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Q4044365 Farmácia
A redação técnica na área farmacêutica exige precisão terminológica, clareza e fundamentação legal para subsidiar decisões administrativas ou judiciais. Acerca da elaboração de documentos oficiais e pareceres técnicos, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O parecer técnico farmacêutico deve apresentar uma conclusão baseada em evidências científicas e normas vigentes, sem expressar opiniões pessoais ou juízos de valor subjetivos.
(__)A estrutura de um relatório técnico oficial dispensa a apresentação de metodologia ou descrição de fontes consultadas, priorizando os resultados finais da análise solicitada.
(__)Documentos oficiais emitidos por serviços de saúde pública devem observar as normas de redação oficial da Presidência da República, garantindo a impessoalidade e a padronização.
(__)O laudo pericial é um documento descritivo que deve, obrigatoriamente, ser assinado por dois farmacêuticos para possuir validade jurídica em processos de vigilância sanitária.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4044364 Farmácia
A biodisponibilidade de fármacos administrados por via extravascular é influenciada por processos fisiológicos e físico-químicos que determinam a fração da dose que atinge a circulação sistêmica. No contexto da farmacocinética clínica, os transportadores de efluxo presentes nos enterócitos desempenham um papel relevante na modulação dessa absorção. Considerando os mecanismos que alteram a concentração plasmática de fármacos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4044363 Literatura
O Arcadismo brasileiro, também chamado de Neoclassicismo, desenvolveu-se no século XVIII em diálogo com valores estéticos de equilíbrio, simplicidade e retomada de modelos clássicos. Sobre esse movimento literário, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4044362 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
A análise sintática de períodos do texto exige observar a funçâo exercida pelos termos na construção do sentido. Com base em trechos do texto, analise as assertivas a seguir:

I. Em A praça é o palco da vida pública, o termo o palco da vida pública exerce função de predicativo do sujeito.
II. Em Sócrates parava gente comum, o termo gente comum exerce função de objeto direto.
IIl. Em A praça também é feira, festa, anúncio de milagre, arte, os termos feira, festa, anúncio de milagre, arte exercem Íunção de sujeitos compostos.
IV. Em A dúvida durou poucos segundos, o termo poucos segundos exerce função de adjunto adverbial de tempo.

Estão CORRETAS:
Alternativas
Q4044361 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
Quanto à configuração fonetica de vocábulos do texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4044360 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
A passagem final, em que o autor associa o contêiner de lixo à frase de Manuel Bandeira, aprofunda a crítica social do texto porque:
Alternativas
Q4044359 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
No texto, a praça é apresentada como um espaço simbolico que ultrapassa sua dimensão física. A partir da progressão argumentativa construída pelo autor, a principal função dessa imagem é representar:
Alternativas
Q4044348 Geografia
Conjunto de elementos e formas que, em determinado momento, revelam as relações entre homem e natureza em diferentes epocas.

O conceito supracitado trata de qual conceito geográfico? 
Alternativas
Q4044347 Geografia
No contexto do ensino de Geografia, a alfabetização cartográfica é um processo fundamental para que o aluno compreenda a representação do espaço. Ao planejar uma atividade de mapeamento da comunidade escolar, o Professor deve garantir que a prática pedagogica seja inclusiva e representativa. Considerando a Cartografia Temática como ferramenta para a análise socioespacial em sala de aula, analise as assertivas a seguir, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Fa lsas.

( ) A escala cartográfica em um mapeamento da comunidade escolar deve ser obrigatoriamente pequena (ex: 1:1.000.000), pois quanto maior o denominador da fração, mais detalhes da infraestrutura podem ser representados.
( ) A produção de mapas táteis e maquetes funcionais é uma estratégia da cartografia temática que promove a inclusão.
( ) A utilização de variáveis visuais como forma, cor e tamanho é essencial na cartografia temática para diferenciar fenômenos qualitativos e quantitativos no espaço representado.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4044346 Geografia
Em 2023, a imprensa noticiou amplamente dois fatos importantes: o mundo atingiu 8 bilhões de habitantes e o Censo demográfico finalizado em 2022 constatou que o Brasil tinha 203 milhões de pessoas. Essas notícias vieram acompanhadas de análises sobre os crescentes desafios relacionados às dinâmicas populacionais. Com base nesse tema, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044345 Geografia
Os agentes modeladores do relevo terrestre podem ser classificados em endógenos e exogenos, sendo responsáveis pela constante transformação da superfície terrestre ao longo do tempo geologico. O _____ é um agente endógeno modelador do relevo.

Qual alternativa preenche CORRETAIT/ENTE a lacuna?
Alternativas
Q4044303 Enfermagem
A febre amarela é uma doença infecciosa aguda de evolução abrupta, podendo apresentar desde formas leves até quadros graves com elevada letalidade. O reconhecimento precoce de seus sinais e sintomas é fundamental para o manejo adequado e redução de complicações. Considerando as manifestações clínicas da febre amarela, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044302 Enfermagem
As alterações fisiológicas da gravidez produzem manifestações sobre o organismo da mulher que, muitas vezes, são percebidas como “doenças”. Cabe ao profissional de saúde a correta interpretação e a devida orientação à mulher, sem a banalização de suas queixas. São queixas comuns na gestação, EXCETO:
Alternativas
Q4044301 Enfermagem
A composição do leite materno se modifica ao longo do tempo, de acordo com as necessidades do recém-nascido, e se divide em quatro tipos: o leite precoce, produzido durante a gestação; o colostro, produzido na primeira semana pós-parto; o leite de transição, produzido na segunda semana pós-parto; e o leite maduro, que será produzido a partir da segunda quinzena pós-parto. Assim, para quem é direcionado o aleitamento materno exclusivo?
Alternativas
Q4044300 Enfermagem

O sistema digestório é composto por um conjunto de órgãos que têm como função a realização da digestão, para garantir a absorção dos nutrientes. A parede do tubo digestivo tem a mesma estrutura da boca ao ânus, sendo formada por quatro camadas com funções específicas. Diante disso, relacione a Coluna I com a Coluna II:



Coluna I - Camadas do tubo digestivo.


1. Mucosa.
2. Submucosa.
3. Muscular.
4. Serosa.

Coluna II - Características:


(  ) Camada responsável pelos movimentos peristálticos e de mistura do bolo alimentar.
(  ) Camada mais interna, com presença de vilosidades e contato direto com o alimento.
(  ) Camada que contém vasos sanguíneos, linfáticos e glândulas.
(  ) Camada mais externa que secreta líquido seroso, reduzindo o atrito com outras vísceras.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

Alternativas
Q4044299 Enfermagem
O Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) é uma condição metabólica crônica de alta prevalência, frequentemente associada a fatores como excesso de peso e predisposição genética. Seu curso clínico costuma ser silencioso por longos períodos, o que contribui para diagnósticos tardios e o desenvolvimento de complicações. Sobre a DM2, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044298 Enfermagem
A administração de imunobiológicos pode ocorrer por diferentes vias, sendo a via intradérmica uma das técnicas utilizadas em situações específicas. Essa via possui características próprias quanto ao local de aplicação, absorção e volume administrado. Considerando isso, qual é o volume máximo a ser administrado pela via intradérmica?
Alternativas
Q4044297 Segurança e Saúde no Trabalho
As doenças do trabalho referem-se a um conjunto de danos ou agravos que incidem sobre a saúde dos trabalhadores, causados, desencadeados ou agravados por fatores de risco presentes nos locais de trabalho. Manifestam-se de forma lenta e insidiosa, podendo levar anos para aparecerem, o que, na prática, tem demonstrado ser um fator dificultador no estabelecimento da relação entre uma doença sob investigação e o trabalho. Diante disso, quais são as doenças relacionadas ao trabalho? 
Alternativas
Q4044296 Enfermagem
Denominam-se artigos hospitalares os materiais empregados com o objetivo de prevenir danos à saúde das pessoas ou de restabelecê-la, necessários aos cuidados dispensados. Eles têm grande variedade e as mais diversas finalidades, podendo ser descartáveis ou permanentes, e esterilizáveis ou não. Sobre a classificação e conceitos dos artigos hospitalares, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044295 Enfermagem
A influenza ou gripe é uma infecção respiratória aguda, causada pelos vírus influenza A, B, C ou D, sendo os vírus A e B responsáveis por epidemias sazonais. Os vírus influenza A encontram-se estreitamente associados a eventos pandêmicos, como ocorrido em 2009 com a pandemia de Influenza A (H1N1). Diante disso, quais são os sinais e sintomas MAIS COMUNS da influenza?
Alternativas
Respostas
1921: A
1922: D
1923: D
1924: A
1925: B
1926: A
1927: E
1928: C
1929: E
1930: A
1931: C
1932: B
1933: D
1934: D
1935: A
1936: C
1937: A
1938: B
1939: B
1940: A