Questões de Concurso Para engenharia

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Q2031946 Engenharia Aeronáutica
CONHECIMENTOS TÉCNICOS - AERONAVE EMB 121 XINGU A1

Até os anos 1970, o mercado internacional apontava uma tendência por aviões a jato, mas com a crise do petróleo daquela década, eles se tornaram pouco atrativos devido ao consumo superior de combustível. Como alternativa, a Embraer passou a estudar o desenvolvimento de aviões turboélices pressurizados, que aliavam a economia de combustível à ausência de incômodos causados pela baixa pressão durante o voo, permitindo operar em maiores altitudes e atingir melhor desempenho. 
Assim, a Empresa iniciou o desenvolvimento de uma família de turboélices pressurizados, batizado de Projeto 12X. Todos os membros da família teriam em comum a fuselagem com cabine, leme e seção de asa, além da asa aerodinâmica supercrítica (o que significa ser capaz de cortar o ar com mais eficiência e menos resistência). As diferenças entre os aviões da família estariam na potência dos motores e no uso de seções adicionais na cabine, permitindo capacidades diferentes de passageiros. 
O projeto deu origem ao EMB 121, que ganhou o nome de Xingu, em homenagem ao rio que nasce em Mato Grosso e desagua no rio Amazonas, passando pela primeira reserva indígena demarcada no Brasil - o Parque Indígena do Xingu. Destinado a atender o mercado de transporte executivo, tinha capacidade para até oito passageiros e seria a primeira aeronave pressurizada construída e projetada no Brasil. Essa característica lhe permitia voar a 28 mil pés de altitude, acima das formações de nuvens e perturbações atmosféricas, mantendo a pressão interna equivalente a 8 mil pés, que garantia mais conforto aos passageiros.
Sua homologação para utilização civil foi finalizada em junho de 1979. No final daquele ano, foi homologado seu sistema de degelo nos Estados Unidos. Com a certificação, o Xingu foi lançado no mercado internacional, recebendo na sequência ótima aceitação. Na França, por exemplo, desde 1983, a aeronave é usada para o treinamento de pilotos, e a Força Aérea Francesa decidiu prolongar sua vida operacional até 2025, com a modernização de sistemas eletrônicos. Isso manterá as aeronaves Xingu em operação por 42 anos consecutivos, um fato raríssimo no setor. 

(Fonte: ttps://historicalcenter.embraer.com/br/pt/emb-121)

COM BASE NOS CONHECIMENTOS OBTIDO NO MANUAL APROVADO PARA A AERONAVE EMBRAER 121 XINGU E VERSÕES, RESPONDA A QUESTÃO ABAIXO. 
QUAIS SÃO OS MOTORES UTILIZADOS NA AERONAVE EMB-121 E SUAS RESPECTIVAS POTENCIAS CONTINUAS NO EIXO?
Alternativas
Q2031945 Engenharia Aeronáutica
CONHECIMENTOS TÉCNICOS - AERONAVE EMB 121 XINGU A1

Até os anos 1970, o mercado internacional apontava uma tendência por aviões a jato, mas com a crise do petróleo daquela década, eles se tornaram pouco atrativos devido ao consumo superior de combustível. Como alternativa, a Embraer passou a estudar o desenvolvimento de aviões turboélices pressurizados, que aliavam a economia de combustível à ausência de incômodos causados pela baixa pressão durante o voo, permitindo operar em maiores altitudes e atingir melhor desempenho. 
Assim, a Empresa iniciou o desenvolvimento de uma família de turboélices pressurizados, batizado de Projeto 12X. Todos os membros da família teriam em comum a fuselagem com cabine, leme e seção de asa, além da asa aerodinâmica supercrítica (o que significa ser capaz de cortar o ar com mais eficiência e menos resistência). As diferenças entre os aviões da família estariam na potência dos motores e no uso de seções adicionais na cabine, permitindo capacidades diferentes de passageiros. 
O projeto deu origem ao EMB 121, que ganhou o nome de Xingu, em homenagem ao rio que nasce em Mato Grosso e desagua no rio Amazonas, passando pela primeira reserva indígena demarcada no Brasil - o Parque Indígena do Xingu. Destinado a atender o mercado de transporte executivo, tinha capacidade para até oito passageiros e seria a primeira aeronave pressurizada construída e projetada no Brasil. Essa característica lhe permitia voar a 28 mil pés de altitude, acima das formações de nuvens e perturbações atmosféricas, mantendo a pressão interna equivalente a 8 mil pés, que garantia mais conforto aos passageiros.
Sua homologação para utilização civil foi finalizada em junho de 1979. No final daquele ano, foi homologado seu sistema de degelo nos Estados Unidos. Com a certificação, o Xingu foi lançado no mercado internacional, recebendo na sequência ótima aceitação. Na França, por exemplo, desde 1983, a aeronave é usada para o treinamento de pilotos, e a Força Aérea Francesa decidiu prolongar sua vida operacional até 2025, com a modernização de sistemas eletrônicos. Isso manterá as aeronaves Xingu em operação por 42 anos consecutivos, um fato raríssimo no setor. 

(Fonte: ttps://historicalcenter.embraer.com/br/pt/emb-121)

COM BASE NOS CONHECIMENTOS OBTIDO NO MANUAL APROVADO PARA A AERONAVE EMBRAER 121 XINGU E VERSÕES, RESPONDA A QUESTÃO ABAIXO. 
QUAL A ALTURA DA EMPENAGEM DO EMB-121?
Alternativas
Q2031944 Engenharia Aeronáutica
CONHECIMENTOS TÉCNICOS - AERONAVE EMB 121 XINGU A1

Até os anos 1970, o mercado internacional apontava uma tendência por aviões a jato, mas com a crise do petróleo daquela década, eles se tornaram pouco atrativos devido ao consumo superior de combustível. Como alternativa, a Embraer passou a estudar o desenvolvimento de aviões turboélices pressurizados, que aliavam a economia de combustível à ausência de incômodos causados pela baixa pressão durante o voo, permitindo operar em maiores altitudes e atingir melhor desempenho. 
Assim, a Empresa iniciou o desenvolvimento de uma família de turboélices pressurizados, batizado de Projeto 12X. Todos os membros da família teriam em comum a fuselagem com cabine, leme e seção de asa, além da asa aerodinâmica supercrítica (o que significa ser capaz de cortar o ar com mais eficiência e menos resistência). As diferenças entre os aviões da família estariam na potência dos motores e no uso de seções adicionais na cabine, permitindo capacidades diferentes de passageiros. 
O projeto deu origem ao EMB 121, que ganhou o nome de Xingu, em homenagem ao rio que nasce em Mato Grosso e desagua no rio Amazonas, passando pela primeira reserva indígena demarcada no Brasil - o Parque Indígena do Xingu. Destinado a atender o mercado de transporte executivo, tinha capacidade para até oito passageiros e seria a primeira aeronave pressurizada construída e projetada no Brasil. Essa característica lhe permitia voar a 28 mil pés de altitude, acima das formações de nuvens e perturbações atmosféricas, mantendo a pressão interna equivalente a 8 mil pés, que garantia mais conforto aos passageiros.
Sua homologação para utilização civil foi finalizada em junho de 1979. No final daquele ano, foi homologado seu sistema de degelo nos Estados Unidos. Com a certificação, o Xingu foi lançado no mercado internacional, recebendo na sequência ótima aceitação. Na França, por exemplo, desde 1983, a aeronave é usada para o treinamento de pilotos, e a Força Aérea Francesa decidiu prolongar sua vida operacional até 2025, com a modernização de sistemas eletrônicos. Isso manterá as aeronaves Xingu em operação por 42 anos consecutivos, um fato raríssimo no setor. 

(Fonte: ttps://historicalcenter.embraer.com/br/pt/emb-121)

COM BASE NOS CONHECIMENTOS OBTIDO NO MANUAL APROVADO PARA A AERONAVE EMBRAER 121 XINGU E VERSÕES, RESPONDA A QUESTÃO ABAIXO. 
QUAL A DIMENSÃO DA ENVERGADURA (DE ASA À ASA) DO EMB-121?
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: CS-UFG - 2019 - UFG - Técnico em Mecânica |
Q2015028 Engenharia de Produção
Na indústria moderna, o software de gestão da manutenção está interligado com o sistema de gestão de pessoas e de gestão de estoque. Este fato é importante, pois
Alternativas
Q2010712 Engenharia de Qualidade
Na busca de direcionar seus trabalhos para a melhoria de seus produtos e serviços, as organizações podem utilizar os três modelos básicos de qualidade: in-line; on-line e off-line.
Analise as afirmativas abaixo com relação a esses três conceitos.
1.O modelo de qualidade in-line baseia-se no conjunto de atividades ligadas ao processo de produção. Para a melhoria da qualidade in-line são comuns os projetos de melhoria da operação, a redução e a racionalização dos custos, isto implicará diretamente na melhoria da produtividade final. 2.O modelo de qualidade on-line dá ênfase à melhoria de operações em atividades de pesquisa de mercado, sistemas de informações do mercado e feedback do consumidor. 3.O modelo de qualidade off-line é a interface que trata das relações entre a empresa (através do produto) e o mercado.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2001163 Engenharia de Qualidade
Sobre as regras básicas de comportamento profissional e a ética no serviço público, assinale a alternativa que representa uma ação permitida: 
Alternativas
Q1832404 Engenharia Florestal
O estado do Pará criou vários instrumentos para proteção do meio ambiente. Entre esses, um deles tem as seguintes atribuições:
I – estabelecer diretrizes para a aplicação dos recursos oriundos da compensação ambiental estadual em Unidades de Conservação (UC) existentes ou a serem criadas no estado do Pará; II – decidir sobre procedimentos administrativos e financeiros para execução da compensação ambiental estadual e propor a normatização necessária a esse fim; III – decidir sobre os recursos de revisão de gradação de impactos ambientais; IV – avaliar e auditar, periodicamente, a metodologia e os procedimentos de cálculo da compensação ambiental, de acordo com estudos ambientais realizados e percentuais definidos; V – criar grupo de trabalho para avaliação e revisão da metodologia de gradação de impactos ambientais; VI – aprovar, mediante votação, os Termos de Compromisso, Termos de Concordância de Cálculo e Gradação de Impacto Ambiental, Plano de Trabalho, Cronograma de Execução Físico-Financeiro e demais instrumentos necessários à operacionalização da compensação ambiental.
Esse instrumento é denominado
Alternativas
Q1832403 Engenharia Florestal
Existem vários sistemas silviculturais utilizados para a obtenção de diferentes produtos da floresta. Quando quer se obter madeira com maior valor agregado, algumas práticas são fundamentais, como a desrama e o desbaste. Essas práticas garantem toras com maior diâmetro e livre de nós. A prática do desbaste é uma
Alternativas
Q1832402 Engenharia Florestal
As técnicas de manejo para diminuição dos impactos da exploração madeireira são recomendadas e necessárias. Entre as técnicas para exploração de baixo impacto, destaca-se o corte de cipós que envolvem as árvores. Apesar de controverso, pois os cipós têm uma função ecológica importante no ambiente florestal, trata-se de uma técnica que aumenta a eficiência da colheita florestal. Nesse sentido, os benefícios do corte de cipós em áreas manejadas de exploração florestal
Alternativas
Q1832401 Engenharia Florestal
O manejo de florestas nativas ainda é um tema que divide opiniões. Alguns pesquisadores ponderam que ainda não há conhecimento suficiente sobre as florestas tropicais, em especial a Amazônica, para orientar planos de manejo sustentáveis. No entanto, a legislação brasileira e o IBAMA permitem o manejo dessas florestas. Outros pesquisadores acreditam que mudanças na legislação para permitir a exportação de toras elevariam os preços, garantindo aos proprietários de florestas um ganho de capital maior. Considerando-se essas posições e os princípios do desenvolvimento sustentável, a liberação da comercialização de madeira em tora para o mercado internacional 
Alternativas
Q1832397 Engenharia Florestal
O Código Florestal Brasileiro foi motivo de muitas discussões em diferentes esferas da sociedade. Sua aprovação não foi um consenso nacional. Diferentes setores produtivos têm diferentes visões sobre o referido código. Apesar da constatação de alguns retrocessos na legislação brasileira sobre o tema, alguns avanços foram conseguidos. Os avanços do atual Código Florestal Brasileiro são:
Alternativas
Q1832396 Engenharia Florestal
Atualmente existem dois principais sistemas de colheita de madeira: sistema de toras longas e de toras curtas. O sistema de toras longas envolve o corte e desgalhamento das árvores no local de abate, transporte das mesmas e posterior processamento à margem da estrada ou no pátio. No sistema de toras curtas, as árvores são cortadas e processadas em toras, com dimensões de acordo com o uso final, no próprio local de abate. A combinação “Skidder + Feller-buncher” pode ser considerada representativa no sistema de toras longas, enquanto o módulo “Harvester + Forwarder” trabalha em um sistema de colheita com processamento das árvores no local de abate. Considerando-se o sistema de toras longas, as vantagens desse sistema são:
Alternativas
Q1832395 Engenharia Florestal
Em 1997, representantes de 166 países de todas as partes do mundo se reuniram no Japão para a 3ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre mudanças climáticas. O documento assinado ao final dessa reunião ficou conhecido como Protocolo de Kyoto. A síntese do Protocolo de Kyoto estabelece metas para a redução da(do)
Alternativas
Q1832394 Engenharia Florestal
O Diâmetro a Altura do Peito (DAP) é considerado uma variável dendrométrica muito importante em trabalhos florestais. A literatura recomenda que a medição do DAP de uma árvore em pé seja feita a uma altura de 1,30m. Considerando-se π igual a 3,141592, os valores de DAP para árvores com CAP igual a 2,5m; 1,5m; 3,5m e 4m são, respectivamente, 
Alternativas
Q1832393 Engenharia Florestal
Nas últimas décadas a floresta Amazônica vem sendo substituída por um conjunto variado de atividades econômicas. A permanência de áreas florestadas e o uso manejado das florestas são temas de intensas disputas científicas e políticas. Apesar das indefinições, não há dúvida sobre a importância das florestas para o bem-estar das pessoas de agora e do futuro. Entre as formas de manejar as florestas, o sistema de regeneração natural oferece algumas vantagens, se comparado a formas que preconizam uma intervenção humana mais intensa. As principais características de um sistema de manejo cuja estratégia principal é a regeneração natural são: 
Alternativas
Q1832392 Engenharia Florestal
Os sistemas agroflorestais são ecossistemas complexos com possibilidade de múltiplas produções. Isso é possível porque nessa forma de produção, em vez de se retirar toda a vegetação original e se plantar apenas uma cultura em uma larga extensão de terra, procura-se entender o funcionamento da natureza e imitá-la, utilizando-se as relações entre os seres vivos a nosso favor e estimulando-se a biodiversidade. Nas agroflorestas utiliza-se culturas agrícolas, árvores e animais em um manejo que leva em consideração o tempo e o espaço, para o qual é muito importante o conhecimento das características de cada espécie utilizada e sua relação com as demais. A adubação é feita de forma natural, com os recursos disponíveis e com a dinâmica de ciclagem de nutrientes típica das florestas, por meio da poda das árvores e da adubação verde. Não se utiliza agrotóxicos nem adubos químicos, pois só causam contaminação química e mais desequilíbrio, indo contra a técnica da agrofloresta (que propõe um controle natural das pragas por meio do reestabelecimento do equilíbrio ecológico). Os sistemas agroflorestais devem tentar reproduzir ao máximo a arquitetura das formações naturais, para melhor aproveitar a radiação, umidade e nutrientes (NARDELE e CONDE, sd). Considerando-se o texto acima, as vantagens dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) são:
Alternativas
Q1832388 Engenharia Florestal
Estudos científicos de longos anos mostram a importância da floresta Amazônica para o ciclo global do carbono. Apesar dos métodos atuais não serem totalmente confiáveis, estima-se que, na Amazônia, 50% da biomassa é constituída de carbono (Brown et al., 1992; Higuchi; Carvalho, 1994; Carvalho et al., 1995). Com base no exposto acima, é correto afirmar que 
Alternativas
Q1832387 Engenharia Florestal
Na literatura sobre áreas degradadas, três conceitos são fundamentais: restauração, recuperação e reabilitação. Sobre os conceitos de restauração, reabilitação e recuperação, é correto afirmar, respectivamente, que
Alternativas
Q1832386 Engenharia Florestal
O debate sobre manejo florestal sustentável tem crescido na sociedade nas últimas décadas. Considerando-se a literatura da área e a Resolução 4006/2008 do CONAMA, é correto afirmar que o manejo pleno
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UFRA Prova: CEPS-UFPA - 2019 - UFRA - Engenheiro - Pesca |
Q1804803 Engenharia de Pesca
As macroalgas marinhas possuem um corpo vegetativo pouco diferenciado em termos de tecidos, desempenham relevantes funções ecológicas em ambientes aquáticos e podem apresentar importância socioeconômica. O kombu Lamnaria japonica ou Saccharina japonica, macroalga marinha mais consumida no mundo, é classificado como
Alternativas
Respostas
10541: C
10542: B
10543: B
10544: A
10545: B
10546: B
10547: C
10548: B
10549: D
10550: C
10551: A
10552: B
10553: D
10554: C
10555: C
10556: A
10557: B
10558: C
10559: A
10560: B