Questões de Concurso Sobre uso da vírgula em português

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Q1105825 Português
Segundo a norma-padrão da língua portuguesa, a vírgula não pode ser utilizada entre o sujeito e o predicado da oração. Nesse sentido, assinale a alternativa em que isto ocorre.
Alternativas
Q1105793 Português
Leia a crônica a seguir, escrita por Rubem Alves, para responder à próxima questão.

“Era uma vez um jovem que amava xadrez. Sua vocação era o xadrez. Jogar xadrez lhe dava grande prazer. Queria passar a vida jogando xadrez. Nada mais lhe interessava. Só conversava sobre xadrez. Quando era apresentado a uma pessoa sua primeira pergunta era: Você joga xadrez? Se a pessoa dizia que não ele imediatamente se despedia. Não conseguia ter namoradas porque seu único assunto era xadrez. Na verdade ele não queria namoradas. Queria adversárias no xadrez. Jogava o tal jogo de maneira fantástica. Especializou-se. De fato, sabia tudo sobre o mundo do xadrez. Mas o preço que pagou é que perdeu tudo sobre o mundo da vida”. (Com adaptações)
Analise as frases a seguir, retiradas e adaptadas do texto, e marque a que apresenta uso CORRETO dos sinais de pontuação.
Alternativas
Q1104468 Português
Assinale a alternativa correta no que se refere à pontuação.
Alternativas
Q1102903 Português

Leia o texto a seguir.


Onde queres o livre, decassílabo

E onde buscas o anjo, sou mulher

Onde queres prazer, sou o que dói

E onde queres tortura, mansidão

Onde queres um lar, revolução

E onde queres bandido, sou herói”

(O quereres – Caetano Veloso)


A figura de linguagem que justifica o uso da vírgula nos trechos destacados denomina-se 

Alternativas
Q1102730 Português

                     

Ainda sob o excerto “Talvez os gatos são menos matreiros, e com certeza, as magnólias são menos inquietas do que eu era na minha infância.” (linhas 3 a 5) e com base na norma culta do português contemporâneo brasileiro, é correto afirmar que os sinais de vírgula em “..., e com certeza, ...” são
Alternativas
Q1101438 Português

A comunicação animal 

              “Como hoje frequentemente se afirma que a linguagem é exclusiva do homem, é atividade puramente humana e o elemento que o distingue dos seres inferiores pois o homem pode ser definido como um animal que fala, não seria demais fazermos algumas rápidas considerações sobre a comunicação animal por meio de gritos, justamente para contrapô-la à linguagem humana.

            Em primeiro lugar, não será necessário levar em conta que certos animais (alguns tipos de macacos e aves) são capazes de reproduzir palavras ouvidas ou outros sons como também são capazes de entender certas ordens. Convenhamos que, nesta “aprendizagem”, não há nenhuma operação mental que permita aos “aprendizes” reter o conceito dos conjuntos sonoros emitidos. Não nos consta que dois papagaios conversem entre si em linguagem humana aprendida. (...)

            Embora certos gritos, pios e cantos correspondam a estados gerais de alegria, espanto, dor ou apetite e possam ser quase traduzidos em linguagem humana (como no português, por exemplo, onde há verbos especiais para traduzir os diversos gritos do cão – ladrar, uivar, ganir), os animais não emitem frases nem fazem variar seus gritos como nós o fazemos com nossas palavras, que podem ser substituídas no enunciado comunicativo. (...)

           Por isso, o grito animal é instintivo e não aprendido, não está sujeito a transformações como a linguagem humana. Que é instintivo, facilmente se observa. Isolando-se um gatinho do convívio de seus semelhantes, fatalmente ele acabaria miando. E o homem não nasce falando. Que não se transforma também é fácil verificar. O ladrar do cão teria sido, em eras remotas, diferente do que é hoje?”

 (BORBA, Francisco da Silva. Op. Cit., p. 40-1.)

Observe o enunciado abaixo e, a seguir, marque a opção correta:

“O ladrar do cão teria sido, em eras remotas, diferente do que é hoje?

O uso das vírgulas acima tem por objetivo separar:

Alternativas
Q1098651 Português

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


O emprego de vírgula após o termo “inércia” (linha 25) justifica‐se por separar elementos coordenados em uma enumeração.

Alternativas
Q1098614 Português
Considerando o emprego correto dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir:
I. Nas linhas 10 e 12, o emprego das aspas deve-se à inserção de uma citação direta. II. Nas linhas 14 a 19, o emprego dos parênteses deve-se à inserção de expressões explicativas. III. Na linha 34, a vírgula é empregada para separar uma oração subordinada adjetiva restritiva.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1097387 Português

Considerando o emprego dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir, assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Na linha 08, a primeira ocorrência da vírgula (hachurada) deve-se à separação de um adjunto adverbial deslocado.

( ) Nas linhas 12 e 14, a ocorrência das aspas deve-se à ocorrência de um enunciado proferido em discurso direto.

( ) Na linha 40, a ocorrência das reticências deve-se à suspensão de uma ideia, concluída na sequência do texto.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1096564 Português
De 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida

    De fato, entre todos os fatores de risco, o maior previsor de suicídio é a ocorrência de doenças mentais. Segundo a OMS, 90% das pessoas que se suicidam apresentavam algum desequilíbrio, como depressão, transtorno bipolar, dependência de substâncias e esquizofrenia – e 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida.
    Ainda assim, a OMS defende que 90% dos suicídios poderiam ser evitados. O desafio é cuidar das doenças mentais como cuidamos das outras doenças. Cerca de 60% das pessoas que se suicidam nunca se consultaram com um psicólogo ou psiquiatra. Imagine que estranho seria, por exemplo, se seis entre dez pessoas que quebram uma perna simplesmente não fossem a um ortopedista. Doença mental é apenas mais uma doença – e uma que pode causar o suicídio. Parece óbvio que o assunto deve ser visto como um problema de saúde pública.
    “O primeiro passo para a prevenção é falar sobre o suicídio. Ele deveria ser tratado como a aids e o câncer de mama, cujas campanhas de prevenção foram fundamentais para diminuir a incidência das doenças”, diz a psicóloga e coordenadora do Instituto Vita Alere, que faz prevenção ao suicídio, Karen Scavacini. Essa é também a visão da OMS. Em 2013, seus membros se comprometeram a desenvolver estratégias para reduzir a incidência de casos em 10% até 2020.
    O Japão é um exemplo de sucesso – e que tem índices historicamente altos. Até o fim dos anos 1990, o suicídio era considerado tabu. Não se deveria discuti-lo publicamente. Até que, em 1998, a incidência de casos cresceu mais de 8 mil em um ano e beirou as 33 mil mortes. A partir desse pico, filhos de vítimas foram à imprensa pedir atenção para o assunto, e o governo decidiu desenvolver medidas de saúde pública no país, que avaliavam fatores psicológicos, culturais e econômicos. Deu certo. 
  Apesar de ainda ser alto, o número de japoneses que se suicidam ao ano caiu gradativamente, e em 2012 ficou abaixo dos 30 mil pela primeira vez em 14 anos.


Os sinais de pontuação estão CORRETAMENTE empregados somente no item:
Alternativas
Q1094739 Português

O GRILO PROFESSOR

Em tempos muito remotos, num dos mais quentes dias do Inverno, o Diretor da Escola entrou inesperadamente na sala onde o Grilo dava aos grilinhos a sua aula sobre a arte de cantar, precisamente no momento da exposição em que lhes explicava que a voz do Grilo era a melhor e a mais bela de todas as vozes, uma vez que se produzia mediante a adequada fricção das asas contra as costas, enquanto os Pássaros cantavam tão mal porque se empenhavam em fazê-lo com a garganta, evidentemente, o órgão do corpo humano menos indicado para emitir sons doces e harmoniosos. Ao ouvir aquilo, o Diretor, que era um Grilo muito sábio, assentiu várias vezes com a cabeça e retirou-se, satisfeito de que na Escola tudo continuasse como nos velhos tempos.

(MONTERROSO, Augusto) – Disponível - (http://daedaluspt.blogspot.com/2008_04_01_archive.html)

Analise o fragmento seguinte. Após análise, marque a alternativa correta. “Ao ouvir aquilo, o Diretor, que era um Grilo muito sábio, assentiu várias vezes com a cabeça e retirou-se, satisfeito de que na Escola tudo continuasse como nos velhos tempos”.
Alternativas
Q1093789 Português
Mudança

    Na planície avermelhada, os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.
    Arrastaram-se para lá, devagar, Sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.
    Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.
    – Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai. Não obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta. Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos. Fabiano ainda lhe deu algumas pancadas e esperou que ele se levantasse. Como isto não acontecesse, espiou os quatro cantos, zangado, praguejando baixo.
    A catinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.
    – Anda, excomungado.
    O pirralho não se mexeu, e Fabiano desejou matá-lo. Tinha o coração grosso, queria responsabilizar alguém pela sua desgraça. A seca aparecia-lhe como um fato necessário – e a obstinação da criança irritava-o. Certamente esse obstáculo miúdo não era culpado, mas dificultava a marcha, e o vaqueiro precisava chegar, não sabia onde.
    Tinham deixado os caminhos, cheios de espinho e seixos, fazia horas que pisavam a margem do rio, a lama seca e rachada que escaldava os pés.
  Pelo espírito atribulado do sertanejo passou a ideia de abandonar o filho naquele descampado. Pensou nos urubus, nas ossadas, coçou a barba ruiva e suja, irresoluto, examinou os arredores. Sinhá Vitória estirou o beiço indicando vagamente uma direção e afirmou com alguns sons guturais que estavam perto. Fabiano meteu a faca na bainha, guardou-a no cinturão, acocorou-se, pegou no pulso do menino, que se encolhia, os joelhos encostados ao estômago, frio como um defunto. Aí a cólera desapareceu e Fabiano teve pena. Impossível abandonar o anjinho aos bichos do mato. Entregou a espingarda a Sinhá Vitória, pôs o filho no cangote, levantou-se, agarrou os bracinhos que lhe caíam sobre o peito, moles, finos como cambitos. Sinhá Vitória aprovou esse arranjo, lançou de novo a interjeição gutural, designou os juazeiros invisíveis.
    E a viagem prosseguiu, mais lenta, mais arrastada, num silêncio grande. (...)
    As manchas dos juazeiros tornaram a aparecer, Fabiano aligeirou o passo, esqueceu a fome, a canseira e os ferimentos. As alpercatas dele estavam gastas nos saltos, e a embira tinha-lhe aberto entre os dedos rachaduras muito dolorosas. Os calcanhares, duros como cascos, gretavam-se e sangravam.
    Num cotovelo do caminho avistou um canto de cerca, encheu-o a esperança de achar comida, sentiu desejo de cantar. A voz saiu-lhe rouca, medonha. Calou-se para não estragar força.
    Deixaram a margem do rio, acompanharam a cerca, subiram uma ladeira, chegaram aos juazeiros. Fazia tempo que não viam sombra.
  Sinhá Vitória acomodou os filhos, que arriaram como trouxas, cobriu-os com molambos. O menino mais velho, passada a vertigem que o derrubara, encolhido sobre folhas secas, a cabeça encostada a uma raiz, adormecia, acordava. E quando abria os olhos, distinguia vagamente um monte próximo, algumas pedras, um carro de bois. A cachorra Baleia foi enroscar-se junto dele.
    Estavam no pátio de uma fazenda sem vida. O curral deserto, o chiqueiro das cabras arruinado e também deserto, a casa do vaqueiro fechada, tudo anunciava abandono. Certamente o gado se finara e os moradores tinham fugido. (...)
    Entrava dia e saía dia. As noites cobriam a terra de chofre. A tampa anilada baixava, escurecia, quebrada apenas pelas vermelhidões do poente. Miudinhos, perdidos no deserto queimado, os fugitivos agarraram-se, somaram as suas desgraças e os seus pavores. O coração de Fabiano bateu junto do coração de Sinhá Vitória, um abraço cansado aproximou os farrapos que os cobriam. Resistiram à fraqueza, afastaram-se envergonhados, sem ânimo de afrontar de novo a luz dura, receosos de perder a esperança que os alentava.
                                (RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. Rio de Janeiro & São Paulo:
Editora Record, 1996.)
No período “Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos.” (4º§), as vírgulas foram utilizadas para separar:
Alternativas
Q1093517 Português
    
No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Estaria mantida a correção gramatical do texto caso fosse inserida uma vírgula após o termo “nutricional”, em “A relação entre saúde e doença oral e nutricional” (linha 32), dada a repetição do conector “e”.
Alternativas
Q1093394 Português
Texto para o item.




Internet: <www.nutricio.com.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência textual caso a vírgula empregada após o termo “bucal” (linha 9) fosse substituída por ponto final, feito o devido ajuste  de  minúscula  para  maiúscula  na letra  inicial  da palavra que inicia o novo período. 
Alternativas
Q1093276 Português
 Texto para o item.


Considerando a tipologia, as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


Estaria mantida a correção gramatical do texto caso o travessão empregado à linha 15 fosse substituído por vírgula. 

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093008 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


No que diz respeito à pontuação no texto, julgue o item.


Estaria mantida a correção gramatical do texto caso a vírgula empregada após o termo “prevenção” (linha 39) fosse substituída por ponto final, feito o devido ajuste de minúscula para maiúscula na letra inicial do novo período.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093007 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


No  que  diz  respeito  à  pontuação  no  texto, julgue o item.  


Caso  o  ponto  final  que  antecede  o  termo  “Ou  seja”   (linha  32)  fosse  substituído  por  vírgula,  feito  o  devido  ajuste  de  maiúscula  para  minúscula  na  letra  inicial  do  termo  ̶  ou seja, a correção gramatical do texto restaria  prejudicada. 

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093005 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


No que diz respeito à pontuação no texto, julgue o item.


Estaria mantida a correção gramatical do texto caso o termo “até mesmo” (linha 14) estivesse isolado entre vírgulas.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093004 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


No que diz respeito à pontuação no texto, julgue o item.


Estariam mantidos a correção e o sentido do texto caso fosse inserida uma vírgula após a palavra “orifícios” (linha 1).

Alternativas
Q1092474 Português
Assinale a alternativa CORRETA quanto à pontuação.
Alternativas
Respostas
3861: A
3862: C
3863: A
3864: D
3865: A
3866: E
3867: E
3868: D
3869: E
3870: C
3871: E
3872: D
3873: E
3874: E
3875: C
3876: C
3877: E
3878: C
3879: E
3880: D