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Figura 3 – Matéria do G1 sobre saúde mental dos jovens.
Fonte: ADRIOLO, Eric.. Jovens sofrem mais internações e procuram menos ajuda em saúde mental, aponta Fiocruz. Fiocruz: Ciência e Saúde pela Vida, 9 dez. 2025. Disponível em: https://g1.globo.com/saude/saude-mental/noticia/2025/12/09/jovens-sofrem-mais-internacoes-e-procuram-menos-ajuda-em-saude-mentalaponta-fiocruz.ghtml . Acesso em: 05 maio 2026.
Sobre saúde pública e saúde mental, é CORRETO afirmar que:
Fonte: VILAS BOAS, Pedro. No 1º semestre, país teve 91% dos casos de intolerância religiosa de 2023. UOL Notícias, 17 jul. 2026. Disponível em: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2024/07/17/dados-violacoes-religiao-mdh.htm. Acesso em: 05 maio 2026 (Adaptado).
Sobre a temática da intolerância religiosa no Brasil, analise as assertivas a seguir.
I- A marginalização das religiões de matrizes africanas se articula com o racismo estrutural, reforçando a exclusão de corpos, saberes e espiritualidades negras. II- No Brasil, devido às ações de combate à intolrância religiosa e conscientização, houve uma diminuição significativa nos casos intolerância sobre todas as religiões. III- Os dados apresentados indicam que os maiores registros de violações à liberdade religiosa estão associados a grupos evangélicos, especialmente neopentecostais. IV- Somente no primeiro semestre de 2024, o número de violações à liberdade religiosa no Brasil chegou a 1.940 registros segundo os dados do MDHC.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o trecho da obra Os Sertões, de Euclides da Cunha, e analise a Figura 2.
“Assim é que as secas aparecem sempre entre duas datas fixadas há muito pela prática dos sertanejos, de 12 de dezembro a 19 de março. Fora de tais limites não há exemplo único de extinção de secas. Se atravessam, prolongam-se fatalmente por todo o decorrer do ano, até que se reabra outra vez aquela quadra. Sendo assim e lembrando-nos que é precisamente dentro deste intervalo que a longa faixa das calmas equatoriais, no seu lento oscilar em torno do equador, paira no zênite daqueles Estados” (Cunha, 2014, p. 38).
Fonte: CUNHA, Euclides da. Os Sertões. ed. Rio de Janeiro: Fundação Darcy Ribeiro, 2014, p. 38.
Figura 2 - Infográfico sobre o bioma brasileiro

O texto e o infográfico tratam do bioma:
Analise as assertivas a seguir.
I- O volume total do bolo é de 4500 cm³. II- O volume de cada fatia é de 320 cm³. III- Vendendo todas as fatias, a confeiteira terá um lucro de R$ 55,00 por bolo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Loja A: preço de R$ 700,00, com desconto de 15%, mais frete de R$ 40,00. Loja B: preço de R$ 680,00, com cupom de desconto de R$ 50,00, mais frete de R$ 60,00. Loja C: preço de R$ 750,00, com desconto de 10% e frete gratuito.
Considerando que o valor total corresponde ao preço do produto após a aplicação do desconto, acrescido do frete, analise as assertivas a seguir.
I- O menor valor total a ser pago ocorre na Loja A. II- O valor total a ser pago na Loja C é de R$ 650,00. III- A diferença entre o maior e o menor valor total a ser pago nas três lojas é de R$ 40,00. IV- O maior valor total a ser pago ocorre na Loja B.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
De acordo com esses dados, assinale a alternativa CORRETA.
Texto II

Texto II

Texto II

Texto II

Texto II

Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
A Ética na Era Digital: Formando Cidadãos Conscientes e Responsáveis
Celso Niskier
Presidente do Conselho de Administração da Abmes
Membro do Conselho Nacional de Educação e Reitor do Centro Universitário UniCarioca.
Vivemos uma época em que as fronteiras entre o mundo físico e o digital se tornaram quase imperceptíveis. A internet, as redes sociais e as tecnologias inteligentes transformaram profundamente nossas formas de comunicar, aprender, trabalhar e conviver. Diante dessas mudanças, a educação enfrenta um desafio urgente e inadiável: formar cidadãos éticos para um mundo digital.
A ética digital não diz respeito apenas ao uso correto da tecnologia. Trata-se de um compromisso profundo com os valores que sustentam a convivência em sociedade – como o respeito, a responsabilidade, a empatia e a justiça – aplicados agora a contextos cada vez mais complexos. Em um universo onde dados, imagens e ideias circulam em tempo real, a consciência sobre os impactos de nossas ações ganha nova dimensão. Muitas vezes, jovens e adultos acessam e compartilham conteúdos sem refletir sobre suas consequências. Notícias falsas, discursos de ódio, cyberbullying, vazamentos de dados e manipulações algorítmicas são sintomas de um mundo digital ainda carente de maturidade ética. E é na escola que essa consciência precisa ser cultivada, com diálogo, reflexão crítica e formação de valores sólidos.
A educação ética no ambiente digital começa com a alfabetização digital crítica. Os estudantes devem ser preparados para identificar informações confiáveis, compreender o funcionamento das plataformas, questionar as narrativas dominantes e reconhecer os riscos associados à superexposição e à desinformação. Saber usar a tecnologia com segurança é apenas o ponto de partida.
As discussões sobre privacidade, consentimento, liberdade de expressão e responsabilidade digital devem fazer parte do cotidiano escolar. A formação ética não se dá apenas por meio de regras e orientações, mas pela vivência e pelo exemplo. Professores e gestores precisam criar espaços seguros para o debate, promovendo uma cultura de respeito, escuta e corresponsabilidade.
Além disso, é essencial estimular a empatia digital. Ensinar os alunos a se colocarem no lugar do outro também no ambiente virtual é uma forma de humanizar a tecnologia. A convivência digital exige as mesmas qualidades da convivência presencial: gentileza, diálogo, tolerância às diferenças e capacidade de resolver conflitos de forma não violenta.
A ética na era digital é também uma questão de cidadania. O uso consciente da tecnologia fortalece a democracia, promove o bem comum e combate desigualdades. Os estudantes precisam compreender que são agentes ativos nesse processo: suas escolhas importam, suas vozes têm poder e sua atuação pode contribuir para uma internet mais segura, justa e inclusiva.
Formar cidadãos éticos para o mundo digital é formar seres humanos completos para a vida. Não se trata de resistir à tecnologia, mas de guiar sua utilização com sabedoria e responsabilidade. Em tempos de transformação acelerada, é a ética que nos dá rumo. E é a educação que nos dá as ferramentas para praticá-la com profundidade, consistência e coragem.
Fonte:https://abmes.org.br/blog/detalhe/18952/a-etica-na-era-digital-formando-cidadaos-conscientes-e-responsaveis Acesso em 18 abr. 2026
I- O texto defende que a ética digital deve ser ensinada apenas por meio de regras formais e punições, sem necessidade de reflexão crítica.
II- O texto sustenta que o uso consciente da tecnologia contribui para o fortalecimento da democracia e do bem comum.
III- A empatia digital é apresentada como elemento essencial para a convivência respeitosa no ambiente virtual.
É CORRETO o que se afirma em:
Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
A Ética na Era Digital: Formando Cidadãos Conscientes e Responsáveis
Celso Niskier
Presidente do Conselho de Administração da Abmes
Membro do Conselho Nacional de Educação e Reitor do Centro Universitário UniCarioca.
Vivemos uma época em que as fronteiras entre o mundo físico e o digital se tornaram quase imperceptíveis. A internet, as redes sociais e as tecnologias inteligentes transformaram profundamente nossas formas de comunicar, aprender, trabalhar e conviver. Diante dessas mudanças, a educação enfrenta um desafio urgente e inadiável: formar cidadãos éticos para um mundo digital.
A ética digital não diz respeito apenas ao uso correto da tecnologia. Trata-se de um compromisso profundo com os valores que sustentam a convivência em sociedade – como o respeito, a responsabilidade, a empatia e a justiça – aplicados agora a contextos cada vez mais complexos. Em um universo onde dados, imagens e ideias circulam em tempo real, a consciência sobre os impactos de nossas ações ganha nova dimensão. Muitas vezes, jovens e adultos acessam e compartilham conteúdos sem refletir sobre suas consequências. Notícias falsas, discursos de ódio, cyberbullying, vazamentos de dados e manipulações algorítmicas são sintomas de um mundo digital ainda carente de maturidade ética. E é na escola que essa consciência precisa ser cultivada, com diálogo, reflexão crítica e formação de valores sólidos.
A educação ética no ambiente digital começa com a alfabetização digital crítica. Os estudantes devem ser preparados para identificar informações confiáveis, compreender o funcionamento das plataformas, questionar as narrativas dominantes e reconhecer os riscos associados à superexposição e à desinformação. Saber usar a tecnologia com segurança é apenas o ponto de partida.
As discussões sobre privacidade, consentimento, liberdade de expressão e responsabilidade digital devem fazer parte do cotidiano escolar. A formação ética não se dá apenas por meio de regras e orientações, mas pela vivência e pelo exemplo. Professores e gestores precisam criar espaços seguros para o debate, promovendo uma cultura de respeito, escuta e corresponsabilidade.
Além disso, é essencial estimular a empatia digital. Ensinar os alunos a se colocarem no lugar do outro também no ambiente virtual é uma forma de humanizar a tecnologia. A convivência digital exige as mesmas qualidades da convivência presencial: gentileza, diálogo, tolerância às diferenças e capacidade de resolver conflitos de forma não violenta.
A ética na era digital é também uma questão de cidadania. O uso consciente da tecnologia fortalece a democracia, promove o bem comum e combate desigualdades. Os estudantes precisam compreender que são agentes ativos nesse processo: suas escolhas importam, suas vozes têm poder e sua atuação pode contribuir para uma internet mais segura, justa e inclusiva.
Formar cidadãos éticos para o mundo digital é formar seres humanos completos para a vida. Não se trata de resistir à tecnologia, mas de guiar sua utilização com sabedoria e responsabilidade. Em tempos de transformação acelerada, é a ética que nos dá rumo. E é a educação que nos dá as ferramentas para praticá-la com profundidade, consistência e coragem.
Fonte:https://abmes.org.br/blog/detalhe/18952/a-etica-na-era-digital-formando-cidadaos-conscientes-e-responsaveis Acesso em 18 abr. 2026
I- O texto é produzido por um autor com autoridade institucional, o que contribui para a credibilidade do posicionamento apresentado.
II- O objetivo do texto é instruir tecnicamente o leitor sobre o uso de ferramentas digitais, com foco operacional. III- O texto se dirige a um público amplo, especialmente educadores, gestores e cidadãos interessados na formação ética no contexto digital.
É CORRETO o que se afirma em: