Questões de Concurso
Nível médio
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Gráfico 1
Fonte: CPCon
O trabalho realizado pela força entre 0 m e 6 m é:
Figura 2
Fonte: CPCon
Considerando cos 37° = 0,8 e ausência de atrito, a aceleração horizontal do bloco é:
Dados:
• sen30º = 0,50
• cos 0,87 ≈ 30º
Figura 1 – Lançamento oblíquo de uma esfera de metal
Fonte: CPCon
Analise as afirmativas a seguir.
I- A componente horizontal da velocidade inicial da esfera permanece constante durante o movimento.
II- A componente vertical da velocidade da esfera varia devido à ação da aceleração gravitacional.
III- No ponto mais alto da trajetória, a velocidade da esfera torna-se nula.
É CORRETO o que se afirma em:
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
É CORRETO afirmar que em “(des)organiza” o prefixo foi colocado entre parênteses com a intenção de criar sentido
INSTRUÇÃO: Analise o caso clínico a seguir para responder a esta questão.
Uma criança de 4 anos de idade, sexo masculino, com peso de 12 kg, foi levada ao Pronto Atendimento pela mãe com história de febre há três dias, de início súbito, com picos de até 39,2 °C, associada à tosse inicialmente seca, que evoluiu para produtiva, além de piora progressiva do estado geral. A mãe relata que a criança apresenta cansaço aos mínimos esforços, episódios de irritabilidade alternados com sonolência e recusa alimentação. Nas últimas 24 horas, observou respiração mais rápida e esforço para respirar, com “afundamento da barriga durante a respiração”. Ao exame físico, a paciente encontra-se em regular estado geral, febril (38,7 °C), prostrada e irritada durante a avaliação. Apresenta taquipneia, com aumento do esforço respiratório, evidenciado por tiragem intercostal e subcostal leve, além de batimento discreto de asas nasais. A ausculta pulmonar revela presença de roncos em base pulmonar direita, com redução do murmúrio vesicular na mesma região. A tosse é frequente e produtiva. A saturação periférica de oxigênio em ar ambiente encontra-se em 93%. A mãe nega comorbidades prévias relevantes. O quadro clínico é compatível com infecção respiratória, sugestiva de pneumonia bacteriana adquirida na comunidade, sendo indicada antibioticoterapia intravenosa. Foi prescrita ceftriaxona 75 mg/kg/dia, em dose única diária, por via intravenosa. A farmácia disponibiliza frascos de ceftriaxona de 1 g e frascos de 100 mL de soro fisiológico 0,9%.
Observação: A medicação, até 1 g, pode ser infundida sem diluição prévia, para infusão contínua em 40 mL de solução (fisiológica ou glicosada), por 30 minutos.
Considerando essas informações, avalie as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas.
I- A demarcação da área cirúrgica com um “x” deve ser realizada com o paciente consciente, quando possível, e antes da indução anestésica, como estratégia para prevenção de erros de lateralidade e procedimentos em local incorreto.
PORQUE
II- A participação do paciente na confirmação do local cirúrgico exime os profissionais de culpa, sendo suficiente a conferência exclusiva da equipe durante o procedimento em centro cirúrgico.
A respeito dessas assertivas, assinale a alternativa CORRETA.
Assim, para melhorar a segurança do paciente, os enfermeiros vêm se organizando em entidades com os objetivos de disseminar e sedimentar a cultura de segurança do paciente nas organizações de saúde, escolas, universidades, organizações governamentais, usuários e familiares. Analise as afirmativas a seguir sobre esse assunto:
Disponível em: https://site.hcrp.usp.br/[...]. Acesso em: 5 jul. 2026.
Considerando as afirmativas apresentadas, correspondem a metas internacionais de segurança do paciente:
INSTRUÇÃO: Analise o caso clínico a seguir para responder a esta questão.
Um paciente do sexo masculino, 68 anos, foi admitido há dois dias na unidade de clínica médica de um hospital com diagnóstico de pneumonia bacteriana, adquirida na comunidade, associada à exacerbação aguda da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Durante a admissão, relatou aumento progressivo da dispneia, tosse produtiva com expectoração purulenta e episódios de febre nos últimos cinco dias.
Ao exame físico realizado pelo enfermeiro, o paciente encontrava-se consciente e orientado, porém com sinais de desconforto respiratório moderado. Apresentava: FR = 28 irpm, SpO2 = 89% em ar ambiente, FC = 104 bpm, PA = 130 X 80 mmHg e T = 38,4 °C.
À ausculta pulmonar, observaram-se roncos difusos e crepitações inspiratórias em base pulmonar direita. O paciente referia fadiga aos mínimos esforços e diminuição do apetite desde o início do quadro infeccioso.
Durante a evolução clínica, foi instalada oxigenoterapia por cateter nasal a 2 L/min, com melhora da saturação para 93%. O acesso venoso periférico encontrava-se pérvio em membro superior esquerdo, sem sinais flogísticos ou infiltração.
Na visita multiprofissional da manhã, considerando os resultados dos exames laboratoriais que demonstraram leucocitose com desvio à esquerda e elevação de marcadores inflamatórios, foi prescrita antibioticoterapia intravenosa da seguinte forma: ceftriaxona 1,5 g, por via intravenosa, a cada 12 horas.
Ao dirigir-se ao posto de enfermagem para o preparo da medicação, o profissional verificou que o medicamento estava disponível em frascos-ampola de 1 g em pó liofilizado e a reconstituição recomendada pelo fabricante de 10 mL de água para injeção.
Após 15 minutos, foi solicitada alteração da infusão do restante do medicamento para finalizar em 30 minutos totais de terapia medicamentosa.
Como deve ser o gotejamento da solução, depois dessa reconsideração da infusão?
I- pertence a algum grupo de risco, como bebês e profissionais de saúde.
II- tem alergias ou reações alérgicas a vacinas ou a qualquer um dos seus componentes.
III- possui hipersensibilidade comprovada a ovos ou outros componentes da vacina.
Está CORRETO o que se afirma em