A crescente pressão por governança climática
global, evidenciada pelos acordos internacionais como o de
Paris, estabelece metas de redução de emissões de gases de
efeito estufa. No entanto, a soberania nacional dos países em
desenvolvimento, como o Brasil, permite que a implementação
de seus compromissos seja postergada indefinidamente em
nome do desenvolvimento econômico, sem que haja sanções
internacionais efetivas que possam compelir o cumprimento
das metas.