Questões de Concurso
Sobre uso da vírgula em português
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Texto para o item.

Considerando os aspectos linguísticos e as ideias do texto, julgue o item.
Na linha 33, o emprego de uma vírgula após o vocábulo
“pai” justificar-se-ia por separar a oração “que nunca viu
o próprio filho”, que é adjetiva explicativa.
Texto para o item.

Rubem Braga. O Conde e o passarinho & Morro do isolamento.
Rio de Janeiro: Record, 2002. p.156-7.
Considerando os aspectos linguísticos e as ideias do texto, julgue o item.
Estariam preservados os sentidos e a correção
gramatical do texto caso fosse inserida uma vírgula
imediatamente depois do vocábulo “horas” (linha 14).
Texto para o item.

Rubem Braga. O Conde e o passarinho & Morro do isolamento.
Rio de Janeiro: Record, 2002. p.156-7.
Considerando os aspectos linguísticos e as ideias do texto, julgue o item.
Estariam preservados os sentidos e a correção
gramatical do texto caso o sinal de ponto final
empregado à linha 6 fosse substituído por vírgula, feito
o devido ajuste de letras maiúsculas e minúsculas.
Atenção: Leia o trecho da crônica “Retrato de velho”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.

Leia o texto abaixo para responder a questão.

Disponível em: https://www.instagram.com/p/CiTtyO-AabJ/ Acesso em: 23 set. 2022.
Considere o trecho abaixo para responder às questões de 45 a 47.
Texto II
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Em torno da pena de morte
Numa crônica anterior, comentei um crime bárbaro e evoquei figuras de criminosos repugnantes. Alguns leitores observaram que, de qualquer forma, explicações sociológicas ou psicológicas não valem como desculpas para crimes atrozes. E perguntaram: “Você é contra ou a favor da pena de morte?”
Imagine que um deus, um poder absoluto ou um texto sagrado declarem que quem roubar ou assaltar será enforcado, ou terá a mão cortada. Nesse caso, puxar a corda, afiar a faca ou assistir à execução seria simples, pois a responsabilidade moral do veredito não estaria conosco. Nas sociedades tradicionais em que a punição é decidida por uma autoridade superior a todos, as execuções podem ser públicas: a coletividade festeja o soberano que se encarregou da justiça – que alívio!
A coisa é mais complicada na modernidade, em que os cidadãos comuns (como você e eu) são a fonte de toda a autoridade jurídica e moral. Hoje, no mundo ocidental, se alguém é executado, o braço que mata é, em última instância, o dos cidadãos – o nosso. Mesmo que o condenado seja indiscutivelmente culpado, pairam mil dúvidas. Matar um condenado à morte não é mais uma festa, pois é difícil celebrar o triunfo de uma moral tecida de perplexidades. As execuções acontecem em lugares fechados, diante de poucas testemunhas: há uma espécie de vergonha. Essa discrição é apresentada como um progresso: os povos civilizados não executam seus condenados nas praças. Mas o dito progresso é, de fato, um corolário das incertezas éticas da nossa cultura.
São questões a considerar, creio, antes de responder à pergunta inicial, que me fizeram alguns leitores.
(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p. 94-95)
I No primeiro período, as aspas são usadas para assinalar que o autor se refere a um conceito particular, pessoal, de universo, sociedade e natureza.
II O acréscimo de uma vírgula logo após “esta” (primeiro período) comprometeria a correção gramatical do texto.
III Estaria mantida a correção gramatical do último período caso fosse inserido um travessão imediatamente depois da forma verbal “foi” e outro imediatamente depois de “ser”.
Assinale a opção correta.


