Questões de Concurso Nível superior

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Q4259413 Biblioteconomia
No que se refere à catalogação de obras de responsabilidade compartilhada, quando uma obra é de responsabilidade de mais de três pessoas ou entidades e a responsabilidade principal é indicada, a entrada principal é feita
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Q4259412 Biblioteconomia
Qual é o campo que descreve o assunto principal de um documento?
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Q4259411 Biblioteconomia
“Proporcionar suporte e orientação aos usuários para obtenção de informações e conhecimentos e que atua como facilitador na busca e seleção de documentos”, é a finalidade do serviço de:
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Q4259410 Biblioteconomia
O processo que implica o remanejamento de unidade de acervo para outros locais controlados como parte das atividades de formação e desenvolvimento de coleções é denominado
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Q4259409 Biblioteconomia
O AACR2 abrange a
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Q4259408 Biblioteconomia
Enumeração das divisões, seções e outras partes de um documento, na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede. Essa divisão se refere à (ao)
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Q4259407 Biblioteconomia
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome do catálogo que compreende as formas autorizadas de nomes para pessoas, entidades coletivas além das remissivas de outras formas dos nomes.
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Q4259406 Biblioteconomia
As novas tecnologias modificaram as formas de aquisição. No contexto de coleções digitais, como se consolida a “permuta”?
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Q4259405 Biblioteconomia
Indexação é um processo fundamental na Ciência da Informação, servindo como ponte entre o conteúdo de um documento e a sua recuperação pelos usuários. Assinale a alternativa correta em relação à indexação.
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Q4259404 Biblioteconomia
Uma obra com três autores, todos com a mesma relevância, é catalogada conforme o AACR 2. Indique o ponto de acesso principal.
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Q4259403 Biblioteconomia
Um registro bibliográfico MARC 21 consiste em três componentes principais estabelecidos em consonância com a ISO 2709. Assinale abaixo a alternativa que os contempla corretamente.
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Q4259402 Biblioteconomia
A estrutura que hospeda o Catálogo Coletivo no Brasil e que conta com mais de 40 instituições de ensino superior e um catálogo bem extenso com mais de dois milhões de registros é
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Q4259400 Biblioteconomia
Qual o papel do bibliotecário na gestão de Repositórios Institucionais?
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Q4259399 Psiquiatria
De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5-TR), para que o diagnóstico de Transtorno de Ansiedade Generalizada seja estabelecido, o paciente deve apresentar sintomas por um período mínimo de:
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Q4259398 Psiquiatria

A clozapina está associada à hipomotilidade gastrointestinal induzida por medicamentos.


Qual o principal mecanismo farmacológico envolvido nessa condição?

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Q4259397 Farmácia
No contexto da farmacocinética, o processo pelo qual um fármaco deixa reversivelmente a circulação sanguínea e entra no interstício e/ou nas células dos tecidos é denominado
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Q4259396 Medicina
No tema Síndrome de Klinefelter, assinale a alternativa que apresenta a configuração cariotípica correta dessa condição.
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Q4259395 Farmácia
Qual das alternativas abaixo é metabolizada no fígado, quase exclusivamente por glicuronidação, um processo de conjugação e não passa pelo sistema enzimático do citocromo P450?
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Q4259394 Psiquiatria
No âmbito da psicopatologia psiquiátrica, assinale a alternativa que mais se aproxima da definição da Síndrome de Ekbom.
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Q4259373 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Burnout já existia na Idade Média: o que a sabedoria medieval tem a nos ensinar


O estresse e o esgotamento mental não são problemas exclusivos da vida moderna. Na Idade Média, também eram comuns, e parte da sabedoria medieval sobre como enfrentar o burnout, considerado um fenômeno ocupacional pela Organização Mundial da Saúde, continua surpreendentemente atual.

Os sintomas, observou João Cassiano, um dos primeiros pensadores cristãos do século quinto a exercer o papel de sacerdote-terapeuta, eram sempre os mesmos: cansaço, desesperança, vontade de estar em qualquer lugar, menos no trabalho, e uma espécie de névoa mental, descrita como uma confusão da mente sem explicação, que fazia seus colegas se sentirem improdutivos, inúteis e buscarem consolo no sono.

Quem já enfrentou burnout, esgotamento ou depressão reconhecerá parte dessas sensações. É comum supor que esses problemas sejam consequência das pressões do século vinte e um. Cassiano, porém, escreveu sobre isso no século quinto depois de Cristo, para cristãos dos primeiros séculos exaustos pelas exigências da vida espiritual.

Será que relatos como esse podem ajudar a compreender o mal-estar contemporâneo e apontar caminhos para enfrentá-lo?

Essa é a tese do livro do historiador Peter Jones, Autoajuda na Idade Média: uma viagem pela mente medieval, que apresenta as formas como os chamados padres-terapeutas orientavam os fiéis a superar a angústia espiritual.

A pesquisa de Jones revela como o esgotamento foi recorrente ao longo da história, constatação que pode confortar quem atravessa um período de profunda angústia. Segundo o historiador, há muita sabedoria na Idade Média. Depois de tantos livros dedicados às lições dos antigos estoicos, talvez seja o momento de recorrer também aos manuscritos medievais.

Jones conta que a ideia do livro surgiu após enfrentar a própria crise, descrita por ele como "o inverno mais frio da minha vida".

Em 2015, por razões que ainda diz ter dificuldade para explicar, aceitou o cargo de professor titular de História na Universidade de Tyumen, na Sibéria. As temperaturas eram tão baixas que, depois de apenas vinte minutos ao ar livre, ele perdia completamente a sensibilidade nas pernas.

Também enfrentava dificuldades com o idioma e sentia muita falta da família, que havia ficado em Dublin, na Irlanda. Ele conta que deveria pesquisar, preparar aulas e seguir com a vida, mas simplesmente não conseguia fazer nada.

Enquanto preparava um curso sobre os Sete Pecados Capitais, Jones começou a reconhecer nos relatos medievais ecos da própria infelicidade. Segundo ele, os autores medievais passaram por experiências semelhantes às atuais, porque os sentimentos e as crises humanas sempre foram parecidos.

Jones explica que os sete pecados capitais não aparecem na Bíblia. Foram formulados por pensadores cristãos dos primeiros séculos, como João Cassiano, e sistematizados mais tarde pelo papa São Gregório Magno, que os considerava uma ferramenta para compreender os problemas da mente.

Esse esquema de organização dos pensamentos incluía soberba, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria.

Entre os sete pecados, a preguiça foi a que mais refletiu o estado de espírito de Jones na Sibéria. Hoje, costuma ser associada à indolência ou à falta de vontade de agir. Os autores medievais, porém, identificavam por trás dela um vazio emocional mais profundo.

Conhecida na época como acídia, a condição abrangia uma ausência de amor, uma paralisia do cuidado e um vazio espiritual, escreve Jones. Era o estado em que tudo o que antes iluminava os dias passava a despertar apenas indiferença.

Jones conta que se identificou especialmente com um texto do século treze, conhecido como MS 306 e preservado em Dublin. Nele, a acídia é descrita como estar parado no meio de um rio caudaloso, diante de uma correnteza que bate contra as pernas, mas sem forças para seguir em frente. A imagem reproduzia a sensação de paralisia que ele experimentou durante o inverno na Sibéria.

Jones não é o único historiador a identificar paralelos entre os males medievais e os da vida contemporânea.

No livro Exaustos, a historiadora cultural Anna Katharina Schaffner estabelece uma relação direta entre a acídia descrita pelos cristãos medievais e o burnout atual. Entre os sintomas estão a busca de conforto na comida e o recurso a distrações sem propósito, em vez da dedicação a atividades significativas.

Segundo Schaffner, trata-se de um círculo vicioso: quem sofre de acídia se torna cada vez menos capaz de meditar e refletir sobre questões espirituais, enquanto as estratégias inadequadas usadas para recuperar as energias agravam o problema. Nesse sentido, os indivíduos medievais eram semelhantes às pessoas do século vinte e um, exaustas e inclinadas a evitar o que realmente importa por meio de atividades improdutivas.

Mas quais eram as soluções?

O autor do manuscrito MS 306 responde com uma referência indireta à Bíblia, segundo a qual os jebuseus vivem dentro das fronteiras de cada pessoa. É possível subjugá-los, mas não exterminá-los.

Jones explica que os jebuseus eram um povo antigo que ocupou Jerusalém e não podia ser completamente expulso. A metáfora aconselha quem sofre de acídia a aprender a conviver com esses sentimentos, em vez de lutar constantemente contra eles.

Jones reconhece que, fora do contexto original, essas ideias soam como clichês. Ainda assim, observa que elas lembram abordagens contemporâneas para tratar o burnout e outros problemas emocionais. 

Jones também cita os escritos de Bernardo de Claraval, do século doze, um dos fundadores da Ordem dos Cavaleiros Templários. Segundo o historiador, Bernardo comparou uma boa vida a correr em um terreno acidentado, no qual qualquer pessoa, depois de percorrer uma distância suficiente, acabará tropeçando ou caindo. Todos passam por momentos em que se sentem completamente sem rumo.

Para Jones, há grande conforto em reconhecer que ninguém sofre sozinho. Seja qual for a aflição, outras pessoas já experimentaram sentimentos semelhantes ao longo de milhares de anos. É reconfortante sentir a companhia daqueles que vieram antes de nós.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr7jx1dj12o.adaptado. 
Ele "conta" que deveria pesquisar, preparar aulas e "seguir" com a vida, mas simplesmente não "conseguia fazer" nada.
Analise as proposições a seguir sobre a regência dos verbos destacados na frase.

I.O verbo "conta" é transitivo direto, e a oração introduzida por "que" exerce função de objeto direto, classificando-se como subordinada substantiva objetiva direta.
II.O verbo "seguir" é transitivo direto, e a preposição "com" que o acompanha em "seguir com a vida" é um elemento expletivo, podendo ser suprimida sem prejuízo da regência verbal.
III.O verbo "fazer" é transitivo direto, e o pronome indefinido substantivo "nada" exerce função sintática de objeto direto.
IV.O verbo "conseguia" é transitivo indireto, regendo a preposição "de", e a oração reduzida de infinitivo "fazer nada" constitui seu objeto indireto.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
4621: B
4622: B
4623: D
4624: B
4625: C
4626: C
4627: C
4628: D
4629: A
4630: B
4631: D
4632: C
4633: D
4634: E
4635: D
4636: B
4637: C
4638: A
4639: C
4640: D