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Q3524557 História
No século XVIII, em 1 410 viagens saídas da Bahia e de Pernambuco, 8 131 000 arrobas de tabaco são exportadas para a Costa dos Escravos. Cerca de 575 mil escravos daquela região são introduzidos na Bahia e em Pernambuco no mesmo período.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul.)

Os números apresentados por Alencastro demonstram que
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Q3524556 História
Assinale a alternativa que apresente a ideia central da obra O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul, de Luiz Felipe de Alencastro.
Alternativas
Q3524555 História
Entre 1822 e 1865, a população era formada por poucos milhares de afro-americanos, sendo que aproximadamente 400 deles eram afro-antilhanos de Barbados que se fixaram em um pequeno centro interiorano.
Em 1847, tornou-se independente da American Colonization Society. Quanto à estrutura política, firmava-se francamente inspirada nas instituições norte-americanas.
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à História Contemporânea. Adaptado)

O excerto apresenta
Alternativas
Q3524554 História
Um conjunto de fatores teve um peso decisivo para o processo que deu impulso às lutas de independência no continente africano, no século XX.
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à História Contemporânea. Adaptado)
Hernandez assinala, como um desses fatores,
Alternativas
Q3524553 História
Assinale a alternativa com uma das Competências Específicas de História para o Ensino Fundamental presente no Currículo Paulista.
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Q3524552 História
Foi com o desempenho de missionários e exploradores que o continente começou a ser efetivamente rasgado. Os primeiros, em especial a partir de 1830, eram anglicanos, metodistas, batistas e presbiterianos, a serviço da Grã-Bretanha, desenvolvendo seus trabalhos na Serra Leoa, na Libéria, na Costa do Ouro e na Nigéria.
Simultaneamente, missionários católicos franceses na bordadura do Senegal, desde 1848, fizeram inúmeros protestos contra o aprisionamento e a escravidão.
É importante destacar que a evangelização cristã, fosse católica ou protestante, tinha três pontos comuns.
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à História Contemporânea. Adaptado)
Um desses pontos comuns apontados pela autora consistia em
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Q3524551 História
Enquanto na Alta Idade Média, na Europa cristã, o nível mais frequente tinha sido de 9 a 12 habitantes e o mais baixo de 4 a 5 habitantes por quilômetro quadrado, no fim do século XIII a densidade média era de 20 habitantes por quilômetro quadrado. Portanto, mesmo sem se poder quantificar com maior rigor e precisão a expansão demográfica da Idade Média Central, ela é inegável. Assim, é preciso pensar nas razões desse fenômeno.
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente. Adaptado)

Para o autor, o fenômeno abordado pelo excerto tem como uma de suas possíveis razões 
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Q3524550 História
No essencial, do ângulo econômico, os séculos IV-X podem ser considerados em bloco. Caracterizou-os aquilo que Renée Doehaerd chamou de “escassez endêmica”.
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente)

Segundo o autor, “escassez endêmica” pode ser corretamente definida como sendo
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Q3524549 História
O período que se estendeu de princípios do século IV a meados do século VIII sem dúvida apresenta uma feição própria, não mais “antiga” e ainda não claramente “medieval”. Apesar disso, talvez seja melhor chamá-la de Primeira Idade Média do que usar o velho rótulo de Antiguidade Tardia, pois nela teve início a convivência e a lenta interpenetração dos três elementos históricos que comporiam todo o período medieval.

(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente)

Segundo Franco Júnior, esses três elementos históricos são
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Q3524548 História
Segundo alguns antropólogos, na África, a palavra quilombo refere-se a uma associação de homens aberta a todos. Os membros dessa associação eram submetidos a rituais de iniciação que os integravam como coguerreiros num regimento de super-homens invulneráveis às armas inimigas.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)

Munanga e Gomes, comparando os quilombos africanos e brasileiros, consideram que os segundos
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Q3524547 História
A crença na passividade do africano escravizado no Brasil, na indolência, preguiça e de seu conformismo diante da escravidão, trata-se de um equívoco histórico.
Alguns fatores contribuíram e ainda contribuem para que tal equívoco persista entre nós.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)

Na obra citada, um desses fatores se refere
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Q3524546 História
Após a Conferência de Berlim (1885) que definiu a partilha da África entre países europeus, as imagens simpáticas e tranquilizadoras começaram a sombrear. A infância inocente foi substituída pela imagem de subumanos. Desapareceram as belezas naturais dos territórios e das mulheres e crianças negras, substituídas pelos miasmas e outros horrores da selva, barbárie, mesquinharia e atraso.

(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)

Segundo Munanga e Gomes, a imagem do continente africano se modifica com o intuito de
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Q3524545 História
A dominação política foi realizada pela ocupação do território americano pelos estrangeiros portugueses. Faziam incursões em terras indígenas, instalando capitanias e outras formas de ocupação comuns à época nas regiões invadidas. A presença da soberania estrangeira devia assegurar a exploração econômica. Terras abundantes, essências naturais, matérias-primas vegetais e minerais todas estavam prontas para serem exploradas, para produzir riquezas. Mas faltava uma condição fundamental que Portugal não era capaz de fornecer: a força de trabalho, a mão de obra barata.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)

De acordo com os autores, a dificuldade portuguesa com a mão de obra tinha relação com
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Q3524544 História
Do arcaico ao moderno, do rural ao urbano, do Brasil colônia ao Brasil república, do humano ao sub-humano, da cidadania à escravidão: esses aparentes antagonismos, encobertos pelo véu da modernidade, guardam semelhanças profundas: o mesmo de ontem, hoje, porém metamorfoseado. O trabalho escravo foi, portanto, ressignificado, mas não deixou de ser ele mesmo. Sua essência permanece íntegra mesmo após sua abolição formal e o advento das etapas mais recentes do capitalismo.
(CAVALCANTI, T. M.; RODRIGUES, R. G. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, v. 20, 2023)

Segundo o artigo citado, a essência do trabalho escravo se revela
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Q3524543 História
A ausência de grupos indígenas ou de escravos e seus descendentes, assim como trabalhadores em geral, na História ensinada, é decorrente de uma visão política e ideológica, mas é preciso lembrar, referendada por uma concepção de História.
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e o ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)

O contexto apresentado pelo excerto, segundo Bittencourt, tem ligação com a ideia de que
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Q3524541 História
A questão da convivência entre os adeptos das três grandes religiões monoteístas, revela-nos uma particularidade ibérica que nada deve a outros povos, nem mesmo à Igreja. Sem essa convivência não teriam havido trocas culturais tão profícuas.
(José Rivair Macedo, Repensando a Idade Média no ensino de História. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)

Macedo assinala, como exemplo dessas trocas culturais,
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Q3524540 História
Os livros didáticos foram afetados pela profissionalização do estudo da Antiguidade no país. Cada vez mais, os livros tratam não só dos temas e das explicações historiográficas tradicionais, mas procuram diversificar os objetos e as abordagens, assim como inserir o estudo da Antiguidade na realidade brasileira.

(Pedro Paulo Funari, A renovação da História Antiga. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)

Um exemplo desse olhar diversificado sobre a Antiguidade, segundo o artigo citado, é
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Q3524539 História
É preciso deixar claro que não é proposta do ensino básico a formação de pequenos historiadores. O que importa é que a organização dos conteúdos e a articulação das estratégias para trabalhar com eles levem em conta esses procedimentos para a produção do conhecimento histórico.
(Holien Gonçalves Bezerra, Ensino de História: conteúdos e conceitos básicos. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)

Segundo Bezerra, trabalhar com os procedimentos mencionados para a produção do conhecimento histórico
Alternativas
Q3524538 História
O professor precisa conhecer as bases da nossa cultura: as formas de organização das sociedades humanas, a evolução das civilizações, a Revolução Francesa, a escravidão no Brasil, o cinema de Charlie Chaplin, a literatura de Machado de Assis e por aí afora. O professor precisa ter um conhecimento sólido do patrimônio cultural da humanidade.

(Jaime Pinsky e Carla Bassanezi Pinsky, Por uma História prazerosa e consequente. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)



Segundo os autores do artigo citado, cabe ao professor
Alternativas
Q3524537 História
O Currículo Paulista afirma que “O saber histórico na sala de aula tem se caracterizado por um duplo movimento. De um lado, tenta-se compreender aspectos do presente por meio do passado. De outro, busca-se reelaborar a história a partir de novos questionamentos.”
Para o Currículo Paulista, tal processo deve contribuir para
Alternativas
Respostas
7221: B
7222: C
7223: E
7224: C
7225: A
7226: D
7227: D
7228: E
7229: B
7230: B
7231: C
7232: E
7233: A
7234: B
7235: D
7236: E
7237: B
7238: A
7239: E
7240: D