiba, o que me garantia uns cinco minutos de conversa, se o horário fosse bom.


        Isto é, eu telefonava, mas apenas quando encontrava um orelhão que funcionasse. Por vezes, era preciso andar até duas quadras para conseguir um que estivesse em condições de uso. Depois que arrumei um celular, não precisei mais de orelhão, a não ser no dia em que perdi meu aparelho e precisei telefonar para mim mesmo. Com essas experiências, de toda forma, eu não estranhei nem um pouco quando vi que estava ocupado o orelhão logo ao lado da parada em que eu esperava pelo meu ônibus.


        Um pouco menos normal eu achei quando o homem que lá estava aumentou o tom de voz, contrariado com alguma coisa que havia acabado de ouvir do outro lado da linha. Mas, bastante incomum mesmo foi quando ele começou a gritar, visivelmente alterado.


        Pelo que entendi, a pessoa com quem conversava era uma mulher que havia prometido alguma coisa e depois não cumpriu. Seja lá o que tenha prometido a mulher, o fato é que o homem precisava muito daquilo, muito mesmo. E por isso ele não conseguia aceitar de jeito nenhum a explicação que ela lhe dava e nem as sugestões que fazia para remediar a situação.


        Sua raiva foi crescendo e dali a pouco disparou a xingar a mulher, que imagino ter então desligado, pois ele começou a dizer “Alô? Alô?". Bateu o gancho com força, e só então deve ter visto que da parada de ônibus eu o observava.


        Não pareceu ter se importado muito com a minha presença e saiu de lá bufando. Passou por mim cheio de fúria, mas logo adiante parou e gritou: "Ah, meu Deus!". Deu meia volta, tornou a passar por mim e foi pegar o cartão, que havia esquecido dentro do orelhão. 


FENDRICH, Henrique. O homem no orelhão. Escotilha. Disponível em .

"E por isso ele não conseguia aceitar de jeito nenhum a explicação que ela lhe dava e nem as sugestões que fazia para remediar a situação."
As preposições destacadas no trecho acima, nessa mesma ordem, têm os sentidos de:
Alternativas
Q4286866 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O homem no orelhão


        Muitas vezes já se decretou a inutilidade dos orelhões em tempos de telefonia móvel e a maioria já foi inclusive retirada das ruas, mas a verdade é que aqueles que existem ainda são bastante utilizados - às vezes, tem até fila diante deles.


        Eu mesmo fiz muito uso desse tipo de serviço há poucos anos, logo que me mudei para Brasília e não tinha dinheiro para comprar um celular. Com um cartão de 20 ligações, eu telefonava para a minha mãe em Curitiba, o que me garantia uns cinco minutos de conversa, se o horário fosse bom.


        Isto é, eu telefonava, mas apenas quando encontrava um orelhão que funcionasse. Por vezes, era preciso andar até duas quadras para conseguir um que estivesse em condições de uso. Depois que arrumei um celular, não precisei mais de orelhão, a não ser no dia em que perdi meu aparelho e precisei telefonar para mim mesmo. Com essas experiências, de toda forma, eu não estranhei nem um pouco quando vi que estava ocupado o orelhão logo ao lado da parada em que eu esperava pelo meu ônibus.


        Um pouco menos normal eu achei quando o homem que lá estava aumentou o tom de voz, contrariado com alguma coisa que havia acabado de ouvir do outro lado da linha. Mas, bastante incomum mesmo foi quando ele começou a gritar, visivelmente alterado.


        Pelo que entendi, a pessoa com quem conversava era uma mulher que havia prometido alguma coisa e depois não cumpriu. Seja lá o que tenha prometido a mulher, o fato é que o homem precisava muito daquilo, muito mesmo. E por isso ele não conseguia aceitar de jeito nenhum a explicação que ela lhe dava e nem as sugestões que fazia para remediar a situação.


        Sua raiva foi crescendo e dali a pouco disparou a xingar a mulher, que imagino ter então desligado, pois ele começou a dizer “Alô? Alô?". Bateu o gancho com força, e só então deve ter visto que da parada de ônibus eu o observava.


        Não pareceu ter se importado muito com a minha presença e saiu de lá bufando. Passou por mim cheio de fúria, mas logo adiante parou e gritou: "Ah, meu Deus!". Deu meia volta, tornou a passar por mim e foi pegar o cartão, que havia esquecido dentro do orelhão. 


FENDRICH, Henrique. O homem no orelhão. Escotilha. Disponível em .

A partir do segundo parágrafo, o texto "О homem no orelhão" se desenvolve de forma predominantemente:
Alternativas
Q4286695 Relações Humanas
Durante uma explicação, um servidor percebe que a colega afasta a cadeira quando ele se aproxima para olhar o mesmo documento. A atitude mais adequada é:
Alternativas
Q4286694 Administração de Recursos Materiais
Um servidor da Prefeitura percebe que anotou uma quantidade errada no controle de materiais. O documento ainda será conferido pelo responsável. A conduta ética é:
Alternativas
Q4286693 Segurança e Saúde no Trabalho
Mecânicos que trabalham na manutenção de frotas estão expostos a diversos riscos químicos e físicos. Assinale a alternativa que indica o Equipamento de Proteção Individual (EPI) indispensável para proteger as mãos do profissional contra queimaduras e contato direto com solventes e óleos pesados: 
Alternativas
Q4286692 Engenharia Mecânica
Durante a manutenção do sistema de arrefecimento de um caminhão da frota, o mecânico precisa substituir o líquido antigo. A recomendação técnica correta para o preenchimento do sistema é:
Alternativas
Q4286691 Engenharia Mecânica
Um veículo de passeio da frota municipal apresenta dificuldades para engatar as marchas mecânicas (o câmbio "arranha" ao trocar de marcha) e o pedal está muito baixo. O mecânico deve iniciar o diagnóstico inspecionando:
Alternativas
Q4286690 Engenharia Mecânica
Os motores de combustão interna de quatro tempos, utilizados na frota municipal, dividem-se principalmente entre os ciclos Otto e Diesel. A principal diferença no processo de combustão (queima) entre esses dois ciclos é: 
Alternativas
Q4286689 Engenharia Mecânica
O sistema de carga do veículo é responsável por manter a bateria carregada e alimentar os consumidores elétricos enquanto o motor está funcionando. Assinale a alternativa que indica o componente que realiza essa função de geração de energia:
Alternativas
Q4286688 Eletricidade
Ao realizar o diagnóstico de falhas no sistema elétrico de partida de uma máquina pesada, o mecânico suspeita que a bateria está descarregada. Assinale a alternativa que indica corretamente o instrumento ele deve utilizar para medir a tensão (voltagem) da bateria:
Alternativas
Q4286687 Engenharia Mecânica
Um pneu de caminhão apresenta um desgaste acentuado apenas nas bordas externas (ombros do pneu), enquanto o centro da banda de rodagem permanece em bom estado. Esse tipo de desgaste geralmente indica:
Alternativas
Q4286686 Legislação de Trânsito
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece regras rígidas para a circulação e manutenção dos veículos. Trafegar com um veículo da frota municipal que apresente descarga livre (escapamento quebrado ou sem silenciador) é considerado uma infração de trânsito que pode resultar em: 
Alternativas
Respostas
901: E
902: A
903: C
904: E
905: D
906: A
907: B
908: C
909: D
910: B
911: E
912: B
913: A
914: E
915: B
916: A
917: C
918: B
919: E
920: A