Questões de Concurso Sobre uso da vírgula em português

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Q1297424 Português

Leia o texto.

O dono da bola


O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
— Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
— Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo…
— Espírito esportivo, nada! — berrava Caloca. — E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
— Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
— Se eu não for o capitão do time, vou embora!
— Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
— Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.

Carlos Alberto pulou vermelhinho de raiva:

— A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!

— Pois é isso mesmo! — disse o Beto, zangado. — É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!

— Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.

E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.

Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.

Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.

— Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.

Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.

E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:

— Viva o Estrela-d’Alva Futebol Clube!

— Viva!

— Viva o Catapimba!

— Viva!

— Viva o Carlos Alberto!

— Viva!

Então o Carlos Alberto gritou:

— Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!


Ruth Rocha

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).

( ) Caloca mostrou-se egoísta, solitário e arrependido ao longo do texto.

( ) Na frase: “O que nós não tínhamos era a bola de futebol.” O sujeito da oração é “bola de futebol”.

( ) Em “Nós passávamos pela casa dele e víamos”, há três palavras acentuadas graficamente. A justificativa para esses acentos é que duas são proparoxítonas e uma é monossílaba tônica terminada em “o” seguido de “s”.

( ) Na frase sublinhada do texto, as vírgulas são usadas para isolar um adjunto adverbial deslocado.

( ) Para o narrador, bola de meia também era uma alternativa para treinar e vencer o campeonato.

( ) O juiz só marcava falta no dono da bola de couro.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1295970 Português
Sobre o emprego das vírgulas no texto e sua justificativa, considere o que segue: I. As vírgulas da linha 04 isolam uma oração adjetiva explicativa reduzida. II. A vírgula antes de e, nas linhas 32 e 49, indicam mudança de sujeito na oração seguinte. III. A vírgula após futuro (l. 32) marca a elipse de uma palavra; no caso, um verbo. IV. As três vírgulas da l. 44 isolam um predicativo do sujeito deslocado e um aposto.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1295771 Português

Diagrama para a questão.


Internet:<http://jonatasmattes.blogspot.co>

Assinale  a  alternativa  que  apresenta  frase  relacionada  ao  texto correta quanto à pontuação. 
Alternativas
Q1295650 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

(Fonte: https://super.abril.com.br/blog/como-pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-maisconfiaveis-que-outros/ - Texto adaptado)

Analise as seguintes assertivas a respeito da pontuação do texto, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas:


( ) A vírgula da linha 05 (1ª ocorrência) é empregada pelo mesmo motivo que a da linha 07.

( ) Os parênteses da linha 17 poderiam ser substituídos por vírgula sem acarretar incorreções, considerando as devidas adequações para a correção da frase.

( ) Os dois-pontos da linha 33 poderiam ser substituídos por vírgula sem provocar nenhum tipo de incorreção.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1295401 Português

Texto para as questão.

Internet: <www.noticiasterra.com> (com adaptações).

No que se refere à pontuação no texto, estaria mantida a correção gramatical caso
Alternativas
Q1295399 Português

Texto para as questão.

Internet: <www.noticiasterra.com> (com adaptações).

Assinale a alternativa correta em relação a aspectos linguísticos do texto.
Alternativas
Q1294464 Português
Considerando-se o uso das vírgulas, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(---) Em “Ele estudou muito, porém não, passou na prova.”, a vírgula está gramaticalmente correta. (---) Em “A questão, André, é que agora é tarde demais.”, as vírgulas estão isolando o vocativo.
Alternativas
Q1294340 Português
Em relação à frase: “O professor de Língua Portuguesa que tem como base as indicações dos Parâmetros Curriculares Nacionais utiliza-se de boas dicas e exemplos” (l. 20 e 21), afirma-se que:

I. A oração subordinada adjetiva presente no período exerce, como os adjetivos, a função de adjunto adnominal; no caso, explicando, à maneira do aposto, o termo antecedente.
II. A partícula ‘se’, em ‘utiliza-se’, classifica-se como partícula apassivadora.
III. A inserção de vírgulas para separar a oração adjetiva implicaria alteração de sentido ao período.


Quais estão corretas?
Alternativas
Q1293199 Português

Texto para a questão.


     A imagem abaixo foi extraída de um celular smartphone aberto em um grupo fictício de uma rede social que utiliza mensagens para dar as boas‐vindas aos novos funcionários admitidos em um processo seletivo do Sesc.



Edital n.º 4/2018 – Seleção de Pessoal – Sesc‐DF. 

Das frases reescritas do texto, assinale a alternativa que apresenta pontuação correta.
Alternativas
Q1293115 Português

Texto para a questão. 



José Luiz Fiorin (org.). Introdução à Linguística. v. 1 e 2.

São Paulo: Contexto, 2006 (com adaptações).

Acerca do uso das vírgulas no trecho “Saussure focalizou, em seu trabalho, a linguística da língua, ‘produto social depositado no cérebro de cada um’, sistema supra‐individual que a sociedade impõe ao falante.” (linhas de 19 a 22), é correto afirmar que
Alternativas
Q1293088 Português

Texto para a questão.




Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma

breve história do amanhã. São Paulo: Companhia

das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).

Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula justifica‐se por separar elementos em enumeração.
Alternativas
Q1292322 Português
Analise as seguintes assertivas sobre pontuação no texto:

I. A vírgula da linha 10 (segunda ocorrência) justifica-se por separar orações de mesmo valor sintático.
II. O travessão da linha 12 não poderia ser substituído por uma vírgula, visto que mudaria o sentido original da frase.
III. Na linha 13, a vírgula destaca um adjunto adverbial deslocado.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1292263 Português

CARRO: O CIGARRO DO SÉCULO 21?

Por Reinaldo Canto


Muita gente talvez não concorde. Pode ser também que exista uma dose de exagero na afirmação. Ou será que não? O certo é que temos observado um inédito questionamento ao império do automóvel.

Soberano ao longo de muitos anos e cercado de toda admiração. Assim foi a trajetória do carro. Agora muitas vozes se levantam contra ele como um grande problema, a perturbar a vida de todos. Aliás, não parece estar ocorrendo um fenômeno semelhante ao ocorrido com o cigarro no século passado? Portanto, guardadas as devidas proporções, será realmente loucura pensar que não assistiremos no século 21 com os veículos de transporte individual ao mesmo que ocorreu no passado com o cigarro?

No passado, fumar representava um símbolo de status, charme e elegância. Durante um bom período, o consumo de cigarros foi objeto do desejo de inúmeras gerações. Os muitos jovens até arriscavam levar surras paternas se fossem pegos no ato. Celebrizado, entre outros, por Clark Gable, Cary Grant, Rita Hayworth, James Dean e Clint Eastwood, os ícones do cinema entre os anos 40 e 60. Todo mundo que se prezava, naquela época, fumava. E o que aconteceu com o passar do tempo e os mais do que comprovados problemas causados pelo cigarro? Quase a demonização do ato de fumar!

Para as novas gerações, fica até difícil explicar que, na maior parte do século 20, fumar em qualquer lugar era a coisa mais comum do mundo. Em bares, restaurantes e até mesmo dentro de claustrofóbicos aviões, os fumantes viviam o auge de seu vício com toda a liberdade. Hoje, todos nós sabemos sobre os males causados pelo fumo, inclusive para aqueles expostos à fumaça de cigarros alheios, o chamado fumante involuntário. Cigarro mata e ponto final!

A publicidade ainda tinha o desplante de vincular o fumo à virilidade e à prática de atividades esportivas. Uma barbaridade digna de criminosos!! Não foi por outra razão que, posteriormente, a propaganda de cigarros foi banida dos meios de comunicação.

Bem, não dá para afirmar o mesmo em relação aos carros, ou será que é possível fazer essa relação? Dados divulgados pela ONG Saúde e Sustentabilidade em parceria com vários estudiosos, entre eles, o médico e pesquisador da USP Paulo Saldiva, mostram que a poluição no estado de São Paulo foi responsável pela morte de quase 100 mil pessoas em seis anos. Só em 2011, a pesquisa revelou que o ar contaminado, boa parte dele vindo de escapamentos de veículos, contribuiu para a morte de mais de 17 mil e 400 pessoas. Esse trabalho é o primeiro de abrangência estadual que fez uma relação direta entre índices de poluição e número de mortes. Portanto, temos aí uma relação carro e saúde semelhante como no passado foi feito entre cigarro e saúde.

Outro interessante ponto de convergência das trajetórias do cigarro e do automóvel está localizado no exercício de sua prática. Como disse antes, fumar era algo exercido com total liberdade até começarem a surgir diversas leis obrigando a exercer o hábito a lugares pré-determinados e o veto total a outros. Hoje em dia, o pobre fumante se vê quase num ato clandestino e de banimento social para poder dar algumas boas tragadas. Isso em prol da saúde coletiva.

Em relação aos carros, algo parecido está em processo acelerado de implantação. Recentemente, a prefeitura de São Paulo definiu que a velocidade máxima na cidade passou de 60 para 40 quilômetros por hora. A ação visa reduzir as mortes de pedestres e ciclistas vitimados, entre outras razões, pelo excesso de velocidade. Se somarmos essa a outras medidas em vigor, como o rodízio de veículos, a proibição de circular em faixas de ônibus e as restrições para locais de estacionamento, teremos aí mais exemplos de coerção ao livre uso do carro, até pouco tempo praticamente “dono” das ruas e avenidas das cidades contra qualquer planejamento minimamente civilizado de mobilidade urbana que buscasse uma convivência pacífica com outros usuários de transporte público, pedestres e ciclistas.

Sonho da juventude. Quem, como eu, já entrou na casa dos 50 anos de idade sabe bem o que um garoto ou garota de minha época sonhava em ter os 18 anos. Até outras gerações posteriores enxergavam e ainda enxergam no fato de ter um carro o alcance definitivo do mundo adulto e da independência. Isso, claro, ainda não mudou, mas parece ir por um caminho bem diferente.

Uma tendência observada em pesquisas realizadas na Inglaterra e nos Estados Unidos é que os jovens desses países já não possuem o mesmo desejo por veículos particulares. Eles acham mais interessante utilizar transporte público, como ônibus e metrô, e até mesmo andar de bicicleta. As pesquisas mostram que eles não estão dispostos a gastar boa parte de seus recursos na manutenção de um automóvel. E, além de mais barato, também consideram mais saudável o uso cotidiano de outras modalidades de transporte. Isso significa que a posse do carro próprio está perdendo o encanto? Com o cigarro não se passou algo bastante parecido?

FONTE: https://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/carro-o-cigarro-do-seculo21-4760.html

Em “(...) teremos aí mais exemplos de coerção ao livre uso do carro, até pouco tempo praticamente “dono” das ruas e avenidas das cidades contra qualquer planejamento minimamente civilizado de mobilidade urbana que buscasse uma convivência pacífica com outros usuários de transporte público, pedestres e ciclistas” é correto afirmar que:
Alternativas
Q1292233 Português
Assinale a alternativa correta quanto à pontuação – todos os fragmentos foram retirados do verbete Administração pública, do Dicionário de política, de Norberto Bobbio, Nicola Matteucci e Gianfranco Pasquino, publicado pela UNB, edição de 1998, e alterados para os fins desta questão: 
Alternativas
Q1292217 Português

Considere o que se afirma acerca dos sinais de pontuação que poderiam substituir os parênteses das linhas 04, 05, 07 e 10 do texto.


I. Na linha 04, pode-se usar o sinal de dois pontos no lugar dos parênteses.

II. Na linha 05, deveria haver vírgula no lugar dos parênteses.

III. Na linha 07, o emprego de vírgula é obrigatório no lugar dos parênteses.

IV. Na linha 10, não se deve empregar pontuação alguma no lugar dos parênteses.


Quais estão corretas?


Alternativas
Q1291573 Português
Leia o texto.

Pechada

O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.

— Aí, Gaúcho!
— Fala, Gaúcho!

Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?

— Mas o Gaúcho fala “tu”! — disse o gordo Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
— E fala certo — disse a professora. — Pode-se dizer “tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. Os dois são português.

O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.

Um dia, o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.

— O pai atravessou a sinaleira e pechou.
— O quê?
— O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.

A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.

—– O que foi que ele disse, tia? — quis saber o gordo Jorge.
— Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
— E o que é isso? — Gaúcho… Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
—Nós vinha…
—Nós vínhamos.
— Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.

A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele jeito.

“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido. Pechada.

— Aí, Pechada!
— Fala, Pechada!

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pechada. Revista Nova Escola. São Paulo, maio 2001
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).
( ) As vírgulas em: “Fala, Gaúcho” e “Fala, Pechada” foram usadas pelo mesmo motivo: separar vocativo. ( ) Em “pechar se refere à bater” o uso da crase está correto. ( ) No texto, Jorge era o único a implicar com Rodrigo. ( ) Na frase “O pai atravessou a sinaleira”, a expressão sublinhada pode ser trocada por “colidiu com a sinaleira”. ( ) Está correto o uso da crase em: “Ela se referiu àquele garoto e parecia alheia às outras questões”.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1289253 Português
Assinale a alternativa em que se emprega vírgula para separar termos de uma enumeração.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: SESC-DF Prova: Quadrix - 2018 - SESC-DF - Motorista |
Q1289165 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Internet:<https://sescdf.com.br/> (com adaptações).

Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula no texto justifica-se por separar um aposto explicativo.
Alternativas
Respostas
4261: B
4262: C
4263: E
4264: D
4265: E
4266: A
4267: B
4268: C
4269: B
4270: D
4271: B
4272: C
4273: A
4274: C
4275: B
4276: A
4277: B
4278: C
4279: D
4280: C