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Q3755482 Fonoaudiologia
Pedro tem 8 anos e está em avaliação audiológica. A professora dele relata que Pedro se incomoda quando a sala de aula está mais ruidosa, pois ele se confunde com a voz dos amigos e não entende a professora. A mãe de Pedro refere que, nas festas infantis, ele fica mais quieto porque não entende os amigos. A timpanometria tem resultados normais, e a audiometria revelou as seguintes médias tonais: orelha esquerda – OE = 40 dB; orelha direita – OD = 25 dB.

Com base na classificação do grau da perda auditiva para crianças (OMS, 2020), é correto afirmar que Pedro apresenta perda auditiva de grau
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Q3755481 Fonoaudiologia
Considere o seguinte resultado de timpanometria: volume abaixo de 0,30 mL e pressão de 0 daPa a –100 daPa.

De acordo com classificação de Jerger, Jerger e Mauldin (1972), para sonda de 220 Hz, esse resultado significa uma curva do tipo As ou Ar devido à 
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Q3755480 Fonoaudiologia
O teste audiométrico de Weber é fundamental ao diagnóstico, na audiometria clínica, para verificar a presença de gap aéreo-ósseo. Deve ser realizado em todas as frequências na intensidade de 15 dB acima do limiar de via óssea na frequência a ser testada. O vibrador ósseo deve ser posicionado na linha média da fronte do paciente.

Em uma pessoa adulta, com queixa de perda auditiva mais acentuada à esquerda, a lateralização para essa orelha sugere presença de perda auditiva
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Q3755479 Fonoaudiologia
Na avaliação audiológica, existem critérios para a classificação da configuração audiométrica.

Quando os limiares das frequências extremas são melhores que os das frequências médias, com diferença maior ou igual a 20 dB, deve-se apontar que a curva audiométrica apresenta uma configuração 
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Q3755478 Fonoaudiologia
João, de 64 anos, sofreu um acidente vascular cerebral há quatro meses; atualmente, apresenta um quadro afásico com as seguintes manifestações: exacerbação do discurso, que, apesar de bem articulado, não respeita trocas de turnos nem tem um sentido coerente com a situação de comunicação apresentada; dificuldades em responder adequadamente ao que foi perguntado na conversação; o conteúdo do discurso por vezes é comprometido pela presença de parafasias e neologismos; dificuldades acentuadas na leitura em voz alta; emissões fluentes nas tarefas de nomeação de objetos com presença de parafasias semânticas.

A partir dos dados de avaliação descritos, é correto afirmar que João apresenta um quadro de afasia
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Q3755477 Fonoaudiologia
Na avaliação da comunicação mediada pela escrita, investigam-se as duas rotas de leitura: fonológica e lexical. Em ambas, destacam-se habilidades e competências linguísticas.

Na rota lexical, avaliam-se as competências metalinguísticas de
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Q3755476 Fonoaudiologia
Maria, de 6 anos, foi encaminhada para avaliação fonoaudiológica devido a queixas de disfluências. A avaliação quantitativa revelou 5% de disfluências do tipo prolongamento, bloqueio e pausas, e a avaliação qualitativa revelou:

•  repetição de palavras monossilábicas: /eu fui na na na na escola/;
•  prolongamentos e repetições: /eu tomei ssssuco/;
•  bloqueios: /eu / pego a / bola/;
•  palavras incompletas: /eu comi iogu/.

A partir desses dados, é correto afirmar que o quadro de disfluências de Maria é considerado 
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Q3755475 Fonoaudiologia
Disartria e apraxia de fala adquirida são transtornos motores de fala comuns em pacientes adultos e idosos com alterações neurológicas. Esses transtornos apresentam características distintas, e é fundamental que o fonoaudiólogo saiba identificá-los na prática clínica.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente algumas das características da apraxia de fala adquirida.
Alternativas
Q3755474 Fonoaudiologia
Na avaliação clínica da respiração, são avaliadas as capacidades pulmonar total, vital, inspiratória e residual funcional.

A medida mais comumente empregada é a capacidade respiratória vital, que se refere ao volume máximo de ar
Alternativas
Q3755473 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa que descreve, correta e respectivamente, a localização e as características vocais de nódulos de cordas vocais em adultos.
Alternativas
Q3755472 Fonoaudiologia
A disfonia espástica ocorre por comprometimento bilateral do neurônio motor superior, e as características clínicas refletem os efeitos do tônus muscular excessivo e fraqueza na fala.

Nesse contexto, as características relacionadas a fonação, ressonância e articulação podem ser:
Alternativas
Q3755471 Fonoaudiologia
O pitch vocal varia das mais baixas às mais elevadas frequências, que representam três registros vocais: pulso, modal e elevado.

Com relação ao registro de pulso, é correto afirmar que ele está associado
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Q3755470 Fonoaudiologia
Na intervenção com pacientes com disfagia orofaríngea neurogênica, determinadas manobras voluntárias favorecem a deglutição. Uma delas é conhecida como manobra de Mendelsohn e consiste em solicitar ao paciente que, ao engolir, mantenha a sua laringe alta por alguns segundos.

Essa manobra tem por objetivo aumentar a elevação da laringe,
Alternativas
Q3755469 Fonoaudiologia
Considere as fases da deglutição como preparatória e oral, faríngea e esofágica.

Nas crianças pequenas, são considerados sinais e sintomas da fase faríngea:
Alternativas
Q3755468 Fonoaudiologia
Na videofluoroscopia da deglutição de paciente do sexo masculino, 70 anos, visualizou-se aspiração durante e após a deglutição.

Nesse caso, é correto inferir que a aspiração é decorrente de alteração da fase faríngea por provável
Alternativas
Q3755467 Fonoaudiologia
Considere as fases da deglutição como oral, faríngea e esofágica.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma das alterações de deglutição relacionada às fases oral e faríngea que pode acontecer no envelhecimento.
Alternativas
Q3755466 Fonoaudiologia
O controle neural da deglutição envolve inervação sensorial e motora.

A inervação sensorial da sensação térmica, tátil e dolorosa dos dois terços anteriores da língua é função do nervo 
Alternativas
Q3755465 Fonoaudiologia
Considere a faringe dividida em nasal (orofaringe), oral (orofaringe) e laríngea (hipofaringe).

Assinale a alternativa que se refere corretamente à orofaringe. 
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Q3755464 Fonoaudiologia
Alterações musculoesqueléticas podem causar distorções na produção da fala. Nesse contexto, a hipertrofia de tonsilas palatinas e faríngeas podem causar obstrução respiratória e, consequentemente, respiração oral. O ceceio e a interposição lingual são alterações de fala mais citadas na literatura sobre respiradores orais.

Portanto, pelo raciocínio clínico, é correto inferir que, na hipertrofia de tonsilas palatinas, as alterações esperadas podem acontecer na produção de alguns fones, tais como:
Alternativas
Q3755463 Fonoaudiologia
Na avaliação miofuncional orofacial de Magali, de 10 anos, a fonoaudióloga reporta os seguintes achados: os lábios permanecem fechados na maior parte do tempo, e a respiração tem padrão nasal; a língua apresenta-se alargada e com movimentos incoordenados; tônus aumentado nas bochechas e nos músculos elevadores da mandíbula ao mastigar; apresenta interposição posterior de língua, deslize mandibular anterior, com ceceio lateral, deglutição facilitada e mentual sem anormalidades.

Com base na literatura, tais achados de estrutura, musculatura e funções orofaciais revelam que Magali provavelmente tem alteração vertical do tipo
Alternativas
Respostas
1741: A
1742: D
1743: B
1744: C
1745: E
1746: A
1747: B
1748: E
1749: C
1750: A
1751: D
1752: B
1753: E
1754: A
1755: C
1756: D
1757: B
1758: C
1759: A
1760: D