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Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260297 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
Assinale a alternativa que está redigida em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260296 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
Considere os trechos a seguir.
• “Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições…” (2° parágrafo) • “… os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços.” (5° parágrafo)
As expressões destacadas indicam, respectivamente, circunstâncias de
Alternativas
Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260295 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
As aspas e o travessão presentes no 1° parágrafo foram empregados, respectivamente, para
Alternativas
Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260294 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
Considere as passagens a seguir:
– “As cidades que decidiram banir o Airbnb” (título) – “… ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias.” (5° parágrafo)
Preservando o sentido do contexto em que estão inseridos, os termos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260293 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
De acordo com as informações do texto, a crise habitacional mencionada explica-se
Alternativas
Q4260292 Medicina
As estratégias de intervenção na Doença Arterial Coronariana (DAC) podem ser classificadas conforme os diferentes níveis de prevenção.

Assinale a alternativa que correlaciona corretamente cenário clínico, nível de prevenção e conduta.
Alternativas
Q4260291 Medicina
Um homem de 52 anos, assintomático, comparece ao consultório para exames de rotina.

Em duas consultas com intervalo de 30 dias, apresenta valores médios de pressão arterial de 143 × 92 mmHg, sem evidência de lesão de órgão-alvo.

Assinale a alternativa correta com base nesses dados.
Alternativas
Q4260290 Medicina
Homem de 58 anos, com hipertensão arterial e tabagismo, apresenta dor torácica em aperto, irradiada para o membro superior esquerdo, associada a sudorese e náuseas há 90 minutos. O eletrocardiograma mostra supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm em derivações V2 a V5.

A estratégia preferencial de reperfusão nesse caso é:
Alternativas
Q4260289 Medicina
Assinale a alternativa que descreve corretamente a relação entre a classe funcional e a respectiva característica clínica da angina.
Alternativas
Q4260288 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre a semiologia no diagnóstico das doenças cardiovasculares.
Alternativas
Q4260287 Medicina
Ao revisar a eletrofisiologia cardíaca para compreender o mecanismo de ação dos antiarrítmicos, um médico analisa as correntes iônicas.

Assinale a alternativa correta sobre o potencial de ação do coração.
Alternativas
Q4260272 Psicologia
Sobre o Atestado Psicológico, é incorreto afirmar que 
Alternativas
Q4260271 Psicologia
Uma profissional da psicologia é convidada por uma influenciadora digital de grande alcance para participar de um curso on-line voltado ao autoconhecimento rápido. A influenciadora solicita que a psicóloga disponibilize alguns instrumentos de avaliação emocional utilizados na clínica, afirmando que os participantes “vão adorar fazer o teste” e que isso “vai deixar o curso mais profissional”. Ela também pede que a psicóloga ensine aos alunos como aplicar e interpretar esses instrumentos, garantindo que isso aumentaria a credibilidade do curso. A psicóloga percebe que nenhum dos inscritos é profissional da Psicologia e que o curso permite que os alunos façam atendimentos simbólicos entre si como atividade prática. Segundo o Art. 18 do Código de Ética Profissional, qual deve ser a conduta ética adequada diante da solicitação?  
Alternativas
Q4260270 Psicologia
De acordo com o Código de Ética, o psicólogo deve recusar práticas que violem direitos ou promovam danos. Em qual dos cenários a seguir essa diretriz aparece de forma mais direta? 
Alternativas
Q4260269 Psicologia
Uma psicóloga realiza atendimento clínico de uma jovem adulta que relata conflitos familiares, incluindo episódios de violência psicológica cometidos pela mãe. Após uma discussão, a mãe liga para a psicóloga exigindo informações sobre o que é dito em sessão, afirmando que “tem o direito de saber porque paga o tratamento”. A paciente é maior de idade e não manifestou risco iminente de morte ou violação grave de direitos que justificasse quebra de sigilo. Diante do Código de Ética, qual é a postura correta da psicóloga?
Alternativas
Q4260268 Psicologia
Assinale a alternativa que apresenta uma característica importante para o diagnóstico de transtorno depressivo maior segundo o DSM-5. 
Alternativas
Q4260267 Psicologia
Seguindo o DSM-5 e considerando o transtorno do espectro autista (TEA), assinale a alternativa que está alinhada ao modelo atual adotado pelo manual. 
Alternativas
Q4260265 Psicologia
Antes do avanço da Reforma Psiquiátrica, pessoas com diagnósticos de transtornos mentais eram encaminhadas para hospitais psiquiátricos conhecidos como manicômios. Nesses locais, permaneciam afastadas do convívio social e muitas vezes, submetidas a internações marcadas por precariedade e práticas desumanas. Com o movimento da Reforma Psiquiátrica, iniciou-se uma busca nacional para desativar os manicômios e organizar em seu lugar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Com uma perspectiva mais humana e amparada pelos avanços nos tratamentos, surgiram novas formas de cuidado, entre elas, os Serviços de Residência Terapêutica. Sobre as Residências Terapêuticas, é correto afirmar que  
Alternativas
Q4260264 Psicologia
Os cuidados paliativos propõem um modo diferente de acompanhar o fim da vida, oferecendo uma abordagem que reúne diversos profissionais para atender às necessidades do paciente, especialmente no alívio da dor. Nesse contexto, princípios como os da bioética seguem como base, garantindo que o bem-estar de quem enfrenta sofrimento intenso seja sempre prioridade. A psicologia tem um papel fundamental quando se trata de cuidado paliativos, pois entrega um espaço de acolhimento, cuidados emocionais, elaboração e sentido da finitude, falando sobre a morte de uma maneira ética e humanizada. Seguindo a temática, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) A atuação do profissional da psicologia se limita apenas ao paciente em fase final da vida.

( ) Os cuidados paliativos não dizem exclusivamente de um cuidado hospitalar, mas trata-se de cuidados que podem ser utilizados em diferentes contextos e instituições.

( ) Se tratando de cuidados paliativos, a escuta ao paciente é uma das técnicas mais importantes.

( ) O acompanhamento psicológico também pode incluir cuidadores, acolhendo sentimento de culpa, medo e sofrimento antecipatório.

( ) Em cuidados paliativos, a intervenção psicológica deve evitar conversas sobre morte para não intensificar o sofrimento emocional. 
Alternativas
Q4260263 Psicologia
Em contextos de alta complexidade como a UTI, um desafio frequente é o impacto emocional da equipe frente à morte e ao sofrimento intenso. A atuação do psicólogo, nesse caso, deve se orienta por  
Alternativas
Respostas
5861: B
5862: B
5863: C
5864: D
5865: C
5866: A
5867: B
5868: E
5869: C
5870: D
5871: C
5872: C
5873: D
5874: A
5875: D
5876: C
5877: D
5878: C
5879: A
5880: D