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Ano: 2009 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Xinguara - PA
Q1210906 Engenharia Florestal
 A Legislação agro-industrial de acordo com a Lei Estadual n° 5.361, de 30/12/96 Artigo 10 estabelece que “Compõem as Florestas de Conservação e Uso Múltiplo”: 
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Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1210761 Engenharia de Produção
Considerando levantamento, transporte e descarga individual de materiais, marque a afirmativa INCORRETA:
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Q1210559 Engenharia Florestal
A muda apta para ser levada ao campo deve ser sadia e ter grau de resistência que lhe permita sobreviver às condições adversas do meio. São técnicas utilizadas para a rustificação de mudas em viveiros, de modo que possam sobreviver a estas condições, EXCETO:
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Ano: 2009 Banca: FADESP Órgão: SESPA-PA
Q1210300 Engenharia Biomédica
A predisposição às dermatoses ocupacionais relativa ao sexo masculino e feminino mostra que 
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Ano: 2009 Banca: CESGRANRIO Órgão: Casa da Moeda
Q1205326 Engenharia Florestal
A OHSAS 18001 é uma norma internacional de certificação que fornece os requisitos para um sistema de gestão de
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Ano: 2009 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Parauapebas - PA
Q1201839 Engenharia Florestal
Os processos agroquímicos de produção agrícola são práticas típicas que se caracterizaram por privilegiar uma mercadoria ou um produto isolado, pela dominância da racionalidade econômica, e o grande comércio. Observe as características abaixo: 

I - Busca adaptar plantas e animais à tecnologia ao invés de adaptar a tecnologia aos processos naturais de produção. 
II - Tender a trazer todos os insumos de fora do estabelecimento agrícola ao invés de produzi-los. 
III - Não considerar o conhecimento local, desprezando todo conhecimento que estiver fora dos parâmetros da ciência modema. 

Identifique a alternativa correta, a seguir, quanto aos processos agroquímicos:
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Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Palhoça - SC
Q1200749 Engenharia Florestal
Texto 1
A Amazônia não é só Paisagem!
Há duas décadas, ao pensar Amazônia, acudia-nos a figura da floresta exuberante, infinitamente verde, a cobrir mais da metade do território brasileiro. Como a maioria dos brasileiros, sequer pensávamos na terra; o que nos vinha à mente era um mapa desenhado em uma folha de papel ostentando grande parte pintada de verde: esta era a floresta amazônica.
Faz pouco mais de 20 anos que essa antiga imagem mudou. A sociedade, em geral, e os governos passaram a preocupar-se com a questão ambiental e a floresta vem se tornando dia a dia mais colorida, menos verde e mais tangível. Esse fato está a demandar muita preocupação da parte dos países que a detêm e também do mundo todo. A pressão internacional, no que se refere à preservação de um ambiente que possui uma das maiores biodiversidades do planeta, é grande, o que tem provocado a cobiça de muitos que, por ignorarem a realidade da região, vêem nela o eldorado do mundo. […]
A história é rica e bem conhecida. No entanto, ressalta-se que o entendimento dessas riquezas e desse eldorado se diferencia à medida que se penetra na região e nela se descobrem suas marcas, sua alma, a alma dos que a habitam. A visão de quem observa a floresta de dentro, a visão daquele que nela vive, revela e traduz um olhar minucioso, capaz de descobrir suas principais riquezas e seu principal potencial como verdadeiro eldorado, ao menos no que se refere ao seu próprio desenvolvimento e à sua população humana. […].
O Brasil não conhece essa Amazônia real, porque sua realidade não é avaliada, tampouco divulgada. A Amazônia tem vida política, religiosa, comercial, industrial. Por isso também polui, também invade, também cresce desordenadamente e sua população sobrevive em favelas nas periferias das cidades. Nela também há violência, como em qualquer outra região do país. Há, porém, um aspecto que a torna diferente das demais regiões. Essa diferença resulta tanto de sua configuração geofísica como da história de sua colonização. Nela, são os rios que imperam e são esses rios os detentores do ritmo de vida do homem, dos bichos e da própria floresta. Nesse mesmo rio está o principal meio de comunicação, de locomoção e de subsistência do amazônida. É nesse rio que está a delimitação do mapa de habitação e desenvolvimento da região. Lembre-se de que a relação do homem com o rio é tão intensa que chega a ser poética.
Vera Maria Fonseca de Almeida-Val http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S000967252006000300012&script=sci_arttext, acessado em 15/11/2009. Texto adaptado para fins de prova.
Com base no texto 1, identifique se são verdadeiras ( V ) ou falsas ( F ) as afirmativas abaixo.
( ) Em: “Há, porém, um aspecto que a torna diferente das demais regiões.” (quarto parágrafo), há uma idéia de oposição em relação a informações já apresentadas no texto.
( ) O período: “A sociedade, em geral, e os governos passaram a preocupar-se com a questão ambiental e a floresta vem se tornando dia a dia mais colorida, menos verde e mais tangível.” (segundo parágrafo) não traz nenhuma indicação de elementos que estejam em relação de adição.
( ) Em: “A Amazônia tem vida política, religiosa, comercial, industrial. Por isso também polui, também invade, também cresce desordenadamente e sua população sobrevive em favelas nas periferias das cidades.” (quarto parágrafo), a expressão sublinhada pode ser substituída por entretanto sem prejuízo das relações semânticas entre os dois períodos.
( ) Em: “Como a maioria dos brasileiros, sequer pensávamos na terra; o que nos vinha à mente era um mapa desenhado em uma folha de papel ostentando grande parte pintada de verde: esta era a floresta amazônica.” (primeiro parágrafo), a oração sublinhada retoma a idéia de como os brasileiros viam a floresta amazônica.
( ) Em “A visão de quem observa a floresta de dentro, a visão daquele que nela vive, revela e traduz um olhar minucioso, capaz de descobrir suas principais riquezas e seu principal potencial como verdadeiro eldorado, ao menos no que se refere ao seu próprio desenvolvimento e à sua população humana.” (terceiro parágrafo), não há nenhuma expressão que traga noção de restrição.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, assinalada de cima para baixo.
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Q1199606 Engenharia Florestal
O solo é a base do trabalho na agricultura orgânica. Vários resíduos são reintegrados ao solo para que sejam decompostos e transformados em nutrientes para as plantas. Essa fertilização ativará a vida no solo. Os micro-organismos, além de transformarem a matéria orgânica em alimento para as plantas, tornarão a terra porosa, solta, permeável à água e ao ar. Sobre a adubação e os adubos orgânicos, observe as afirmativas abaixo e marque a verdadeira:
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNIPAMPA
Q1198018 Engenharia Hidráulica
Julgue o item subsequente, relativos aos sistemas de unidades, medições e conversões de medidas.
 Para encher totalmente um tanque com volume igual a 120 m³, serão necessários 120.000 L de água. 
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Ano: 2009 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Parauapebas - PA
Q1193737 Engenharia de Transportes e Trânsito
Os Projetos de desenvolvimento para a Amazônia possuem uma característica peculiar. Todos foram concebidos de forma exógena sem levar em consideração a capacidade do amazônida propor seu próprio desenvolvimento. Avalie as afirmações abaixo. 
I. Nos projetos da década de 70, estavam os programas de colonização, a construção de grandes eixos rodoviários e o incentivo maciço a pecuária; 
II. Nos anos 80, o programa grande Carajás e a produção de energia através de grandes hidrelétricas é que determinavam o desenvolvimento para a Amazônia e também para o Brasil; 
III. Na década de 90, foram criados os eixos nacionais de integração onde o SIVAM revela a presença das ações do Estado. 
IV. Finalmente, no século XXI, a tônica é manter intacta a biodiversidade e através da territorialidade finalmente o desenvolvimento regional passa a ser endógeno, local e sustentável. 

Marque a alternativa correta.
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Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: CASAN-SC
Q1190121 Engenharia de Produção
Sobre gerencia de projetos, é INCORRETO afirmar:
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Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Palhoça - SC
Q1184411 Engenharia Florestal
Texto 1
A Amazônia não é só Paisagem!
Há duas décadas, ao pensar Amazônia, acudia-nos a figura da floresta exuberante, infinitamente verde, a cobrir mais da metade do território brasileiro. Como a maioria dos brasileiros, sequer pensávamos na terra; o que nos vinha à mente era um mapa desenhado em uma folha de papel ostentando grande parte pintada de verde: esta era a floresta amazônica.
Faz pouco mais de 20 anos que essa antiga imagem mudou. A sociedade, em geral, e os governos passaram a preocupar-se com a questão ambiental e a floresta vem se tornando dia a dia mais colorida, menos verde e mais tangível. Esse fato está a demandar muita preocupação da parte dos países que a detêm e também do mundo todo. A pressão internacional, no que se refere à preservação de um ambiente que possui uma das maiores biodiversidades do planeta, é grande, o que tem provocado a cobiça de muitos que, por ignorarem a realidade da região, vêem nela o eldorado do mundo. […]
A história é rica e bem conhecida. No entanto, ressalta-se que o entendimento dessas riquezas e desse eldorado se diferencia à medida que se penetra na região e nela se descobrem suas marcas, sua alma, a alma dos que a habitam. A visão de quem observa a floresta de dentro, a visão daquele que nela vive, revela e traduz um olhar minucioso, capaz de descobrir suas principais riquezas e seu principal potencial como verdadeiro eldorado, ao menos no que se refere ao seu próprio desenvolvimento e à sua população humana. […].
O Brasil não conhece essa Amazônia real, porque sua realidade não é avaliada, tampouco divulgada. A Amazônia tem vida política, religiosa, comercial, industrial. Por isso também polui, também invade, também cresce desordenadamente e sua população sobrevive em favelas nas periferias das cidades. Nela também há violência, como em qualquer outra região do país. Há, porém, um aspecto que a torna diferente das demais regiões. Essa diferença resulta tanto de sua configuração geofísica como da história de sua colonização. Nela, são os rios que imperam e são esses rios os detentores do ritmo de vida do homem, dos bichos e da própria floresta. Nesse mesmo rio está o principal meio de comunicação, de locomoção e de subsistência do amazônida. É nesse rio que está a delimitação do mapa de habitação e desenvolvimento da região. Lembre-se de que a relação do homem com o rio é tão intensa que chega a ser poética.
Vera Maria Fonseca de Almeida-Val http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S000967252006000300012&script=sci_arttext, acessado em 15/11/2009. Texto adaptado para fins de prova.
De acordo com as normas de regência e concordância verbal, analise os enunciados abaixo.
I. Na frase: “A visão de quem observa a floresta de dentro, a visão daquele que nela vive, revela e traduz um olhar minucioso […]” (terceiro parágrafo), o verbo traduzir é intransitivo.
II. Na frase: “Faz pouco mais de 20 anos que essa antiga imagem mudou” (segundo parágrafo), o verbo fazer pode ficar tanto no singular quanto no plural, já que seu sujeito denota tempo percorrido.
III. A frase “Há, porém, um aspecto que a torna diferente das demais regiões” (quarto parágrafo), pode ser reescrita, sem desvio da norma culta da língua, como: “Existe, porém, vários aspectos que a tornam diferente das demais regiões”.
IV. Na frase: “A pressão internacional, no que se refere à preservação de um ambiente” (segundo parágrafo), o verbo referir é transitivo indireto.
V. Em: “Lembre-se de que a relação do homem com o rio é tão intensa que chega a ser poética” (quarto parágrafo), se trocarmos o complemento do verbo lembrar por das relações do homem com o rio, esse verbo deve passar para o plural.
Assinale a alternativa que indica todos os enunciados corretos.
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: ADAGRI-CE
Q1182171 Engenharia de Pesca
O Código Internacional de Conduta para a Pesca Responsável (CICPR), aprovado pela FAO, traz elementos orientadores para a prática da pesca e da aquicultura de forma sustentável. O instrumento normativo desse código foi ratificado pelo Brasil. Acerca desses princípios e das medidas adotadas para a prática da pesca e da aquicultura responsável e sustentável, julgue o seguinte item.
As medidas de regulamentação da pesca no Brasil, no que se refere aos seus objetivos, podem ser assim agrupadas: as que tratam da proteção de parte selecionada de um estoque e as que tratam de limitação dos tamanhos de captura.
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNIPAMPA
Q1181582 Engenharia Florestal
A fruticultura é uma das atividades agrícolas mais importantes no Brasil, considerando-se tanto o volume de frutas produzidas quanto a importância socioeconômica dessa atividade, que, dependendo da forma de manejo dos pomares, podas, raleio, tratos fitossanitários e colheita, demanda muita mão de obra. A bananicultura e a citricultura destacam-se entre as frutas mais produzidas no país. Acerca dos cuidados fitotécnicos e do manejo dessas culturas, julgue os item subsequente.
A filoxera é uma patogenia radicícola que ataca principalmente citros e videira. Como medida eficiente para seu controle, indica-se a utilização de porta-enxertos resistentes.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNIPAMPA
Q1181581 Engenharia Florestal
A fruticultura é uma das atividades agrícolas mais importantes no Brasil, considerando-se tanto o volume de frutas produzidas quanto a importância socioeconômica dessa atividade, que, dependendo da forma de manejo dos pomares, podas, raleio, tratos fitossanitários e colheita, demanda muita mão de obra. A bananicultura e a citricultura destacam-se entre as frutas mais produzidas no país. Acerca dos cuidados fitotécnicos e do manejo dessas culturas, julgue os item subsequente.
Na produção comercial de frutos sem sementes, as tangerinas dos diversos grupos (satsumas, mexeriqueiras ou clementinas), tanto quanto as melancias e uvas, são obtidas pela frutificação de plantas tetraplóides que foram polinizadas por plantas diplóides, em pomares em que plantas de diferentes níveis de ploidia estão intercaladas.
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Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1181535 Engenharia Florestal
Economia verde
Em pouco mais de dois séculos após a Primeira Revolução Industrial (século 18), a busca por acúmulo de dinheiro ou de capital possibilitou um grande processo de industrialização que, claro, trouxe benefícios incríveis para a humanidade. No entanto, nossa civilização chegou ao limite e atualmente produz mais destruição que riqueza.
Há décadas, cientistas e analistas têm apontado que o nosso avanço econômico é produzido à custa de um preço muito alto. A gigantesca oferta de bens e serviços – inimaginável pelas gerações anteriores – é simplesmente insustentável em termos de meio ambiente.
Desde a publicação, em 1962, do clássico Primavera Silenciosa, da jornalista americana Rachel Carson, o assunto é debatido em diversas reuniões internacionais patrocinadas pela ONU. O Relatório Bruntland – mais conhecido como Nosso Futuro Comum –, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Maior Ambiente em 1987, conceitualiza a ideia de economia sustentável e defende a urgência de sua adoção. Ao contrário da economia predatória, que utiliza os recursos como se fossem infindáveis, a versão sustentável considera o impacto da produção sobre o ambiente, anulando-o. Atualmente, um movimento em favor da economia sustentável vem se desenvolvendo e apresentando propostas alternativas ao atual modelo corporativo que guia a economia. A “economia verde” tem seu espaço e grandes distribuidoras começam a embarcar na tendência.
Na obra Designing the Green Economy the Post industrial Alternative to Corporate Globalization (Planejando a Economia Verde, a Alternativa para a Globalização Corporativa), o autor Brian Milani, do Programa de Negócios e Ambiente, da Faculdade de Estudos Ambientais da Universidade de York, em Toronto (Canadá) define economia verde como a “economia do mundo real – o mundo do trabalho, das necessidades humanas, dos materiais disponíveis na Terra e como todos esses mundos devem se combinar de forma harmoniosa”.
Tal alternativa propõe uma mudança de paradigma, pois enfatiza a qualidade em vez da quantidade, a regeneração – de indivíduos, comunidades e ecossistemas –, em vez do acúmulo de riqueza ou de materiais. Para Milani, a economia verde não tem a ver com “valor de troca” ou dinheiro, mas com “valor de uso”.   “A definição industrial ou capitalista de riqueza sempre esteve relacionada ao acúmulo de dinheiro ou de recursos”, escreveu o autor. Quaisquer valores de uso gerados, isto é, benefícios sociais, são secundários, pois o objetivo principal é lucro. “Um mundo pós-industrial precisa de uma economia de qualidade, em que tanto o dinheiro como os materiais tenham um status de meios para se obter um fim”. Nesse sentido, a economia verde considera a necessidade do meio ambiente de forma semelhante à necessidade humana.
A economia industrial foi constituída sobre a depredação do meio e o desperdício de recursos. É, portanto, tremendamente ineficiente. O capitalismo pressupõe que os produtos tenham uma vida útil pequena, para gerar mais consumo. “Não há justificativa para produzirmos uma quantidade tão grande de lixo tóxico ou mais mão-de-obra desqualificada do que qualificada, ou, em momentos de crise, desfazer-se dos funcionários em vez que reduzirmos os recursos para a produção. São ineficiências econômicas que só podem ser corrigidas se usarmos os meios mais eficazes para fazermos tudo”, afirma Milani. De acordo com o economista “verde” Paul Hawken, nossas crises sociais e ambientais não são problemas de gerenciamento, mas de objetivo. “Precisamos consertar o sistema inteiro”.
A implementação da economia verde não é simples. A transformação ecológica está intimamente relacionada à mudança social. Tanto o setor público como o privado devem passar por uma modificação que leve o mercado a expressar valores econômicos e sociais, em vez de buscar a obtenção de lucro a qualquer custo. Como toda mudança de paradigma, esse processo é lento. Milani afirma que o caminho deverá ser percorrido pelas empresas “pioneiras”, que deverão iniciar a mudança da “paisagem econômica” e preparar o terreno para que surjam empresas mais ecológicas e socialmente inclusivas.
Tanto o conteúdo como a forma da economia verde se opõe diametralmente ao modelo industrial corrente. A agricultura orgânica ou sustentável, os produtos fabricados de forma ambientalmente correta, as lâmpadas e os eletrodomésticos que duram mais e consomem menos energia oferecem alternativas viáveis e que não deixam de ser lucrativas. Estas alternativas atraem cada vez mais consumidores e consolidam a economia verde como tendência.
(Revista “Aquecimento Global” – Coleção Especial. Edições 4 e 5. Pág. 14)
Esse texto deve ser considerado como:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1181520 Engenharia Florestal
Economia verde
Em pouco mais de dois séculos após a Primeira Revolução Industrial (século 18), a busca por acúmulo de dinheiro ou de capital possibilitou um grande processo de industrialização que, claro, trouxe benefícios incríveis para a humanidade. No entanto, nossa civilização chegou ao limite e atualmente produz mais destruição que riqueza.
Há décadas, cientistas e analistas têm apontado que o nosso avanço econômico é produzido à custa de um preço muito alto. A gigantesca oferta de bens e serviços – inimaginável pelas gerações anteriores – é simplesmente insustentável em termos de meio ambiente.
Desde a publicação, em 1962, do clássico Primavera Silenciosa, da jornalista americana Rachel Carson, o assunto é debatido em diversas reuniões internacionais patrocinadas pela ONU. O Relatório Bruntland – mais conhecido como Nosso Futuro Comum –, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Maior Ambiente em 1987, conceitualiza a ideia de economia sustentável e defende a urgência de sua adoção. Ao contrário da economia predatória, que utiliza os recursos como se fossem infindáveis, a versão sustentável considera o impacto da produção sobre o ambiente, anulando-o. Atualmente, um movimento em favor da economia sustentável vem se desenvolvendo e apresentando propostas alternativas ao atual modelo corporativo que guia a economia. A “economia verde” tem seu espaço e grandes distribuidoras começam a embarcar na tendência.
Na obra Designing the Green Economy the Post industrial Alternative to Corporate Globalization (Planejando a Economia Verde, a Alternativa para a Globalização Corporativa), o autor Brian Milani, do Programa de Negócios e Ambiente, da Faculdade de Estudos Ambientais da Universidade de York, em Toronto (Canadá) define economia verde como a “economia do mundo real – o mundo do trabalho, das necessidades humanas, dos materiais disponíveis na Terra e como todos esses mundos devem se combinar de forma harmoniosa”.
Tal alternativa propõe uma mudança de paradigma, pois enfatiza a qualidade em vez da quantidade, a regeneração – de indivíduos, comunidades e ecossistemas –, em vez do acúmulo de riqueza ou de materiais. Para Milani, a economia verde não tem a ver com “valor de troca” ou dinheiro, mas com “valor de uso”.   “A definição industrial ou capitalista de riqueza sempre esteve relacionada ao acúmulo de dinheiro ou de recursos”, escreveu o autor. Quaisquer valores de uso gerados, isto é, benefícios sociais, são secundários, pois o objetivo principal é lucro. “Um mundo pós-industrial precisa de uma economia de qualidade, em que tanto o dinheiro como os materiais tenham um status de meios para se obter um fim”. Nesse sentido, a economia verde considera a necessidade do meio ambiente de forma semelhante à necessidade humana.
A economia industrial foi constituída sobre a depredação do meio e o desperdício de recursos. É, portanto, tremendamente ineficiente. O capitalismo pressupõe que os produtos tenham uma vida útil pequena, para gerar mais consumo. “Não há justificativa para produzirmos uma quantidade tão grande de lixo tóxico ou mais mão-de-obra desqualificada do que qualificada, ou, em momentos de crise, desfazer-se dos funcionários em vez que reduzirmos os recursos para a produção. São ineficiências econômicas que só podem ser corrigidas se usarmos os meios mais eficazes para fazermos tudo”, afirma Milani. De acordo com o economista “verde” Paul Hawken, nossas crises sociais e ambientais não são problemas de gerenciamento, mas de objetivo. “Precisamos consertar o sistema inteiro”.
A implementação da economia verde não é simples. A transformação ecológica está intimamente relacionada à mudança social. Tanto o setor público como o privado devem passar por uma modificação que leve o mercado a expressar valores econômicos e sociais, em vez de buscar a obtenção de lucro a qualquer custo. Como toda mudança de paradigma, esse processo é lento. Milani afirma que o caminho deverá ser percorrido pelas empresas “pioneiras”, que deverão iniciar a mudança da “paisagem econômica” e preparar o terreno para que surjam empresas mais ecológicas e socialmente inclusivas.
Tanto o conteúdo como a forma da economia verde se opõe diametralmente ao modelo industrial corrente. A agricultura orgânica ou sustentável, os produtos fabricados de forma ambientalmente correta, as lâmpadas e os eletrodomésticos que duram mais e consomem menos energia oferecem alternativas viáveis e que não deixam de ser lucrativas. Estas alternativas atraem cada vez mais consumidores e consolidam a economia verde como tendência.
(Revista “Aquecimento Global” – Coleção Especial. Edições 4 e 5. Pág. 14)
“É, portanto, tremendamente ineficiente.” ( 8º§) A palavra “ineficiente” significa “ineficaz”. De acordo com o texto, o significado oposto para essa palavra é:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Parauapebas - PA
Q1181167 Engenharia Florestal
A Agroecologia é uma nova abordagem da agricultura que integra diversos aspectos agronômicos, ecológicos e socioeconômicos, na avaliação dos efeitos das técnicas agrícolas sobre a produção de alimentos e na sociedade como um todo. Identifique, a seguir, a alternativa correta relacionada às características desse sistema agrícola:
Alternativas
Q422907 Engenharia de Produção
Um dos instrumentos legais que ganhou bastante destaque dentro do conjunto de normas para o controle da qualidade ambiental foi a Lei nº 9.605, que dispõe sobre
Alternativas
Q422904 Engenharia Florestal
A Lei nº 9.605/08, conhecida como Lei de Crimes Ambientais, dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Esta lei estabelece que
Alternativas
Respostas
19481: A
19482: B
19483: B
19484: B
19485: C
19486: D
19487: E
19488: D
19489: C
19490: C
19491: C
19492: A
19493: C
19494: E
19495: E
19496: C
19497: D
19498: B
19499: E
19500: E