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Q1306147 Português
Em relação à regência nominal, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1306146 Português
Assinale a alternativa em que a regência do verbo esteja empregada de forma correta:
Alternativas
Q1305475 Português
Analise as afirmativas a seguir:
(__) - O verbo “assistir”, no sentido de “ver”, exige preposição; (__) - O verbo “custar”, no sentido de “ser custoso”, não exige preposição; (__) - O verbo “visar”, no sentido de “mirar”, exige preposição; (__) - Quando usado na forma pronominal, o verbo “esquecer” exige preposição.
Considerando que (V) significa verdadeiro e (F) significa falso, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1305153 Português

Leia o texto para responder à questão.


Saudáveis loucuras

     São 22 contos curtos em que a principal característica é não se prender a nenhum padrão da lógica. Assim, Dona Tinzinha vai a uma loja de armarinhos, onde pede meio litro de botões amarelos para o pijama novo de seu filho – ela descobriu que essa cor ajuda a criança a parar de fazer xixi na cama. Ou então o irmão mais velho, ao ser questionado pelo mais novo sobre o que vai ser quando crescer, conta estar dividido entre preguiçólogo ou dorminhólogo.
     São relatos assim que formam Tantãs, novo livro infantil de Eva Furnari, autora e ilustradora exímia em atiçar a curiosidade das crianças por meio do inusitado e do bom humor. Assim, nenhum leitor deve se surpreender com a carta que uma bruxinha escreve ao Papai Noel pedindo um vestido rosa; ou com o jovem advogado que defende um passarinho. Histórias que não agridem a lógica dos pequenos que, justamente por falta de vivência, ainda não foram contaminados pelas regras de convivência. Olham o mundo com frescor.
     Tantãs apresenta uma linguagem artesanalmente construída, que não se atém a convenções gramaticais ou sociais – encontrar a simplicidade é sua meta. E, com mais de 60 livros publicados, Eva entende perfeitamente a lição passada pelo poeta Manoel de Barros que, certa vez, disse: “A gente precisa se vigiar ao escrever. Não podemos, ao escrever, abandonar o canto, a harmonia ‘letral’. Não podemos desprezar o gorjeio das palavras”.
      Eva mostra às crianças as possibilidades de jogo que separam a literatura da linguagem comum: a liberdade de desmontar lógicas, dar espaço ao inusitado. Nem por isso as personagens de Eva beiram a loucura. Ela garante que há loucuras e loucuras. Há aqueles que são chamados de loucos (mesmo sem ter doença mental) pelo simples fato de não corresponderem ao modelo esperado pela sociedade. São os artistas, os criadores, as pessoas que pensam fora dos padrões e do senso comum. Esses, diz ela, “acho que têm intuições lúcidas e trazem reflexões que as pessoas sãs não costumam trazer. No caso dos tantãs do livro, é uma loucurinha que vem do olhar ingênuo da criança. As pessoas gostam, têm saudade desse olhar puro, inesperado e sem malícia. Talvez, essa seja uma das graças do livro.”

(O Estado de S.Paulo, 02.11.2019. Adaptado)

Considere o trecho para responder à questão. 



     Assim, Dona Tinzinha vai à loja de armarinhos, onde pede meio litro de botões amarelos para o pijama novo de seu filho – ela descobriu que essa cor ajuda a criança a parar de fazer xixi na cama. Ou então o irmão mais velho – ao ser questionado pelo mais novo sobre o que vai ser quando crescer – conta estar dividido entre preguiçólogo ou dorminhólogo. 



Se a palavra “loja” fosse usada no plural (lojas), o pronome “onde” seria substituído por

Alternativas
Q1305149 Português

Leia o texto para responder à questão.


Saudáveis loucuras

     São 22 contos curtos em que a principal característica é não se prender a nenhum padrão da lógica. Assim, Dona Tinzinha vai a uma loja de armarinhos, onde pede meio litro de botões amarelos para o pijama novo de seu filho – ela descobriu que essa cor ajuda a criança a parar de fazer xixi na cama. Ou então o irmão mais velho, ao ser questionado pelo mais novo sobre o que vai ser quando crescer, conta estar dividido entre preguiçólogo ou dorminhólogo.
     São relatos assim que formam Tantãs, novo livro infantil de Eva Furnari, autora e ilustradora exímia em atiçar a curiosidade das crianças por meio do inusitado e do bom humor. Assim, nenhum leitor deve se surpreender com a carta que uma bruxinha escreve ao Papai Noel pedindo um vestido rosa; ou com o jovem advogado que defende um passarinho. Histórias que não agridem a lógica dos pequenos que, justamente por falta de vivência, ainda não foram contaminados pelas regras de convivência. Olham o mundo com frescor.
     Tantãs apresenta uma linguagem artesanalmente construída, que não se atém a convenções gramaticais ou sociais – encontrar a simplicidade é sua meta. E, com mais de 60 livros publicados, Eva entende perfeitamente a lição passada pelo poeta Manoel de Barros que, certa vez, disse: “A gente precisa se vigiar ao escrever. Não podemos, ao escrever, abandonar o canto, a harmonia ‘letral’. Não podemos desprezar o gorjeio das palavras”.
      Eva mostra às crianças as possibilidades de jogo que separam a literatura da linguagem comum: a liberdade de desmontar lógicas, dar espaço ao inusitado. Nem por isso as personagens de Eva beiram a loucura. Ela garante que há loucuras e loucuras. Há aqueles que são chamados de loucos (mesmo sem ter doença mental) pelo simples fato de não corresponderem ao modelo esperado pela sociedade. São os artistas, os criadores, as pessoas que pensam fora dos padrões e do senso comum. Esses, diz ela, “acho que têm intuições lúcidas e trazem reflexões que as pessoas sãs não costumam trazer. No caso dos tantãs do livro, é uma loucurinha que vem do olhar ingênuo da criança. As pessoas gostam, têm saudade desse olhar puro, inesperado e sem malícia. Talvez, essa seja uma das graças do livro.”

(O Estado de S.Paulo, 02.11.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa correta, de acordo com a regência e com o acento indicativo da crase.
Alternativas
Q1304727 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão.


(Adaptado de oglobo.globo.com/cultura, 10/03/2019)
Assinale a alternativa que apresenta o termo retirado do texto responsável por exigir a preposição sublinhada no trecho abaixo, devido à sua regência: “Capitã Marvel de casas em desalinho, ela atende a chamados com uma solução eficaz para devolver ordem e paz a famílias: basta aprender a arrumar e a descartar” (linhas 30 a 33)
Alternativas
Q1304724 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão.


(Adaptado de oglobo.globo.com/cultura, 09/03/2019)
Verbos significativos são aqueles que trazem uma ideia nova ao sujeito. Podem ser intransitivos e transitivos. Sabendo-se que a transitividade de um verbo relaciona-se ao contexto em que está inserido, assinale a alternativa que apresenta um verbo ou locução verbal intransitiva:
Alternativas
Q1304723 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão.


(Adaptado de oglobo.globo.com/cultura, 09/03/2019)
“O julgamento foi interrompido, e Jackson ficou 23 milhões de dólares mais pobre.” (linhas 21 a 23). Analisando-se o período acima retirado do texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1296689 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO

PRINCESA E O PADEIRO 

Outro dia falei de nomes de gente que soam estranhos. Onomásticos escalafobéticos. Inventados, ou formados com sílabas dos nomes materno e paterno. Como Catacisco e Ciscorina. Nome também é questão de moda. Tareja, por influência de Teresa de Ávila, virou Teresa. Veio Teresinha do Menino Jesus, a carmelita de Lisieux, e uma onda de Teresinhas pipocou por aí. Hoje, a tendência é Teresinha voltar a Teresa. Amanhã poderá regredir a Tareja, por que não?

Entre nomes que já foram nobres e bonitos, citei Urraca. Cem por cento português. Quem está no Brasil há várias gerações e vem do tronco lusitano pode procurar na sua árvore genealógica e logo acha uma remota Urraca. Parece arroto, me telegrafou um leitor. O mau gosto corre por sua conta. Por sinal ele tem um nome que, além de inglês, é family name no mundo anglo-saxão.

Coincidência aconteceu com uma senhora paulista que também nunca tinha ouvido falar em Urraca. Parece pigarro, disse ela, assim que me leu. E foi passar o fim de semana na sua bela fazenda, entre convidados brasileiros e estrangeiros. Uma amiga ficou de levar uma princesa. Italiana, mas encontro de várias casas reais. Na hora da apresentação, como se chama Sua Alteza Sereníssima? Urraca. Há vinte anos não vinha ao Brasil. Titulada e brasonada, 79 anos, Urraca a todos cativou. Mais bonitos do que o dia, só os seus olhos.

Uma Urraca na minha coluna e uma Urraca na vida real. É muita coincidência. Pois não é tanta assim. Coincidências, dezenas, centenas, posso contar. Não só eu, mas muita gente. Há quem estude o fenômeno, como o Luís Edgar de Andrade (que é também genealogista). Nos Estados Unidos, scholars estão atentos à relação entre a sincronicidade e a coincidência. É o caso do prof. Carl Alfred Meier, suíço, 83 anos. Editor da revista Psychological Perspectives, ele conta aí uma coincidência que testemunhou e pesquisou. Teve um cliente, padeiro de profissão. Homem bronco. Tomando conhecimento de que sonhava muito, o prof. Meier lhe pediu que escrevesse os seus sonhos. Com dificuldade, o cliente botou no papel cinco números. Durante cinco meses, o sonho se repetiu. Cinco números diferentes de cada vez. Mais nada. Um belo dia, a revelação: eram os números sorteados na loteria nacional suíça. Sonhados sempre de véspera. Era só jogar e ganhar. Uma barbada. Mas, a partir daí, o padeiro nunca mais sonhou com números. Fenômeno parapsicológico você não controla, diz o prof. Meier.

Otto Lara Resende

Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/5980/a-princesa-e-o-padeiro 

O verbo presente na oração “uma onda de Teresinhas pipocou por aí”:
Alternativas
Q1296645 Português
Considerando a coesão necessária para a construção do texto, as lacunas pontilhadas das linhas 02, 19 e 32 ficam, correta e respectivamente, preenchidas por:
Alternativas
Q1296644 Português

– Em relação à regência e à concordância, analise as afirmações abaixo e assinale C, se corretas, ou I, se incorretas.

( ) A lacuna tracejada da linha 05 deveria ser preenchida por ‘à’, pois a palavra ‘devido’ exige preposição, e, logo em seguida, há uma palavra feminina.

( ) Se na linha 07 substituíssemos ‘vegetais’ por ‘saladas’, haveria a necessidade de usar crase, pois o artigo definido seria feminino.

( ) Na linha 25, preenche-se a lacuna com o verbo ‘têm’, pois o sujeito é ‘pessoas’.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1295935 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

Marcos Piangers – Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcospiangers/noticia/2018/10/gente-grande-cjn38b8sf03ui01rx7ceklmea.html - adaptação.

Na linha 05, no trecho “sempre que eu saía para trabalhar”, considerando os aspectos da transitividade verbal, a forma verbal “saía” pode ser classificada como:
Alternativas
Q1295890 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ferrante-starnone-a-linguagem-da-ascensaosocial-23265491 - Adaptação.

Nas linhas 16-17, temos o seguinte trecho: “Confesso que não conhecia essa palavra até -la repetidas vezes nos quatro volumes da Tetralogia napolitana.”


Analisando a situação de emprego dos verbos sublinhados, no que tange à transitividade, pode-se classificá-los, respectivamente, como:

Alternativas
Q1291430 Português

Instrução: A questão pode referir-se ao do texto abaixo; consulte-o, quando necessário.


Faltando pouco para o Enem, escolas contam como contornam ansiedade de alunos

Texto adaptado. Disponível em: https://istoe.com.br – Agência Brasil

Sobre regência verbal e nominal, avalie as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
( ) Cegalla diz que certos substantivos e adjetivos admitem mais de uma regência. A escolha desta ou daquela preposição deve, no entanto, obedecer às exigências da clareza e da eufonia e adequar-se aos diferentes matizes do pensamento. Pode-se exemplificar esse fato pelo verbo ‘amar’, que admite mais de uma regência. ( ) Para Cunha Lima, em geral, as palavras de uma oração são interdependentes, isto é, relacionam-se entre si para formar um todo significativo. Essa relação necessária que se estabelece entre duas palavras, uma das quais serve de complemento a outra, chama-se regência (a palavra dependente denomina-se regida, e o termo a que se subordina, regente). ( ) Segundo Luft, regência é derivado de reger, ‘governar, comandar, dirigir’. Em gramática emprega-se o termo em sentido amplo, equivalendo à subordinação em geral. Em sentido restrito, e mais habitual, é a subordinação especial de complementos às palavras que os preveem na sua significação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1291211 Português
Assinale a alternativa correta em relação à regência nominal e/ou regência verbal:
Alternativas
Q1290908 Português
 Leia as assertivas a seguir:
I. Procuraram-lo, mas não o encontraram. I. Elas espelharam-se em nós. III. Agradecê-lo-emos por sua boa vontade. IV. Lhes fizeram muitas homenagens.
Assinale a alternativa correta quanto à regência verbal: 
Alternativas
Q1290035 Português

Leia o poema abaixo para responder a questão.


Moraliza o poeta nos ocidentes do sol a inconstância dos bens do mundo

Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,

Depois da Luz se segue a noite escura,

Em tristes sombras morre a formosura,

Em contínuas tristezas a alegria.


Porém se acaba o Sol, por que nascia?

Se formosa a Luz é, por que não dura?

Como a beleza assim se transfigura?

Como o gosto da pena assim se fia?


Mas no Sol, e na Luz, falte a firmeza,

Na formosura não se dê constância,

E na alegria sinta-se tristeza.


Começa o mundo enfim pela ignorância,

E tem qualquer dos bens por natureza

A firmeza somente na inconstância.


In: MATOS, Gregório de. Obra poética. Org. James Amado. Prep. e notas Emanuel Araújo. Apres. Jorge Amado. 3.ed. Rio de Janeiro: Record, 1992

Analise as proposições abaixo acerca do poema e assinale a alternativa CORRETA:
I – Na primeira estrofe o eu lírico enfrenta um paradoxo. II – O eu poético, ao longo do poema, se sente angustiado. III – O verbo nascer, presente na primeira estrofe é transitivo direto.
Alternativas
Q1289421 Português
Leia o poema, a seguir, de Manuel Bandeira e assinale a alternativa INCORRETA:
Canção do Vento e da Minha Vida O vento varria as folhas, O vento varria os frutos, O vento varria as flores… E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De frutos, de flores,de folhas. O vento varria as luzes, O vento varria as músicas, O vento varria os aromas… E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De aromas, de estrelas, de cânticos. O vento varria os sonhos E varria as amizades… O vento varria as mulheres… E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De afetos e de mulheres. O vento varria os meses E varria os teus sorrisos… O vento varria tudo! E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De tudo. 
(Estrela da vida inteira,5 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974 p. 165-6)
Alternativas
Q1287330 Português
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à regência verbal.
Alternativas
Q1285792 Português
Dois verbos da Língua Portuguesa geram dúvidas frequentes em relação à norma padrão: esquecer e lembrar. Veja estas frases?
I. Esqueci de que você viria hoje. II. Lembre de que sua família deve estar a caminho do hospital. III. Esqueci minha agenda no escritório. IV. Esqueci-me de minha agenda no escritório.
Assinale a opção com as alternativas que estão de acordo com a norma padrão:
Alternativas
Respostas
2761: C
2762: B
2763: C
2764: D
2765: C
2766: B
2767: A
2768: D
2769: C
2770: E
2771: E
2772: E
2773: D
2774: E
2775: D
2776: A
2777: A
2778: D
2779: A
2780: B