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Observe a figura:

Fonte: MORTIMER, Eduardo Fleury; MACHADO, Andréa Horta. Química: ensino médio. 2. ed. São Paulo: Scipione, 2013.
As ondas são uma forma de propagação de energia sem transporte de matéria. Além do comprimento de onda, outra grandeza fundamental para caracterizar uma onda é a frequência. Com base na figura e em seus conhecimentos sobre o tema, é possível afirmar que:
Assinale a alternativa CORRETA.
(__)O Efeito Magnus explica a trajetória curva da bola quando esta gira sobre seu próprio eixo; a rotação cria uma diferença de pressão do ar entre os lados opostos da bola, gerando uma força lateral que desvia a trajetória em direção ao lado de menor pressão (lado da rotação favorável ao fluxo de ar).
(__)Para realizar um passe de "trivela" (parte externa do pé) com curva para fora (afastando-se do pé de apoio), o jogador deve golpear a bola na sua periferia interna (lado do dedão) para gerar uma rotação horária (pé direito), fazendo a bola curvar para a direita.
(__)No cabeceio ofensivo, a técnica correta exige que o jogador mantenha os olhos fechados no momento do impacto e utilize a região parietal (topo da cabeça) para maximizar a força, flexionando apenas o pescoço sem uso do tronco.
(__)O domínio orientado difere da recepção estática, pois no domínio orientado o jogador já direciona a bola para o espaço vazio ou para a sequência da jogada com o primeiro toque, ganhando tempo tático.
(__)A condução de bola em velocidade deve ser feita preferencialmente com a parte plantar do pé (sola), pois isso permite maior velocidade de deslocamento do que o uso do peito do pé (parte externa/superior).
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Analise o gráfico a seguir:

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
No gráfico, as ondas representadas em azul e em vermelho diferem em
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A'quase-lua' da Terra escondida há décadas e que não está sozinha
Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A'quase-lua' da Terra escondida há décadas e que não está sozinha
Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.