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I. 10 ÷ 2 = 5
II. 6 + 3 = 10
III. 8 − 3 = 5
IV. 4 × 2 = 8
V. 15 − 7 = 9
Considerando as sentenças apresentadas, quantas são verdadeiras?
Considerando apenas esses números, quantos são pares?
Reescrevendo o verbo destacado acima na mesma pessoa, no passado e no futuro, nessa mesma ordem, ficam corretas as formas:

Reescrevendo a frase “E por que você fez isso?!”, fica correta a seguinte forma:
Os espaços em branco acima podem ser preenchidos corretamente, na mesma ordem, por:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Rica infância
Como eram puras e simples as brincadeiras da minha infância! Quem teve o privilégio de morar na roça ou no interior sabe do que estou falando. Das brincadeiras de pique às cantigas de roda, passando pela cobra cega, rodar arco, puxar caminhãozinho de lata carregado de sabugos, armar arapuca, caçar de estilingue, jogar birosca com bolinhas de gude coloridas, rodar peão, empinar papagaio ou pipa, tomar banho de rio, pescar lambari de peneira, caçar com espingarda “pica-pau”, brincar de casinha com as primas, amarelinha, passar anel, garrafão, cinco Marias, queimada, esconde-esconde e tantas outras.
Eram infinitas as opções que tínhamos. Hoje não vejo mais as crianças se divertindo com a mesma pureza e intensidade daquele tempo. O tal computador, televisão e outros eletrônicos roubaram a alma da ingenuidade infantil. As crianças hoje são mais adultas, ocupadas, estressadas, egoístas e até mais desconfiadas.
Também pudera, são tantas facilidades para acessarem o mundo eletrônico que pouco estão se lixando com o que acontece ao seu redor. Culpa delas? Não, afinal, se existe alguém culpado nessa história, além do galopante progresso, são os próprios pais, que não sabem dosar as horas em frente a tudo isso. (...)
PICCININ, Osvaldo. Rica infância. Ruralcentro
(Adaptado). Disponível em <https://www.ruralcentro.com.br/analises/rica-infancia3286>.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Rica infância
Como eram puras e simples as brincadeiras da minha infância! Quem teve o privilégio de morar na roça ou no interior sabe do que estou falando. Das brincadeiras de pique às cantigas de roda, passando pela cobra cega, rodar arco, puxar caminhãozinho de lata carregado de sabugos, armar arapuca, caçar de estilingue, jogar birosca com bolinhas de gude coloridas, rodar peão, empinar papagaio ou pipa, tomar banho de rio, pescar lambari de peneira, caçar com espingarda “pica-pau”, brincar de casinha com as primas, amarelinha, passar anel, garrafão, cinco Marias, queimada, esconde-esconde e tantas outras.
Eram infinitas as opções que tínhamos. Hoje não vejo mais as crianças se divertindo com a mesma pureza e intensidade daquele tempo. O tal computador, televisão e outros eletrônicos roubaram a alma da ingenuidade infantil. As crianças hoje são mais adultas, ocupadas, estressadas, egoístas e até mais desconfiadas.
Também pudera, são tantas facilidades para acessarem o mundo eletrônico que pouco estão se lixando com o que acontece ao seu redor. Culpa delas? Não, afinal, se existe alguém culpado nessa história, além do galopante progresso, são os próprios pais, que não sabem dosar as horas em frente a tudo isso. (...)
PICCININ, Osvaldo. Rica infância. Ruralcentro
(Adaptado). Disponível em <https://www.ruralcentro.com.br/analises/rica-infancia3286>.
A palavra destacada no trecho acima indica uma situação:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Rica infância
Como eram puras e simples as brincadeiras da minha infância! Quem teve o privilégio de morar na roça ou no interior sabe do que estou falando. Das brincadeiras de pique às cantigas de roda, passando pela cobra cega, rodar arco, puxar caminhãozinho de lata carregado de sabugos, armar arapuca, caçar de estilingue, jogar birosca com bolinhas de gude coloridas, rodar peão, empinar papagaio ou pipa, tomar banho de rio, pescar lambari de peneira, caçar com espingarda “pica-pau”, brincar de casinha com as primas, amarelinha, passar anel, garrafão, cinco Marias, queimada, esconde-esconde e tantas outras.
Eram infinitas as opções que tínhamos. Hoje não vejo mais as crianças se divertindo com a mesma pureza e intensidade daquele tempo. O tal computador, televisão e outros eletrônicos roubaram a alma da ingenuidade infantil. As crianças hoje são mais adultas, ocupadas, estressadas, egoístas e até mais desconfiadas.
Também pudera, são tantas facilidades para acessarem o mundo eletrônico que pouco estão se lixando com o que acontece ao seu redor. Culpa delas? Não, afinal, se existe alguém culpado nessa história, além do galopante progresso, são os próprios pais, que não sabem dosar as horas em frente a tudo isso. (...)
PICCININ, Osvaldo. Rica infância. Ruralcentro
(Adaptado). Disponível em <https://www.ruralcentro.com.br/analises/rica-infancia3286>.
(Ministério da Saúde. Portaria nº 529/2013).
Leia atentamente o estudo de caso abaixo.
Ana P., 34 anos, puérpera tardia (12º dia pós-parto cesáreo), foi admitida em hospital regional com febre persistente, dor abdominal e secreção purulenta em ferida operatória. Evoluiu com sepse de foco abdominal, sendo encaminhada à UTI para antibioticoterapia de amplo espectro e monitorização hemodinâmica. Durante a internação, identificou-se atraso na administração da segunda dose do antibiótico por falha na comunicação entre plantões.
A paciente apresentou rebaixamento do nível de consciência e necessitou suporte ventilatório não invasivo. O prontuário evidenciou lacunas no registro de balanço hídrico e inconsistências na checagem de prescrição. O Núcleo de Segurança do Paciente iniciou investigação do evento, enquanto a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar analisava possível relação com técnica asséptica no centro cirúrgico. Paralelamente, o recém-nascido permanecia em acompanhamento na Atenção Primária.
A equipe da Estratégia Saúde da Família relatou dificuldades de comunicação com a maternidade quanto às intercorrências maternas. O caso foi encaminhado para auditoria interna, com discussão sobre responsabilidade técnica do enfermeiro, supervisão da equipe, educação permanente e articulação da Rede de Atenção à Saúde.
Analise as assertivas abaixo e, a seguir, indique a alternativa CORRETA.
I. O atraso na administração de antibiótico configura incidente relacionado à assistência e deve ser analisado sob abordagem sistêmica, com foco na melhoria de processos.
II. A ausência de registros completos no prontuário compromete a continuidade do cuidado e pode implicar responsabilidade ética e legal do enfermeiro.
III. A investigação da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar deve restringir-se à conduta médica, não abrangendo processos multiprofissionais.
IV. A articulação entre maternidade e Atenção Primária é expressão da integralidade e da organização em Rede de Atenção à Saúde, conforme princípios do SUS.
V. A responsabilidade técnica do enfermeiro limita-se à execução direta de procedimentos invasivos, não incluindo supervisão e gestão do cuidado.