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Q4034071 Enfermagem
Um técnico de enfermagem que atua em unidade de pronto atendimento presencia um colega de trabalho fotografando com seu celular o prontuário de um paciente vítima de acidente automobilístico que possui grande repercussão na mídia local, e posteriormente compartilhando as informações em grupo de mensagens com outros profissionais não envolvidos no atendimento. Considerando exclusivamente o disposto na Lei nº 7.498/1986 que regulamenta o exercício profissional de enfermagem e no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução COFEN nº 564/2017), qual é a conduta CORRETA que o técnico deve adotar?
Alternativas
Q4034070 Enfermagem
O técnico de enfermagem realiza a verificação de sinais vitais em pacientes adultos internados na clínica médica. Considerando as técnicas corretas de aferição e os valores de referência para adultos segundo as diretrizes vigentes, julgue as afirmativas a seguir como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):
(__) A pressão arterial deve ser aferida com o paciente em repouso por no mínimo 5 minutos, sentado ou deitado com o braço apoiado na altura do coração, utilizando manguito com largura equivalente a 40% da circunferência do braço; segundo a VII Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (SBC, 2016), valores ótimos para adultos são inferiores a 120/80 mmHg, e valores entre 120−129/80 mmHg são classificados como pressão normal.
(__) A frequência cardíaca deve ser verificada preferencialmente pela palpação da artéria radial; em pacientes com arritmia ou pulso irregular, recomenda-se a contagem por 60 segundos completos para maior precisão; os valores de referência para adultos em repouso são de 60 a 100 batimentos por minuto, sendo abaixo de 60 bpm denominado bradicardia e acima de 100 bpm denominado taquicardia.
(__) A frequência respiratória deve ser verificada sem que o paciente perceba que está sendo observado, para evitar alteração voluntária do padrão respiratório; em respiração regular, a contagem por 30 segundos multiplicada por dois é técnica aceita; em pacientes com padrão irregular, recomenda-se a contagem por 60 segundos completos; os valores normais para adultos situam-se entre 12 e 20 incursões respiratórias por minuto.
(__) A temperatura axilar deve ser verificada com termômetro clínico (de mercúrio ou digital) posicionado no centro da axila, com o braço do paciente aduzido junto ao tórax, mantendo o contato por 3 a 5 minutos no termômetro de mercúrio ou até o sinal sonoro no digital; os valores normais para temperatura axilar em adultos situam-se entre 36,0°C e 37,0°C, sendo valores acima de 37,5°C sugestivos de febre segundo referências de enfermagem clínica.
(__) A saturação periférica de oxigênio (SpO?) deve ser verificada com oxímetro de pulso posicionado em dedo indicador ou médio sem esmalte, com o dígito aquecido e sem compressão; em adultos saudáveis sem doença pulmonar prévia, valores normais situam-se entre 95% e 100%; valores abaixo de 90% indicam hipoxemia grave e requerem avaliação clínica imediata e comunicação à equipe de enfermagem e médica responsável.

Assinale a alternativa CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4034069 Enfermagem
O técnico de enfermagem está preparando medicações para administração no turno da manhã em uma enfermaria clínica. Um paciente de 72 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca congestiva e hipertensão arterial, possui prescrição médica de: "Furosemida 40 mg, via oral, 8h; Captopril 25 mg, via oral, 8h; Digoxina 0,25 mg, via oral, 8h". Ao chegar no quarto para administrar os medicamentos, o técnico verifica que o paciente está sonolento mas desperta ao chamado, apresenta dificuldade para deglutir comprimidos, tosse durante tentativa de ingestão de água, e queixa-se de náusea. Sinais vitais: PA 90/60 mmHg, FC 52 bpm, FR 20 irpm. Considerando os princípios de administração segura de medicamentos e a avaliação clínica do paciente, qual é a conduta CORRETA?
Alternativas
Q4034068 Enfermagem
O técnico de enfermagem atua em unidade de internação hospitalar e participa das ações de prevenção e controle de infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS). Considerando as medidas de precaução padrão e específicas estabelecidas pela ANVISA, analise as proposições abaixo:
I. A higienização das mãos com água e sabão ou preparação alcoólica deve ser realizada antes e após contato com o paciente, após remoção de luvas, e após contato com superfícies próximas ao paciente, sendo considerada a medida isolada mais eficaz na prevenção de infecções.
II. O uso de equipamentos de proteção individual (EPI) como luvas, máscara cirúrgica, avental e óculos de proteção deve ser adotado em todos os procedimentos com risco de exposição a sangue, fluidos corporais, secreções e excreções, independentemente do diagnóstico do paciente.
III. A precaução de contato deve ser implementada para pacientes colonizados ou infectados por microrganismos multirresistentes, exigindo uso de luvas e avental durante todo contato com o paciente ou ambiente próximo, e os materiais e equipamentos devem ser de uso exclusivo do paciente.
IV. A precaução respiratória por gotículas requer uso de máscara cirúrgica ao entrar no quarto do paciente com distância menor que 1 metro, sendo indicada para doenças como meningite meningocócica, coqueluche e rubéola, dispensando necessidade de quarto privativo,
V. O descarte de materiais perfurocortantes deve ser realizado imediatamente após uso em caixas coletoras rígidas e resistentes à perfuração, posicionadas próximo ao local de utilização, sendo proibido reencapar agulhas ou desconectá-las manualmente das seringas.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4034067 Enfermagem
O técnico de enfermagem recebe prescrição médica para administrar antibiótico intravenoso (ceftriaxona 1g diluído em 100 mL de soro fisiológico 0,9%) em paciente adulto de 45 anos, internado com pneumonia bacteriana. O paciente possui acesso venoso periférico em membro superior direito instalado há 72 horas. Durante avaliação do acesso, o técnico observa que o local da punção apresenta hiperemia, endurecimento ao redor do cateter, dor à palpação e calor local. O paciente relata que "o local está dolorido desde ontem". Sinais vitais: PA 120/80 mmHg, FC 88 bpm, Temperatura 38,2°C. Considerando os princípios de terapia intravenosa, sinais de complicações e condutas de enfermagem, qual é a ação CORRETA? 
Alternativas
Q4034065 Noções de Informática
Durante treinamento interno os colaboradores receberam orientações sobre navegação na Internet, uso de navegadores e boas práticas relacionadas ao correio eletrônico institucional. O instrutor destacou aspectos técnicos sobre protocolos, segurança e funcionamento dos aplicativos utilizados no cotidiano de trabalho. Considerando esse contexto, analise as assertivas a seguir e assinale V (Verdadeiro) ou F (Falso):
(__) O protocolo HTTPS é uma variação do HTTP que utiliza mecanismos de criptografia para proteger os dados transmitidos entre o navegador e o servidor.
(__) Navegadores armazenam arquivos temporários e cookies, que podem influenciar na experiência de navegação e no desempenho de carregamento de páginas.
(__) O protocolo SMTP está associado ao envio de mensagens eletrônicas, enquanto POP3 e IMAP são usualmente empregados no recebimento de e-mails.
(__) O modo de navegação anônima impede que o provedor de acesso à Internet registre os sites visitados pelo usuário.
(__) Endereços de e-mail possuem estrutura padronizada, composta por identificador do usuário, símbolo "@" e domínio associado ao servidor de correio.
(__) Anexos recebidos por e-mail, mesmo quando provenientes de remetentes conhecidos, podem representar riscos caso contenham arquivos executáveis ou links maliciosos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo. 
Alternativas
Q4034064 Noções de Informática
O técnico responsável pelos computadores de uma escola, recebeu a tarefa de instalar um novo editor de textos gratuito, atualizar o navegador de Internet já existente e verificar se os programas instalados estão funcionando corretamente após as mudanças. Durante o processo, ele deve observar boas práticas relacionadas à instalação e manutenção de softwares. Com base nessa situação, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4034063 Noções de Informática
Em uma escola pública, o laboratório de informática passou por manutenção após apresentar lentidão em diversos computadores. Durante a vistoria, o técnico identificou problemas relacionados tanto a componentes físicos quanto a programas instalados nas máquinas. Para orientar a equipe administrativa, ele explicou diferenças entre hardware e software, bem como suas funções no funcionamento do sistema. Considerando esse contexto, analise as afirmativas a seguir:
I. O processador (CPU) é um componente de hardware responsável pela execução de instruções e pelo processamento de dados.
II. A memória RAM armazena dados de forma permanente, mesmo após o desligamento do computador.
III. O sistema operacional é classificado como software e atua como intermediário entre o usuário e os componentes físicos do computador.
IV. Dispositivos como teclado, mouse e monitor são considerados periféricos de entrada e/ou saída, integrando a estrutura física do equipamento.
V. Um programa antivírus é exemplo de hardware voltado à proteção contra ameaças digitais.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4034062 Direito Digital
Em uma escola pública, a equipe administrativa passou a utilizar um sistema digital para cadastrar alunos e responsáveis, armazenando informações como nome, endereço, telefone e histórico escolar. Durante uma reunião, discutiu-se a necessidade de adequar os procedimentos internos às normas de proteção de dados pessoais. Considerando princípios da ética no uso da informação e disposições gerais da Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados − LGPD), assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4034061 Noções de Informática
Uma secretaria pretende reorganizar a forma como armazena seus documentos digitais, relatórios e planilhas. Atualmente, os arquivos ficam salvos apenas nos computadores individuais dos servidores. A equipe de TI sugeriu a adoção de soluções de armazenamento em nuvem para ampliar a disponibilidade das informações e facilitar o acesso controlado entre os setores. Considerando conceitos básicos de armazenamento de dados e computação em nuvem, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4034060 Segurança da Informação
Em uma repartição, os servidores utilizam e-mail institucional, planilhas compartilhadas e aplicativos de armazenamento em nuvem para organizar documentos administrativos que contêm dados pessoais de cidadãos. O setor de TI orientou a equipe sobre boas práticas de segurança da informação e proteção de dados. Considerando essa situação e os princípios básicos de segurança da informação e uso adequado de ferramentas digitais, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4034059 Noções de Informática
Um analista está organizando um relatório anual que reúne textos descritivos, tabelas com dados orçamentários e uma apresentação para exposição em audiência pública. Durante o trabalho, foi utilizado editor de texto, planilha eletrônica e software de apresentações. Considerando situações comuns no uso desses aplicativos, analise as assertivas abaixo e assinale V (verdadeira) ou F (falsa):
(__) Em editores de texto, recursos como estilos e formatação automática podem auxiliar na padronização de títulos e subtítulos ao longo de um documento extenso.
(__) Em planilhas eletrônicas, fórmulas iniciam-se, em geral, pelo sinal de igual (=), permitindo realizar cálculos com base nos valores inseridos nas células.
(__) Ao inserir um gráfico em uma planilha, a representação visual tende a ser atualizada quando os dados de origem são alterados, conforme o tipo de vínculo mantido com a tabela.
(__) Em programas de apresentação, o uso do slide mestre pode contribuir para uniformizar elementos visuais, como logotipo e padrão de fonte, em vários slides.
(__) A simples digitação de valores numéricos em uma planilha garante que o conteúdo será tratado como dado válido para qualquer operação estatística, independentemente do formato aplicado à célula.
(__) Em editores de texto, é possível inserir tabelas para organizar informações, recurso que pode ser empregado inclusive na elaboração de relatórios administrativos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4034057 Sistemas Operacionais
Os computadores do laboratório de uma instituição de ensino utilizam tanto o Windows quanto distribuições Linux. Os alunos precisam salvar arquivos em pastas específicas, instalar atualizações disponibilizadas pelo setor de TI e utilizar ferramentas básicas do sistema para organizar documentos e executar programas. Considerando esse contexto e conhecimentos sobre sistemas operacionais (Windows e Linux) e uso de aplicativos e ferramentas digitais, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4034056 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram "que" as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo.
Considerando o vocábulo destacado, de acordo com o emprego das classes de palavras, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034055 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas.
Considerando a sintaxe do período acima, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034054 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
O texto aborda aspectos explicativos e interpretativos sobre a formação da Lua, destacando tanto as evidências científicas disponíveis quanto os limites atuais do conhecimento sobre esse processo.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034053 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
"Assim, embora ainda haja incertezas", a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia.
Considerando a análise sintática do trecho destacado, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4034052 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento "da vida".
Considerando o termo destacado, de acordo com a análise das classes de palavras envolvidas em sua constituição, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034051 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
A explicação mais provável é que ele "tivesse" cerca de dez por cento da massa da Terra e "tenha sido" amplamente absorvido após a colisão.
Considerando a conjugação de tempo e modo dos verbos destacados, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034050 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
[...] Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem "à" Lua.
Assinale a alternativa CORRETA em relação ao sinal indicativo de crase:
Alternativas
Respostas
6661: B
6662: C
6663: A
6664: A
6665: A
6666: B
6667: B
6668: C
6669: A
6670: A
6671: B
6672: C
6673: A
6674: C
6675: B
6676: C
6677: D
6678: D
6679: B
6680: C