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A análise do contexto cultural e social é fundamental para que se possam compreender os desenvolvimentos da ciência e da tecnologia na sociedade. Tendo como base a revolução científica, que ocorreu principalmente a partir do século XVII, julgue o próximo item.
Em uma época em que as universidades eram apenas instituições de ensino, as sociedades científicas surgiram, durante o Renascimento, como locais de pensamento avançado.
A análise do contexto cultural e social é fundamental para que se possam compreender os desenvolvimentos da ciência e da tecnologia na sociedade. Tendo como base a revolução científica, que ocorreu principalmente a partir do século XVII, julgue o próximo item.
Uma visão de mundo humanista, conjugada com valores como a harmonia e a simplicidade, fundamentais tanto na música como na física, contribuiu para a construção da ciência moderna.
A análise do contexto cultural e social é fundamental para que se possam compreender os desenvolvimentos da ciência e da tecnologia na sociedade. Tendo como base a revolução científica, que ocorreu principalmente a partir do século XVII, julgue o próximo item.
Revolução científica é o período caracterizado pela superação dos conceitos de Platão e Rousseau pelo lançamento das bases conceituais, metodológicas e institucionais da ciência moderna, levando-se em conta, por exemplo, os ensinamentos da alquimia.
A análise do contexto cultural e social é fundamental para que se possam compreender os desenvolvimentos da ciência e da tecnologia na sociedade. Tendo como base a revolução científica, que ocorreu principalmente a partir do século XVII, julgue o próximo item.
Aristóteles propôs um modelo para o universo que seria o de um cosmo finito, quase inerte e imutável, Galileu revolucionou os métodos científicos, ao recorrer à observação, e descobriu os princípios da inércia e Newton completou o trabalho de Galileu, abrindo o caminho para a ciência moderna.
A respeito de acessibilidade e inclusão digital, julgue o item que se segue.
A infraestrutura de conectividade é essencial para a inclusão digital, mas insuficiente por si só. O alto custo, a falta de serviços públicos online acessíveis e a necessidade de capacitação digital ainda limitam o uso efetivo da Internet na redução das desigualdades.
“[...] a falta de escolas e o crescimento populacional, em especial nas camadas menos abastadas da sociedade, fizessem surgir a necessidade de espaços em que pudessem ser alocados os menores pobres e desvalidos. Era de se esperar que a elite não quisesse dividir o espaço com transeuntes considerados vadios pelas calçadas de suas casas. A existência desse público social considerado desinteressante fez nascer a necessidade de ‘aprisionar’ em internatos as crianças consideradas ‘delinquentes’, órfãos, desvalidos, pobres” (Francisco, 2024, p. 220).
O trecho acima fala sobre os espaços de primeiras letras e adestramento dos corpos na cidade do Natal, na segunda metade do século XIX, que se apropriou do Código Criminal da época para definir a criança desvalida como
“[...] o sintoma mais marcante dessa política é a divisão. Destina-se a dividir a população em ‘nós’ e ‘eles’ [...] apelando para distinções étnicas, religiosas ou raciais, e usando essa divisão para moldar a ideologia e, em última análise, a política. Todo o mecanismo trabalha para criar ou solidificar essa distinção. Os políticos justificam suas ideias ao aniquilar um senso comum de história, criando um passado mítico para respaldar sua visão do presente” (Stanley, 2020, p. 115-16).
O trecho usa a dicotomia posta na diferença entre “nós” e “eles”, entre “cidadão legítimos” e “criminosos sem lei”, próprios do
“[...] o fascínio exercido pela novela Vale Tudo (1988), por exemplo, estava relacionado com o julgamento de condutas desprovidas de ética, que de alguma forma, remetiam a comportamentos considerados típicos em um Brasil decepcionado com a nova República” (Hamburger, 1998, p. 458).
As telenovelas ganharam espaço na casa dos brasileiros em consonância com outros processos de mudança do país, a exemplo da migração do campo para a cidade, da industrialização, da medicalização da sociedade, do crescimento de um mercado de consumo, dentre outros. A representação das telenovelas no cotidiano dos brasileiros pode ser observada por meio da
I ao chegar nas grandes cidades, a principal dificuldade para os migrantes era a moradia, que carecia de movimentos sociais da habitação.
II os movimentos internos de migração foram estimulados pela crescente industrialização do pós-guerra e pela redução das fronteiras agrárias.
III o aumento vertiginoso das periferias nas regiões urbanas foi provocada pelos migrantes internos que procuravam lugares acessíveis para morar.
IV houve a melhoria dos sistema de transporte — ferroviários e de ônibus urbanos —, que forneciam transporte público a essa força de trabalho, com empregos nas áreas periféricas das metrópoles.
Das afirmativas, estão corretas
I O aprendizado de um tradicionalista ocorre no seio familiar, no qual o pai, a mãe e os parentes mais velhos também são responsáveis pelos ensinamentos, não sendo esta uma tarefa da escola.
II As palavras, para os africanos, têm um valor sagrado, pois sua origem é divina.
III A fala é considerada um dom, não podendo ser utilizada de forma imprudente, leviana.
IV As escolas ensinavam as leis do Alcorão por meio da memorização, prevalecendo, excepcionalmente, o princípio da escrita sobre a oralidade.
Das afirmativas, estão corretas
Brasileiros! Está proclamada a República! Povo, Exército e Armada, na mais patriótica e sublime confraternização, sacodem o jugo vergonhoso do Império e firmam os seus foros de cidadãos. Purificou-se, enfim, o Continente Novo!
[...]
Viva a República! Viva a Pátria brasileira! Viva o povo norte-rio-grandense! Viva o governo provisório!
O entusiasmo é uma emoção possível de ser observada na Proclamação da República ao povo do Rio Grande do Norte. Tinha início a mudança de governo, sem a participação popular, tanto em nível nacional quanto local. Na cidade do Natal, no dia 17 de novembro de 1889, foi aclamado presidente
“[...] bárbaro costume de açoitar escravos entre nós, que confiados os escravocratas na impunidade dos crimes cometidos em outras épocas, continuavam açoitar os próprios libertos e ingênuos, havendo até quem use ainda troncos, carros, ganchos, peias de ferro e outros meios de tortura” (A Verdade, 1888).
O documento noticiado pelo jornal A Verdade denunciou a violência cometida contra pessoas libertas e ingênuos, sendo estes últimos, conforme a lei n. 2.040 de 1871,
“[...] as instituições públicas, privadas e da sociedade civil definem, regulamentam e transmitem um modo de funcionamento que torna homogêneo e uniforme não só processos, ferramentas, sistema de valores, mas também o perfil de seus empregados e lideranças, majoritariamente masculino e branco. Essa tramitação atravessa gerações e altera pouco a hierarquia das relações de dominação ali incrustadas. Esse fenômeno tem um nome, branquitude, e sua perpetuação no tempo se deve a um pacto de cumplicidade não verbalizado entre pessoas brancas que visam manter seus privilégios. E claro que elas competem entre si, mas é uma competição entre ‘iguais’” (Bento, 2022, p. 18).
A partir do texto, é possível o entendimento de que o “pacto da branquitude”
Texto I
“[...] apesar da recente divulgação de uma queda significativa nos índices de homicídios no Rio Grande do Norte, dados revelam um aumento expressivo na violência contra mulheres. A 18ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024 aponta que, embora as mortes violentas intencionais tenham diminuído 13,9% no estado, os feminicídios cresceram 50%” (Tribuna do Norte, jul. 2024).
Texto II
“[...] no topo da lista de homicídio feminino está o Rio Grande do Norte, onde as jovens negras morrem 8,11 vezes mais do que jovens brancas” (Schwarcz, 2019, p. 186).
Os excertos acima apresentam dados sobre a violência cometida contra mulheres, que tem crescido vertiginosamente nas últimas décadas. Algumas das formas de combate a esse tipo de violência foram a realização de estudo, a constituição da tipificação e aprovação da legislação sobre feminicídio, definido como