Questões de Concurso
Para engenharia
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Protozoa, Myxozoa, Ciliophora, Platyhelminthes, Nematoda, Acanthocephala, Arthropoda, Annelida e Pentastomida são os principais grupos de parasitas de peixes neotropicais de água doce.
Os peixes possuem menor quantidade de parasitas entre os vertebrados, isso ocorre devido ao fato de que, dentro dos criadouros, os peixes recebem altas doses de antibióticos, o que contribui para a resistência bacteriana.
A presença de Escherichia coli e coliformes termotolerantes em corpos aquáticos não se relaciona com características físico-químicos da água, como disponibilidade de oxigênio e níveis de amônia.
O estudo de patógenos de peixes é importante para a saúde pública e ambiental, pois pode indicar um fator limitante para a criação comercial de uma dada espécie, apontando que o patógeno pode ser usado como bioindicador de qualidade ambiental.

Figura 1. Pirá ou pirá-tamanduá, Conorhynchos conirostris.
O Pirá é uma espécie de peixe endêmica considerado símbolo da bacia hidrográfica do rio São Francisco. Por ser uma espécie que realiza a reprodução no período da piracema, o Pirá necessita realizar grandes migrações como estímulo natural à ovulação.
Internet: <cbhsaofrancisco.org.br>
O peixe Surubin, também conhecido como Pintado, pertencente a ordem dos Characiformes, pode ser encontrado nas bacias hidrográficas do São Francisco, Paraná e do Prata.

Figura 1. Pirá ou pirá-tamanduá, Conorhynchos conirostris.
O Pirá é uma espécie de peixe endêmica considerado símbolo da bacia hidrográfica do rio São Francisco. Por ser uma espécie que realiza a reprodução no período da piracema, o Pirá necessita realizar grandes migrações como estímulo natural à ovulação.
Internet: <cbhsaofrancisco.org.br>
Além do Conorhynchos conirostris, as espécies de peixes Salminus franciscanus e Brycon cephalus possuem alto valor comercial e estão ameaçadas de extinção.

Figura 1. Pirá ou pirá-tamanduá, Conorhynchos conirostris.
O Pirá é uma espécie de peixe endêmica considerado símbolo da bacia hidrográfica do rio São Francisco. Por ser uma espécie que realiza a reprodução no período da piracema, o Pirá necessita realizar grandes migrações como estímulo natural à ovulação.
Internet: <cbhsaofrancisco.org.br>
As espécies de peixes mais encontradas nas bacias dos rios São Francisco e Mearim pertencem principalmente às ordens Characiformes e Cichliformes.

Figura 1. Pirá ou pirá-tamanduá, Conorhynchos conirostris.
O Pirá é uma espécie de peixe endêmica considerado símbolo da bacia hidrográfica do rio São Francisco. Por ser uma espécie que realiza a reprodução no período da piracema, o Pirá necessita realizar grandes migrações como estímulo natural à ovulação.
Internet: <cbhsaofrancisco.org.br>
Os dois principais motivos para o desaparecimento do pirá no rio são Francisco foram a pesca abundante e a construção de hidrelétricas no curso do rio, que dificultou sua reprodução.

Figura 1. A interação da piscicultura em tanques-rede com uma série de atividades que podem definir o sucesso ou o fracasso dos empreendimentos aquícolas.
Bueno et al. Produção de peixes cultivados em reservatórios: ferramentas
utilizadas nas estimativas de capacidade de suporte. Panorama da Aquicultura,
setembro, outubro, 2011.
As macrófitas ilustradas na figura 1, ao contrário das demais pressões, são utilizadas para reduzir a demanda biológica por oxigênio (DBO), o que, consequentemente, reduz a contaminação por químicos e torna o ambiente mais propício para a vida aquática.

Figura 1. A interação da piscicultura em tanques-rede com uma série de atividades que podem definir o sucesso ou o fracasso dos empreendimentos aquícolas.
Bueno et al. Produção de peixes cultivados em reservatórios: ferramentas
utilizadas nas estimativas de capacidade de suporte. Panorama da Aquicultura,
setembro, outubro, 2011.
Efluentes de criadouros de peixes apresentam reduzidas concentrações de nutrientes orgânicos e inorgânicos sólidos e solúveis.

Figura 1. A interação da piscicultura em tanques-rede com uma série de atividades que podem definir o sucesso ou o fracasso dos empreendimentos aquícolas.
Bueno et al. Produção de peixes cultivados em reservatórios: ferramentas
utilizadas nas estimativas de capacidade de suporte. Panorama da Aquicultura,
setembro, outubro, 2011.
Parâmetros físico-químicos de qualidade de água, como oxigênio dissolvido (mg L-1), pH, transparência (cm), temperatura (ºC), alcalinidade (mg L -1), amônia total (mg L-1), amônia tóxica (mg L-1) e nitrito (mg L-1), auxiliam na tomada de decisão quanto ao uso da água para a aquicultura.
O processo de escoamento superficial em áreas agrícolas não contribui para a eutrofização dos corpos aquáticos, uma vez que esta só ocorre devido ao lançamento de esgoto bruto em águas superficiais.
A identificação de contaminantes em sedimentos de fundo pode ser determinada por meio de análises físico-químicas do sedimento, tais como pH, acidez potencial, níveis de P e carbono orgânico total.
Condições ambientais como solo argiloso, pluviosidade anual maior que 250 mm e aquífero confinado favorecem a percolação de água contaminada com agrotóxico.
A adsorção e o tipo do solo e a sua solubilidade em água são parâmetros físicos e químicos que influenciam na capacidade de contaminação das águas superficiais e subterrâneas.
Entre os processos que influenciam na retenção e transporte dos agrotóxicos pelo solo até as águas superficiais e subterrâneas, estão a lixiviação e o escoamento superficial.
A refrigeração do pescado pode ser dividida em resfriamento e congelamento: o resfriamento proporciona um tempo de vida mais curto, mas pode manter a qualidade original; o congelamento inibe bruscamente o desenvolvimento de microrganismos.
Quando se desenvolvem programas de controle do tipo HACCP, ou análise de perigos e pontos críticos de controle, os produtos oriundos da aquicultura não apresentam maiores riscos que os da pesca tradicional, com exceção daqueles consumidos crus.
No processo de deterioração do pescado, acontecem muitas alterações físico-químicas, sendo as quatro etapas de deterioração do pescado, nesta ordem, o rigor mortis, a liberação de muco, a autólise e a decomposição bacteriana.
O enlatamento do pescado tem como objetivo garantir a boa qualidade do produto e a sua validade por tempo indeterminado de armazenamento.