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Q3610047 História
A noção de temporalidade é central para o ensino de História, pois orienta a compreensão da mudança e da permanência nas sociedades humanas. Nesse sentido, qual perspectiva corresponde à abordagem mais adequada no ensino escolar?
Alternativas
Q3610045 História
A noção de temporalidade é central para o ensino de História, pois orienta a compreensão da mudança e da permanência nas sociedades humanas. Nesse sentido, qual perspectiva corresponde à abordagem mais adequada no ensino escolar?
Alternativas
Q3610042 História
O estado de Santa Catarina é um dos lugares do Brasil onde foi constatada a presença de sítios arqueológicos consequentes da presença de grupos humanos que se instalaram na região há mais de 6 mil anos, que efetivamente se configuraram como montes de conchas, mas que atualmente, também são encontrados diferentes tipos de sedimento, ossos de animais aquáticos e terrestres, ossos humanos e uma grande diversidade de artefatos e estruturas fabricadas, utilizadas e descartadas pelas pessoas que ocuparam estes locais. Estes sítios são chamados de:
Alternativas
Q3609135 História e Geografia de Estados e Municípios
Além da religiosidade, o calendário cultural de Princesa-SC define o período exato em que ocorre sua festa mais tradicional. Segundo os registros, a Kerbfest acontece:
Alternativas
Q3609082 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando as informações históricas sobre a formação do município de Seara/SC, especialmente no que se refere à origem de seu nome e à sua emancipação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3609081 História e Geografia de Estados e Municípios
A história de Santa Catarina se confunde com a do Brasil, no que diz respeito a importantes movimentos ocorridos neste estado, que também foram muito significativos para toda a nação. Nesse contexto, qual das alternativas abaixo traz uma informação correta?
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Q3606183 História
Leia o texto a seguir:

    Foi com essa atribulada conjuntura econômica que o país chegou ao fim do regime militar. O início dos anos 1980 foi marcado por agitada dinâmica social em torno de protestos e manifestações que, embora não restritos ao tema, tinham nas dificuldades econômicas um dos seus principais vetores.

(Carlos Fico. História do Brasil contemporâneo. Adaptado)

A conjuntura econômica deixada pelo regime militar ao país teve como parte de suas características
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Q3606182 História
Leia o texto a seguir:

    Os comícios de abril [de 1984] deram novo fôlego à campanha. No Rio de Janeiro, um milhão de pessoas saíram às ruas. Alguns dias depois, São Paulo colocou 10% de sua população na praça, com mais de 1,6 milhão de pessoas gritando pelas Diretas Já no Vale do Anhangabaú. [...].
    A vigília cívica convocada para a noite da votação não sensibilizou os congressistas.

(Marcos Napolitano, 1964: História do Regime Militar, 2014)

O movimento em referência teve seus resultados frustrados, pois a Emenda Dante de Oliveira
Alternativas
Q3606181 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o texto a seguir:

    A área em que hoje se acha instalada a cidade de Campinas conta com pouco mais de 260 anos de história colonial/imperial/republicana e com milhares de anos de história indígena.
    Nos marcos de sua formação colonial, a cidade de Campinas surgiu na primeira metade do século XVIII como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

(Prefeitura de Campinas. Origens. Disponível em: https://campinas.sp.gov.br/pagina/origens-37679)

Em relação às origens e à evolução da cidade de Campinas, no século XVIII, está correto afirmar que elas se relacionam
Alternativas
Q3606180 História
Leia o texto a seguir:

    A “guerra paulista” teve um lado voltado para o passado e outro para o futuro. A bandeira da constitucionalização abrigou tanto os que esperavam retroceder às formas oligárquicas de poder como os que pretendiam estabelecer uma democracia liberal no país.

(Boris Fausto, História do Brasil, 2009)

O contexto histórico abordado pelo fragmento, relativo ao que ficou conhecido como Revolução Constitucionalista de 1932, explica-se pelo fato de que esse movimento
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Q3606178 História
Leia o texto a seguir:

    Esse princípio – que já norteava informalmente a política de alforrias vigente, sendo a forma mais comum de obtenção da liberdade – confirmou-se na política emancipacionista da segunda metade do século XIX, tanto com a lei de 1871 (que legalizava o pecúlio adquirido pelo escravo e a compra da alforria, a partir dessa poupança ou por meio de empréstimo) quanto com a dos Sexagenários, de 1885 (que, como forma de ressarcimento, impunha aos libertandos maiores de 60 anos a exigência de servir seus senhores por mais três anos ou até os 65 anos).

(Maria Helena P.T. Machado, “Teremos grandes desastres, se não houver providências enérgicas e imediatas: a rebeldia dos escravos e a abolição da escravidão”. Em: K. Grinberg; R. Salles (orgs.), O Brasil Imperial - vol. III: 1870-1889, 2024. Adaptado)

O excerto aborda o princípio
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Q3606177 História
Leia o texto a seguir:

    Mas o fato é que, quanto mais o movimento se radicalizava, maior era a autonomia lograda por negros e indígenas, bem como crescia o papel dos líderes africanos. Os escravizados fizeram a diferença no movimento.
    O movimento espalhou-se como rastilho de pólvora e alcançou o que hoje se conhece como os estados do Pará e do Amazonas. Entre 1836 e 1840 os rebeldes se dirigiram para o interior da província e radicalizaram ainda mais, defendendo o fim da escravidão e o direito à autonomia local. Durante dez meses, a elite local permaneceu atemorizada com a perspectiva de um domínio dos rebeldes, os quais, internados nas selvas, lutaram até 1840, quando foram totalmente exterminados. O saldo no número de mortes é dos mais cruéis: estima-se que de 30% a 40% de uma população de 100 mil habitantes.

(Lilia M. Schwarcz; Heloísa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)

O movimento em referência ficou conhecido como
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Q3606176 História
Leia o texto a seguir:

    As obras desse historiador constituem a própria criação de uma história da cultura no Brasil. Com ele, o conceito de cultura procura abarcar uma gama significativamente maior de espaços, dando nova inteligibilidade ao processo histórico: a vida material, o cotidiano, as mentalidades, as práticas e usos populares. A história da cultura concebida por esse intelectual, entre os anos 1940 e 50, não difere muito da história cultural praticada hoje, ressalvando-se evidentemente o maior rigor e cuidado que o conceito de cultura tem recebido mais recentemente no âmbito da Antropologia.

(Laura de Mello e Souza, “Aspectos da historiografia da cultura sobre o Brasil Colonial”. Em: Marcos Cezar Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 2005. Adaptado)

O excerto se refere a
Alternativas
Q3606175 História
Leia o texto a seguir:

    Esta abordagem do patrimônio histórico, constantemente associada a eventos celebrativos destinados ao consumo turístico da memória, os quais muitas vezes esvaziam desta o seu conteúdo, vem se tornando muito frequente, pois o turismo é um eficaz instrumento de valorização de bens patrimoniais e de captação de recursos para sua conservação.
    Françoise Choay comenta que a ideia de “valorização” do patrimônio tratado como bem de consumo, atualmente, vem sendo feita de forma antagônica: por um lado, encontram-se os restauradores que atuam “sob o signo do respeito”; por outro, são ações “sob o signo da rentabilidade”, destinadas a “valorizar o monumento histórico e transformá-lo eventualmente em produto econômico”.
    Resultará esta abordagem na destruição do próprio objeto que se pretende preservar?

(Priscila Henning, “A preservação do patrimônio entre a teoria e a prática: [...]”. Disponível em: http://www.snh2015.anpuh.org/resources/ anais/39/1434471575_ARQUIVO_priscila.pdf. Adaptado)

O excerto apresenta debate relativo 
Alternativas
Q3606174 História
Leia o texto a seguir:

     Levada a cabo pelo então Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), desde sua criação em 1937, essa política preservacionista deixou um saldo de bens imóveis tombados, referentes aos setores dominantes da sociedade. Preservaram-se as igrejas barrocas, os fortes militares, as casas-grandes e os sobrados coloniais.

(Ricardo Oriá, “Memória e ensino de História”. Em: Circe M. F. Bittencourt, O saber histórico na sala de aula, 1997. Adaptado)

Considerando o contexto abordado, está correto afirmar que a referida política preservacionista
Alternativas
Q3606173 História
Leia o texto a seguir:

    Memória, história: longe de serem sinônimos, tomamos consciência que tudo opõe uma à outra.

(Pierre Nora, “Entre Memória e História – A problemática dos lugares”, 1993. Disponível em: http://www4.pucsp.br/ projetohistoria/downloads/revista/PHistoria10.pdf)

Considerando a perspectiva da corrente historiográfica subjacente ao excerto, está correto afirmar que uma das distinções fundamentais entre os dois conceitos mencionados consiste na ideia de que a memória 
Alternativas
Q3606172 História
Leia o texto a seguir:

    Durante a Revolução Francesa, o valor nacional dos bens se sobrepunha a seu valor histórico, econômico e artístico. A partir desse momento, bens remanescentes do passado, da memória da nação, são simbolicamente utilizados como suportes para a construção de uma identidade coletiva, nacional. Valendo-se dos bens culturais que concebem o patrimônio e que estão associados ao passado e à história da nação, o próprio Estado-Nacional preocupa-se com a seleção dos objetos e coleções que o representam. Foi sobretudo na França que o sentido do patrimônio se consolidou, pois representava naquele momento político conturbado durante e pós-Revolução Francesa um sentimento novo, de elo comum, de uma riqueza moral de toda a nação.

(Viviane Pedrazani, “Patrimônio cultural no Brasil: trajetórias de sujeitos, leis e instituições”, 2022. Disponível em: https://revistahumanares.uespi.br/ index.php/HumanaRes/article/download/119/70. Adaptado)

O fragmento apresenta discussão acerca 
Alternativas
Q3606170 História
Leia o texto a seguir:

    Uma das primeiras obras que reivindicou pertencer a esse gênero, e do qual poderíamos até dizer que é inventora, foi o livro de um historiador mexicano, Luís González y Gonzáles, Pueblo en vilo [...], publicado em 1968. Tratava-se de um estudo monográfico sobre uma comunidade aldeana do México central ao longo de quatro séculos, levado a cabo com a convicção de que esse tipo de abordagem seria suscetível de restituir uma parte ignorada ou escondida da existência social, uma parte que o autor não hesitava em caracterizar como mátria, feminina, próxima, familiar, afetiva. A monografia e, particularmente, a monografia aldeana é um gênero solidamente instalado nos hábitos historiográficos [...].

(Jacques Revel, “[...]: o que as variações de escala ajudam a pensar em um mundo globalizado”. Disponível em: https://www.scielo.br/ j/rbedu/a/k5MsKMHv6ZQvPsF5vqvdkpB/?format=pdf&lang=pt)

O gênero a que se refere o excerto é a
Alternativas
Q3606169 História
Leia o texto a seguir:

    A diferença entre História Serial e História Quantitativa deve ficar clara, embora sejam comuns os já citados casos em que as duas abordagens se superpõem para formar uma História Serial Quantitativa. Ainda que ambas as especialidades possam ser definidas como “abordagens”, existem diferenças a serem notadas.

(José D’Assunção Barros, “História Serial, História Quantitativa e História Demográfica: uma breve reflexão crítica”. Em: Revista de Ciências Humanas, 2011)

Uma das diferenças às quais o texto se refere reside no fato de que a História Serial se caracteriza
Alternativas
Q3606168 História
Leia o texto a seguir:

    No decorrer dos anos 1980, muitos historiadores aproximaram-se dos sujeitos e objetos de investigação da Antropologia. O encontro da História com a Antropologia foi significativo para a compreensão da própria noção de história, cuja existência se iniciava, segundo a maioria das obras didáticas, apenas após a invenção da escrita. Essa tendência renovou a história das mentalidades e, sobretudo, a “velha história das ideias”, inserindo-as em uma perspectiva preocupada não apenas com o pensamento das elites, mas também com as ideias e confrontos de ideias de todos os grupos sociais.

(Circe M.F. Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos, 2005. Adaptado)

O excerto faz alusão
Alternativas
Respostas
6781: E
6782: D
6783: E
6784: C
6785: C
6786: A
6787: B
6788: E
6789: D
6790: B
6791: E
6792: C
6793: B
6794: A
6795: A
6796: D
6797: B
6798: C
6799: A
6800: B