Foram encontradas 4.723 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2719355 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


asdasdPrometi escrever mais sobre a descriminalização das drogas. Começo com uma observação: é complicado liberar a venda e o consumo de drogas em um só país pobre como o Brasil, que em pouco tempo se tornaria – mais do que já é – um entreposto do tráfico internacional. Mas talvez não: se a droga fosse um produto comercializável como qualquer outro, sua circulação para fora do país estaria sujeita a controles alfandegários regulares, centralizados pelo Governo Federal, e não mais pelo crime organizado.

asdasdHá um argumento moral contra a legalização. [Mas] não é possível proibir o uso de droga por razões morais com uma mão ao mesmo tempo em que se cultiva a atitude subjetiva típica das drogadições com a outra. É difícil convencer um adolescente de que o uso de drogas vai prejudicar sua vida quando a única porta que a sociedade oferece para sua entrada na vida adulta é a porta do consumo – não de objetos, mas sobretudo de imagens, todas elas associadas a sensações alucinantes, emoções avassaladoras e prazeres transgressivos. Alguns anúncios de automóvel dirigidos a adolescentes não “vendem” as vantagens legais de andar de automóvel. Vendem a velocidade acima dos limites, a farra da galera e o prazer sacana de deixar os outros para trás. Vendem exibicionismo, exclusão (do outro), transgressão e “barato”. Várias propagandas de cerveja, de vodca e das novas Ices vendem, sem nenhum pudor, as alucinações ligadas ao consumo de álcool. Que moral tem uma sociedade assim para coibir a droga?

asdasdOutro argumento é de saúde pública. A droga pode matar. O vício pode inutilizar muita gente para os estudos e para o mercado de trabalho. Mas o mercado de trabalho não aproveita nem metade das forças a sua disposição e a rede pública escolar deixa de fora milhares de crianças e jovens que nunca se drogaram. O tráfico emprega e paga bem. A revista Reportagem de janeiro publicou pesquisa do Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social (IBISS) mostrando que o tráfico nas favelas do Rio de Janeiro emprega hoje mais de 12 mil jovens de até 18 anos, contra pouco mais de 3 mil ocupados no mercado regular de trabalho. Para essas pessoas que estão sempre sobrando, o tráfico e o crime organizado não são um problema: são a grande solução. E a ilegalidade faz das drogas um produto de luxo, aumentando os lucros e o poder paralelo dos traficantes, além de alimentar as conexões do tráfico com outros setores do crime organizado.

asdasdPor fim, a criminalização da droga faz com que outras pessoas, que não o usuário, arquem com as consequências da drogadição nacional. É claro que os abusos no uso das drogas são um problema de saúde pública. Mas são casos-limite. Hoje, morre muito mais gente na guerra do tráfico – inclusive inocentes, crianças e trabalhadores atingidos por balas perdidas – do que de overdose. Há muito mais vidas de brasileiros desperdiçadas nos presídios, de onde poucos saem sociabilizados, do que nas clínicas de recuperação de drogados. O crime e o tráfico no Brasil são problemas de saúde pública. Mas também o alcoolismo, perfeitamente legal. E o abuso de cigarros.

(KEHL, Maria Rita. O Globo, Rev.Época : 31/03/2003, p. 28.)

O sinal de dois-pontos empregado após: “Mas talvez não” (§ 1) anuncia, na argumentação:

Alternativas
Q2719354 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


asdasdPrometi escrever mais sobre a descriminalização das drogas. Começo com uma observação: é complicado liberar a venda e o consumo de drogas em um só país pobre como o Brasil, que em pouco tempo se tornaria – mais do que já é – um entreposto do tráfico internacional. Mas talvez não: se a droga fosse um produto comercializável como qualquer outro, sua circulação para fora do país estaria sujeita a controles alfandegários regulares, centralizados pelo Governo Federal, e não mais pelo crime organizado.

asdasdHá um argumento moral contra a legalização. [Mas] não é possível proibir o uso de droga por razões morais com uma mão ao mesmo tempo em que se cultiva a atitude subjetiva típica das drogadições com a outra. É difícil convencer um adolescente de que o uso de drogas vai prejudicar sua vida quando a única porta que a sociedade oferece para sua entrada na vida adulta é a porta do consumo – não de objetos, mas sobretudo de imagens, todas elas associadas a sensações alucinantes, emoções avassaladoras e prazeres transgressivos. Alguns anúncios de automóvel dirigidos a adolescentes não “vendem” as vantagens legais de andar de automóvel. Vendem a velocidade acima dos limites, a farra da galera e o prazer sacana de deixar os outros para trás. Vendem exibicionismo, exclusão (do outro), transgressão e “barato”. Várias propagandas de cerveja, de vodca e das novas Ices vendem, sem nenhum pudor, as alucinações ligadas ao consumo de álcool. Que moral tem uma sociedade assim para coibir a droga?

asdasdOutro argumento é de saúde pública. A droga pode matar. O vício pode inutilizar muita gente para os estudos e para o mercado de trabalho. Mas o mercado de trabalho não aproveita nem metade das forças a sua disposição e a rede pública escolar deixa de fora milhares de crianças e jovens que nunca se drogaram. O tráfico emprega e paga bem. A revista Reportagem de janeiro publicou pesquisa do Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social (IBISS) mostrando que o tráfico nas favelas do Rio de Janeiro emprega hoje mais de 12 mil jovens de até 18 anos, contra pouco mais de 3 mil ocupados no mercado regular de trabalho. Para essas pessoas que estão sempre sobrando, o tráfico e o crime organizado não são um problema: são a grande solução. E a ilegalidade faz das drogas um produto de luxo, aumentando os lucros e o poder paralelo dos traficantes, além de alimentar as conexões do tráfico com outros setores do crime organizado.

asdasdPor fim, a criminalização da droga faz com que outras pessoas, que não o usuário, arquem com as consequências da drogadição nacional. É claro que os abusos no uso das drogas são um problema de saúde pública. Mas são casos-limite. Hoje, morre muito mais gente na guerra do tráfico – inclusive inocentes, crianças e trabalhadores atingidos por balas perdidas – do que de overdose. Há muito mais vidas de brasileiros desperdiçadas nos presídios, de onde poucos saem sociabilizados, do que nas clínicas de recuperação de drogados. O crime e o tráfico no Brasil são problemas de saúde pública. Mas também o alcoolismo, perfeitamente legal. E o abuso de cigarros.

(KEHL, Maria Rita. O Globo, Rev.Época : 31/03/2003, p. 28.)

O conteúdo do enunciado: “O vício pode inutilizar muita gente para os estudos e para o mercado de trabalho.” (§ 3) deve ser interpretado pelo leitor como:

Alternativas
Q2719353 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


asdasdPrometi escrever mais sobre a descriminalização das drogas. Começo com uma observação: é complicado liberar a venda e o consumo de drogas em um só país pobre como o Brasil, que em pouco tempo se tornaria – mais do que já é – um entreposto do tráfico internacional. Mas talvez não: se a droga fosse um produto comercializável como qualquer outro, sua circulação para fora do país estaria sujeita a controles alfandegários regulares, centralizados pelo Governo Federal, e não mais pelo crime organizado.

asdasdHá um argumento moral contra a legalização. [Mas] não é possível proibir o uso de droga por razões morais com uma mão ao mesmo tempo em que se cultiva a atitude subjetiva típica das drogadições com a outra. É difícil convencer um adolescente de que o uso de drogas vai prejudicar sua vida quando a única porta que a sociedade oferece para sua entrada na vida adulta é a porta do consumo – não de objetos, mas sobretudo de imagens, todas elas associadas a sensações alucinantes, emoções avassaladoras e prazeres transgressivos. Alguns anúncios de automóvel dirigidos a adolescentes não “vendem” as vantagens legais de andar de automóvel. Vendem a velocidade acima dos limites, a farra da galera e o prazer sacana de deixar os outros para trás. Vendem exibicionismo, exclusão (do outro), transgressão e “barato”. Várias propagandas de cerveja, de vodca e das novas Ices vendem, sem nenhum pudor, as alucinações ligadas ao consumo de álcool. Que moral tem uma sociedade assim para coibir a droga?

asdasdOutro argumento é de saúde pública. A droga pode matar. O vício pode inutilizar muita gente para os estudos e para o mercado de trabalho. Mas o mercado de trabalho não aproveita nem metade das forças a sua disposição e a rede pública escolar deixa de fora milhares de crianças e jovens que nunca se drogaram. O tráfico emprega e paga bem. A revista Reportagem de janeiro publicou pesquisa do Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social (IBISS) mostrando que o tráfico nas favelas do Rio de Janeiro emprega hoje mais de 12 mil jovens de até 18 anos, contra pouco mais de 3 mil ocupados no mercado regular de trabalho. Para essas pessoas que estão sempre sobrando, o tráfico e o crime organizado não são um problema: são a grande solução. E a ilegalidade faz das drogas um produto de luxo, aumentando os lucros e o poder paralelo dos traficantes, além de alimentar as conexões do tráfico com outros setores do crime organizado.

asdasdPor fim, a criminalização da droga faz com que outras pessoas, que não o usuário, arquem com as consequências da drogadição nacional. É claro que os abusos no uso das drogas são um problema de saúde pública. Mas são casos-limite. Hoje, morre muito mais gente na guerra do tráfico – inclusive inocentes, crianças e trabalhadores atingidos por balas perdidas – do que de overdose. Há muito mais vidas de brasileiros desperdiçadas nos presídios, de onde poucos saem sociabilizados, do que nas clínicas de recuperação de drogados. O crime e o tráfico no Brasil são problemas de saúde pública. Mas também o alcoolismo, perfeitamente legal. E o abuso de cigarros.

(KEHL, Maria Rita. O Globo, Rev.Época : 31/03/2003, p. 28.)

No texto, todos os enunciados a seguir, introduzidos pela adversativa MAS, têm como papel argumentativo refutar ponto de vista contrário à legalização das drogas, EXCETO:

Alternativas
Q2719352 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


asdasdPrometi escrever mais sobre a descriminalização das drogas. Começo com uma observação: é complicado liberar a venda e o consumo de drogas em um só país pobre como o Brasil, que em pouco tempo se tornaria – mais do que já é – um entreposto do tráfico internacional. Mas talvez não: se a droga fosse um produto comercializável como qualquer outro, sua circulação para fora do país estaria sujeita a controles alfandegários regulares, centralizados pelo Governo Federal, e não mais pelo crime organizado.

asdasdHá um argumento moral contra a legalização. [Mas] não é possível proibir o uso de droga por razões morais com uma mão ao mesmo tempo em que se cultiva a atitude subjetiva típica das drogadições com a outra. É difícil convencer um adolescente de que o uso de drogas vai prejudicar sua vida quando a única porta que a sociedade oferece para sua entrada na vida adulta é a porta do consumo – não de objetos, mas sobretudo de imagens, todas elas associadas a sensações alucinantes, emoções avassaladoras e prazeres transgressivos. Alguns anúncios de automóvel dirigidos a adolescentes não “vendem” as vantagens legais de andar de automóvel. Vendem a velocidade acima dos limites, a farra da galera e o prazer sacana de deixar os outros para trás. Vendem exibicionismo, exclusão (do outro), transgressão e “barato”. Várias propagandas de cerveja, de vodca e das novas Ices vendem, sem nenhum pudor, as alucinações ligadas ao consumo de álcool. Que moral tem uma sociedade assim para coibir a droga?

asdasdOutro argumento é de saúde pública. A droga pode matar. O vício pode inutilizar muita gente para os estudos e para o mercado de trabalho. Mas o mercado de trabalho não aproveita nem metade das forças a sua disposição e a rede pública escolar deixa de fora milhares de crianças e jovens que nunca se drogaram. O tráfico emprega e paga bem. A revista Reportagem de janeiro publicou pesquisa do Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social (IBISS) mostrando que o tráfico nas favelas do Rio de Janeiro emprega hoje mais de 12 mil jovens de até 18 anos, contra pouco mais de 3 mil ocupados no mercado regular de trabalho. Para essas pessoas que estão sempre sobrando, o tráfico e o crime organizado não são um problema: são a grande solução. E a ilegalidade faz das drogas um produto de luxo, aumentando os lucros e o poder paralelo dos traficantes, além de alimentar as conexões do tráfico com outros setores do crime organizado.

asdasdPor fim, a criminalização da droga faz com que outras pessoas, que não o usuário, arquem com as consequências da drogadição nacional. É claro que os abusos no uso das drogas são um problema de saúde pública. Mas são casos-limite. Hoje, morre muito mais gente na guerra do tráfico – inclusive inocentes, crianças e trabalhadores atingidos por balas perdidas – do que de overdose. Há muito mais vidas de brasileiros desperdiçadas nos presídios, de onde poucos saem sociabilizados, do que nas clínicas de recuperação de drogados. O crime e o tráfico no Brasil são problemas de saúde pública. Mas também o alcoolismo, perfeitamente legal. E o abuso de cigarros.

(KEHL, Maria Rita. O Globo, Rev.Época : 31/03/2003, p. 28.)

Com o enunciado: “É claro que os abusos no uso das drogas são um problema de saúde pública.” (§ 4), a autora tem em mira, na argumentação:

Alternativas
Q2719348 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


asdasdPrometi escrever mais sobre a descriminalização das drogas. Começo com uma observação: é complicado liberar a venda e o consumo de drogas em um só país pobre como o Brasil, que em pouco tempo se tornaria – mais do que já é – um entreposto do tráfico internacional. Mas talvez não: se a droga fosse um produto comercializável como qualquer outro, sua circulação para fora do país estaria sujeita a controles alfandegários regulares, centralizados pelo Governo Federal, e não mais pelo crime organizado.

asdasdHá um argumento moral contra a legalização. [Mas] não é possível proibir o uso de droga por razões morais com uma mão ao mesmo tempo em que se cultiva a atitude subjetiva típica das drogadições com a outra. É difícil convencer um adolescente de que o uso de drogas vai prejudicar sua vida quando a única porta que a sociedade oferece para sua entrada na vida adulta é a porta do consumo – não de objetos, mas sobretudo de imagens, todas elas associadas a sensações alucinantes, emoções avassaladoras e prazeres transgressivos. Alguns anúncios de automóvel dirigidos a adolescentes não “vendem” as vantagens legais de andar de automóvel. Vendem a velocidade acima dos limites, a farra da galera e o prazer sacana de deixar os outros para trás. Vendem exibicionismo, exclusão (do outro), transgressão e “barato”. Várias propagandas de cerveja, de vodca e das novas Ices vendem, sem nenhum pudor, as alucinações ligadas ao consumo de álcool. Que moral tem uma sociedade assim para coibir a droga?

asdasdOutro argumento é de saúde pública. A droga pode matar. O vício pode inutilizar muita gente para os estudos e para o mercado de trabalho. Mas o mercado de trabalho não aproveita nem metade das forças a sua disposição e a rede pública escolar deixa de fora milhares de crianças e jovens que nunca se drogaram. O tráfico emprega e paga bem. A revista Reportagem de janeiro publicou pesquisa do Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social (IBISS) mostrando que o tráfico nas favelas do Rio de Janeiro emprega hoje mais de 12 mil jovens de até 18 anos, contra pouco mais de 3 mil ocupados no mercado regular de trabalho. Para essas pessoas que estão sempre sobrando, o tráfico e o crime organizado não são um problema: são a grande solução. E a ilegalidade faz das drogas um produto de luxo, aumentando os lucros e o poder paralelo dos traficantes, além de alimentar as conexões do tráfico com outros setores do crime organizado.

asdasdPor fim, a criminalização da droga faz com que outras pessoas, que não o usuário, arquem com as consequências da drogadição nacional. É claro que os abusos no uso das drogas são um problema de saúde pública. Mas são casos-limite. Hoje, morre muito mais gente na guerra do tráfico – inclusive inocentes, crianças e trabalhadores atingidos por balas perdidas – do que de overdose. Há muito mais vidas de brasileiros desperdiçadas nos presídios, de onde poucos saem sociabilizados, do que nas clínicas de recuperação de drogados. O crime e o tráfico no Brasil são problemas de saúde pública. Mas também o alcoolismo, perfeitamente legal. E o abuso de cigarros.

(KEHL, Maria Rita. O Globo, Rev.Época : 31/03/2003, p. 28.)

Dentre os argumentos levantados no texto, aquele que se orienta em sentido contrário ao da legalização da venda e consumo das drogas no país é o seguinte:

Alternativas
Ano: 2014 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INPI
Q1228815 Engenharia de Telecomunicações
Com relação a circuitos de amostragem e de retenção, multiplexadores analógicos e filtros ativos, julgue o próximo item.
Um multiplexador analógico consiste em um conjunto de chaves eletrônicas conectadas em paralelo com um único canal de saída. Cada chave é ativada de acordo com a palavra binária presente em suas entradas de seleção. A resistência de cada chave é baixa, porém não desprezível; por isso, é conveniente que o canal de saída do multiplexador opere sobre baixa impedância.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: NC-UFPR Órgão: UNILA
Q1225117 Engenharia de Telecomunicações
Sobre sistemas troncalizados de despacho, considere as seguintes afirmativas:
1. A comunicação se dá de maneira descentralizada, de forma que cada par de dispositivos móveis decide o canal de frequência para a comunicação.
2. O número de usuários pode ser muito maior que o número de canais disponíveis, haja vista que a alocação de canais é centralizada e somente feita no momento em que existe uma comunicação entre dois terminais.
3. Antes de fazer parte de uma comunicação, o dispositivo móvel procura o canal de controle e fica na escuta até que uma comunicação seja estabelecida e um canal de comunicação seja alocado.
4. Sistemas de comunicação troncalizados são em essência redes ad hoc do tipo mesh.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1214358 Telecomunicações
Processamento de imagem refere-se a qualquer forma de processamento de dados em que a entrada e saída é feita com imagens (fotografias ou quadros de vídeo). O sistema de transmissão de vídeo padrão dos televisores nas regiões norte-americana e brasileira são, respectivamente: 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INPI
Q1211200 Engenharia de Telecomunicações
Com o objetivo de implementar uma nova rede de telefonia celular, uma operadora de telecomunicações adquiriu, em leilão, uma faixa de espectro pareada, com bandas disponíveis entre 1.710 MHz e 1.720 MHz e entre 1.805 MHz e 1.815 MHz. A referida operadora deverá operar em diferentes regiões e com diferentes tecnologias, entre 2G (GSM), 3G (UMTS) e 4G (LTE). Com referência a essa situação hipotética, julgue o seguinte item, referentes à telefonia móvel celular.
Caso seja utilizado um sistema GSM, em que são empregadas portadoras com largura de banda de 200 kHz, e caso seja planejado um fator de reúso igual a 7, sem setorização, então cada célula poderá utilizar no máximo 5 portadoras diferentes.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INPI
Q1211092 Telecomunicações
Para ser transmitido em um sistema de comunicações digitais, um sinal de áudio de alta qualidade, estéreo, é digitalizado com o uso de PCM (pulse code modulation). Com base nessas informações e considerando que o sinal de cada canal de áudio apresente uma largura de banda de 18 kHz, julgue o item a seguir.
Se a quantidade de bits por amostra for aumentada de 16 para 24, a razão entre o sinal e o ruído de quantização aumentará 1,5 dB.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INPI
Q1211070 Telecomunicações
Para ser transmitido em um sistema de comunicações digitais, um sinal de áudio de alta qualidade, estéreo, é digitalizado com o uso de PCM (pulse code modulation). Com base nessas informações e considerando que o sinal de cada canal de áudio apresente uma largura de banda de 18 kHz, julgue o item a seguir.
Caso o sinal seja amostrado a intervalos regulares de 30 µs, então, desprezando-se os erros de quantização, o sinal poderá ser recuperado sem perdas no receptor.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INPI
Q1211062 Telecomunicações
Para ser transmitido em um sistema de comunicações digitais, um sinal de áudio de alta qualidade, estéreo, é digitalizado com o uso de PCM (pulse code modulation). Com base nessas informações e considerando que o sinal de cada canal de áudio apresente uma largura de banda de 18 kHz, julgue o item a seguir.
Com o objetivo de reduzir a potência do ruído de quantização, deve-se empregar um filtro de anti-aliasing antes da amostragem.
Alternativas
Q1207919 Engenharia de Telecomunicações
Uma emissora radiofônica é composta de diversos setores, reunidos em três principais atividades. São elas:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: NC-UFPR Órgão: UNILA
Q1201890 Engenharia de Telecomunicações
Com relação às instalações elétricas de baixa tensão, identifique as seguintes afirmativas como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A NBR 5410 é a norma aplicada a todas as instalações elétricas cuja tensão nominal é igual ou inferior a 1000 V em corrente alternada (CA) ou a 1500 V em corrente contínua (CC).
( ) O uso de dispositivos de proteção kipo diferencial-residual (DR) não dispensa o aterramento das massas dos equipamentos.   ( ) O fator de potência em um sistema elétrico operando em corrente alternada é definido pela razão da potência ativa pela potência aparente.
( ) A quantidade de tomadas de uso específico (TUE´s) em um projeto, segundo a NBR 5410, é determinada tendo como base o número de aparelhos de utilização, com corrente nominal superior a 1A.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: NC-UFPR Órgão: UNILA
Q1201830 Engenharia de Telecomunicações
Em um dado sistema de comunicação via rádio, o múltiplo acesso é garantido alocando uma frequência de portadora por usuário. Será necessário aumentar o número de usuários conectados à mesma estação rádio base. No entanto todas as frequências de canais de comunicação já estão sendo alocadas e não existem margens entre os canais no domínio da frequência. Aumentar a banda total ocupada por esse sistema não é uma opção. Considerando este problema, indique a alternativa correta. 
Alternativas
Q745386 Engenharia de Telecomunicações
Satélites artificiais são objetos colocados em órbita intencionalmente e são utilizados com vários propósitos. Sobre eles, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: SUSAM Prova: FGV - 2014 - SUSAM - Telefonista |
Q599507 Telecomunicações
Uma parte das especificações técnicas de uma central PABX está relacionada a seguir.

  • Capacidade máxima ramais: 12 = 3 placas de 4 ramais;
  • Capacidade máxima troncos: 4 = 2 placas de 2 troncos;
  • Número de enlaces: 2 enlaces internos e 4 enlaces externos;
  • Tipo de telefone: comum ou sem fio, padrão ANATEL;
  • Número máximo de telefones em extensão: até 3 por ramal;
  • Número máximo de porteiros: até o número de ramais da central.

A partir da análise das especificações citadas, “Tronco" e “enlace" são definidos, respectivamente, como
Alternativas
Q524598 Telecomunicações
São procedimentos operacionais na utilização de radiocomunicação, EXCETO:
Alternativas
Q524592 Telecomunicações
Relacione a segunda coluna de acordo com a primeira, após assinale a alternativa com a sequência
exata das respostas, no que se refere aos significados das comunicações via rádio, através de códigos:

(1) QAP   ( ) A caminho do local.
(2) QRM  ( ) Estou na escuta.
(3) QRV  ( ) Tudo entendido.
(4) QTI    ( ) Estou à disposição.
(5) QSL   ( ) Ruído na comunicação.
Alternativas
Q524591 Telecomunicações
Uma boa comunicação é essencial para o bom andamento de um serviço de atendimento à Emergência. Entender a linguagem através de códigos é fundamental para o entendimento das mensagens. O código TKS quer dizer:

Alternativas
Respostas
2761: D
2762: C
2763: B
2764: A
2765: B
2766: E
2767: B
2768: A
2769: E
2770: E
2771: E
2772: E
2773: E
2774: E
2775: C
2776: E
2777: D
2778: C
2779: A
2780: C