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Para história
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No cinema, as representações de Octaviano/Augusto tendem a recuperar e confirmar este tipo de episódios retratados na cultura e nas artes, a partir de visões literárias e pictóricas compostas em torno dos amores de Marco Antônio e de Cleópatra, remetendo invariavelmente a história de Augusto para segundo plano. [...]. É preciso não descurar este aspecto fundamental: o que chegou ao cinema e à televisão é o resultado de ficções e/ou mitos fundados e forjados inicialmente pela própria Cultura Clássica.
MENDES, Elsa Maria Carneiro. Narrativas audiovisuais sobre a Antiguidade Clássica: a representação do Imperador Augusto no cinema e na TV. ICONO14, Julio-diciembre, 2019, Volumen 17, Nº 2, p. 63.
Sobre a reprodução de imagens da Antiguidade na cultura histórica do tempo presente, o excerto evidencia que os mitos são
A queda da grande cidade mexica, principal mandatária da Tríplice Aliança, e o relativo domínio espanhol sobre a capital inca do Tahuantinsuyu também têm seus exclusivismos historiográficos replicados e cultivados na memória histórica ocidental, ou seja, na noção que a maioria dos habitantes dos atuais Estados-Nações da América e da Europa possui acerca do próprio passado. Obviamente, a ideia que os espanhóis venceram cabalmente os mexicas em 1521 e os incas em 1533 é mais relevante entre as populações dos Estados-Nações que se formaram a partir dos vice-reinos hispânicos na América, embora essa ideia também possua uma notória presença entre as populações dos demais países de nosso continente, como no Brasil e nos Estados Unidos. Essa memória histórica se nutriu, em alguma medida, dessas linhas historiográficas hegemônicas, assim como de relatos espanhóis do século XVI, como as famosas Historia verdadera de la conquista de la Nueva España, de Bernal Díaz del Castillo, e Verdadera Relación de la Conquista del Perú, de Francisco de Xerez. Expressões vigorosas e atuais dessa memória histórica ocidental sobre a conquista da América podem ser vistas em abundância nos currículos e aulas do ensino fundamental e médio, nos livros didáticos e em outros materiais destinados ao ensino de História, além de também caracterizarem pinturas artísticas, monumentos, museus, filmes, séries, novelas e documentários dedicados ao tema.
SANTOS, Eduardo Natalino dos. História dos vencidos, história da mestiçagem e história indígena. In: ACRUCHE, Hevelly Ferreira; SILVA, Bruno. As américas em perspectiva: das conquistas às independências. Juiz de Fora, MG: Editora UFJF/ClioEdel, 2023, p. 27.
O processo descrito no excerto se refere a uma transposição didática do conhecimento histórico associada à ideia de uma
O que faz sentido pensar historicamente, por que faz sentido pensar isso ou aquilo, para que apreender, entender, atribuir sentido a gentes e a grupos, a tempos e a episódios? A cada tempo sua intriga desafiadora. A cada quotidiano pertence uma nova bateria de questões ou a revisão de questões não raro múltiplas vezes tratadas. E a todas elaboram-se respostas ao sabor do tempo presente. Não me parece que as narrativas históricas sejam quaisquer, já que revestidas da confiabilidade metódica.
MARTINS, Estevão C. de Rezende. História: por quê? Para quê? In: AVELAR, Alexandre de Sá (org.). História para quê? Para quem? 1. ed. Teresina: Cancioneiro, 2024, p. 15.
A concepção de história presente na citação compreende o passado como
A história não emerge como um dado ou um acidente que tudo explica: ela é a correlação de forças, de enfrentamentos e da batalha para a produção de sentidos e significados, que são constantemente reinterpretados por diferentes grupos sociais e suas demandas – o que, consequentemente, suscita outras questões e discussões.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018, p. 397.
O trecho foi retirado da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em sua parte que aborda o ensino de História para a etapa do Ensino Fundamental. O parágrafo apresentado evidencia uma oposição à concepção de história
Com base nesse contexto, todas as alternativas a seguir representam povos indígenas do estado de Rondônia, EXCETO:
Diante dessa afirmação, todas as alternativas a seguir representam municípios que integravam o estado de Rondônia no momento de sua criação, EXCETO:
Assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE o nome desse minério:
Qual é o número entre os telefones a seguir que deve ser acionado?
Leia o texto a seguir.
O município de Gameleira de Goiás está localizado na mesorregião leste goiana e na microrregião do entorno de Brasília, distante, aproximadamente, 98,9 km da capital. De acordo com estimativas, no ano de 2022, o município possuía uma população de 3.456 habitantes. A área do município é de 594,78 km² e, de acordo com os últimos dados censitários, a densidade demográfica. em 2010. era de 5,87 hab/km² (IBGE, 2022).
Disponível em: https://sanrural.ufg.br/wp-content/uploads/2018/04/DTMGameleira_Goias_ISBN.pdf. Acesso em: 27 nov. 2025.
A cidade de Gameleira de Goiás foi fundada sob a tradição da fé. Qual foi o ato religioso provocador de seu surgimento?
Leia o texto a seguir.
As festas religiosas, no Brasil, são incontáveis. Das tradicionais festas do cristianismo, como as da Natividade, ao constante homenagear católico de santos padroeiros, como Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora da Conceição, dos Navegantes, de Nazaré, Santo Antônio, São Sebastião, São Pedro, São João entre muitos e muitos outros, o festejar não cessa. Além disso, outras religiosidades, como a indígena, por exemplo, além dos neoesoterismos, fazem do festejo sua forma ritual preferida. Não têm fim, do mesmo modo, as festas de candomblé e umbanda, as festas judaicas, islâmicas e budistas. O fenômeno é antigo e surpreendente para aqueles não familiarizados com a cultura brasileira e seu permanente envolvimento com a linguagem das festas.
AMARAL, Rita. Festas católicas brasileiras e os milagres do povo. Disponível em: https://revistaseletronicas.pucrs.br/civitas/article/download/116/112/448. Acesso em: 2 dez. 2025.
A cultura religiosa da região Centro-oeste é representada