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Q4419674 Português
Por que as mulheres estão priorizando as amizades em vez de amor?

Especialista em gênero aponta que camadas de exaustão e falhas do Estado impulsionam a reorganização de redes de apoio

Nos últimos anos, _____ busca de mulheres por reorganizar suas redes de afeto, priorizar amizades e construir comunidades tem ganhado força como resposta _____ precarização do trabalho, _____ sobrecarga invisível do cuidado e _____ uma crescente epidemia de solidão.

A socióloga Eliane Gonçalves, especialista em gênero e sexualidade, explicou que essa mudança não é apenas uma escolha individual. Trata-se de um fenômeno social e coletivo de sobrevivência. Diante de cidades desiguais e da exaustão causada por extensas jornadas de trabalho, as mulheres têm se unido para produzir sentido e solidariedade em que o Estado, muitas vezes, falha em prover. A idealização do conceito de família não encontra eco na realidade cotidiana. "É um pouco como uma tábua de salvação, mas também uma forma de organização política", define ao BdF Entrevista.

"Produzir espaços de solidariedade umas com as outras, em diferentes classes sociais, em diferentes momentos históricos. Como isso tem sido denominado, como isso tem sido tratado pela sociedade, eu acho que é um tema muito relevante. E podemos falar da amizade, podemos pensar nos espaços onde a amizade floresce e como a amizade tem sido negada às mulheres, porque é muito difícil realizá-la na situação de divisão do trabalho que a gente tem", analisa.

A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos. "Mesmo tendo conquistado gloriosamente o direito ao trabalho remunerado, o direito à educação, o direito a ter carreiras, elas têm esse fardo. Isso é muito antigo. Isso já se chamou dupla opressão, dupla jornada. Aí viu que isso era inadequado, porque, na verdade, não tem dupla, não tem tripla: você tem múltiplas camadas de exaustão", relata.

Eliane Gonçalves também problematiza a questão do cuidado, historicamente, ter sido colocado como uma responsabilidade que não faria parte do universo dos homens. E ela alerta que é mais do que simplesmente dizer que é machismo. "Aquilo que é estrutural é invisível. A gente chama de DNA social", avalia.

Para a socióloga, a saída para essa crise civilizatória não está em discursos conservadores que tentam idealizar um passado inexistente, mas, sim, no reconhecimento de que o isolamento é uma ilusão. "A gente precisa uns dos outros, ponto final, e quanto maiores, mais competentes e mais estruturadas forem as redes, melhor para todas as pessoas", defende. "Nós não podemos pensar na nossa vida como seres individuais. O indivíduo é uma ficção."

Como um caminho possível, Gonçalves defende que "as respostas estão nas nossas capacidades de criar modos de vida, de recriar coisas e condições de emancipação para homens e mulheres, para jovens e adultos, para crianças e velhos, e isso tem que ser uma insistência, isso tem que estar no nosso horizonte, nós não podemos descuidar", resume.



(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/podcast/brasil-de-fato-entrevista/2026/0 9/01/por-que-as-mulheres-estao-priorizando-as-amizades-em-vez-de-a mor/. Acesso em: 06 set. 2026. Adaptado.)

Ler um texto exige de quem o lê uma postura atenta, crítica e mobilizadora de conhecimentos. As informações nem sempre estão elencadas como em uma lista, mas distribuídas ao longo do texto e relacionadas a conhecimentos externos à materialidade textual. Isso exige que o leitor mobilize suas habilidades de leitura, como a capacidade de fazer inferências. Assim, a partir da leitura do texto, analise as sentenças a seguir:

I.A conquista de direitos por parte das mulheres é inegável, porém, esses direitos não foram estabelecidos ao mesmo tempo em que o trabalho doméstico e as responsabilidades com o cuidado foram ressignificados e redimensionados. Nesse contexto, ao conquistar esses direitos, a mulher se viu sobrecarregada com múltiplas responsabilidades.
II.Pode-se inferir que, ao produzir espaços de solidariedade com outras mulheres, há um movimento de resistência a uma sociedade estruturada na negação à mulher de condições para que ela construa relações de amizade, principalmente se considerarmos a divisão de trabalho.
III.A sobrevivência da mulher está atrelada a uma vida coletiva, formando redes de apoio e produzindo solidariedade entre elas, também porque, no dia a dia, o conceito de família idealizado não é uma realidade.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4419673 Português
Por que as mulheres estão priorizando as amizades em vez de amor?

Especialista em gênero aponta que camadas de exaustão e falhas do Estado impulsionam a reorganização de redes de apoio

Nos últimos anos, _____ busca de mulheres por reorganizar suas redes de afeto, priorizar amizades e construir comunidades tem ganhado força como resposta _____ precarização do trabalho, _____ sobrecarga invisível do cuidado e _____ uma crescente epidemia de solidão.

A socióloga Eliane Gonçalves, especialista em gênero e sexualidade, explicou que essa mudança não é apenas uma escolha individual. Trata-se de um fenômeno social e coletivo de sobrevivência. Diante de cidades desiguais e da exaustão causada por extensas jornadas de trabalho, as mulheres têm se unido para produzir sentido e solidariedade em que o Estado, muitas vezes, falha em prover. A idealização do conceito de família não encontra eco na realidade cotidiana. "É um pouco como uma tábua de salvação, mas também uma forma de organização política", define ao BdF Entrevista.

"Produzir espaços de solidariedade umas com as outras, em diferentes classes sociais, em diferentes momentos históricos. Como isso tem sido denominado, como isso tem sido tratado pela sociedade, eu acho que é um tema muito relevante. E podemos falar da amizade, podemos pensar nos espaços onde a amizade floresce e como a amizade tem sido negada às mulheres, porque é muito difícil realizá-la na situação de divisão do trabalho que a gente tem", analisa.

A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos. "Mesmo tendo conquistado gloriosamente o direito ao trabalho remunerado, o direito à educação, o direito a ter carreiras, elas têm esse fardo. Isso é muito antigo. Isso já se chamou dupla opressão, dupla jornada. Aí viu que isso era inadequado, porque, na verdade, não tem dupla, não tem tripla: você tem múltiplas camadas de exaustão", relata.

Eliane Gonçalves também problematiza a questão do cuidado, historicamente, ter sido colocado como uma responsabilidade que não faria parte do universo dos homens. E ela alerta que é mais do que simplesmente dizer que é machismo. "Aquilo que é estrutural é invisível. A gente chama de DNA social", avalia.

Para a socióloga, a saída para essa crise civilizatória não está em discursos conservadores que tentam idealizar um passado inexistente, mas, sim, no reconhecimento de que o isolamento é uma ilusão. "A gente precisa uns dos outros, ponto final, e quanto maiores, mais competentes e mais estruturadas forem as redes, melhor para todas as pessoas", defende. "Nós não podemos pensar na nossa vida como seres individuais. O indivíduo é uma ficção."

Como um caminho possível, Gonçalves defende que "as respostas estão nas nossas capacidades de criar modos de vida, de recriar coisas e condições de emancipação para homens e mulheres, para jovens e adultos, para crianças e velhos, e isso tem que ser uma insistência, isso tem que estar no nosso horizonte, nós não podemos descuidar", resume.



(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/podcast/brasil-de-fato-entrevista/2026/0 9/01/por-que-as-mulheres-estao-priorizando-as-amizades-em-vez-de-a mor/. Acesso em: 06 set. 2026. Adaptado.)

A respeito do texto lido, ao escrevê-lo, o autor mobiliza vários componentes do processo comunicativo, porém, enfatiza um deles para alcançar seu objetivo. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a função da linguagem predominante no texto: 
Alternativas
Q4419672 Português
Por que as mulheres estão priorizando as amizades em vez de amor?

Especialista em gênero aponta que camadas de exaustão e falhas do Estado impulsionam a reorganização de redes de apoio

Nos últimos anos, _____ busca de mulheres por reorganizar suas redes de afeto, priorizar amizades e construir comunidades tem ganhado força como resposta _____ precarização do trabalho, _____ sobrecarga invisível do cuidado e _____ uma crescente epidemia de solidão.

A socióloga Eliane Gonçalves, especialista em gênero e sexualidade, explicou que essa mudança não é apenas uma escolha individual. Trata-se de um fenômeno social e coletivo de sobrevivência. Diante de cidades desiguais e da exaustão causada por extensas jornadas de trabalho, as mulheres têm se unido para produzir sentido e solidariedade em que o Estado, muitas vezes, falha em prover. A idealização do conceito de família não encontra eco na realidade cotidiana. "É um pouco como uma tábua de salvação, mas também uma forma de organização política", define ao BdF Entrevista.

"Produzir espaços de solidariedade umas com as outras, em diferentes classes sociais, em diferentes momentos históricos. Como isso tem sido denominado, como isso tem sido tratado pela sociedade, eu acho que é um tema muito relevante. E podemos falar da amizade, podemos pensar nos espaços onde a amizade floresce e como a amizade tem sido negada às mulheres, porque é muito difícil realizá-la na situação de divisão do trabalho que a gente tem", analisa.

A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos. "Mesmo tendo conquistado gloriosamente o direito ao trabalho remunerado, o direito à educação, o direito a ter carreiras, elas têm esse fardo. Isso é muito antigo. Isso já se chamou dupla opressão, dupla jornada. Aí viu que isso era inadequado, porque, na verdade, não tem dupla, não tem tripla: você tem múltiplas camadas de exaustão", relata.

Eliane Gonçalves também problematiza a questão do cuidado, historicamente, ter sido colocado como uma responsabilidade que não faria parte do universo dos homens. E ela alerta que é mais do que simplesmente dizer que é machismo. "Aquilo que é estrutural é invisível. A gente chama de DNA social", avalia.

Para a socióloga, a saída para essa crise civilizatória não está em discursos conservadores que tentam idealizar um passado inexistente, mas, sim, no reconhecimento de que o isolamento é uma ilusão. "A gente precisa uns dos outros, ponto final, e quanto maiores, mais competentes e mais estruturadas forem as redes, melhor para todas as pessoas", defende. "Nós não podemos pensar na nossa vida como seres individuais. O indivíduo é uma ficção."

Como um caminho possível, Gonçalves defende que "as respostas estão nas nossas capacidades de criar modos de vida, de recriar coisas e condições de emancipação para homens e mulheres, para jovens e adultos, para crianças e velhos, e isso tem que ser uma insistência, isso tem que estar no nosso horizonte, nós não podemos descuidar", resume.



(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/podcast/brasil-de-fato-entrevista/2026/0 9/01/por-que-as-mulheres-estao-priorizando-as-amizades-em-vez-de-a mor/. Acesso em: 06 set. 2026. Adaptado.)

Leia o seguinte excerto:

"A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos."

A conjunção "embora" estabelece uma relação de sentido entre as ideias que conecta e, por isso, não pode ser substituída por qualquer conjunção ou locução conjuntiva sem que haja alteração de sentido. Assinale a alternativa que indica corretamente o sentido estabelecido no excerto e a expressão que pode substituir "embora" sem comprometê-lo:
Alternativas
Q4419671 Português
Por que as mulheres estão priorizando as amizades em vez de amor?

Especialista em gênero aponta que camadas de exaustão e falhas do Estado impulsionam a reorganização de redes de apoio

Nos últimos anos, _____ busca de mulheres por reorganizar suas redes de afeto, priorizar amizades e construir comunidades tem ganhado força como resposta _____ precarização do trabalho, _____ sobrecarga invisível do cuidado e _____ uma crescente epidemia de solidão.

A socióloga Eliane Gonçalves, especialista em gênero e sexualidade, explicou que essa mudança não é apenas uma escolha individual. Trata-se de um fenômeno social e coletivo de sobrevivência. Diante de cidades desiguais e da exaustão causada por extensas jornadas de trabalho, as mulheres têm se unido para produzir sentido e solidariedade em que o Estado, muitas vezes, falha em prover. A idealização do conceito de família não encontra eco na realidade cotidiana. "É um pouco como uma tábua de salvação, mas também uma forma de organização política", define ao BdF Entrevista.

"Produzir espaços de solidariedade umas com as outras, em diferentes classes sociais, em diferentes momentos históricos. Como isso tem sido denominado, como isso tem sido tratado pela sociedade, eu acho que é um tema muito relevante. E podemos falar da amizade, podemos pensar nos espaços onde a amizade floresce e como a amizade tem sido negada às mulheres, porque é muito difícil realizá-la na situação de divisão do trabalho que a gente tem", analisa.

A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos. "Mesmo tendo conquistado gloriosamente o direito ao trabalho remunerado, o direito à educação, o direito a ter carreiras, elas têm esse fardo. Isso é muito antigo. Isso já se chamou dupla opressão, dupla jornada. Aí viu que isso era inadequado, porque, na verdade, não tem dupla, não tem tripla: você tem múltiplas camadas de exaustão", relata.

Eliane Gonçalves também problematiza a questão do cuidado, historicamente, ter sido colocado como uma responsabilidade que não faria parte do universo dos homens. E ela alerta que é mais do que simplesmente dizer que é machismo. "Aquilo que é estrutural é invisível. A gente chama de DNA social", avalia.

Para a socióloga, a saída para essa crise civilizatória não está em discursos conservadores que tentam idealizar um passado inexistente, mas, sim, no reconhecimento de que o isolamento é uma ilusão. "A gente precisa uns dos outros, ponto final, e quanto maiores, mais competentes e mais estruturadas forem as redes, melhor para todas as pessoas", defende. "Nós não podemos pensar na nossa vida como seres individuais. O indivíduo é uma ficção."

Como um caminho possível, Gonçalves defende que "as respostas estão nas nossas capacidades de criar modos de vida, de recriar coisas e condições de emancipação para homens e mulheres, para jovens e adultos, para crianças e velhos, e isso tem que ser uma insistência, isso tem que estar no nosso horizonte, nós não podemos descuidar", resume.



(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/podcast/brasil-de-fato-entrevista/2026/0 9/01/por-que-as-mulheres-estao-priorizando-as-amizades-em-vez-de-a mor/. Acesso em: 06 set. 2026. Adaptado.)

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no primeiro parágrafo do texto, observando o uso ou não do acento grave (crase): 
Alternativas
Q4419535 Educação Física
Em uma atividade preparatória de atletismo, uma criança de 12 anos com deficiência intelectual compreende as demonstrações e segue a ordem dos apoios marcada no solo. Entretanto, distribui suas pausas de maneira diferente do modelo curto-curto-longo. O professor selecionará exercícios e registros para acompanhar essa aprendizagem, considerando as necessidades de apoio observadas. A dimensão psicomotora prioritária e o procedimento correspondente são:
Alternativas
Q4419534 Educação Física
A documentação de um jovem com paralisia cerebral descreve movimentos involuntários lentos e contínuos, inclusive quando tenta estabilizar a postura. Na orientação à família sobre o ingresso no para-atletismo competitivo, o professor distingue a condição de saúde, o tipo de impedimento e o processo de classificação esportiva. Sem atribuir uma classe ao jovem, a associação entre o impedimento descrito e o critério de agrupamento é: 
Alternativas
Q4419533 Educação Física
Ao analisar a organização da carga, o professor identifica que a segunda sessão apresenta menor volume de corrida, mas maior velocidade nas repetições. Considerando esse cenário, assinale a alternativa que interpreta corretamente a diferença entre as sessões:
Alternativas
Q4419532 Educação Física
Um professor ensina salto em distância a uma adolescente cega, após o reconhecimento do corredor e da área de queda. Ela necessita de referências sonoras para organizar a aproximação e a impulsão. Para a sessão, o professor adota um procedimento pedagógico com dois chamadores: um fica atrás da caixa de areia e outro ao lado da área de impulsão. Nesse procedimento, a distribuição das funções é: 
Alternativas
Q4419531 Educação Física
Em aulas de iniciação, um professor utiliza implementos leves para apresentar o arremesso do peso e o lançamento do disco. Propõe ensinar ambos com uma retirada ampla do implemento para trás da linha dos ombros, seguida de aceleração para a frente. A equipe pretende preservar, nos educativos, as características que serão exigidas nas formas regulamentares dessas provas. A relação entre essa retirada e as exigências regulamentares é: 
Alternativas
Q4419530 Educação Física
Em aulas de atletismo, uma adolescente surda, usuária de Libras, não percebe o apito; um participante com TEA compreende as instruções, mas relata desconforto intenso com esse som. Ambos acompanham sinais visuais. O professor planeja partidas simultâneas e precisa adaptar a comunicação, preservando a lógica das largadas de velocidade. Trata-se de uma atividade pedagógica, não de regulamentação de competição. A organização da atividade é: 
Alternativas
Q4419529 Educação Física

Num treino de 4 × 100 m que reproduz a regra oficial, o receptor toca o bastão dentro da zona, mas obtém sua posse exclusiva quando todo o bastão já ultrapassou o limite final. Os troncos ainda estão dentro da zona. O receptor inicia a corrida quando o passador alcança uma marca no solo anterior ao seu ponto inicial. Mantidos o ponto inicial do receptor, sua aceleração e a velocidade de aproximação do passador, a análise do episódio e do ajuste para concluir antes a passagem é: 
Alternativas
Q4419528 Educação Física
Em uma atividade sobre a evolução do lançamento do dardo, o professor apresenta os 104,80m obtidos por Uwe Hohn em 1984 e os 98,48m de Jan Zelezný em 1996. Um estudante interpreta a diferença como evidência de regressão técnica da modalidade. A análise considera a mudança das especificações do dardo masculino implementada em 1986. A explicação que relaciona essa alteração ao registro das marcas é: 
Alternativas
Q4419527 Educação Física
Uma associação mantém uma equipe de amputados com sessões voltadas à preparação para campeonatos próprios da modalidade. O planejamento prioriza indicadores de desempenho e resultados competitivos. Ao apresentar o programa, a coordenação precisa distinguir sua finalidade da vinculação a movimentos multiesportivos. Nesse sentido, o enquadramento e a justificativa são:
Alternativas
Q4419526 Educação Física
Uma adolescente familiarizada com o salto em altura pelo estilo Fosbury treina em instalação com colchão adequado. Ela ultrapassa o sarrafo com o tronco e o quadril, mas o derruba com as pernas. A filmagem mostra que mantém o arqueamento corporal durante toda a passagem, embora a aproximação e a impulsão permaneçam regulares. O professor organizará educativos com sarrafo baixo. A orientação para a etapa final da transposição é:
Alternativas
Q4419525 Educação Física
Na observação de uma criança de nove anos com baixa visão, o professor registra corrida com características do estágio maduro e lançamento em estágio elementar. Na recepção, a criança raramente alcança a bola. Ao utilizar uma bola contrastante, mantendo distância e velocidade, a frequência de acertos aumenta. Os registros serão utilizados para organizar as atividades seguintes. Considerando os estágios dos movimentos fundamentais e as condições de execução, a interpretação para o planejamento é: 
Alternativas
Q4419524 Psicologia
Em um núcleo de iniciação, os recém-chegados executam as tarefas propostas e relatam bom acolhimento pelos colegas. Entretanto, suas preferências raramente são consideradas: os participantes antigos escolhem os desafios e conservam as funções de liderança. A coordenação analisará possíveis intervenções e seus efeitos na participação do grupo. À luz da teoria da autodeterminação, a proposta que atua diretamente sobre a necessidade psicológica evidenciada pelo relato é:
Alternativas
Q4419523 Educação Física
Um programa anual de iniciação inclui um bloco de seis semanas de preparação física. Em cada semana, alternam-se sessões com maior volume e menor intensidade relativa, sessões com menor volume e maior intensidade relativa e sessões intermediárias. Essa sequência se repete, com ajustes individualizados, e as médias semanais permanecem próximas. Um assessor propõe substituir as três configurações pela sessão média, alegando equivalência do estímulo. A análise da organização e da substituição proposta é: 
Alternativas
Q4419522 Educação Física
Para graduar a demanda mecânica de um exercício, o professor observa a descida lenta de uma carga presa ao antebraço: o cotovelo estende enquanto a carga desce. O braço permanece ao lado do tronco. Propõe aproximar a carga do cotovelo, mantendo massa, trajetória angular e ritmo. Compare as condições com o antebraço horizontal, desprezando acelerações e cocontração e mantendo constante o braço de momento dos flexores. A análise do momento externo e da ação muscular é:
Alternativas
Q4419521 Noções de Primeiros Socorros
Durante uma prática esportiva, um adolescente de 14 anos sofre impacto na cabeça, apresenta breve desorientação e não perde a consciência. O professor o retira da atividade. Minutos depois, ele responde corretamente a perguntas simples, mas passa a apresentar dor de cabeça progressivamente mais intensa e dois episódios distintos de vômito. Não há profissional de saúde no local. Considerando a evolução do quadro, a conduta subsequente do professor é: 
Alternativas
Q4419520 Educação Física
Em 90 minutos de treino, um adolescente inicialmente bem hidratado passa de 50,0 para 50,5 kg. As pesagens são realizadas na mesma balança, com roupas secas e após esvaziamento vesical. Ele ingeriu 1,5 L de bebida com sódio e carboidratos a 6 g/100 mL, sem outros alimentos ou líquidos. A equipe atribui o ganho à reposição energética e propõe manter o volume obrigatório para toda a turma. A interpretação dos dados e da proposta é:
Alternativas
Respostas
281: B
282: C
283: D
284: B
285: C
286: C
287: A
288: A
289: D
290: E
291: C
292: A
293: D
294: D
295: C
296: C
297: B
298: D
299: C
300: E