Foram encontradas 7.485 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Assinale a opção CORRETA quanto à pontuação.
Assinale a opção CORRETA quanto à pontuação.
Assinale a opção CORRETA quanto à pontuação.
Assinale a opção CORRETA quanto à pontuação.
Assinale a opção CORRETA quanto à pontuação.
Para responder a questão, considere o período a seguir.
A Terra já aqueceu 1°C enquanto o pessoal semeava suas falsas incertezas
TEXTO 1
A vontade e a força indomáveis de heroicos navegadores fazem singrar por mares até então desconhecidos caravelas pouco favorecidas pela ciência náutica da época, mas, impulsionadas por acalentados sonhos de poder e de ambição, revelam novas terras e aproximam povos de variadas línguas e culturas.
Sobre a organização desse período, é correto afirmar:
Quanto ao uso da pontuação, pode-se afirmar:
I. O ponto e vírgula está separando orações no período. II. O ponto e vírgula poderia ser substituído pela vírgula, sem prejuízo sintático.
III. Os dois-pontos foram utilizados para anunciar um esclarecimento acerca do que foi anunciado.
Está(ão) CORRETA(S):

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.
No trecho “mais de 90% do gás carbônico que passa pelas chaminés de fábricas” (linhas 24 e 25), caso fosse inserida uma vírgula logo antes de “que”, seria mantida a correção gramatical do trecho, mas seu sentido seria alterado.

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.
A vírgula empregada logo antes da expressão “em seu interior” (linha 19) poderia ser suprimida sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, uma vez que é opcional o emprego de vírgula para isolar expressões adverbiais localizadas no fim de uma oração.
Texto para o item.

Na nova sociedade digital, você nunca está só. In: Revista Superinteressante. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.
As vírgulas que isolam o trecho “na prática” (linha 6) poderiam ser suprimidas sem prejuízo da correção gramatical do texto.
“Cada língua indígena é um reservatório único de conhecimento medicinal”. Assim escrevem os pesquisadores Rodrigo Cámara-Leret e Jordi Bascompte em um recente estudo que faz um alerta: o perigo do desaparecimento de antigos conhecimentos de plantas medicinais a partir da extinção das línguas indígenas.
Em geral, quando se fala em plantas com propriedades medicinais, as discussões giram em torno da extinção da biodiversidade. Nessa pesquisa, contudo, os cientistas focaram no que costuma ser esquecido: o impacto da extinção das línguas para a perda desse conhecimento, tradicionalmente transmitido oralmente.
Antes de tudo, a equipe do estudo precisava entender em que medida acontecia a perda de conhecimento linguisticamente único.
No caso das plantas medicinais, era preciso entender em que grau o conhecimento delas estava atrelado a apenas uma língua indígena. Dessa forma, seria possível compreender quais saberes seriam perdidos no caso de extinção de determinado idioma.
Para isso, os pesquisadores analisaram três conjuntos de dados etnobotânicos (a ciência que estuda a relação entre humanos e plantas). Eles contavam com cerca de 3,6 mil plantas medicinais, 236 línguas indígenas e 12,5 mil “serviços de plantas medicinais” — combinações entre espécies de plantas e a subcategoria medicinal para a qual elas eram indicadas, como “figueira-brava (Ficus insipida) + sistema digestivo”. Os dados são referentes a três regiões com grande diversidade linguística e biológica: América do Norte, noroeste da Amazônia e Nova Guiné.
Depois de analisarem os dados, os cientistas apontaram que o conhecimento indígena sobre as plantas medicinais está, de fato, apoiado na singularidade linguística. No noroeste da Amazônia, 91% do conhecimento medicinal não é compartilhado entre línguas — e se concentra em apenas um idioma. Em Nova Guiné, essa taxa é de 84%; na América do Norte, 73%.
Além disso, eles observaram a porcentagem desse conhecimento que se concentra, especificamente, em línguas ameaçadas de extinção. Na América do Norte, 86% do conhecimento medicinal único ocorre, justamente, em idiomas em risco. No noroeste da Amazônia, 100%.
Para os cientistas, uma das hipóteses é a alta rotatividade cultural. Isso significa que, para uma mesma planta, os povos indígenas possuem diversos conhecimentos e aplicações exclusivos. Sem uma Wikipédia para reunir informações, cada cultura acumulou, ao longo do tempo, as próprias descobertas sobre cada espécie.
O estudo ajuda a mostrar que cada língua (e cultura) indígena tem percepções únicas que, inclusive, podem vir a oferecer seus conhecimentos medicinais também a outras sociedades.
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.
A vírgula empregada no trecho “No noroeste da Amazônia,
100%” (sétimo parágrafo) marca a elipse de um termo.