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Q2729714 Português
ESCOLAS: ANALFABETISMO E CIDADANIA
 Dal Marcondes

Nos últimos anos, crescem em diversos setores as críticas em relação ao modelo de educação conhecido como "progressão continuada", no qual os alunos do ensino fundamental não repetem de ano, mas são acompanhados ano a ano de acordo com sua capacidade cognitiva e de aprendizagem. Esse sistema tornou relativamente comum que estudantes de séries avançadas ainda apresentem dificuldades de alfabetização, mesmo estando em um período em que já se espera um grau maior de conhecimento da língua.
Essa adequação entre série e aprendizagem é o modelo tradicional de ensino, pelo qual quem não consegue apresentar um bom desempenho em provas não consegue passar de ano, repetindo a mesma série no ano seguinte. Por muito tempo foi assim e isso se refletia em um alto grau de abandono escolar. Crianças que não conseguiam acompanhar passavam a ter um desequilíbrio entre a idade e a série correspondente, além de sofrer diversas formas de bullying.
O modelo continuado foi adotado por diversos estados e cidades como uma forma de manter a criança na escola. Ele parte de alguns princípios estruturantes, como o respeito ao ritmo de aprendizagem de cada criança, no qual o acompanhamento pedagógico ajuda a reduzir a defasagem. Mas tem um princípio que não tem sido levado em conta quando se faz críticas ao modelo, que é o da socialização. Mesmo crianças com alto grau de dificuldade de aprendizagem, que, por motivos diversos, muitas vezes alheios à vontade das crianças, como subnutrição ou traumas, quando permanecem na escola durante o tempo normal, cumprindo todas as séries, aprendem a conviver com outras pessoas e a construir relações que vão ajudá-las a trabalhar e a viver melhor.
A opção da reprovação e do abandono escolar, por outro lado, coloca essas crianças na rua, ao alcance da violência e do crime, crescendo discriminadas e muitas vezes ressentidas com a sociedade que as abandonou. Certamente, o modelo da progressão continuada pode ser melhorado e precisa de mais empenho por parte de gestores e educadores, mas a alternativa da reprovação é mais danosa para a sociedade e para as crianças que não conseguem acompanhar pari-passu o currículo escolar.
Portanto, antes de se fazer críticas a uma educação mais inclusiva, capaz de trabalhar elementos de cidadania no longo prazo, é bom fazer uma reflexão sobre os péssimos impactos de se lançar crianças à rua sem nenhuma estrutura de apoio. O tempo na escola, mesmo que os resultados não possam ser medidos em aprendizagem objetiva, ajuda na formação de cidadãos. 

Disponível em: < http://www.cartacapital.com.br>. Acesso em: 13 mai. 2014.
Considere o trecho selecionado a seguir.

Portanto, antes de se fazer críticas a uma educação mais inclusiva, capaz de trabalhar elementos de cidadania (1) no longo prazo (2), é bom fazer uma reflexão sobre os péssimos impactos de se lançar crianças à rua (3) sem nenhuma estrutura de apoio. O tempo na escola, mesmo que os resultados não possam ser medidos em aprendizagem objetiva, ajuda na formação de cidadãos.

Sobre os elementos linguísticos destacados, é correto afirmar:
Alternativas
Q2729713 Português
ESCOLAS: ANALFABETISMO E CIDADANIA
 Dal Marcondes

Nos últimos anos, crescem em diversos setores as críticas em relação ao modelo de educação conhecido como "progressão continuada", no qual os alunos do ensino fundamental não repetem de ano, mas são acompanhados ano a ano de acordo com sua capacidade cognitiva e de aprendizagem. Esse sistema tornou relativamente comum que estudantes de séries avançadas ainda apresentem dificuldades de alfabetização, mesmo estando em um período em que já se espera um grau maior de conhecimento da língua.
Essa adequação entre série e aprendizagem é o modelo tradicional de ensino, pelo qual quem não consegue apresentar um bom desempenho em provas não consegue passar de ano, repetindo a mesma série no ano seguinte. Por muito tempo foi assim e isso se refletia em um alto grau de abandono escolar. Crianças que não conseguiam acompanhar passavam a ter um desequilíbrio entre a idade e a série correspondente, além de sofrer diversas formas de bullying.
O modelo continuado foi adotado por diversos estados e cidades como uma forma de manter a criança na escola. Ele parte de alguns princípios estruturantes, como o respeito ao ritmo de aprendizagem de cada criança, no qual o acompanhamento pedagógico ajuda a reduzir a defasagem. Mas tem um princípio que não tem sido levado em conta quando se faz críticas ao modelo, que é o da socialização. Mesmo crianças com alto grau de dificuldade de aprendizagem, que, por motivos diversos, muitas vezes alheios à vontade das crianças, como subnutrição ou traumas, quando permanecem na escola durante o tempo normal, cumprindo todas as séries, aprendem a conviver com outras pessoas e a construir relações que vão ajudá-las a trabalhar e a viver melhor.
A opção da reprovação e do abandono escolar, por outro lado, coloca essas crianças na rua, ao alcance da violência e do crime, crescendo discriminadas e muitas vezes ressentidas com a sociedade que as abandonou. Certamente, o modelo da progressão continuada pode ser melhorado e precisa de mais empenho por parte de gestores e educadores, mas a alternativa da reprovação é mais danosa para a sociedade e para as crianças que não conseguem acompanhar pari-passu o currículo escolar.
Portanto, antes de se fazer críticas a uma educação mais inclusiva, capaz de trabalhar elementos de cidadania no longo prazo, é bom fazer uma reflexão sobre os péssimos impactos de se lançar crianças à rua sem nenhuma estrutura de apoio. O tempo na escola, mesmo que os resultados não possam ser medidos em aprendizagem objetiva, ajuda na formação de cidadãos. 

Disponível em: < http://www.cartacapital.com.br>. Acesso em: 13 mai. 2014.
Em relação à acentuação gráfica das palavras “críticas”, “currículo” e “pedagógico”, assinale a opção correta.
Alternativas
Q2729712 Português
ESCOLAS: ANALFABETISMO E CIDADANIA
 Dal Marcondes

Nos últimos anos, crescem em diversos setores as críticas em relação ao modelo de educação conhecido como "progressão continuada", no qual os alunos do ensino fundamental não repetem de ano, mas são acompanhados ano a ano de acordo com sua capacidade cognitiva e de aprendizagem. Esse sistema tornou relativamente comum que estudantes de séries avançadas ainda apresentem dificuldades de alfabetização, mesmo estando em um período em que já se espera um grau maior de conhecimento da língua.
Essa adequação entre série e aprendizagem é o modelo tradicional de ensino, pelo qual quem não consegue apresentar um bom desempenho em provas não consegue passar de ano, repetindo a mesma série no ano seguinte. Por muito tempo foi assim e isso se refletia em um alto grau de abandono escolar. Crianças que não conseguiam acompanhar passavam a ter um desequilíbrio entre a idade e a série correspondente, além de sofrer diversas formas de bullying.
O modelo continuado foi adotado por diversos estados e cidades como uma forma de manter a criança na escola. Ele parte de alguns princípios estruturantes, como o respeito ao ritmo de aprendizagem de cada criança, no qual o acompanhamento pedagógico ajuda a reduzir a defasagem. Mas tem um princípio que não tem sido levado em conta quando se faz críticas ao modelo, que é o da socialização. Mesmo crianças com alto grau de dificuldade de aprendizagem, que, por motivos diversos, muitas vezes alheios à vontade das crianças, como subnutrição ou traumas, quando permanecem na escola durante o tempo normal, cumprindo todas as séries, aprendem a conviver com outras pessoas e a construir relações que vão ajudá-las a trabalhar e a viver melhor.
A opção da reprovação e do abandono escolar, por outro lado, coloca essas crianças na rua, ao alcance da violência e do crime, crescendo discriminadas e muitas vezes ressentidas com a sociedade que as abandonou. Certamente, o modelo da progressão continuada pode ser melhorado e precisa de mais empenho por parte de gestores e educadores, mas a alternativa da reprovação é mais danosa para a sociedade e para as crianças que não conseguem acompanhar pari-passu o currículo escolar.
Portanto, antes de se fazer críticas a uma educação mais inclusiva, capaz de trabalhar elementos de cidadania no longo prazo, é bom fazer uma reflexão sobre os péssimos impactos de se lançar crianças à rua sem nenhuma estrutura de apoio. O tempo na escola, mesmo que os resultados não possam ser medidos em aprendizagem objetiva, ajuda na formação de cidadãos. 

Disponível em: < http://www.cartacapital.com.br>. Acesso em: 13 mai. 2014.
Considere o trecho selecionado a seguir.

Certamente (1), o modelo da progressão continuada pode (2) ser melhorado e precisa (3) de mais empenho por parte de gestores e educadores, mas a alternativa da reprovação é mais danosa para a sociedade e para as crianças que não conseguem acompanhar pari-passu o currículo escolar.

Os elementos linguísticos destacados expressam, respectivamente,
Alternativas
Q2729711 Português
ESCOLAS: ANALFABETISMO E CIDADANIA
 Dal Marcondes

Nos últimos anos, crescem em diversos setores as críticas em relação ao modelo de educação conhecido como "progressão continuada", no qual os alunos do ensino fundamental não repetem de ano, mas são acompanhados ano a ano de acordo com sua capacidade cognitiva e de aprendizagem. Esse sistema tornou relativamente comum que estudantes de séries avançadas ainda apresentem dificuldades de alfabetização, mesmo estando em um período em que já se espera um grau maior de conhecimento da língua.
Essa adequação entre série e aprendizagem é o modelo tradicional de ensino, pelo qual quem não consegue apresentar um bom desempenho em provas não consegue passar de ano, repetindo a mesma série no ano seguinte. Por muito tempo foi assim e isso se refletia em um alto grau de abandono escolar. Crianças que não conseguiam acompanhar passavam a ter um desequilíbrio entre a idade e a série correspondente, além de sofrer diversas formas de bullying.
O modelo continuado foi adotado por diversos estados e cidades como uma forma de manter a criança na escola. Ele parte de alguns princípios estruturantes, como o respeito ao ritmo de aprendizagem de cada criança, no qual o acompanhamento pedagógico ajuda a reduzir a defasagem. Mas tem um princípio que não tem sido levado em conta quando se faz críticas ao modelo, que é o da socialização. Mesmo crianças com alto grau de dificuldade de aprendizagem, que, por motivos diversos, muitas vezes alheios à vontade das crianças, como subnutrição ou traumas, quando permanecem na escola durante o tempo normal, cumprindo todas as séries, aprendem a conviver com outras pessoas e a construir relações que vão ajudá-las a trabalhar e a viver melhor.
A opção da reprovação e do abandono escolar, por outro lado, coloca essas crianças na rua, ao alcance da violência e do crime, crescendo discriminadas e muitas vezes ressentidas com a sociedade que as abandonou. Certamente, o modelo da progressão continuada pode ser melhorado e precisa de mais empenho por parte de gestores e educadores, mas a alternativa da reprovação é mais danosa para a sociedade e para as crianças que não conseguem acompanhar pari-passu o currículo escolar.
Portanto, antes de se fazer críticas a uma educação mais inclusiva, capaz de trabalhar elementos de cidadania no longo prazo, é bom fazer uma reflexão sobre os péssimos impactos de se lançar crianças à rua sem nenhuma estrutura de apoio. O tempo na escola, mesmo que os resultados não possam ser medidos em aprendizagem objetiva, ajuda na formação de cidadãos. 

Disponível em: < http://www.cartacapital.com.br>. Acesso em: 13 mai. 2014.
Considere o trecho selecionado a seguir.

A opção da reprovação e do abandono escolar, por outro lado, coloca essas crianças na rua, ao alcance da violência e do crime, crescendo discriminadas (1) e muitas vezes ressentidas (2) com a sociedade que as abandonou.

Sobre os elementos linguísticos destacados e numerados, é correto afirmar:
Alternativas
Q2729710 Português
ESCOLAS: ANALFABETISMO E CIDADANIA
 Dal Marcondes

Nos últimos anos, crescem em diversos setores as críticas em relação ao modelo de educação conhecido como "progressão continuada", no qual os alunos do ensino fundamental não repetem de ano, mas são acompanhados ano a ano de acordo com sua capacidade cognitiva e de aprendizagem. Esse sistema tornou relativamente comum que estudantes de séries avançadas ainda apresentem dificuldades de alfabetização, mesmo estando em um período em que já se espera um grau maior de conhecimento da língua.
Essa adequação entre série e aprendizagem é o modelo tradicional de ensino, pelo qual quem não consegue apresentar um bom desempenho em provas não consegue passar de ano, repetindo a mesma série no ano seguinte. Por muito tempo foi assim e isso se refletia em um alto grau de abandono escolar. Crianças que não conseguiam acompanhar passavam a ter um desequilíbrio entre a idade e a série correspondente, além de sofrer diversas formas de bullying.
O modelo continuado foi adotado por diversos estados e cidades como uma forma de manter a criança na escola. Ele parte de alguns princípios estruturantes, como o respeito ao ritmo de aprendizagem de cada criança, no qual o acompanhamento pedagógico ajuda a reduzir a defasagem. Mas tem um princípio que não tem sido levado em conta quando se faz críticas ao modelo, que é o da socialização. Mesmo crianças com alto grau de dificuldade de aprendizagem, que, por motivos diversos, muitas vezes alheios à vontade das crianças, como subnutrição ou traumas, quando permanecem na escola durante o tempo normal, cumprindo todas as séries, aprendem a conviver com outras pessoas e a construir relações que vão ajudá-las a trabalhar e a viver melhor.
A opção da reprovação e do abandono escolar, por outro lado, coloca essas crianças na rua, ao alcance da violência e do crime, crescendo discriminadas e muitas vezes ressentidas com a sociedade que as abandonou. Certamente, o modelo da progressão continuada pode ser melhorado e precisa de mais empenho por parte de gestores e educadores, mas a alternativa da reprovação é mais danosa para a sociedade e para as crianças que não conseguem acompanhar pari-passu o currículo escolar.
Portanto, antes de se fazer críticas a uma educação mais inclusiva, capaz de trabalhar elementos de cidadania no longo prazo, é bom fazer uma reflexão sobre os péssimos impactos de se lançar crianças à rua sem nenhuma estrutura de apoio. O tempo na escola, mesmo que os resultados não possam ser medidos em aprendizagem objetiva, ajuda na formação de cidadãos. 

Disponível em: < http://www.cartacapital.com.br>. Acesso em: 13 mai. 2014.
Considere o trecho selecionado a seguir.

Certamente, o modelo da progressão continuada pode ser melhorado e precisa de mais empenho por parte de gestores e educadores, mas a alternativa da reprovação é mais danosa para a sociedade e para as crianças que não conseguem acompanhar pari-passu o currículo escolar.
Portanto, antes de se fazer críticas a uma educação mais inclusiva, capaz de trabalhar elementos de cidadania no longo prazo, é bom fazer uma reflexão sobre os péssimos impactos de se lançar crianças à rua sem nenhuma estrutura de apoio. O tempo na escola, mesmo que os resultados não possam ser medidos em aprendizagem objetiva, ajuda na formação de cidadãos.

Mantêm-se as mesmas relações de sentido estabelecidas no trecho se os elementos linguísticos em destaque forem, na mesma ordem em que surgem, substituídos por
Alternativas
Q2729709 Português
ESCOLAS: ANALFABETISMO E CIDADANIA
 Dal Marcondes

Nos últimos anos, crescem em diversos setores as críticas em relação ao modelo de educação conhecido como "progressão continuada", no qual os alunos do ensino fundamental não repetem de ano, mas são acompanhados ano a ano de acordo com sua capacidade cognitiva e de aprendizagem. Esse sistema tornou relativamente comum que estudantes de séries avançadas ainda apresentem dificuldades de alfabetização, mesmo estando em um período em que já se espera um grau maior de conhecimento da língua.
Essa adequação entre série e aprendizagem é o modelo tradicional de ensino, pelo qual quem não consegue apresentar um bom desempenho em provas não consegue passar de ano, repetindo a mesma série no ano seguinte. Por muito tempo foi assim e isso se refletia em um alto grau de abandono escolar. Crianças que não conseguiam acompanhar passavam a ter um desequilíbrio entre a idade e a série correspondente, além de sofrer diversas formas de bullying.
O modelo continuado foi adotado por diversos estados e cidades como uma forma de manter a criança na escola. Ele parte de alguns princípios estruturantes, como o respeito ao ritmo de aprendizagem de cada criança, no qual o acompanhamento pedagógico ajuda a reduzir a defasagem. Mas tem um princípio que não tem sido levado em conta quando se faz críticas ao modelo, que é o da socialização. Mesmo crianças com alto grau de dificuldade de aprendizagem, que, por motivos diversos, muitas vezes alheios à vontade das crianças, como subnutrição ou traumas, quando permanecem na escola durante o tempo normal, cumprindo todas as séries, aprendem a conviver com outras pessoas e a construir relações que vão ajudá-las a trabalhar e a viver melhor.
A opção da reprovação e do abandono escolar, por outro lado, coloca essas crianças na rua, ao alcance da violência e do crime, crescendo discriminadas e muitas vezes ressentidas com a sociedade que as abandonou. Certamente, o modelo da progressão continuada pode ser melhorado e precisa de mais empenho por parte de gestores e educadores, mas a alternativa da reprovação é mais danosa para a sociedade e para as crianças que não conseguem acompanhar pari-passu o currículo escolar.
Portanto, antes de se fazer críticas a uma educação mais inclusiva, capaz de trabalhar elementos de cidadania no longo prazo, é bom fazer uma reflexão sobre os péssimos impactos de se lançar crianças à rua sem nenhuma estrutura de apoio. O tempo na escola, mesmo que os resultados não possam ser medidos em aprendizagem objetiva, ajuda na formação de cidadãos. 

Disponível em: < http://www.cartacapital.com.br>. Acesso em: 13 mai. 2014.
Os dois últimos parágrafos do texto revelam uma visão
Alternativas
Q2729708 Português
ESCOLAS: ANALFABETISMO E CIDADANIA
 Dal Marcondes

Nos últimos anos, crescem em diversos setores as críticas em relação ao modelo de educação conhecido como "progressão continuada", no qual os alunos do ensino fundamental não repetem de ano, mas são acompanhados ano a ano de acordo com sua capacidade cognitiva e de aprendizagem. Esse sistema tornou relativamente comum que estudantes de séries avançadas ainda apresentem dificuldades de alfabetização, mesmo estando em um período em que já se espera um grau maior de conhecimento da língua.
Essa adequação entre série e aprendizagem é o modelo tradicional de ensino, pelo qual quem não consegue apresentar um bom desempenho em provas não consegue passar de ano, repetindo a mesma série no ano seguinte. Por muito tempo foi assim e isso se refletia em um alto grau de abandono escolar. Crianças que não conseguiam acompanhar passavam a ter um desequilíbrio entre a idade e a série correspondente, além de sofrer diversas formas de bullying.
O modelo continuado foi adotado por diversos estados e cidades como uma forma de manter a criança na escola. Ele parte de alguns princípios estruturantes, como o respeito ao ritmo de aprendizagem de cada criança, no qual o acompanhamento pedagógico ajuda a reduzir a defasagem. Mas tem um princípio que não tem sido levado em conta quando se faz críticas ao modelo, que é o da socialização. Mesmo crianças com alto grau de dificuldade de aprendizagem, que, por motivos diversos, muitas vezes alheios à vontade das crianças, como subnutrição ou traumas, quando permanecem na escola durante o tempo normal, cumprindo todas as séries, aprendem a conviver com outras pessoas e a construir relações que vão ajudá-las a trabalhar e a viver melhor.
A opção da reprovação e do abandono escolar, por outro lado, coloca essas crianças na rua, ao alcance da violência e do crime, crescendo discriminadas e muitas vezes ressentidas com a sociedade que as abandonou. Certamente, o modelo da progressão continuada pode ser melhorado e precisa de mais empenho por parte de gestores e educadores, mas a alternativa da reprovação é mais danosa para a sociedade e para as crianças que não conseguem acompanhar pari-passu o currículo escolar.
Portanto, antes de se fazer críticas a uma educação mais inclusiva, capaz de trabalhar elementos de cidadania no longo prazo, é bom fazer uma reflexão sobre os péssimos impactos de se lançar crianças à rua sem nenhuma estrutura de apoio. O tempo na escola, mesmo que os resultados não possam ser medidos em aprendizagem objetiva, ajuda na formação de cidadãos. 

Disponível em: < http://www.cartacapital.com.br>. Acesso em: 13 mai. 2014.
Para sustentar o ponto de vista manifesto, recorre-se, no texto, à
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN
Q1230266 Secretariado
A administração do tempo é, em uma instituição pública,
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN
Q1230178 Secretariado
Leia o texto a seguir. 
“Apesar de todos os participantes terem sido avisados com antecedência, o encontro começa com 15 minutos de atraso. No meio do debate, que deveria ser sobre o desempenho dos alunos, alguém coloca em pauta a organização da festa de fim de ano. O tempo vai avançando e chega a hora de encerrar a conversa. Por fim, ninguém sabe ao certo como tudo (ou nada) ficou resolvido a respeito do assunto que motivou o encontro. Não é à toa que as reuniões têm fama de dispensáveis, cansativas e improdutivas. Porém elas são um instrumento poderoso na mão do gestor quando bem usadas.”
Fonte: (http://gestaoescolar.abril.com.br/) Acesso em mai. 2014
O fragmento do texto acima, retirado da revista Gestão Escolar, destaca com clareza o que pode acontecer nas reuniões quando não são bem conduzidas. A sequência correta para melhor organização e condução das reuniões é 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: NC-UFPR Órgão: UNILA
Q1225406 Secretariado
As reuniões são fundamentais para o bom desenvolvimento de qualquer organização e são necessárias algumas etapas para que uma reunião aconteça de forma satisfatória. Identifique a ordem correta das etapas para que a realização de uma reunião seja bem sucedida.
( ) Saber o número exato de participantes.
( ) Emitir a convocação.
( ) Marcar data, local e horário.
( ) Confirmar as presenças.
( ) Preparar o local e o material a ser utilizado durante a reunião.
( ) Ter conhecimento da pauta da reunião.
( ) Acompanhar a realização da reunião.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA
Q1211165 Secretariado
As principais atividades do técnico em secretariado compreendem
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNDEPES Órgão: IF-SP
Q1195879 Secretariado
Em relação a Ética do profissional de secretariado, segundo a abordagem de PORTELA, 2009, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: UFMT Órgão: UFMT Prova: UFMT - 2014 - UFMT - Secretário Executivo |
Q850907 Secretariado
No início do ano letivo de 2014, o Chefe do Departamento da Área de Informática, da Universidade Federal Nacional, exigiu reunião com todos os servidores lotados naquele Departamento. Dentre os assuntos a serem discutidos, constavam trâmite para baixa e reposição de equipamentos de informática, aquisição de software, distribuição de encargos didáticos e horário de funcionamento de cada setor. 
Em uma estrutura organizacional, o registro e a gestão de baixa, transferência ou substituição de equipamentos obsoletos e estragados é competência do Setor de:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: UFMT Órgão: UFMT Prova: UFMT - 2014 - UFMT - Secretário Executivo |
Q850905 Secretariado
No início do ano letivo de 2014, o Chefe do Departamento da Área de Informática, da Universidade Federal Nacional, exigiu reunião com todos os servidores lotados naquele Departamento. Dentre os assuntos a serem discutidos, constavam trâmite para baixa e reposição de equipamentos de informática, aquisição de software, distribuição de encargos didáticos e horário de funcionamento de cada setor. 
Assinale o instrumento que determina ao servidor competente a execução de procedimentos para baixa e reposição de equipamentos de informática.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: UFMT Órgão: UFMT Prova: UFMT - 2014 - UFMT - Secretário Executivo |
Q850903 Secretariado
No início do ano letivo de 2014, o Chefe do Departamento da Área de Informática, da Universidade Federal Nacional, exigiu reunião com todos os servidores lotados naquele Departamento. Dentre os assuntos a serem discutidos, constavam trâmite para baixa e reposição de equipamentos de informática, aquisição de software, distribuição de encargos didáticos e horário de funcionamento de cada setor. 
Para que os servidores lotados no Departamento participassem da reunião, foi lhes encaminhado o seguinte documento:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: IPT-SP Prova: VUNESP - 2014 - IPT-SP - Secretária |
Q761173 Secretariado
A secretária desempenha, muitas vezes, funções de relações públicas, que compreendem contatos com o público, com o objetivo de influenciá-lo favoravelmente. Uma das características dessa atividade é
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: IPT-SP Prova: VUNESP - 2014 - IPT-SP - Secretária |
Q761166 Secretariado
Uma das principais regras de Organização do Trabalho é
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: IPT-SP Prova: VUNESP - 2014 - IPT-SP - Secretária |
Q761165 Secretariado
Os componentes da comunicação são: o emissor, o receptor, a mensagem, o canal de propagação, o meio de comunicação e a resposta, que também é conhecida pelo termo inglês
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: IPT-SP Prova: VUNESP - 2014 - IPT-SP - Secretária |
Q761164 Secretariado
Para realizar um ato comunicativo, o ser humano pode empregar duas formas de comunicação: verbal ou não verbal. A verbal compreende a comunicação
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: IPT-SP Prova: VUNESP - 2014 - IPT-SP - Secretária |
Q761163 Secretariado
A O&M é uma área clássica da
Alternativas
Respostas
2621: A
2622: B
2623: B
2624: D
2625: C
2626: A
2627: C
2628: B
2629: A
2630: B
2631: B
2632: B
2633: D
2634: A
2635: B
2636: A
2637: A
2638: E
2639: D
2640: B