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Q3924657 Fonoaudiologia
Para registrar gravidade e evolução de paralisia facial periférica no prontuário fonoaudiológico, utiliza-se uma escala clínica padronizada. Indique a escala: 
Alternativas
Q3924656 Fonoaudiologia
A característica fonoaudiológica cardinal e mais frequente na Síndrome Velocardiofacial (22q11.2), decorrente da hipoplasia ou insuficiência muscular do palato mole, é:
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Q3924655 Fonoaudiologia
Em queixa de fala imprecisa, a inspeção em repouso e a protrusão da língua sugerem neuropatia motora específica. Indique o sinal mais típico de dano unilateral do nervo hipoglosso: 
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Q3924654 Fonoaudiologia
Após procedimento em região cervical alta, surgiram disfonia e assimetria de cintura escapular. Indique o achado que melhor sustenta dano combinado aos nervos vago e acessório: 
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Q3924653 Fonoaudiologia
No diagnóstico diferencial entre o Distúrbio Específico de Linguagem (DEL) e o Transtorno do Espectro Autista (TEA), qual aspecto é considerado um marco distintivo do DEL? 
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Q3924652 Fonoaudiologia
Na avaliação de reflexos bulbares, um achado é usado para triagem sensitivo-motora da faringe. Indique o componente mais dependente do nervo glossofaríngeo: 
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Q3924651 Fonoaudiologia
Após glossectomia parcial por câncer de língua, foi solicitado quantificar pressão máxima lingual para monitorar função oromotora. Indique o instrumento mais apropriado: 
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Q3924650 Fonoaudiologia
A avaliação perceptivo-auditiva da voz utiliza escala padronizada que classifica desvios vocais em grau, rugosidade, soprosidade, astenia e tensão. Essa escala de avaliação vocal é denominada: 
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Q3924649 Fonoaudiologia
Úlceras de contato laríngeas resultam de trauma mecânico repetitivo na região posterior das pregas vocais. A abordagem terapêutica fonoaudiológica prioritária para tratamento dessas lesões consiste em técnicas de: 
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Q3924648 Fonoaudiologia
Pacientes com LME cervical alta frequentemente apresentam disfonia por comprometimento da musculatura respiratória. A técnica fonoaudiológica que utiliza compressão abdominal manual sincronizada com a fala para aumentar suporte respiratório é denominada: 
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Q3924647 Fonoaudiologia
A disfagia é complicação frequente em pacientes com ICC descompensada. Durante avaliação clínica fonoaudiológica à beira do leito, o teste que identifica sinais clínicos de penetração/aspiração laríngea utilizando água é o: 
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Q3924646 Fonoaudiologia
A reabilitação pulmonar em pacientes com DPOC inclui treinamento da musculatura respiratória. O fonoaudiólogo utiliza técnica que associa inspiração profunda nasal com expiração oral prolongada usando lábios semicerrados. Essa técnica respiratória é denominada: 
Alternativas
Q3924645 Fonoaudiologia
A avaliação da linguagem no Transtorno do Espectro Autista (TEA) investiga desvios na pragmática e na forma. A repetição automática e estereotipada de falas, palavras ou frases ouvidas anteriormente, podendo ser imediata ou tardia, define o sinal clínico de: 
Alternativas
Q3924644 Fonoaudiologia
Na interface entre Fonoaudiologia e Saúde Mental, a linguagem é compreendida como estruturante do psiquismo. Em quadros de psicose, a produção de palavras novas ou a atribuição de sentidos inéditos a vocábulos existentes, sem convenção social, denomina-se: 
Alternativas
Q3924643 Fonoaudiologia
Na audiometria tonal limiar com fones supraaurais, o mascaramento é obrigatório quando há risco de a resposta ser dada pela orelha não testada. O valor de atenuação interaural (perda de energia sonora na travessia do crânio) considerado como padrão de segurança para a via aérea é de: 
Alternativas
Q3924642 Fonoaudiologia
As características miofuncionais orofaciais na Síndrome de Down exigem intervenção precoce. A habitual postura de língua protraída e a dificuldade de vedamento labial, comuns nesses pacientes, são consequências diretas e primárias da condição muscular generalizada de: 
Alternativas
Q3924641 Fonoaudiologia
Na timpanometria, a interpretação das curvas é baseada na classificação de Jerger. A curva que apresenta pico de máxima compliância centrado na pressão atmosférica (0 daPa), indicando mobilidade normal e ausência de patologia na orelha média, é classificada como tipo: 
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Ano: 2026 Banca: SELECON Órgão: UFRJ Prova: SELECON - 2026 - UFRJ - Fonoaudiólogo |
Q3922820 Fonoaudiologia
No processo de senescência, as modifi cações estruturais, morfológicas e bioquímicas do sistema estomatognático podem tornar a deglutição mais lenta e difi cultosa, caracterizando a presbifagia. Diante do exposto, pode-se confirmar que, na atuação fonoaudiológica preventiva junto à população idosa o(a):
Alternativas
Ano: 2026 Banca: SELECON Órgão: UFRJ Prova: SELECON - 2026 - UFRJ - Fonoaudiólogo |
Q3922819 Fonoaudiologia
O mascaramento é o procedimento utilizado para eliminar a participação da orelha não testada durante a avaliação auditiva (Pernambuco; Assenço, 2023). O uso de mascaramento na via óssea é mandatório sempre que: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: SELECON Órgão: UFRJ Prova: SELECON - 2026 - UFRJ - Fonoaudiólogo |
Q3922818 Fonoaudiologia
A imitanciometria fornece informações objetivas sobre a integridade e o funcionamento do sistema tímpano-ossicular. Um timpanograma do Tipo C, caracterizado por um pico de máxima compliância deslocado para pressões negativas (abaixo de -100 daPa), é indicativo de:  
Alternativas
Respostas
561: C
562: D
563: E
564: D
565: A
566: B
567: C
568: E
569: E
570: C
571: A
572: D
573: E
574: D
575: C
576: B
577: A
578: E
579: A
580: D