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Q4024843 Matemática
Raimundo chegou cedo ao local da prova de concurso público e decidiu comprar alguns itens com um ambulante que estava na porta. Ele comprou: 

• uma caneta preta por R$ 5,00 • um pacote de amendoim por R$ 8,00 • um chocolate por R$ 12,00


Ele pagou o ambulante utilizando apenas duas notas. Considerando as notas disponíveis (R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50, R$ 100 e R$ 200), qual combinação de notas poderia ter sido usada por Raimundo? 
Alternativas
Q4024842 Raciocínio Lógico
A professora Helena apresentou aos alunos a seguinte sequência de símbolos: 
♖, ♙, ♘, ♖, ♙, ♘, ♖, ♙, ♘, …

Ela explicou que a sequência segue sempre o mesmo padrão: um ciclo de três símbolos, repetido indefinidamente na ordem: 


Com base nesse padrão, qual será o 17º símbolo da sequência? Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4024841 Matemática
O arquiteto Ruy está desenvolvendo um protótipo de mobiliário urbano para uma praça. Para facilitar a visualização do projeto, ele decidiu construir um modelo físico em escala 1:1, ou seja, cada medida do modelo corresponde exatamente à medida real do objeto. No projeto original, um dos bancos possui 1,8 metro de comprimento.
Considerando a escala utilizada por Ruy, qual deve ser o comprimento do banco no modelo físico?
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4024840 Matemática
Analise as assertivas abaixo, referentes a porcentagens, e classifique-as em verdadeiro (V) ou falso (F). Em seguida, assinale a alternativa correta. 
(__) 84 é 15% de 560. (__) 2% de 5 é igual a 0,1. (__) 7 é 10% de 77. (__) 13 é 50% de 27. 
Alternativas
Q4024839 Matemática
A analista administrativa, Rute, estava analisando dados de um relatório que continha a soma dos valores de despesas mensais, totalizando R$ 4.800. Sabendo que a média desses valores é de R$ 600, qual é o número de amostras desses dados analisados?
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4024838 Matemática
Considere os números 35 e 1225. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o Mínimo Múltiplo Comum (MMC) desses dois números. 
Alternativas
Q4024837 Matemática
Durante o expediente, o auxiliar de serviços Sebastião precisou repor materiais de limpeza nas salas do prédio. Ele colocou 19 unidades de detergente no carrinho e, ao passar pelo almoxarifado, adicionou mais 9 unidades. Qual foi o total de unidades de detergente que Sebastião levou?

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4024836 Matemática
Eduardo está construindo uma rampa de acesso em formato de triângulo retângulo para facilitar a entrada de mercadorias em seu depósito. Ele definiu que a altura da rampa será de 2 metros e que a base terá 75% do valor da altura. 

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Com base nessas medidas, qual será o comprimento da diagonal da rampa (hipotenusa)?
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4024835 Matemática
Durante uma atividade de controle de estoque, Gilberto precisou dividir 10,8 litros de um produto igualmente em 2,16 litros por recipiente. Quantos recipientes completos ele conseguirá encher?
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4024834 Redação Oficial
Assinale a alternativa que apresenta um atributo correto da redação oficial. 
Alternativas
Q4024833 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado se apresenta totalmente correto em relação ao emprego de pronome de tratamento, de acordo com a redação oficial. 
Alternativas
Q4024832 Português
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem:
- ___ depender do que você precisa, estou sempre ___ disposição.
- De leste ___ oeste, pretendemos passar por toda ___ Europa.
- Daqui ___ algumas horas pode me esperar para nos dedicarmos ___ árdua tarefa. 
Alternativas
Q4024831 Português
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QUINO. Mafalda. Disponível em <https://agendadasbugigangas.wordpress.com/wpcontent/uploads/2011/05/mafalda-quino.pdf>. 


“(...) tem milhões de pessoas (...)”
O verbo destacado no enunciado acima, utilizado no primeiro quadrinho, pode ser substituído corretamente por: 
Alternativas
Q4024830 Português

“Diz-se que a literatura existe para purificar – sublimar – o inferno real.” (José Castello)

A palavra destacada no pensamento acima possui o sentido de 

Alternativas
Q4024829 Português
Assinale a alternativa cujo elemento destacado se refere a algo mencionado posteriormente no mesmo enunciado. 
Alternativas
Q4024828 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado se apresenta sob a figura de linguagem conhecida como prosopopeia ou personificação. 
Alternativas
Q4024827 Português
Dias de chuva


    Literalmente adoro dias de chuva. Aquela preguiça boa, que nos remete ao recolhimento. A chuva me traz recordações da infância, de tomar banho na rua, pulando na enxurrada. E dos bolinhos de chuva, e o chocolate que mamãe preparava. Mas tinha que obedecer, tomar outro banho, quente desta vez. Não esquecendo de tirar o grude de trás das orelhas, e de secar o chão ao sair do banho. A tarde corria solta, a chuva mostrando a que veio, trovoadas e relâmpagos cortando o céu. Sem preocupações, o melhor era a disputa com meus irmãos, quem iria pegar o maior bolinho.

    Sempre brincávamos com isso, nossa mãe fazia os bolinhos maiores ou menores, conforme colhesse a massa com a colher. Proposital ou não, sempre eram diferentes no tamanho. Isso causava um rebuliço em volta da mesa.

    Muitos anos se passaram, não tive o mesmo costume de fazer para meus filhos os bolinhos de chuva. Talvez porque aqueles momentos eram nossos e da nossa mãe. Mas a chuva continua trazendo imagens daqueles momentos, tão pequenos e simples.

    Felicidade é um ato tão doce e pequeno, em uma tarde de chuva, o recolhimento, a abstração de tudo. Só ficar “de boa”, como dizia meu filho na infância. Lendo, brincando, contando anedotas. Lembro dos primeiros dias de casamento, ficávamos na cama, conversando, rindo, vendo TV. Depois, com os filhos a cama ficava apertada, mas ainda assim era gostoso, ficar ali fazendo nada, como diria meu esposo.

     Tardes e noites abençoadas, com a chuva cantarolando no telhado. Esses dias se foram, o tempo leva os momentos, a chuva traz novos momentos. Ainda amo a chuva, mesmo que, às vezes, a natureza em fúria cause tragédias. Mas a chuva em si não é culpada, a culpa com certeza é da humanidade. A chuva é benção, é magia. 

    Confidente dos amantes, alegria da meninada, que ainda hoje canta e dança na chuva. Que traz encantamento. 

SOUZA, Ivete Rosa de. Dias de chuva. Jornal Cultural
ROL. Disponível em <https://jornalrol.com.br/?p=57942>. 

“Isso causava um rebuliço em volta da mesa.”

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 

Alternativas
Q4024826 Português
Dias de chuva


    Literalmente adoro dias de chuva. Aquela preguiça boa, que nos remete ao recolhimento. A chuva me traz recordações da infância, de tomar banho na rua, pulando na enxurrada. E dos bolinhos de chuva, e o chocolate que mamãe preparava. Mas tinha que obedecer, tomar outro banho, quente desta vez. Não esquecendo de tirar o grude de trás das orelhas, e de secar o chão ao sair do banho. A tarde corria solta, a chuva mostrando a que veio, trovoadas e relâmpagos cortando o céu. Sem preocupações, o melhor era a disputa com meus irmãos, quem iria pegar o maior bolinho.

    Sempre brincávamos com isso, nossa mãe fazia os bolinhos maiores ou menores, conforme colhesse a massa com a colher. Proposital ou não, sempre eram diferentes no tamanho. Isso causava um rebuliço em volta da mesa.

    Muitos anos se passaram, não tive o mesmo costume de fazer para meus filhos os bolinhos de chuva. Talvez porque aqueles momentos eram nossos e da nossa mãe. Mas a chuva continua trazendo imagens daqueles momentos, tão pequenos e simples.

    Felicidade é um ato tão doce e pequeno, em uma tarde de chuva, o recolhimento, a abstração de tudo. Só ficar “de boa”, como dizia meu filho na infância. Lendo, brincando, contando anedotas. Lembro dos primeiros dias de casamento, ficávamos na cama, conversando, rindo, vendo TV. Depois, com os filhos a cama ficava apertada, mas ainda assim era gostoso, ficar ali fazendo nada, como diria meu esposo.

     Tardes e noites abençoadas, com a chuva cantarolando no telhado. Esses dias se foram, o tempo leva os momentos, a chuva traz novos momentos. Ainda amo a chuva, mesmo que, às vezes, a natureza em fúria cause tragédias. Mas a chuva em si não é culpada, a culpa com certeza é da humanidade. A chuva é benção, é magia. 

    Confidente dos amantes, alegria da meninada, que ainda hoje canta e dança na chuva. Que traz encantamento. 

SOUZA, Ivete Rosa de. Dias de chuva. Jornal Cultural
ROL. Disponível em <https://jornalrol.com.br/?p=57942>. 

“Ainda amo a chuva, mesmo que, às vezes, a natureza em fúria cause tragédias.”

A locução destacada no período acima possui o sentido de: 

Alternativas
Q4024825 Português
Dias de chuva


    Literalmente adoro dias de chuva. Aquela preguiça boa, que nos remete ao recolhimento. A chuva me traz recordações da infância, de tomar banho na rua, pulando na enxurrada. E dos bolinhos de chuva, e o chocolate que mamãe preparava. Mas tinha que obedecer, tomar outro banho, quente desta vez. Não esquecendo de tirar o grude de trás das orelhas, e de secar o chão ao sair do banho. A tarde corria solta, a chuva mostrando a que veio, trovoadas e relâmpagos cortando o céu. Sem preocupações, o melhor era a disputa com meus irmãos, quem iria pegar o maior bolinho.

    Sempre brincávamos com isso, nossa mãe fazia os bolinhos maiores ou menores, conforme colhesse a massa com a colher. Proposital ou não, sempre eram diferentes no tamanho. Isso causava um rebuliço em volta da mesa.

    Muitos anos se passaram, não tive o mesmo costume de fazer para meus filhos os bolinhos de chuva. Talvez porque aqueles momentos eram nossos e da nossa mãe. Mas a chuva continua trazendo imagens daqueles momentos, tão pequenos e simples.

    Felicidade é um ato tão doce e pequeno, em uma tarde de chuva, o recolhimento, a abstração de tudo. Só ficar “de boa”, como dizia meu filho na infância. Lendo, brincando, contando anedotas. Lembro dos primeiros dias de casamento, ficávamos na cama, conversando, rindo, vendo TV. Depois, com os filhos a cama ficava apertada, mas ainda assim era gostoso, ficar ali fazendo nada, como diria meu esposo.

     Tardes e noites abençoadas, com a chuva cantarolando no telhado. Esses dias se foram, o tempo leva os momentos, a chuva traz novos momentos. Ainda amo a chuva, mesmo que, às vezes, a natureza em fúria cause tragédias. Mas a chuva em si não é culpada, a culpa com certeza é da humanidade. A chuva é benção, é magia. 

    Confidente dos amantes, alegria da meninada, que ainda hoje canta e dança na chuva. Que traz encantamento. 

SOUZA, Ivete Rosa de. Dias de chuva. Jornal Cultural
ROL. Disponível em <https://jornalrol.com.br/?p=57942>. 
Nos primeiros parágrafos do texto “Dias de chuva”, a autora explora:
Alternativas
Q4024824 Enfermagem
Os fundamentos de enfermagem estabelecem os princípios éticos e responsabilidades que guiam a prática profissional do Técnico de Enfermagem. No hospital Total Saúde de Paralândia, o Técnico de Enfermagem atende paciente em situação vulnerável que questiona sobre confidencialidade de suas informações de saúde. O profissional reconhece que a confidencialidade é um direito fundamental do paciente e que a divulgação de informações sem consentimento viola princípios éticos e legislação específica. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve atuar conforme Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e Lei nº 7.498/1986. Qual das seguintes opções descreve a responsabilidade do Técnico de Enfermagem em relação à confidencialidade das informações do paciente?
Alternativas
Respostas
11921: B
11922: D
11923: B
11924: B
11925: C
11926: A
11927: E
11928: C
11929: D
11930: B
11931: E
11932: D
11933: C
11934: D
11935: E
11936: C
11937: B
11938: A
11939: A
11940: B