Foram encontradas 64.942 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Situado na Praça Luiz Pereira Lima, abriga amplo acervo do escultor e estudioso José Gomes Pereira. Inaugurada em 2009, a instituição também possui vasto material histórico da formação, avanço e desenvolvimento da cidade de Arapiraca ao longo de seus anos, com fatos importantes e registros fotográficos raros.
Esse ponto turístico da cidade de Arapiraca-AL é:
Durante o final do século XIX e as primeiras décadas do XX, o porto do Rio de Janeiro foi um dos principais espaços de negociação e conflito sobre questões trabalhistas no Brasil. Nesse contexto, os estivadores – responsáveis pelas atividades de carga e descarga – criaram associações e sindicatos para que suas demandas e reivindicações sobre o trabalho e a dignidade do trabalhador pudessem ganhar mais força.
Considerando esse processo histórico, melhor se expressa o papel dessas associações de estivadores na conformação das relações entre trabalhadores, Estado e capital em:
O surgimento da social-democracia europeia, no final do século XIX e início do século XX, representou uma tentativa de conciliar a crítica marxista às desigualdades geradas pelo capitalismo com a preservação de instituições democráticas e do sistema de propriedade privada.
Considerando esse contexto histórico, a alternativa que melhor caracteriza a social- democracia é:
Considerando esse contexto e o debate historiográfico pertinente sobre o tema, constata-se que:
Os ideais iluministas da razão, da liberdade e da igualdade perante a lei inspiraram o modelo de cidadania moderna. No Brasil, tais princípios influenciaram a formação do Estado republicano, mas, em um contexto marcado por desigualdades sociais, raciais e políticas alguns tornaram-se mais iguais e livres que outros.
Considerando a relação entre o ideário iluminista e a configuração da cidadania brasileira entre o final do século XIX e meados do século XX, pode-se dizer que:
Nesse sentido, o apartheid deve ser compreendido como:
A partir da segunda metade do século XX, correntes como a História Oral e a História do Cotidiano ampliaram as possibilidades das análises historiográficas e suas fontes ao incorporar sujeitos antes marginalizados e dimensões subjetivas da experiência social. Tais abordagens, no entanto, trouxeram novos desafios metodológicos e epistemológicos quanto à natureza da memória, ao papel do historiador e à relação entre experiência individual e processos coletivos.
Considerando as discussões historiográficas contemporâneas sobre o uso da memória e das práticas cotidianas como fontes históricas, a alternativa correta é:
A análise marxista da História enfatiza que as relações de produção são a base estrutural que condiciona superestruturas ideológicas, culturais, políticas e simbólicas, enquanto abordagens culturais – como a história das mentalidades – insistem que representações, crenças e práticas simbólicas possuem autonomia relativa e exercem efeito causal no processo histórico.
Acerca do materialismo histórico e das correntes culturais da História, está correto afirmar:
Um fator em comum que pode ser observado para a legitimação simbólica dos Estados nacionais modernos envolveu práticas de "invenção de tradições", produção de rituais oficiais e cultos cívicos que visavam moldar o sentido de pertencimento nacional para populações culturais heterogêneas.
Nesse processo simbólico e político, é correto afirmar:
As recentes abordagens historiográficas sobre os processos que levaram à Independência do Brasil, sobretudo no caso da guerra pela Independência na Bahia (1822 - 1823), além de questionarem a narrativa tradicional e centralizadora da Independência do Brasil, destacam multiplicidade de percepções acerca do processo emancipatório Brasileiro dentro de cada região do país.
Em diálogo com a história social e com estudos sobre cultura política, esse episódio passou a ser interpretado como um:
Tendo em vista o trecho acima, é possível afirmar que a historiografia vem buscando reinterpretar a noção de “resistências escrava” no contexto da escravidão colonial brasileira como:
"[...] o que não se perdoa a Hitler não é o crime em si, o crime contra o homem, não é a humilhação do homem em si, é o crime contra o homem branco, a humilhação do homem branco e o ter aplicado à Europa processos colonialistas a que até aqui só os árabes da Argélia, os 'coolies' da Índia e os negros de África estavam subordinados (CÉSAIRE, 2020).”
Com base no trecho acima e na historiografia pertinente sobre o tema, pode-se afirmar que:
Acerca da Nakba, está correta a seguinte afirmativa:
Sobre as relações entre sociedade, economia e natureza nas sociedades africanas tradicionais, é possível afirmar que:
O positivismo histórico postula que o historiador deve ser imparcial, atribuindo à História o status de ciência empírica, capaz de reproduzir a verdade objetiva do passado, desde que o pesquisador eliminasse suas emoções e juízos de valor. Contudo, correntes posteriores, como o caso da Escola dos Annales, elaboram uma outra noção de história pautada no que Bloch chamou de “a ciência dos homens no tempo”.
Parte dessa mudança pode ser percebida através da seguinte noção: