Questões de Concurso Nível superior

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Q4396138 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professor bem preparado para quê?


    Dados sobre o ensino no País animam e preocupam. São uma espécie de resumo das contradições de um país que cresce sem romper sua imensa desigualdade social. Muitos índices de educação dos jovens melhoraram na última década, mas mais de 7 milhões de jovens não concluíram o ensino médio e estão fora das escolas, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de alunos cresce, mas milhões deles concluem o ciclo básico com conhecimentos inferiores aos considerados necessários para agir com autonomia, espírito crítico e iniciativa num mundo em rápidas transformações tecnológicas. Superar essa deficiência exige professores adequadamente preparados. É desolador, no entanto, constatar que são escassas as políticas públicas com esse objetivo e, pior, observar que certas ações do poder público enfraquecem o papel do professor, o que pode comprometer o aprendizado e o futuro do aluno.

    Programas para o aperfeiçoamento da docência na rede pública existem. Desde 2007, a Universidade de São Paulo (USP) mantém o programa Encontro USP-Escola, para, como explica, “promover a formação continuada de docentes da educação básica e promover a interlocução entre a universidade e a escola”.

    Surgido de uma iniciativa do Instituto de Física da USP, o encontro vinha sendo bastante procurado por professores da rede pública. Em 2023, foram 1.607 inscritos; em 2024, 1.170; em 2025, 1.219. Em 2026, segundo informações preliminares, foram cerca de 600. O que aconteceu? Desalento dos professores? Não parece uma hipótese descartável, pelo menos no caso dos professores da rede estadual de ensino de São Paulo. Está havendo uma rápida substituição de professores efetivos por temporários. Alguns dados mostram a rapidez e a extensão desse processo. Em 2023, pela primeira vez, os temporários (101 mil) superaram os efetivos (90,5 mil), segundo uma pesquisa do Todos pela Educação, uma instituição privada que luta pela melhoria do ensino público.

    Do ponto de vista pedagógico, no entanto, talvez a mudança que mais afetou o trabalho dos professores dessa rede tenha sido a evolução do projeto de adotar materiais didáticos digitais (basicamente slides) obrigatórios em sala de aula. Instituições que congregam professores da rede pública têm afirmado que esse modelo, chamado de plataformização do ensino, por meio do uso intensivo de material digital nas salas de aula, vem acompanhado de uma espécie de privatização do ensino público (em razão do aumento dos gastos com a compra de equipamentos e material didático fornecidos por empresas privadas).

    No entanto, seu efeito mais preocupante, de acordo com essas instituições, é a drástica redução do papel do professor na sala de aula. O Grupo Escola Pública e Democracia (Gepud) acrescenta que o uso intenso das plataformas tem causado desinteresse e cansaço nos estudantes e contraria a tendência mundial de reduzir a utilização das tecnologias digitais e o tempo de uso de telas por crianças e adolescentes. Mais ainda, “as plataformas retiram dos professores a essência da atividade docente: o planejamento, a organização e a condução de suas aulas”.

    Na essência, então, professor bem preparado para quê? Apenas para orientar os alunos sobre como manejar uma máquina?


(Jorge J. Okubaro. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 30.06.2026. Adaptado)


De acordo com Rodolfo Ilari (Introdução à semântica: brincando com a gramática, 2001), “... o sentido literal dos enunciados inclui frequentemente informações implícitas, embora previsíveis”. Com base nessa informação, conclui-se corretamente que a frase “Na essência, então, professor bem preparado para quê?” (6o parágrafo) reporta à ideia de que
Alternativas
Q4396137 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professor bem preparado para quê?


    Dados sobre o ensino no País animam e preocupam. São uma espécie de resumo das contradições de um país que cresce sem romper sua imensa desigualdade social. Muitos índices de educação dos jovens melhoraram na última década, mas mais de 7 milhões de jovens não concluíram o ensino médio e estão fora das escolas, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de alunos cresce, mas milhões deles concluem o ciclo básico com conhecimentos inferiores aos considerados necessários para agir com autonomia, espírito crítico e iniciativa num mundo em rápidas transformações tecnológicas. Superar essa deficiência exige professores adequadamente preparados. É desolador, no entanto, constatar que são escassas as políticas públicas com esse objetivo e, pior, observar que certas ações do poder público enfraquecem o papel do professor, o que pode comprometer o aprendizado e o futuro do aluno.

    Programas para o aperfeiçoamento da docência na rede pública existem. Desde 2007, a Universidade de São Paulo (USP) mantém o programa Encontro USP-Escola, para, como explica, “promover a formação continuada de docentes da educação básica e promover a interlocução entre a universidade e a escola”.

    Surgido de uma iniciativa do Instituto de Física da USP, o encontro vinha sendo bastante procurado por professores da rede pública. Em 2023, foram 1.607 inscritos; em 2024, 1.170; em 2025, 1.219. Em 2026, segundo informações preliminares, foram cerca de 600. O que aconteceu? Desalento dos professores? Não parece uma hipótese descartável, pelo menos no caso dos professores da rede estadual de ensino de São Paulo. Está havendo uma rápida substituição de professores efetivos por temporários. Alguns dados mostram a rapidez e a extensão desse processo. Em 2023, pela primeira vez, os temporários (101 mil) superaram os efetivos (90,5 mil), segundo uma pesquisa do Todos pela Educação, uma instituição privada que luta pela melhoria do ensino público.

    Do ponto de vista pedagógico, no entanto, talvez a mudança que mais afetou o trabalho dos professores dessa rede tenha sido a evolução do projeto de adotar materiais didáticos digitais (basicamente slides) obrigatórios em sala de aula. Instituições que congregam professores da rede pública têm afirmado que esse modelo, chamado de plataformização do ensino, por meio do uso intensivo de material digital nas salas de aula, vem acompanhado de uma espécie de privatização do ensino público (em razão do aumento dos gastos com a compra de equipamentos e material didático fornecidos por empresas privadas).

    No entanto, seu efeito mais preocupante, de acordo com essas instituições, é a drástica redução do papel do professor na sala de aula. O Grupo Escola Pública e Democracia (Gepud) acrescenta que o uso intenso das plataformas tem causado desinteresse e cansaço nos estudantes e contraria a tendência mundial de reduzir a utilização das tecnologias digitais e o tempo de uso de telas por crianças e adolescentes. Mais ainda, “as plataformas retiram dos professores a essência da atividade docente: o planejamento, a organização e a condução de suas aulas”.

    Na essência, então, professor bem preparado para quê? Apenas para orientar os alunos sobre como manejar uma máquina?


(Jorge J. Okubaro. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 30.06.2026. Adaptado)


Tendo como referência Schneuwly e Dolz (Gêneros orais e escritos na escola, 2004), o texto pode ser levado para a sala de aula considerando-se que a capacidade de linguagem nele predominante é
Alternativas
Q4396136 Português
Leia a tira as seguir para responder à questão: 


Q43_44.png (885×325)

(Bill Waterson, O Melhor de Calvin. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 26.06.2026)
Tendo como referência Ingedore Villaça Koch (O texto e a construção dos sentidos, 1997), no que tange às estratégias de construção do texto, conclui-se corretamente que, em suas falas, as personagens recorrem à 
Alternativas
Q4396135 Português
Leia a tira as seguir para responder à questão: 


Q43_44.png (885×325)

(Bill Waterson, O Melhor de Calvin. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 26.06.2026)
De acordo com Cunha e Cintra (Nova gramática do português contemporâneo, 2001), na oração do último quadrinho, “... mesmo que a gente não faça nada.”, a conjunção “mesmo que” classifica-se como
Alternativas
Q4396134 Literatura

Leia os fragmentos de poemas a seguir para responder à questão:



Q40_42.png (301×427)


(Castro Alves, Ode a Dois de Julho. Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)



* espada



Q40_42_.png (226×281)



(Tobias Barreto, Dois de Julho. Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)

Em conformidade com as análises de Antonio Candido (Formação da literatura brasileira, 2000), assinale a alternativa em que o que se afirma é coerente, respectivamente, sobre o estilo de Castro Alves e sobre a métrica dos versos de Tobias Barreto.
Alternativas
Q4396133 Literatura

Leia os fragmentos de poemas a seguir para responder à questão:



Q40_42.png (301×427)


(Castro Alves, Ode a Dois de Julho. Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)



* espada



Q40_42_.png (226×281)



(Tobias Barreto, Dois de Julho. Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)

Os dois poemas referem-se à independência da Bahia, marcando a expulsão definitiva das tropas portuguesas do território baiano em 1823. De acordo com Alfredo Bosi, esse fato é tratado, no poema de Castro Alves, com
Alternativas
Q4396132 Literatura

Leia os fragmentos de poemas a seguir para responder à questão:



Q40_42.png (301×427)


(Castro Alves, Ode a Dois de Julho. Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)



* espada



Q40_42_.png (226×281)



(Tobias Barreto, Dois de Julho. Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)

Os versos “O anjo da morte pálido cosia / Uma vasta mortalha em Pirajá” (Texto I) e “Atriz majestosa e bela, / Falando só e só ela” (Texto II) reportam, correta e respectivamente, aos sentidos:
Alternativas
Q4396131 Literatura
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    A literatura, hoje, parece estádio de futebol em dia de final de campeonato: sempre cabe mais um, e tem até cambista vendendo ingresso para quem chega tarde. Mas há também, é claro, o setor das numeradas e das cadeiras cativas; pois a literatura de que falam os que resmungam continua viva, vai bem, obrigada, e até manda lembranças. Apenas não está mais sozinha em cena, está acompanhada e muito bem acompanhada! Ao lado dos romances esotéricos, da poesia de autoajuda, da ficção científica e do romance policial, continuam a ser lidos e apreciados os romances de antigamente, as novelas de cavalaria, os chamados clássicos, a poesia. Talvez venham dessas múltiplas faces da literatura os resmungos mal-humorados que zumbem em nossos ouvidos.

    O que quer dizer que Homero (séc. IX a.C.), Dante Alighieri (1265-1321), Eça de Queirós (1845-1900) e Guimarães Rosa (1908-1967) escreveram, mesmo, coisas excelentes. Excelentes e distintas do que escrevem hoje os Titãs, Paulo Coelho, Rodolfo Cavalcanti e J. Grisham.

    Mas diferente não quer dizer pior.


(Marisa Lajolo, Literatura: leitores e leitura. 2001, Adaptado)
De acordo com Lajolo, “... continuam a ser lidos e apreciados os romances de antigamente, as novelas de cavalaria...”. Conforme Massaud Moises (A literatura portuguesa, 1997), estas têm caráter tipicamente
Alternativas
Q4396130 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    A literatura, hoje, parece estádio de futebol em dia de final de campeonato: sempre cabe mais um, e tem até cambista vendendo ingresso para quem chega tarde. Mas há também, é claro, o setor das numeradas e das cadeiras cativas; pois a literatura de que falam os que resmungam continua viva, vai bem, obrigada, e até manda lembranças. Apenas não está mais sozinha em cena, está acompanhada e muito bem acompanhada! Ao lado dos romances esotéricos, da poesia de autoajuda, da ficção científica e do romance policial, continuam a ser lidos e apreciados os romances de antigamente, as novelas de cavalaria, os chamados clássicos, a poesia. Talvez venham dessas múltiplas faces da literatura os resmungos mal-humorados que zumbem em nossos ouvidos.

    O que quer dizer que Homero (séc. IX a.C.), Dante Alighieri (1265-1321), Eça de Queirós (1845-1900) e Guimarães Rosa (1908-1967) escreveram, mesmo, coisas excelentes. Excelentes e distintas do que escrevem hoje os Titãs, Paulo Coelho, Rodolfo Cavalcanti e J. Grisham.

    Mas diferente não quer dizer pior.


(Marisa Lajolo, Literatura: leitores e leitura. 2001, Adaptado)
As considerações sobre literatura da autora assumem um tom
Alternativas
Q4396129 Português
Leia os quadrinhos a seguir para responder à questão:


Q36_37.png (342×357)

(Disponível em: https://www.instagram.com/jeangalvao)
Tendo como referência a teoria dos gêneros do discurso de Bakhtin (Estética da criação verbal, 2001), é correto afirmar que a fala espontânea corresponde a um gênero
Alternativas
Q4396128 Português
Leia os quadrinhos a seguir para responder à questão:


Q36_37.png (342×357)

(Disponível em: https://www.instagram.com/jeangalvao)
O efeito de humor do post decorre do uso dos termos “calorosa” e “calórica”, os quais, contextualmente, têm 
Alternativas
Q4396127 Espanhol
Goettenauer (2005) considera que, desde una perspectiva profunda, apropiarse de un idioma distinto a la lengua materna significa
Alternativas
Q4396126 Espanhol
En el texto “Espanhol: língua de encontros”, Goettnauer (2005) afirma que las lenguas se pueden entender como 
Alternativas
Q4396125 Espanhol
Según el Marco Común Europeo de las Lenguas, en lo que se refiere a los conocimientos pertinentes al aprendizaje de las lenguas, las normas de cortesía, las expresiones de la sabiduría popular, las diferencias de registro, el dialecto y el acento son temas relacionados al desarrollo de la competencia 
Alternativas
Q4396124 Espanhol
Según comenta Hernández (2007), en el modelo bottom up de lectura, el lector
Alternativas
Q4396123 Espanhol
Entre los ejemplos a continuación, el que expresa una idea de posibilidad es
Alternativas
Q4396122 Espanhol
El segmento “De llegar tarde nuevamente, mejor no vengas” podría reescribirse con corrección y sin cambio de sentido como 
Alternativas
Q4396121 Espanhol
En el enunciado “Yo ahorro todo lo que puedo mientras que tú te dedicas al despilfarro” el sentido del marcador “mientras que” equivale al de 
Alternativas
Q4396120 Espanhol
Lea el texto para responder a las cuestion.


Inteligencia artificial: hoy y mañana


   Aunque no siempre parezca obvio, la inteligencia artificial está presente desde hace muchos años en la vida cotidiana de millones de personas. Los asistentes virtuales, tales como Siri y Alexa, son grandes ejemplos de cómo la IA puede ayudar de diversas maneras a las personas, aunque solo sea facilitándonos la vida diaria.

     Sin embargo, cuando entraron en escena las IA generativas como ChatGPT, su asombrosa capacidad para emular la respuesta humana y su amplia disponibilidad para cualquier persona que tuviera una computadora llevaron a la esfera pública el debate acerca del aprendizaje automático y sus aspectos éticos. Conceptos como el aprendizaje profundo, el Procesamiento del Lenguaje Natural (PLN) y las redes neuronales se han infiltrado en las conversaciones profesionales cotidianas, pero también en las pláticas personales.

   Para quienes no están familiarizados con la informática, puede resultar abrumador intentar comprender las múltiples facetas de la inteligencia artificial y sus implicaciones. En este artículo, esclarecemos qué es la inteligencia artificial, cómo funciona, la diferencia entre aprendizaje automático, aprendizaje profundo, procesamiento del lenguaje natural y otras muchas cuestiones. ¡Vamos con ello!...

      En esencia, la IA se refiere a la capacidad de una máquina o sistema informático para desempeñar tareas que normalmente requerirían la inteligencia humana. Supone la programación de ciertos sistemas para que analicen datos, aprendan de las experiencias y tomen decisiones inteligentes, guiados por los aportes humanos. La forma más familiar de IA son los asistentes virtuales, como Siri o Alexa, pero existen muchas iteraciones de esta tecnología.

     La IA alberga el potencial de revolucionar distintas industrias al hacer que las máquinas resuelvan problemas complejos y piensen de manera intuitiva, yendo más allá de la mera automatización. Abarca diversos subcampos y tecnologías, como el aprendizaje automático y el procesamiento del lenguaje natural.

    Adéntrese en esta tecnología con nuestra guía en profundidad acerca de qué es la inteligencia artificial y sus múltiples implicaciones.


(Disponível em: www.iso.org/es. Adaptado)
El fragmento del texto que presenta la ocurrencia de una forma verbal irregular es
Alternativas
Q4396119 Espanhol
Lea el texto para responder a las cuestion.


Inteligencia artificial: hoy y mañana


   Aunque no siempre parezca obvio, la inteligencia artificial está presente desde hace muchos años en la vida cotidiana de millones de personas. Los asistentes virtuales, tales como Siri y Alexa, son grandes ejemplos de cómo la IA puede ayudar de diversas maneras a las personas, aunque solo sea facilitándonos la vida diaria.

     Sin embargo, cuando entraron en escena las IA generativas como ChatGPT, su asombrosa capacidad para emular la respuesta humana y su amplia disponibilidad para cualquier persona que tuviera una computadora llevaron a la esfera pública el debate acerca del aprendizaje automático y sus aspectos éticos. Conceptos como el aprendizaje profundo, el Procesamiento del Lenguaje Natural (PLN) y las redes neuronales se han infiltrado en las conversaciones profesionales cotidianas, pero también en las pláticas personales.

   Para quienes no están familiarizados con la informática, puede resultar abrumador intentar comprender las múltiples facetas de la inteligencia artificial y sus implicaciones. En este artículo, esclarecemos qué es la inteligencia artificial, cómo funciona, la diferencia entre aprendizaje automático, aprendizaje profundo, procesamiento del lenguaje natural y otras muchas cuestiones. ¡Vamos con ello!...

      En esencia, la IA se refiere a la capacidad de una máquina o sistema informático para desempeñar tareas que normalmente requerirían la inteligencia humana. Supone la programación de ciertos sistemas para que analicen datos, aprendan de las experiencias y tomen decisiones inteligentes, guiados por los aportes humanos. La forma más familiar de IA son los asistentes virtuales, como Siri o Alexa, pero existen muchas iteraciones de esta tecnología.

     La IA alberga el potencial de revolucionar distintas industrias al hacer que las máquinas resuelvan problemas complejos y piensen de manera intuitiva, yendo más allá de la mera automatización. Abarca diversos subcampos y tecnologías, como el aprendizaje automático y el procesamiento del lenguaje natural.

    Adéntrese en esta tecnología con nuestra guía en profundidad acerca de qué es la inteligencia artificial y sus múltiples implicaciones.


(Disponível em: www.iso.org/es. Adaptado)
Al convertir a imperativo negativo el verbo “adéntrese” del segmento “Adéntrese en esta tecnología con nuestra guía (...)” (párrafo 6), la nueva forma que se genera es 
Alternativas
Respostas
9001: C
9002: B
9003: D
9004: E
9005: C
9006: A
9007: D
9008: A
9009: B
9010: C
9011: E
9012: B
9013: E
9014: D
9015: A
9016: C
9017: B
9018: D
9019: A
9020: D