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Q97622 Português
“’É um atentado às liberdades constitucionais!’”(L.3-4)

Na frase acima, utilizou-se corretamente o acento grave para indicar a crase. Assinale a alternativa em que isso não tenha ocorrido.
Alternativas
Q97561 Português
As questões de 16 a 20 não foram organizadas em torno de um único texto.

Assinale a alternativa em que se tenha optado corretamente por utilizar ou não o acento grave indicativo de crase.
Alternativas
Q97550 Português
“O Estado a que Machado serviu...” (L.26)

Assinale a alternativa em que, alterando-se o trecho acima, manteve-se adequação à norma culta.
Alternativas
Q97255 Português
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Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens de 46 a 55.

Em “a um fundamentalismo” (L.28), o emprego de preposição deve-se à regência de “levar” (L.27), e não exige sinal indicativo de crase porque antecede artigo indefinido masculino.
Alternativas
Q97246 Português
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Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens de 46 a 55.

O emprego de preposição em “ao MERCOSUL” (L.3) justifica-se pela regência de “contrários” (l.2), que exige preposição a.
Alternativas
Q97243 Português
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Julgue os itens que se seguem, relativos ao texto acima.


Em “de que a OEA” (L.7), o emprego de preposição “de” se deve à regência de “avisado” (L.6).
Alternativas
Q97211 Português
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Com referência ao texto acima, julgue os itens que se seguem.

O sinal indicativo de crase em “à economia” (L.3) justifica-se pela regência de “planeja” (L.2) e pela presença de artigo definido feminino.
Alternativas
Q97206 Português
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Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens de 1 a 10.

O sinal indicativo de crase em “à Cúpula” (L.6) justifica-se pela regência de “paralelamente”, que exige preposição a, e pela presença de artigo definido feminino singular.
Alternativas
Q97101 Português
Completa correta e respectivamente as lacunas do texto, linhas 1, 2, 3, 5 e 8 as palavras da alternativa:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: FCC Órgão: MPE-RS Prova: FCC - 2008 - MPE-RS - Secretário de Diligências |
Q80526 Português
Voluntário

O velho gaúcho foi ajudar, no posto mais próximo do
hotel em que se hospedara, o serviço de assistência aos
desabrigados pelo temporal. Ninguém lhe dá a idade que tem,
ao vê-lo caminhar desempenado, botar colchão na cabeça,
carregar dois meninos ao mesmo tempo, inclinar-se até o
ladrilho, reassumir a postura erecta sem estalo nas juntas. Só
que não se apressa e, quando um mais afobado desanda a
correr pelo pátio ou a gritar ordens, aconselha por baixo da
bigodeira branca:
? Eh lá, não te apures que é lançante.
E se o outro não entende:
? Devagar pelas pedras, amigo!
Está sempre recomendando calma e jeito; bota a mão no
ombro do voluntário insofrido e diz-lhe, olhos nos olhos:
? Não guasqueies sem precisão nem grites sem ocasião,
homem!
O outro, surpreso, ia queimar-se, mas o rosto claro e
amical do velho o desarma. Ainda assim, pergunta:
? Mas por quê?
? Porque senão te abombachas no banhado, chê!
Como tem prática de campo e prática de cidade, prática
de enchente, de seca, de incêndio, de rodeio, de eleição, de
repressão a contrabando e prática de guerra (autobiografia
oral), propõe, de saída, a divisão dos serviços em setores bem
caracterizados:
? Pois não sabes que tropa grande se corta em mais de
um lote pra que vá mais ligeiro?
Ajuda mesmo, em vez de atrapalhar, e procura impedir
que outros atrapalhem, o que às vezes aumenta um pouco a
atrapalhação, mas tudo se resolve com bom humor. Vendo o
rapazinho imberbe que queria tomar a si o caso de uma família
inteira, que perdera tudo, afasta-o de leve, explicando:
? Isto não é cancha pra cavalo de tiro curto.
Nomeia o rapazinho seu ajudante-de-ordens, e daí a
pouco a família sente que, depois de tudo perder, achara uma
coisa nova: proteção e confiança.
Anima a uns e outros, não quer ver ninguém triste
demais da conta. Suspende no ar o garotinho que não fala nem
chora, porque ficou idiotizado de terror, puxa-lhe o queixo, dálhe
uma pancadinha no traseiro, e diz-lhe:
? Estás que nem carancho em tronqueira, piazito! Toma
lá este regalo.
O regalo é um reloginho de pulso, de carregação, que
ele saca do bolso da calça como se fosse mágico - e é capaz
de tirar outros, se aparecerem mais garotos infelizes.
[...]
(Carlos Drummond de Andrade. Prosa seleta. Rio de Janeiro:
Nova Aguilar, vol. único, 2003, p.570-571)

Suspende no ar o garotinho ...

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o do grifado acima está na frase:
Alternativas
Q62425 Português
Os trechos abaixo constituem parte de um texto adaptado de O Estado de S.Paulo de 16/3/2008. Assinale a opção em que há erro de sintaxe.
Alternativas
Q62423 Português
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Em relação ao texto acima, assinale a opção incorreta.
Alternativas
Q62419 Português
Os trechos abaixo são adaptados de O Estado de S.Paulo de 19/3/2008. Assinale a opção em que o trecho não obedece à norma culta.
Alternativas
Q56579 Português
Assinale a opção em que o trecho adaptado de O Estado de S. Paulo, 26/01/2008, foi transcrito de forma gramaticalmente correta.
Alternativas
Q56575 Português
Assinale o segmento do texto retirado de O Globo, 6/02/2008, transcrito corretamente, sem erro gramatical.
Alternativas
Q56574 Português
Os trechos a seguir constituem um texto adaptado de Zero Hora (RS), 11/02/2008. Assinale a opção que apresenta erro gramatical.
Alternativas
Q56573 Português
Assinale o trecho do texto, adaptado de O Estado de S. Paulo, 6/02/2008, que apresenta erro gramatical.
Alternativas
Q56572 Português
Assinale a opção em que o trecho do texto de O Globo, 31/01/2008, foi transcrito com erro gramatical.
Alternativas
Q53908 Português
Num encontro pela liberdade de opinião

Vimos aqui hoje para defender a liberdade de opinião
assegurada pela Constituição dos Estados Unidos e também
em defesa da liberdade de ensino. Por isso mesmo, queremos
chamar a atenção dos trabalhadores intelectuais para o grande
perigo que ameaça essa liberdade.

Como é possível uma coisa dessas? Por que o perigo é
mais ameaçador que em anos passados? A centralização da
produção acarretou uma concentração do capital produtivo nas
mãos de um número relativamente pequeno de cidadãos do
país. Esse pequeno grupo exerce um domínio esmagador sobre
as instituições dedicadas à educação de nossa juventude, bem
como sobre os grandes jornais dos Estados Unidos. Ao mesmo
tempo, goza de enorme influência sobre o governo. Por si só,
isso já é suficiente para constituir uma séria ameaça à liberdade
intelectual da nação. Mas ainda há o fato de que esse processo
de concentração econômica deu origem a um problema anteriormente
desconhecido - o desemprego de parte dos que estão
aptos a trabalhar. O governo federal está empenhado em
resolver esse problema, mediante o controle sistemático dos
processos econômicos - isto é, por uma limitação da chamada
livre interação das forças econômicas fundamentais da oferta e
da procura.

Mas as circunstâncias são mais fortes que o homem. A
minoria econômica dominante, até hoje autônoma e desobrigada
de prestar contas a quem quer que seja, colocou-se em
oposição a essa limitação de sua liberdade de agir, exigida para
o bem de todo o povo. Para se defender, essa minoria está
recorrendo a todos os métodos legais conhecidos a seu dispor.
Não deve nos surpreender, pois, que ela esteja usando sua
influência preponderante nas escolas e na imprensa para
impedir que a juventude seja esclarecida sobre esse problema,
tão vital para o desenvolvimento da vida neste país.
Não preciso insistir no argumento de que a liberdade de
ensino e de opinião, nos livros ou na imprensa, é a base do
desenvolvimento estável e natural de qualquer povo. Possamos
todos nós, portanto, somar as nossas forças. Vamos manternos
intelectualmente em guarda, para que um dia não se diga
da elite intelectual deste país: timidamente e sem nenhuma
resistência, eles abriram mão da herança que lhes fora
transmitida por seus antepassados - uma herança de que não
foram merecedores.

(Albert Einstein, Escritos da maturidade. Conferência pronunciada
em 1936)

É preciso corrigir a má estruturação da seguinte frase:
Alternativas
Respostas
6661: E
6662: A
6663: C
6664: C
6665: E
6666: C
6667: E
6668: C
6669: B
6670: A
6671: A
6672: D
6673: E
6674: D
6675: C
6676: C
6677: C
6678: D
6679: E
6680: E