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Ilka Stern Cohen, "Quando perder é vencer". Revista de História da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, jul. 2012. http://www.revistadehistoria.com.br/secao/dossie-imigracao-italiana/quando-perder-e-vencer.
O movimento a que se refere o documento defendia o(a)
[...] Não lhe restava, pois, mais que uma de duas resoluções a tomar: ou proclamar de todo a independência, para ser herói [...] E, inspirado pelo gênio da glória, não tardou nem mais um instante: e passou a lançar, dali mesmo, do meio daquelas virgens Campinas, o brado resoluto de 'Independência ou morte."
VARNHAGEN, Adolfo. História da Independência do Brasil. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1917
Texto 2
Ao longo do caminho, com a aproximação da vila de Campo Maior, Fidié e suas tropas se depararam com uma coluna de revoltosos que entraram em linha de combate, sendo travada então no Piauí uma das mais importantes batalhas da Guerra de Independência. O combate foi próximo ao riacho Jenipapo, ocorrido em 13 de março de 1823.
SANTANA, Johny Araújo. O Piauí no processo de independência: contribuição para construção do Império em 1823. Revista Clio de Pesquisa Histórica.V. 33. N.02, 2015.
A análise contida no texto 2, quando comparada ao texto 1
Art. 1º. A mulher nasce livre e tem os mesmos direitos do homem. As distinções sociais só podem ser baseadas no interesse comum.
Art. 2°. O objeto de toda associação política é a conservação dos direitos imprescritíveis da mulher e do homem. Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança e, sobretudo, a resistência à opressão. [...]
DE GOUGES, Olympe. Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã. França, 1791. Disponível em: https://direitoshumanos.dpu.def.br/declaracao-dos-direitos-da-mulher-e-da-cidada-de-1791-franca/. Acessado em: 07/11/2025.
A Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadā, no curso do avanço das ideias iluministas na França, pode ser lida como
Marina Franco - A Argentina é um caso particular em relação a como se resolveu a saída da transição. É diferente do Uruguai, do Chile, do Brasil. Se você olhar a partir do presente, é o melhor, é um modelo de como se julgar e investigar esses crimes. [...] O que aconteceu na Argentina foi que existiram as condições políticas para que pudesse haver justiça transicional. [...] As Forças Armadas saem de cena completamente derrotadas e fracassadas. Deixaram o poder com um fracasso político terrível, com um fracasso em uma guerra desastrosa - a Guerra das Malvinas -, com um fracasso econômico e uma crise atroz. Isso é o inverso do que aconteceu no Brasil. Durante o governo militar no Brasil se produziu um milagre econômico - muito questionado, mas houve um momento de crescimento.
Brasil é país que menos julgou e puniu crimes da ditadura na região, diz historiadora argentina. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-61171113. Acesso em: 07/11/2025.
A justiça de transição na Argentina ocorreu de forma divergente a outros países como o Brasil, Uruguai e Chile. Segundo a entrevistada, isso se deu em função do (da)

Fonte: Hemeroteca digital e Fundo Agência Nacional. Disponíveis em: https://www.scielo.br/j/his/a/YGSh8nm5WjPgxCq4nYhr9jD/?lang=pt#B33_ref. Acessado em: 06/11/2025.
Os cartazes se referem à participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial e podem ser lidos como um (uma)
BLOCH, M. Apologia da História, ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. p.54.
No texto, Marc Bloch problematiza a produção historiográfica anterior ao Annales e tece uma crítica
Qual alternativa descreve corretamente o mecanismo de ação da ondansetrona?