Foram encontradas 25.066 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
O excerto acima define o conceito de
“Só o tempo vai dizer o quanto nós sofremos
Pra você ver, uns morrendo, outros vivendo no proceder
Tem que ter para se viver
Se não tem, então tenta Matança, droga, violência afeta toda comunidade Batalha sangrenta
E os que sofrem racismo, preconceito vivem como podem
Mas na comunidade prevalece a humildade
Sempre levando a palavra de verdade
Através do rap, mostrando a nossa realidade
Periferia da cidade, aldeia
A vida mais parece uma teia [...]”
(Trecho da canção Tupã, 2009, do grupo Brô MC’s)
Considerando os versos da canção, do grupo de rap Brô MC’s, composto com residentes das aldeias Bororo e Jaguapiru em Mato Grosso do Sul, assinale a alternativa que relaciona apenas povos que tradicionalmente vivem em terras indígenas no estado.
Observe o mapa e assinale a alternativa correta sobre a relação entre a densidade demográfica dos municípios da região de Dourados em 2022 (IBGE, 2017) com os eventos que promoveram a atração populacional para o sul de Mato Grosso nas cinco primeiras décadas do século XX.
Com a modernização contemporânea, todos os lugares se mundializam. Mas há lugares globais simples e lugares globais complexos. Nos primeiros apenas alguns vetores da modernidade atual se instalam. Nos lugares complexos, há profusão de vetores: desde os que diretamente representam as lógicas hegemônicas, até os que a elas se opõem. São vetores de todas as ordens, buscando finalidades diversas, às vezes externas, mas entrelaçadas pelo espaço comum.
(SANTOS, Milton. A Natureza do espaço: técnica e tempo;
razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2008. Adaptado)
De acordo com Milton Santos, os lugares complexos geralmente coincidem com
(SANTOS, Milton. A Natureza do espaço: técnica e tempo; razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2008)
De acordo com Milton Santos, um objeto não é determinado por outro objeto, isto é, não é a mera presença de um objeto que define a presença do outro. O que determina os objetos
Os dois terços da superfície da terra submersa nas águas oceânicas eram praticamente desconhecidos até duas décadas atrás. As pesquisas geológicas e de oceanografia física permitiram grande avanço no conhecimento a respeito do relevo, da litologia e da dinâmica geotectônica do fundo oceânico. O entendimento do relevo do fundo oceânico, tal como hoje se apresenta, deve levar em conta dois fatores importantes: a profundidade e as formas predominantes. Desse modo, divide-se o relevo em três grandes unidades.
(ROSS, Jurandyr L. Sanches (Org.) Geografia do Brasil. 5.ed.
São Paulo: EDUSP, 2005. Adaptado)
As três grandes unidades do relevo oceânico referidas por Ross, são:
Conforme o Glossário Francês de Cartografia, um símbolo é a “representação gráfica de um objeto ou de um fato sob uma forma sugestiva, simplificada ou esquemática, sem implantação rigorosa”. De acordo com suas características específicas, os símbolos dividem-se em várias categorias:
Símbolos cartográficos

1. sinais convencionais;
2. sinais simbólicos;
3. pictogramas;
4. ideogramas;
5. símbolos regulares;
6. símbolos proporcionais.
(JOLY, F. A Cartografia. 10 ed. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)
Pictogramas e ideogramas significam, respectivamente:
Um mapa dá uma imagem incompleta do terreno. Ele nunca é uma reprodução tão fiel como pode sê-lo, por exemplo, uma fotografia aérea. Mesmo o mais detalhado dos mapas é uma simplificação da realidade. Ele é uma construção seletiva e representativa que implica o uso de símbolos e de sinais apropriados. Há muito tempo sabe-se construir globos terrestres e mapas do mundo inteiro. Mas para que sejam cômodos, eles devem ter dimensões reduzidas. Então perdem, em riqueza de detalhes, o que ganham em manuseabilidade. É por isso que, para o uso corrente, preferem-se mapas que tratem apenas de uma parte restrita da superfície terrestre: planos de municípios ou de cidades, cartas topográficas de base ou derivadas, mapas de conjunto de um país ou de um continente.
(JOLY, F. A Cartografia. 10 ed. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)
As considerações presentes no texto acentuam a importância primordial, nos mapas,
Para captar a representação de natureza, perguntei aos alunos o que essa palavra lembrava. Em seguida, pedi que dessem algum exemplo de natureza existente no local da entrevista (sala de aula, sala de biblioteca, pátio da escola). Também perguntei como, na opinião deles, era a relação da sociedade (ou dos homens em geral) com a natureza, o porquê dessa relação, qual a relação deles próprios com a natureza e, por fim, para que servia a natureza.
(CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 4. ed. Campinas: Papirus, 2003. Adaptado)
A autora pôde concluir que a imagem mais expressiva das representações dos alunos a respeito de natureza era a de
(CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 4. ed. Campinas: Papirus, 2003. Adaptado)
Entre as ideologias que se difundiram no século XIX, a que se relaciona com a Geografia no contexto descrito por Lana de Souza Cavalcanti é a do
Caracterizado como um país de população jovem, o Brasil apresentou até 1970 uma estrutura etária praticamente constante, mantendo estáveis os maiores percentuais da população de jovens (até 14 anos) e adultos (de 15 a 64), e os menores percentuais da população de idosos (maiores de 65 anos). A partir de então, e fruto da queda de fecundidade iniciada em meados da década de 1960, o grupo de jovens passou a cair e a representar cada vez menos no cômputo geral da população, abrindo, assim, espaço para o aumento da importância relativa dos idosos: fenômeno já observado em 1998 nos países mais ricos, no Brasil os idosos superarão os jovens só por volta de 2040.
(BERQUÓ, Elza. Evolução demográfica.
In: SACHS, I. et al (Org.). Brasil: um século de transformações.
São Paulo: Cia das Letras, 2001. Adaptado)
O fenômeno descrito por Elza Berquó tem implicações profundas nas dinâmicas demográficas das sociedades. Afirma-se, em relação ao fenômeno e suas consequências, que
(AB’SABER, Aziz. Os Domínios de Natureza no Brasil: Potencialidades Paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. Adaptado)
As veredas são típicas do domínio
(AB’SABER, Aziz. Os Domínios de Natureza no Brasil: Potencialidades Paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. Adaptado)
A Amazônia é um exemplo notório de como clima, relevo e hidrografia estão integrados. O imenso “mundo das águas” da Amazônia, de acordo com o excerto, resulta da combinação entre
A estrutura etária de uma população corresponde à proporção dos indivíduos de diferentes idades que a compõem. Essa estrutura é representada por pirâmides etárias, mostrando a proporção de indivíduos em cada faixa da população. Assim, a base da pirâmide representa os indivíduos de menor idade, enquanto o topo representa os idosos de maior idade. Na ilustração a seguir são apresentados três tipos básicos de pirâmides etárias:

(Disponível em: Chromeextension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/
https://midia.atp.usp.br/impressos/lic/modulo03/historia_vida_terra_PLC0019/HistVidaTerra_top03_parte02.pdf. Adaptado)
Por meio dessa representação é possível fazer previsões a respeito de cada população, ou seja, é possível determinar se uma população está em equilíbrio; se apresenta tendência de aumentar o seu crescimento; ou se o crescimento é negativo, significando que a população está diminuindo.
Essas populações estão representadas, respectivamente, pelas pirâmides etárias indicadas, na figura, pelas letras
Coluna I – Domínios
1. Amazônico 2. Cerrado 3. Caatinga 4. Mares de Morros
Coluna II – Interferências antrópicas
( ) Irrigação inadequada que provoca salinização, desmatamento sem manejo adequado e casos de desertificação antrópica.
( ) Avanço da fronteira agrícola e pecuária, instalação de hidrelétricas e conflitos ligados ao extrativismo, mineração e demarcação de terras.
( ) Pecuária e agricultura intensivas (soja, café, algodão) e erosão associada ao manejo inadequado do solo, impulsionadas pela interiorização populacional.
( ) Exploração histórica do pau-brasil, cana-de-açúcar e café, seguida de forte urbanização, industrialização e alta vulnerabilidade a erosões e movimentos de massa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta da Coluna II, de cima para baixo: