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Q1216523 Engenharia de Transportes e Trânsito
A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) divulgou, em 2019, que cerca de 1,35 milhão de pessoas morrem a cada ano em decorrência de acidentes no trânsito. Dentre os fatores de risco que contribuem com tal estatística, a OPAS indica que um aumento na velocidade média está diretamente relacionado tanto com a probabilidade de ocorrência de um acidente quanto com a gravidade das suas consequências. Cada aumento de 1% na velocidade média produz, por exemplo, um aumento de 4% no risco de acidente fatal e um aumento de 3% no risco de acidente grave. O risco de morte para pedestres atingidos frontalmente por automóveis aumenta consideravelmente (4,5 vezes de 50 km/h para 65 km/h). Com base nas informações anteriores, o engenheiro de tráfego, para reduzir essa estatística, deverá, EXCETO:
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Q1216522 Engenharia de Transportes e Trânsito
Identificar obstáculos e antever reações de usuários a eles é importante para bem desenhar uma rodovia e sua sinalização, evitando, assim, acidentes. Tomando a estrutura do usuário-padrão que um engenheiro de tráfego deve idealizar para os seus projetos, pensando em: Percepção, Identificação, Decisão e Ação, indique o que deve ser evitado no planejamento para o usuário ter segurança na identificação de situações pouco convencionais.
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Q1216521 Engenharia de Transportes e Trânsito
O engenheiro de tráfego deve analisar o usuário dos sistemas de transporte para organizar suas ações de mobilidade e segurança. A idealização do usuário-padrão deve ser dentro de uma visão sistêmica pensando em três fatores relacionados aos motoristas: os estímulos sofridos pelos usuários; as reações correspondentes; e, o tempo decorrido entre a ocorrência do estímulo e a materialização da reação do usuário. Tais fatores são conhecidos pela sigla inglesa PIEV, que remonta a: Percepção, Identificação, Decisão e Ação. NÃO tem relação com a Percepção:
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Q1216520 Engenharia de Transportes e Trânsito

O trecho contextualiza a questão. Leia-o atentamente


São três as abordagens básicas da análise de tráfego: a macroscópica, que se preocupa em descrever o comportamento das correntes de tráfego; a microscópica, que se interessa pela interação entre dois veículos consecutivos em uma corrente de tráfego; e, a mesoscópica, cujas unidades analisadas são grupamentos de veículos que se formam nos sistemas viários.


Há várias propostas para a abordagem macroscópica dos modelos clássicos de Greenshields, Greenberg e Underwood, conhecida como modelos de fluxo-concentração. Considere uma situação onde a velocidade de fluxo livre é de 60 km/h, a concentração máxima é de 1.000 veículos e o máximo fluxo é de 600 km/h. Utilizando o modelo parabólico, oriundo do modelo de Greenshields para a relação velocidade-concentração, qual seria a velocidade ótima e a concentração ótima respectivamente?
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Q1216519 Engenharia de Transportes e Trânsito

O trecho contextualiza a questão. Leia-o atentamente


São três as abordagens básicas da análise de tráfego: a macroscópica, que se preocupa em descrever o comportamento das correntes de tráfego; a microscópica, que se interessa pela interação entre dois veículos consecutivos em uma corrente de tráfego; e, a mesoscópica, cujas unidades analisadas são grupamentos de veículos que se formam nos sistemas viários.


Há várias propostas de análise para a abordagem macroscópica: modelo de Greenshields, Greenberg e Underwood, dentre outras. Considere uma situação onde a velocidade de fluxo livre é de 60 km/h, a concentração máxima é de 1.000 veículos e o máximo fluxo é de 600 km/h. Utilizando o modelo de Greenshields, qual seria a velocidade dos carros na via quando a concentração for de 300 veículos
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Q1216518 Engenharia de Transportes e Trânsito

O trecho contextualiza a questão. Leia-o atentamente


São três as abordagens básicas da análise de tráfego: a macroscópica, que se preocupa em descrever o comportamento das correntes de tráfego; a microscópica, que se interessa pela interação entre dois veículos consecutivos em uma corrente de tráfego; e, a mesoscópica, cujas unidades analisadas são grupamentos de veículos que se formam nos sistemas viários.


Uma das propostas de análise da abordagem macroscópica e modelo linear de velocidade-concentração foi elaborada por Greenshields, em 1935. São consideradas variáveis de interesse para os modelos macroscópicos:
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Q1216517 Engenharia de Transportes e Trânsito
Para dimensionar um semáforo, é necessário seguir um roteiro, a fim de reduzir ou diminuir falhas no sistema via/veículo/motorista. NÃO se adéqua à etapa para dimensionar um semáforo:
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Q1216514 Engenharia de Transportes e Trânsito
A Engenharia de Tráfego é a parte da Engenharia de Transportes que trata dos problemas de planejamento, operação e controle de tráfego, desenho geométrico, suas redes, terminais, terrenos adjacentes e a relação com outros modos de transporte. Os profissionais que trabalham como engenheiros de tráfego objetivam:
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Q1216513 Engenharia de Transportes e Trânsito
Um gráfico largamente utilizado na análise de tráfego é o gráfico espaço-tempo. Nele, tenta-se representar o deslocamento de um veículo fictício, considerando elementos da via.
Imagem associada para resolução da questão
Com base no gráfico, é possível afirmar que as representações de tempo de tráfego indicados pelos números 1 e 2 são, respectivamente:
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Q1215011 Engenharia Florestal
O tempo que uma gota d’água leva para escoar superficialmente do ponto mais distante da bacia até a seção principal, sendo um indicador da memória de resposta da bacia, denomina-se tempo de:
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Q1215010 Engenharia Florestal
Utilizando os dados históricos de vazões ou níveis, num determinado local pode-se estimar a probabilidade de que um determinado nível ou vazão seja igualado ou superado num ano qualquer. O inverso dessa probabilidade é denominado tempo de:
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Q1215009 Engenharia Florestal
Dentro de uma comunidade vegetal, existem relações e inter-relações entre indivíduos da mesma ou de espécie diferentes. Existem dois diferentes tipos de competição. Há um tipo de competição que ocorre entre indivíduos da mesma espécie e seleciona os indivíduos com maior vigor e saúde e os têm menor vigor são eliminados. Frequente em todo o tipo de monoculturas seja em monoculturas de culturas agrícolas anuais ou em plantações florestais, este tipo de competição é denominado:
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Q1215008 Engenharia Florestal
As florestas pluviais ou florestas equatoriais também são conhecidas como florestas:
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Q1215007 Engenharia Florestal
A perpetuação dos povoamentos pode ser feita através de três regimes. Existe um do qual se obtém o maciço florestal a partir da propagação vegetativa (rebrotação). Este método de Perpetuação dos povoamentos florestais é denominado:
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Q1215006 Engenharia Florestal
Existem sistemas que removem numa só operação toda quantidade armazenada de madeira comercial. Estes sistemas modificam completamente a estrutura natural da floresta, com objetivo de criar florestas altas equiâneas. Este sistema é denominado:
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Q1215005 Engenharia Florestal
Há um termo técnico que define a entrada de novas árvores para um dado povoamento, o qual pode ser definido como sendo a entrada de árvores para classe diamétrica seguinte, denominado:
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Q1215004 Engenharia Florestal
Os SAFs (Sistemas Agroflorestais) têm sido classificados de diferentes formas, segundo sua estrutura no espaço, seu desenho através do tempo, a importância relativa e a função dos diferentes componentes, assim como os objetivos da produção e suas características sociais e econômicas. Na classificação de uso mais difundida, procura-se considerar os aspectos funcionais e estruturais como base para agrupar estes sistemas em categorias. Há um sistema caracterizado pela combinação de árvores, arbustos ou palmeiras com espécies agrícolas. Por exemplo: o consórcio “café-ingá-louro pardo” ou “pupunha-cupuaçu-castanheira”. Este sistema é denominado:
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Q1215003 Engenharia Florestal
Para fazer 1,0 metro cúbico de carvão é (são) necessário (s):
Alternativas
Q1215002 Engenharia Florestal
Os métodos de combate a incêndios florestais a que se ajustam os diferentes tipos de luta podem ser classificados em quatro categorias. Existe um método que é mais utilizado para conter fogo subterrâneo. Consiste em se limpar uma área próxima à borda do fogo, de preferência com o uso de um arado, jogando-se a leiva para o interior. A faixa deve ter em torno de 60 cm, e deve ser mantida limpa. A profundidade de aradura deve ser suficiente para atingir o solo mineral. As principais desvantagens do método são: devido à limpeza da linha de contenção, o excesso de confiança pode ocasionar descuido à sua vigilância; deixa entre o bordo do fogo e o costado interior da linha de contenção uma faixa de material combustível, que poderá contribuir para a persistência do fogo. Este método de combate é o:
Alternativas
Q1215001 Engenharia Florestal
O Inventário Florestal é a base para o planejamento do uso dos recursos florestais. Existe um tipo de inventário que também é conhecido como inventário de 100% de intensidade ou de detalhe, sendo suas principais características: mensuração de todos os indivíduos existentes na área demarcada e os cuidados principais relacionados com os erros de medição. Este inventário florestal é denominado:
Alternativas
Respostas
10761: A
10762: B
10763: B
10764: B
10765: B
10766: D
10767: C
10768: A
10769: A
10770: E
10771: E
10772: B
10773: A
10774: A
10775: B
10776: E
10777: A
10778: C
10779: E
10780: D