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Assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas:
(__) Utensílios e equipamentos devem ser higienizados antes de cada uso.
(__) Superfícies de trabalho devem ser higienizadas durante o expediente sempre que houver risco de contaminação.
(__) Panelas e utensílios não precisam de desinfecção se forem utilizados apenas com água quente.
(__) A higienização adequada ajuda a prevenir contaminações e garante a segurança dos alimentos.
A sequência que preenche corretamente as lacunas acima de cima para baixo é:
(__) O total inicial de maçãs era 360 unidades.
(__) Após a venda, restaram 324 maçãs.
(__) Se as maçãs restantes forem divididas em 12 caixas iguais, cada caixa terá 27 maçãs.
(__) A diferença entre o total inicial e o restante é 30 maçãs.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que está por trás do aumento de navios abandonados no mar
Nos últimos meses, cresceu de forma significativa o número de petroleiros e de outras embarcações comerciais abandonadas por seus proprietários em diversas regiões do mundo. Esse fenômeno levanta questionamentos sobre suas causas e, principalmente, sobre os impactos humanos sofridos pelos marinheiros mercantes envolvidos.
Um tripulante, cuja identidade foi preservada, relatou à imprensa a partir de um petroleiro abandonado fora das águas territoriais de um país asiático que a tripulação enfrentou falta de alimentos básicos, como carne, grãos e peixe. A escassez comprometeu a saúde dos trabalhadores e agravou o clima a bordo, marcado por fome, tensão e incerteza quanto ao futuro.
A embarcação transporta cerca de setecentos e cinquenta mil barris de petróleo bruto, avaliados em aproximadamente cinquenta milhões de dólares, e havia partido do Extremo Oriente da Rússia com destino à Ásia no início de novembro. Após meses sem pagamento de salários, o navio foi considerado abandonado por uma federação sindical internacional. A embarcação permanece em águas internacionais, sem autorização para atracar, mas houve intervenção sindical para garantir parte dos salários atrasados e o envio de alimentos, água potável e suprimentos essenciais. Apesar da repatriação de alguns tripulantes, a maioria segue a bordo.
Dados sindicais indicam que, em 2016, foram registrados apenas vinte navios abandonados no mundo. Em 2025, esse número saltou para mais de quatrocentos, afetando mais de seis mil marinheiros, um aumento expressivo em relação ao ano anterior. A instabilidade geopolítica, conflitos armados e os efeitos prolongados da pandemia contribuíram para interrupções nas cadeias de suprimento e variações nos custos de frete, dificultando a sobrevivência financeira de algumas empresas marítimas.
Outro fator relevante é a expansão das chamadas frotas fantasmas, compostas principalmente por embarcações antigas, com estruturas de propriedade pouco transparentes, condições precárias de navegação e ausência de seguro adequado. Esses navios costumam operar sob bandeiras de conveniência, registradas em países com fiscalização limitada, o que permite contornar sanções internacionais e exportar petróleo em desacordo com restrições impostas a determinados Estados.
O uso de bandeiras de conveniência não é recente e historicamente tem sido adotado para escapar de legislações nacionais mais rigorosas. Atualmente, poucos países concentram grande parte do registro dessas embarcações, recebendo taxas em troca do uso de suas bandeiras. Nos últimos anos, novos Estados passaram a oferecer esse tipo de registro, ampliando o problema.
A maioria dos navios abandonados em 2025 navegava sob bandeiras de conveniência. Embora não seja possível determinar quantos pertencem diretamente às frotas fantasmas, o estado precário dessas embarcações e a falta de transparência aumentam os riscos tanto para os navios quanto para suas tripulações.
Segundo diretrizes internacionais, um marinheiro é considerado abandonado quando o armador deixa de garantir sua repatriação, o sustento básico ou o pagamento de salários por pelo menos dois meses. No ano passado, tripulações abandonadas acumularam mais de vinte e cinco milhões de dólares em salários atrasados, dos quais cerca de dois terços foram recuperados por meio de intervenções sindicais.
As nacionalidades mais afetadas pelo abandono marítimo em 2025 foram a indiana, a filipina e a síria. Diante desse cenário, alguns governos passaram a restringir a atuação de embarcações envolvidas em violações de direitos trabalhistas, especialmente aquelas com proprietários difíceis de identificar ou sem resposta dos Estados de registro.
Especialistas do setor marítimo apontam que os países que oferecem bandeiras de conveniência frequentemente deixam de assumir responsabilidades sobre as embarcações registradas, apesar de o direito marítimo internacional prever a existência de um vínculo efetivo entre o navio, seus proprietários e o Estado de bandeira. Na prática, esse vínculo ainda é frágil e pouco definido.
O tripulante que relatou sua experiência afirma que, no futuro, será mais criterioso ao escolher em que navio trabalhar, buscando informações sobre condições de trabalho, salários, provisões e eventuais sanções. Marinheiros frequentemente dependem das oportunidades disponíveis, e, enquanto as frotas fantasmas continuarem a desempenhar papel central no transporte de petróleo, especialistas alertam que apenas uma cooperação internacional mais ampla poderá reduzir os riscos e proteger os trabalhadores do mar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd9gd4ee4zvo.adaptado.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que está por trás do aumento de navios abandonados no mar
Nos últimos meses, cresceu de forma significativa o número de petroleiros e de outras embarcações comerciais abandonadas por seus proprietários em diversas regiões do mundo. Esse fenômeno levanta questionamentos sobre suas causas e, principalmente, sobre os impactos humanos sofridos pelos marinheiros mercantes envolvidos.
Um tripulante, cuja identidade foi preservada, relatou à imprensa a partir de um petroleiro abandonado fora das águas territoriais de um país asiático que a tripulação enfrentou falta de alimentos básicos, como carne, grãos e peixe. A escassez comprometeu a saúde dos trabalhadores e agravou o clima a bordo, marcado por fome, tensão e incerteza quanto ao futuro.
A embarcação transporta cerca de setecentos e cinquenta mil barris de petróleo bruto, avaliados em aproximadamente cinquenta milhões de dólares, e havia partido do Extremo Oriente da Rússia com destino à Ásia no início de novembro. Após meses sem pagamento de salários, o navio foi considerado abandonado por uma federação sindical internacional. A embarcação permanece em águas internacionais, sem autorização para atracar, mas houve intervenção sindical para garantir parte dos salários atrasados e o envio de alimentos, água potável e suprimentos essenciais. Apesar da repatriação de alguns tripulantes, a maioria segue a bordo.
Dados sindicais indicam que, em 2016, foram registrados apenas vinte navios abandonados no mundo. Em 2025, esse número saltou para mais de quatrocentos, afetando mais de seis mil marinheiros, um aumento expressivo em relação ao ano anterior. A instabilidade geopolítica, conflitos armados e os efeitos prolongados da pandemia contribuíram para interrupções nas cadeias de suprimento e variações nos custos de frete, dificultando a sobrevivência financeira de algumas empresas marítimas.
Outro fator relevante é a expansão das chamadas frotas fantasmas, compostas principalmente por embarcações antigas, com estruturas de propriedade pouco transparentes, condições precárias de navegação e ausência de seguro adequado. Esses navios costumam operar sob bandeiras de conveniência, registradas em países com fiscalização limitada, o que permite contornar sanções internacionais e exportar petróleo em desacordo com restrições impostas a determinados Estados.
O uso de bandeiras de conveniência não é recente e historicamente tem sido adotado para escapar de legislações nacionais mais rigorosas. Atualmente, poucos países concentram grande parte do registro dessas embarcações, recebendo taxas em troca do uso de suas bandeiras. Nos últimos anos, novos Estados passaram a oferecer esse tipo de registro, ampliando o problema.
A maioria dos navios abandonados em 2025 navegava sob bandeiras de conveniência. Embora não seja possível determinar quantos pertencem diretamente às frotas fantasmas, o estado precário dessas embarcações e a falta de transparência aumentam os riscos tanto para os navios quanto para suas tripulações.
Segundo diretrizes internacionais, um marinheiro é considerado abandonado quando o armador deixa de garantir sua repatriação, o sustento básico ou o pagamento de salários por pelo menos dois meses. No ano passado, tripulações abandonadas acumularam mais de vinte e cinco milhões de dólares em salários atrasados, dos quais cerca de dois terços foram recuperados por meio de intervenções sindicais.
As nacionalidades mais afetadas pelo abandono marítimo em 2025 foram a indiana, a filipina e a síria. Diante desse cenário, alguns governos passaram a restringir a atuação de embarcações envolvidas em violações de direitos trabalhistas, especialmente aquelas com proprietários difíceis de identificar ou sem resposta dos Estados de registro.
Especialistas do setor marítimo apontam que os países que oferecem bandeiras de conveniência frequentemente deixam de assumir responsabilidades sobre as embarcações registradas, apesar de o direito marítimo internacional prever a existência de um vínculo efetivo entre o navio, seus proprietários e o Estado de bandeira. Na prática, esse vínculo ainda é frágil e pouco definido.
O tripulante que relatou sua experiência afirma que, no futuro, será mais criterioso ao escolher em que navio trabalhar, buscando informações sobre condições de trabalho, salários, provisões e eventuais sanções. Marinheiros frequentemente dependem das oportunidades disponíveis, e, enquanto as frotas fantasmas continuarem a desempenhar papel central no transporte de petróleo, especialistas alertam que apenas uma cooperação internacional mais ampla poderá reduzir os riscos e proteger os trabalhadores do mar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd9gd4ee4zvo.adaptado.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que está por trás do aumento de navios abandonados no mar
Nos últimos meses, cresceu de forma significativa o número de petroleiros e de outras embarcações comerciais abandonadas por seus proprietários em diversas regiões do mundo. Esse fenômeno levanta questionamentos sobre suas causas e, principalmente, sobre os impactos humanos sofridos pelos marinheiros mercantes envolvidos.
Um tripulante, cuja identidade foi preservada, relatou à imprensa a partir de um petroleiro abandonado fora das águas territoriais de um país asiático que a tripulação enfrentou falta de alimentos básicos, como carne, grãos e peixe. A escassez comprometeu a saúde dos trabalhadores e agravou o clima a bordo, marcado por fome, tensão e incerteza quanto ao futuro.
A embarcação transporta cerca de setecentos e cinquenta mil barris de petróleo bruto, avaliados em aproximadamente cinquenta milhões de dólares, e havia partido do Extremo Oriente da Rússia com destino à Ásia no início de novembro. Após meses sem pagamento de salários, o navio foi considerado abandonado por uma federação sindical internacional. A embarcação permanece em águas internacionais, sem autorização para atracar, mas houve intervenção sindical para garantir parte dos salários atrasados e o envio de alimentos, água potável e suprimentos essenciais. Apesar da repatriação de alguns tripulantes, a maioria segue a bordo.
Dados sindicais indicam que, em 2016, foram registrados apenas vinte navios abandonados no mundo. Em 2025, esse número saltou para mais de quatrocentos, afetando mais de seis mil marinheiros, um aumento expressivo em relação ao ano anterior. A instabilidade geopolítica, conflitos armados e os efeitos prolongados da pandemia contribuíram para interrupções nas cadeias de suprimento e variações nos custos de frete, dificultando a sobrevivência financeira de algumas empresas marítimas.
Outro fator relevante é a expansão das chamadas frotas fantasmas, compostas principalmente por embarcações antigas, com estruturas de propriedade pouco transparentes, condições precárias de navegação e ausência de seguro adequado. Esses navios costumam operar sob bandeiras de conveniência, registradas em países com fiscalização limitada, o que permite contornar sanções internacionais e exportar petróleo em desacordo com restrições impostas a determinados Estados.
O uso de bandeiras de conveniência não é recente e historicamente tem sido adotado para escapar de legislações nacionais mais rigorosas. Atualmente, poucos países concentram grande parte do registro dessas embarcações, recebendo taxas em troca do uso de suas bandeiras. Nos últimos anos, novos Estados passaram a oferecer esse tipo de registro, ampliando o problema.
A maioria dos navios abandonados em 2025 navegava sob bandeiras de conveniência. Embora não seja possível determinar quantos pertencem diretamente às frotas fantasmas, o estado precário dessas embarcações e a falta de transparência aumentam os riscos tanto para os navios quanto para suas tripulações.
Segundo diretrizes internacionais, um marinheiro é considerado abandonado quando o armador deixa de garantir sua repatriação, o sustento básico ou o pagamento de salários por pelo menos dois meses. No ano passado, tripulações abandonadas acumularam mais de vinte e cinco milhões de dólares em salários atrasados, dos quais cerca de dois terços foram recuperados por meio de intervenções sindicais.
As nacionalidades mais afetadas pelo abandono marítimo em 2025 foram a indiana, a filipina e a síria. Diante desse cenário, alguns governos passaram a restringir a atuação de embarcações envolvidas em violações de direitos trabalhistas, especialmente aquelas com proprietários difíceis de identificar ou sem resposta dos Estados de registro.
Especialistas do setor marítimo apontam que os países que oferecem bandeiras de conveniência frequentemente deixam de assumir responsabilidades sobre as embarcações registradas, apesar de o direito marítimo internacional prever a existência de um vínculo efetivo entre o navio, seus proprietários e o Estado de bandeira. Na prática, esse vínculo ainda é frágil e pouco definido.
O tripulante que relatou sua experiência afirma que, no futuro, será mais criterioso ao escolher em que navio trabalhar, buscando informações sobre condições de trabalho, salários, provisões e eventuais sanções. Marinheiros frequentemente dependem das oportunidades disponíveis, e, enquanto as frotas fantasmas continuarem a desempenhar papel central no transporte de petróleo, especialistas alertam que apenas uma cooperação internacional mais ampla poderá reduzir os riscos e proteger os trabalhadores do mar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd9gd4ee4zvo.adaptado.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que está por trás do aumento de navios abandonados no mar
Nos últimos meses, cresceu de forma significativa o número de petroleiros e de outras embarcações comerciais abandonadas por seus proprietários em diversas regiões do mundo. Esse fenômeno levanta questionamentos sobre suas causas e, principalmente, sobre os impactos humanos sofridos pelos marinheiros mercantes envolvidos.
Um tripulante, cuja identidade foi preservada, relatou à imprensa a partir de um petroleiro abandonado fora das águas territoriais de um país asiático que a tripulação enfrentou falta de alimentos básicos, como carne, grãos e peixe. A escassez comprometeu a saúde dos trabalhadores e agravou o clima a bordo, marcado por fome, tensão e incerteza quanto ao futuro.
A embarcação transporta cerca de setecentos e cinquenta mil barris de petróleo bruto, avaliados em aproximadamente cinquenta milhões de dólares, e havia partido do Extremo Oriente da Rússia com destino à Ásia no início de novembro. Após meses sem pagamento de salários, o navio foi considerado abandonado por uma federação sindical internacional. A embarcação permanece em águas internacionais, sem autorização para atracar, mas houve intervenção sindical para garantir parte dos salários atrasados e o envio de alimentos, água potável e suprimentos essenciais. Apesar da repatriação de alguns tripulantes, a maioria segue a bordo.
Dados sindicais indicam que, em 2016, foram registrados apenas vinte navios abandonados no mundo. Em 2025, esse número saltou para mais de quatrocentos, afetando mais de seis mil marinheiros, um aumento expressivo em relação ao ano anterior. A instabilidade geopolítica, conflitos armados e os efeitos prolongados da pandemia contribuíram para interrupções nas cadeias de suprimento e variações nos custos de frete, dificultando a sobrevivência financeira de algumas empresas marítimas.
Outro fator relevante é a expansão das chamadas frotas fantasmas, compostas principalmente por embarcações antigas, com estruturas de propriedade pouco transparentes, condições precárias de navegação e ausência de seguro adequado. Esses navios costumam operar sob bandeiras de conveniência, registradas em países com fiscalização limitada, o que permite contornar sanções internacionais e exportar petróleo em desacordo com restrições impostas a determinados Estados.
O uso de bandeiras de conveniência não é recente e historicamente tem sido adotado para escapar de legislações nacionais mais rigorosas. Atualmente, poucos países concentram grande parte do registro dessas embarcações, recebendo taxas em troca do uso de suas bandeiras. Nos últimos anos, novos Estados passaram a oferecer esse tipo de registro, ampliando o problema.
A maioria dos navios abandonados em 2025 navegava sob bandeiras de conveniência. Embora não seja possível determinar quantos pertencem diretamente às frotas fantasmas, o estado precário dessas embarcações e a falta de transparência aumentam os riscos tanto para os navios quanto para suas tripulações.
Segundo diretrizes internacionais, um marinheiro é considerado abandonado quando o armador deixa de garantir sua repatriação, o sustento básico ou o pagamento de salários por pelo menos dois meses. No ano passado, tripulações abandonadas acumularam mais de vinte e cinco milhões de dólares em salários atrasados, dos quais cerca de dois terços foram recuperados por meio de intervenções sindicais.
As nacionalidades mais afetadas pelo abandono marítimo em 2025 foram a indiana, a filipina e a síria. Diante desse cenário, alguns governos passaram a restringir a atuação de embarcações envolvidas em violações de direitos trabalhistas, especialmente aquelas com proprietários difíceis de identificar ou sem resposta dos Estados de registro.
Especialistas do setor marítimo apontam que os países que oferecem bandeiras de conveniência frequentemente deixam de assumir responsabilidades sobre as embarcações registradas, apesar de o direito marítimo internacional prever a existência de um vínculo efetivo entre o navio, seus proprietários e o Estado de bandeira. Na prática, esse vínculo ainda é frágil e pouco definido.
O tripulante que relatou sua experiência afirma que, no futuro, será mais criterioso ao escolher em que navio trabalhar, buscando informações sobre condições de trabalho, salários, provisões e eventuais sanções. Marinheiros frequentemente dependem das oportunidades disponíveis, e, enquanto as frotas fantasmas continuarem a desempenhar papel central no transporte de petróleo, especialistas alertam que apenas uma cooperação internacional mais ampla poderá reduzir os riscos e proteger os trabalhadores do mar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd9gd4ee4zvo.adaptado.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que está por trás do aumento de navios abandonados no mar
Nos últimos meses, cresceu de forma significativa o número de petroleiros e de outras embarcações comerciais abandonadas por seus proprietários em diversas regiões do mundo. Esse fenômeno levanta questionamentos sobre suas causas e, principalmente, sobre os impactos humanos sofridos pelos marinheiros mercantes envolvidos.
Um tripulante, cuja identidade foi preservada, relatou à imprensa a partir de um petroleiro abandonado fora das águas territoriais de um país asiático que a tripulação enfrentou falta de alimentos básicos, como carne, grãos e peixe. A escassez comprometeu a saúde dos trabalhadores e agravou o clima a bordo, marcado por fome, tensão e incerteza quanto ao futuro.
A embarcação transporta cerca de setecentos e cinquenta mil barris de petróleo bruto, avaliados em aproximadamente cinquenta milhões de dólares, e havia partido do Extremo Oriente da Rússia com destino à Ásia no início de novembro. Após meses sem pagamento de salários, o navio foi considerado abandonado por uma federação sindical internacional. A embarcação permanece em águas internacionais, sem autorização para atracar, mas houve intervenção sindical para garantir parte dos salários atrasados e o envio de alimentos, água potável e suprimentos essenciais. Apesar da repatriação de alguns tripulantes, a maioria segue a bordo.
Dados sindicais indicam que, em 2016, foram registrados apenas vinte navios abandonados no mundo. Em 2025, esse número saltou para mais de quatrocentos, afetando mais de seis mil marinheiros, um aumento expressivo em relação ao ano anterior. A instabilidade geopolítica, conflitos armados e os efeitos prolongados da pandemia contribuíram para interrupções nas cadeias de suprimento e variações nos custos de frete, dificultando a sobrevivência financeira de algumas empresas marítimas.
Outro fator relevante é a expansão das chamadas frotas fantasmas, compostas principalmente por embarcações antigas, com estruturas de propriedade pouco transparentes, condições precárias de navegação e ausência de seguro adequado. Esses navios costumam operar sob bandeiras de conveniência, registradas em países com fiscalização limitada, o que permite contornar sanções internacionais e exportar petróleo em desacordo com restrições impostas a determinados Estados.
O uso de bandeiras de conveniência não é recente e historicamente tem sido adotado para escapar de legislações nacionais mais rigorosas. Atualmente, poucos países concentram grande parte do registro dessas embarcações, recebendo taxas em troca do uso de suas bandeiras. Nos últimos anos, novos Estados passaram a oferecer esse tipo de registro, ampliando o problema.
A maioria dos navios abandonados em 2025 navegava sob bandeiras de conveniência. Embora não seja possível determinar quantos pertencem diretamente às frotas fantasmas, o estado precário dessas embarcações e a falta de transparência aumentam os riscos tanto para os navios quanto para suas tripulações.
Segundo diretrizes internacionais, um marinheiro é considerado abandonado quando o armador deixa de garantir sua repatriação, o sustento básico ou o pagamento de salários por pelo menos dois meses. No ano passado, tripulações abandonadas acumularam mais de vinte e cinco milhões de dólares em salários atrasados, dos quais cerca de dois terços foram recuperados por meio de intervenções sindicais.
As nacionalidades mais afetadas pelo abandono marítimo em 2025 foram a indiana, a filipina e a síria. Diante desse cenário, alguns governos passaram a restringir a atuação de embarcações envolvidas em violações de direitos trabalhistas, especialmente aquelas com proprietários difíceis de identificar ou sem resposta dos Estados de registro.
Especialistas do setor marítimo apontam que os países que oferecem bandeiras de conveniência frequentemente deixam de assumir responsabilidades sobre as embarcações registradas, apesar de o direito marítimo internacional prever a existência de um vínculo efetivo entre o navio, seus proprietários e o Estado de bandeira. Na prática, esse vínculo ainda é frágil e pouco definido.
O tripulante que relatou sua experiência afirma que, no futuro, será mais criterioso ao escolher em que navio trabalhar, buscando informações sobre condições de trabalho, salários, provisões e eventuais sanções. Marinheiros frequentemente dependem das oportunidades disponíveis, e, enquanto as frotas fantasmas continuarem a desempenhar papel central no transporte de petróleo, especialistas alertam que apenas uma cooperação internacional mais ampla poderá reduzir os riscos e proteger os trabalhadores do mar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd9gd4ee4zvo.adaptado.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
I. O Certificado de Registro de Veículo em meio eletrônico (CRV-e) e o Certificado de Licenciamento Anual em meio eletrônico (CLA-e) são expedidos em documento único.
II. O Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo em meio eletrônico (CRLV-e) deve ser emitido somente após a quitação de débitos de tributos e multas.
O proprietário do veículo é obrigado a portar a versão impressa do CRLV-e em papel moeda fornecido pelo órgão executivo de trânsito.
Está CORRETO o que se afirma em:
I. Dirigir veículo segurando ou manuseando telefone celular caracteriza infração de natureza gravíssima, sujeita a multa e pontuação específica no prontuário.
II. O condutor que exercer atividade remunerada ao veículo terá sua Carteira Nacional de Habilitação suspensa quando atingir 40 (quarenta) pontos, independente da natureza das infrações.
III. A penalidade de suspensão do direito de dirigir será imposta quando o condutor atingir 20 (vinte) pontos, caso constem 2 (duas) ou mais infrações gravíssimas.
Está CORRETO o que se afirma em: