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Q3932476 Português
        Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.

        Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.

        Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.

         A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.

Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações)

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.


A forma pronominal “se”, em “vão se beneficiar” (último período do segundo parágrafo), poderia ser corretamente deslocada para imediatamente após a forma verbal infinitiva, da seguinte forma: vão beneficiar-se.

Alternativas
Q3932475 Português
        Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.

        Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.

        Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.

         A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.

Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações)

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.


No segundo parágrafo, os termos preposicionados “por cidadãos com ensino médio completo” (segundo período) e “do uso da Linguagem Simples” (último período) desempenham a mesma função sintática nas orações em que ocorrem — ambas na voz passiva.

Alternativas
Q3932474 Português
        Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.

        Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.

        Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.

         A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.

Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações)

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.


Conforme o texto, a clareza é uma das ferramentas usadas na Linguagem Simples com o fim de simplificar os temas tratados nos textos, permitindo-se, assim, que eles sejam plenamente entendidos pela população como um todo.

Alternativas
Q3932473 Português
        Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.

        Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.

        Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.

         A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.

Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações)

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.


Segundo o texto, apesar de a Linguagem Simples ir além da mera seleção vocabular, o cuidado com essa seleção varia conforme a complexidade do gênero textual e do público-alvo, indo de importante, passando a secundário, até ser considerado irrelevante. 

Alternativas
Q3932472 Português
        Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.

        Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.

        Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.

         A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.

Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações)

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.


A substituição de “a meta última” (segundo período do terceiro parágrafo) por a última meta alteraria o sentido veiculado originalmente no texto e poderia comprometer a coerência textual.

Alternativas
Q3932471 Português
        Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.

        Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.

        Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.

         A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.

Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações)

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.


O texto informa que Linguagem Simples é um padrão de linguagem com estruturas linguísticas e palavras próprias que se volta à simplificação dos textos para a completa assimilação do seu conteúdo pelo público a que tais textos se destinam.

Alternativas
Q3932470 Português
        Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.

        Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.

        Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.

         A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.

Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações)

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.


Seria mantida a correção gramatical do primeiro período do texto caso o termo “usadas” fosse substituído por usado.

Alternativas
Q3932469 Português
        Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.

        Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.

        Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.

         A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.

Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações)

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.


No primeiro período do segundo parágrafo, o emprego da vírgula imediatamente após ‘público-alvo’ é obrigatório e se justifica pela necessidade de serem separadas duas orações que apresentam o mesmo sujeito.

Alternativas
Q3932428 Engenharia de Software
Acerca das ferramentas DokuWiki, GLPI e Zabbix e da metodologia ágil Scrum, julgue os itens seguintes. 
O Scrum Master é responsável por definir o escopo do projeto, aprovar entregas técnicas e autorizar mudanças no Product Backlog durante a Sprint.
Alternativas
Q3932427 Engenharia de Software
Acerca das ferramentas DokuWiki, GLPI e Zabbix e da metodologia ágil Scrum, julgue os itens seguintes. 
No Scrum, o Product Backlog é um artefato dinâmico, continuamente refinado, que contém a lista priorizada de requisitos, funcionalidades e melhorias a serem desenvolvidas no produto.
Alternativas
Q3932426 Sistemas de Informação
Acerca das ferramentas DokuWiki, GLPI e Zabbix e da metodologia ágil Scrum, julgue os itens seguintes. 
O uso do DokuWiki como base de conhecimento corporativa inviabiliza a integração com autenticação LDAP ou Active Directory, limitando o seu uso em ambientes de domínio.
Alternativas
Q3932425 Sistemas de Informação
Acerca das ferramentas DokuWiki, GLPI e Zabbix e da metodologia ágil Scrum, julgue os itens seguintes. 
Utiliza‑se a integração entre GLPI e Zabbix para automatizar a abertura de chamados a partir de eventos críticos detectados pelo sistema de monitoramento.
Alternativas
Q3932424 Sistemas de Informação
Acerca das ferramentas DokuWiki, GLPI e Zabbix e da metodologia ágil Scrum, julgue os itens seguintes. 
O DokuWiki utiliza banco de dados relacional como requisito obrigatório para armazenamento de conteúdo, sendo incompatível com sistemas que se baseia em arquivos.
Alternativas
Q3932423 Arquitetura de Software
Quanto ao Active Directory, ao GED e à impressão corporativa, julgue os itens a seguir. 
A integração entre sistemas GED e servidores de impressão impede a aplicação de políticas de segurança com base em autenticação, pois os processos de digitalização ocorrem fora do domínio corporativo.
Alternativas
Q3932422 Arquitetura de Software
Quanto ao Active Directory, ao GED e à impressão corporativa, julgue os itens a seguir. 
O uso de OCR dispensa a necessidade de revisão humana em documentos digitalizados, pois a taxa de reconhecimento é suficiente para garantir precisão total em qualquer tipo de documento.
Alternativas
Q3932421 Sistemas Operacionais
Quanto ao Active Directory, ao GED e à impressão corporativa, julgue os itens a seguir. 
A utilização do Samba como controlador de domínio no modo Active Directory elimina a necessidade do uso de DNS integrado, pois a resolução de nomes pode ser realizada apenas por arquivos locais de configuração.
Alternativas
Q3932420 Sistemas Operacionais
Quanto ao Active Directory, ao GED e à impressão corporativa, julgue os itens a seguir. 
Em ambientes híbridos, sistemas Linux integram‑se ao domínio Active Directory por meio de soluções como Samba, SSSD e Kerberos, permitindo autenticação centralizada.
Alternativas
Q3932419 Sistemas Operacionais
Quanto ao Active Directory, ao GED e à impressão corporativa, julgue os itens a seguir. 
As unidades organizacionais (OUs) permitem a delegação de controle administrativo e a aplicação segmentada de GPOs, sem a necessidade de criação de novos domínios.
Alternativas
Q3932418 Segurança da Informação

O Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná (CRF‑PR) mantém um sistema corporativo que armazena dados cadastrais de profissionais, registros de empresas farmacêuticas, processos administrativos, multas e informações financeiras. O ambiente utilizou PostgreSQL em servidores Linux, com exigência de alta disponibilidade, controle de acesso com base em papéis, auditoria de operações sensíveis, rotinas de backup automatizadas e otimização de desempenho para relatórios estatísticos enviados ao Conselho Federal. A equipe de TI precisou garantir a continuidade dos serviços, conformidade com normas de proteção de dados e integridade das informações institucionais.


Com base nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

A habilitação do parâmetro    synchronous_commit = off    no ambiente do CRF garante que todas as transações sejam confirmadas somente após a gravação dos dados no servidor primário e em todas as réplicas síncronas, aumentando a consistência dos registros financeiros.
Alternativas
Q3932417 Banco de Dados

O Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná (CRF‑PR) mantém um sistema corporativo que armazena dados cadastrais de profissionais, registros de empresas farmacêuticas, processos administrativos, multas e informações financeiras. O ambiente utilizou PostgreSQL em servidores Linux, com exigência de alta disponibilidade, controle de acesso com base em papéis, auditoria de operações sensíveis, rotinas de backup automatizadas e otimização de desempenho para relatórios estatísticos enviados ao Conselho Federal. A equipe de TI precisou garantir a continuidade dos serviços, conformidade com normas de proteção de dados e integridade das informações institucionais.


Com base nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

O comando    psql ‑U crf_admin ‑d crf_db < backup_crf.sql    permite restaurar um backup lógico específico para um banco de dados já existente no    PostgreSQL.  
Alternativas
Respostas
8221: C
8222: E
8223: E
8224: E
8225: C
8226: E
8227: C
8228: E
8229: E
8230: C
8231: E
8232: C
8233: E
8234: E
8235: E
8236: E
8237: C
8238: C
8239: E
8240: C