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(Fonte: Marta Avancini e Luciana Alvarez. http://revistaeducacao.uol.com.br/ – publicado em out./2014 – adaptação)
I. As três primeiras vírgulas da linha 01 do texto separam termos de mesmo valor sintático – adjuntos adverbiais. II. Os dois pontos foram utilizados na linha 05 para indicar suspensão do pensamento, ou melhor, corte da frase emitida pelo interlocutor. III. A primeira vírgula da linha 17 e a primeira da linha 40 têm funções distintas: a primeira separa uma informação sobre o interlocutor; a segunda, um esclarecimento sobre o lugar de origem.
Quais estão corretas?

(Fonte: http://blog.isocial.com.br/a-inclusao-de-profissionais-com-deficiencia-no-mercado-de-trabalho-um- panorama-positivo-para-uma-mudanca-necessaria - Texto adaptado especialmente para esta prova)
I. Substituir o ponto que segue o vocábulo Brasil (l. 02) por “pois” entre vírgulas, com os devidos ajustes de emprego de maiúsculas e minúsculas. II. Substituir a vírgula que segue o vocábulo avidamente (l. 13) por ponto, com os devidos ajustes de emprego de maiúsculas e minúsculas. III. Substituir o ponto que segue o vocábulo qualificadas (l. 29) por ponto e vírgula, com os devidos ajustes de emprego de maiúsculas e minúsculas. IV. Substituir a vírgula que segue o vocábulo estratégicos (l. 36) por dois pontos e eliminar a conjunção “pois”.
Quais acarretariam erro na estrutura do texto?


Texto adaptado para esta prova: http://super.abril.com.br/comportamento/saude-e-bem-estar-dependem-de-relacoesintimas-de-qualidade
I. A segunda e a terceira vírgula da linha 08 marcam um aposto. II. A segunda vírgula da linha 14 separa um adjunto adverbial deslocado. III. Na linha 21, a vírgula separa termos de mesmo valor sintático.
Quais estão corretas?
Catar Feijão
Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.
(João Cabral de Melo Neto).
Leia o trecho a seguir, retirado de uma notícia real.
No Twitter, Nunes classificou a operação como uma "experiência marcante, porém, transformadora". Antes da publicação na noite de terça-feira, a última postagem dele havia sido em 29 de fevereiro. No primeiro post após a operação, ele cita o provérbio "Quem com porcos andam farelos comem" (sic).
Disponível em: <http://www.jornalfloripa.com.br/noticia.php?id=3017353>. Acesso em: 12/03/2016.
A expressão (sic) é usada para indicar que a citação está reproduzida exatamente como foi feita originalmente, por
errada ou estranha que seja. Nesse trecho, (sic) foi empregada porque há um erro de:
Leia o excerto de texto a seguir.
Não, não, respondeu a prestativa vizinha; ela tinha lido uma entrevista em que a autora, Glória Perez, dizia que o título provinha de uma saudação a São Jorge, muito usada nas religiões afro-brasileiras.
Disponível em:<http://sualingua.com.br/2013/07/27/salve-jorge/>. Acesso em: 12/03/2016.
Assinale a alternativa que explica por que o termo Glória Perez aparece entre vírgulas.

Fonte: disponível em: <http://www.lercritica.com/#!blog1/c1oc7>. Acesso em: 25 de abril de 2016.
I. Na frase “Livro não precisa ligar na tomada”, o elemento em destaque é o sujeito simples da oração.
II. Na fala da personagem adulta estão presentes algumas orações e todas elas têm o mesmo sujeito: ‘livro’.
III. O uso das vírgulas na fala da personagem adulta tem a função de separar orações coordenadas.
IV. O uso das reticências, ao final da fala da personagem adulta, indica que suas ideias estão concluídas.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. As aspas são empregas como recurso para marcar transcrição da fala do autor americano (1.º parágrafo).
II. O uso dos dois pontos indica inserção de uma explicação que vem na sequência (1.º parágrafo).
III. ‘Por exemplos’ deveria estar entre vírgulas, pois é um aposto explicativo (3.º parágrafo).
IV. Os travessões poderiam ser substituídos por parênteses ou vírgulas sem prejuízo ao sentido da frase (4.º parágrafo).
São CORRETAS as afirmativas:
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
[Um leopardo no Kilimanjaro]
A questão refere-se ao texto reproduzido abaixo.
Sutilezas da mentira
Marco Callegaro
A mentira, ou o comportamento de enganar os outros, é um padrão de comportamento que está, amplamente, difundido na natureza. Animais e até plantas se disfarçam para evitar predadores, ou para enganar as presas. Em humanos, além da mentira para enganar os outros, existem variadas formas de autoengano, um tipo de mentira em que a pessoa engana a si mesma, declarando não ter conhecimento de uma informação, embora o seu comportamento revele o contrário. Ou seja, humanos mentem para os outros, mas, também, mentem para si mesmos.
Mentir é um comportamento muito mais corriqueiro do que imaginamos, como revelaram pesquisas, nas quais os participantes eram observados durante conversas e mentiam, pelo menos, uma vez a cada oito minutos. A maioria das mentiras não era grave. Em geral, refletia desculpas para comportamentos socialmente censurados. Um exemplo de mentira detectado nessas pesquisas foi justificar um atraso por ter enfrentado um forte engarrafamento no trânsito, mesmo que o sujeito não tenha, na realidade, se empenhado para ser pontual.
Podemos definir mentira como quaisquer formas de comportamento que comunica, aos outros, informações falsas ou que serve para ocultar informações verdadeiras. Nesse sentido, mentir pode ser um ato consciente ou não, pode ser verbalizado ou transmitido pela linguagem corporal e pode envolver tanto a afirmação da informação falsa, como a negação ou a omissão da informação verdadeira.
O comportamento de mentir evoluiu em função das vantagens de sobrevivência e reprodução, que nossos antepassados obtiveram ao enganar os outros. Mentir também é um comportamento adaptativo em ambientes atuais e acaba sendo um componente central de nossas interações sociais, em certa medida. Despistar as intenções, esconder certas informações ou persuadir fazem parte do jogo social de pessoas saudáveis, embora, claro, os psicopatas usem muito mais esses recursos para manipular, de forma maquiavélica e sem consideração pelos outros.
Um estudo em Neurociências, utilizando ressonância magnética funcional, procurou mapear os circuitos neurais envolvidos na mentira. Nessa investigação, os sujeitos eram instruídos a mentir quando se deparavam com uma carta de baralho que já haviam visto anteriormente. Quando mentiam, negando que tinham visto a carta, aumentava a atividade dos neurônios das regiões do córtex pré-frontal e do giro do cíngulo anterior. O córtex pré-frontal está associado à capacidade de inibição, e o giro do cíngulo anterior, ao direcionamento da atenção e controle dos impulsos, que são faculdades necessárias para que o cérebro possa impedir o surgimento da verdade. Portanto, mentir requer mais processamento e esforço do cérebro do que falar a verdade.
Outros pesquisadores mediram o tempo de reação dos sujeitos, quando se perguntava a eles se conheciam certos fatos. Os sujeitos deveriam apertar um botão para responder a uma pergunta. A descoberta interessante desse estudo foi que a demora para apertar o botão, respondendo à pergunta, era de meio segundo para a resposta sincera, enquanto as respostas mentirosas requeriam maior processamento, levando o dobro do tempo, mais de um segundo. A resposta continuava mais lenta, mesmo quando os sujeitos eram instruídos e treinados a apertar o botão o mais rapidamente possível.
Mentir, portanto, requer mais processamento do que falar a verdade e, dessa forma, consome mais tempo, um elemento que pode dar pistas para detectar o engodo. Talvez essa seja uma razão pela qual evoluiu o enigmático autoengano, pois , quando uma pessoa esconde a verdade de si mesma, não dá sinais de mentira e, assim, esta não é detectada pelas pistas verbais ou não verbais. Nesse sentido, mentir para si mesmo pode ser uma estratégia que evoluiu para enganar melhor os outros na complexa sociedade dos primatas com maior cérebro e maior tamanho de grupo social de todos, os seres humanos. O filósofo David Smith chegou a sugerir que seria mais correto intitular nossa espécie não como Homo Sapiens (homem sábio), mas, sim, como Homo Fallax, homem mentiroso.
Disponível em: <http://psiquecienciaevida.uol.com.br>. Acesso em: 10 jul. 2016. [Adaptado]
Considere o trecho:
Mentir, portanto, (1°) requer mais processamento do que falar a verdade e, dessa forma, (2°) consome mais tempo, um elemento que pode dar pistas para detectar o engodo. Talvez essa seja uma razão pela qual evoluiu o enigmático autoengano, pois, (3º) quando uma pessoa esconde a verdade de si mesma, não dá sinais de mentira e, assim, (4°) esta não é detectada pelas pistas verbais ou não verbais.
No que se refere às vírgulas que sinalizam os elementos linguísticos em destaque, é correto
afirmar:
(SCHWARTSMAN, Helio. Sempre teremos Paris? Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas)
A alteração na última frase do texto que mantém o sentido e correta pontuação é:
Para responder à questão , leia os quadrinhos abaixo.

(www.salademergencia.com.br)
Veja:
“Parece haver uma complicação com o desenvolvimento da sua criança”
Assinale a alternativa em que a modificação proposta não leva a desvio em relação à Norma Culta ou a modificação significativa de sentido.
“Um médico plantonista no Hospital Santa Rosa de Lima, em Serra Negra (SP), foi afastado do trabalho após ter uma foto sua publicada numa rede social com o título “Uma imagem fala mais que mil palavras.”
Sobre os aspectos que constituem a charge é correto afirmar que:
Charge para as questão

