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As indústrias farmacêuticas necessitam de rigoroso controle de qualidade de seus processos e produtos em razão da precisão dos princípios ativos presentes nos fármacos e na regularidade (posologia) requerida pelos tratamentos de saúde. A respeito desse procedimento, são apresentadas, a seguir, as cartas de controle do processo de enchimento de ampolas com comprimidos, cuja alimentação é feita por duas máquinas, A e B, em uma indústria farmacêutica.

LIMA, A. A. N. et al. Aplicação do controle estatístico de processo na indústria farmacêutica. Revista de ciências farmacêuticas básica e aplicada, v. 27, n. 3, p. 184, 2006. (Adaptado).
Analisando as cartas de controle das máquinas A e B, apresentadas na figura, conclui-se que, para reduzir a variância
do processo de enchimento de ampolas com comprimidos, deve-se
Considere as tabelas com as previsões de vendas e vendas concretas apresentadas a seguir:

Sabe-se que o tamanho do lote A é de 4 unidades e o do
B, 3 unidades; os estoques de segurança de A e de B são
de 5 unidades; e os estoques iniciais de A e B são, respectivamente,
de 13 unidades e de 17 unidades; para a
produção de cada produto A são necessárias 2 horas, e
para a produção de cada unidade de B, 5 horas. A carga
horária máxima semanal disponível é de 200 horas. Com
base na análise da previsão de demanda, das vendas realizadas
e das restrições da produção, o MPS para os dois
produtos (A e B), nas semanas de um a quatro, é:
Sendo assim,
Considere os processos da linha de montagem apresentada na figura e os tempos, em minutos, de cada etapa, na tabela a seguir.

Lembrando que o tempo de ciclo é resultado da divisão
tempo real disponível para a operação do operador pela
demanda, e o número ideal teórico de trabalhadores é calculado
pela divisão do tempo para produzir uma peça na
linha pelo tempo de ciclo. Sabe-se que cada operador
está em operação de fato em 80% do tempo disponível
em cada hora. Para o balanceamento da linha, qual é o
tempo de ciclo e qual é o número ideal teórico de trabalhadores?
A respeito de como essa norma de sistema de gestão da qualidade lida com a mentalidade de riscos, assinale a alternativa INCORRETA.
I Um dos pilares do processo de gestão de riscos é procurar desencorajar o relato e a investigação de eventos como ferramenta de qualidade na assistência. II A gestão de risco, quando implementada de forma eficaz, apresenta-se como uma estratégia capaz de diminuir o risco de dano desnecessário ao paciente e aumentando sua segurança. III A gestão de risco não está atrelada à identificação de não conformidades n o âmbito dos processos de segurança. IV Avaliar a cultura de segurança é importante para medir as condições organizacionais que levam a possíveis danos ao paciente nos serviços de saúde.
As estratégias corretas relacionadas à cultura de segurança do paciente estão presentes nos itens
I Não permitem fazer o corte e a coagulação (hemostasia) simultaneamente . II Permitem acesso mais fácil a determinados locais cirúrgicos (nos casos de endocirurgias e laparoscopias). III Minimizam o risco de disseminação de células doentes porque as destroem através do calor. IV São ineficientes em estancar hemorragias (efeito hemostático), não sendo indicados em intervenções em órgãos muito vascularizados.
As afirmativas que dizem respeito efetivamente a características dos bisturis elétricos são
I A reposição de um equipamento médico-hospitalar é determinada pela quantidade de manutenções que esse equipamento recebe durante sua vida operacional: quando é atingida uma quantidade pré-definida, o equipamento deve ser substituído. II A implementação de ferramentas de gestão de equipamentos médicos nos hospitais promove a segurança, a qualidade e a eficácia dos procedimentos médicos. A ausência de um planejamento correto, comum em inúmeros EAS, pode implicar em sobrevida de equipamentos antieconômicos, obsoletos e prejudiciais à saúde. III A concepção de um plano de reposição de equipamentos terá mérito quando não houver a participação de profissionais com formação técnica e de gestão, de modo que o plano pode ser elaborado tanto por engenheiros biomédicos como por médicos. Contudo, na prática, o fator econômico poderá ser o predominante ou o único. IV A engenharia clínica tem a competência de criar um programa de gerenciamento e supervisão para o serviço de manutenção, estabelecendo normas e padrões na instituição que preservem o uso seguro e eficiente do equipamento médico-hospitalar e de infra-estrutura, por parte de profissionais e usuários.
Em relação ao plano de gerenciamento de equipamentos que deverá ser levado em consideração pelo engenheiro biomédico, estão corretas as afirmativas