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As quebras deslizantes (spilling) caracterizam-se por possuírem arrebentação progressiva ao longo de um pequeno percurso da zona de surf, enquanto as quebras derramantes (plunging) evidenciam o esgotamento abrupto da onda distante da face da praia.
Os limites entre as placas continentais, também conhecidos como zona de instabilidade tectônica, podem ser divergentes onde elas se separam, formando o fundo oceânico, ou convergentes, onde elas colidem, criando cadeias montanhosas continentais
As ondas, além das arrebentações em formato mergulhante ou deslizante, também apresentam um comportamento do tipo ascendente, em que, devido ao elevado gradiente do fundo marinho (> 11º), ao invés de quebrarem, avançam sobre a face da praia, sendo refletidas de volta.
Marés semidiurnas ocorrem duas vezes ao dia, sendo duas marés baixas e duas marés altas a cada dia lunar, com aproximadamente a mesma amplitude.
Ondas no oceano geradas pelo vento, ao atingirem profundidade menor que a metade de seu comprimento de onda, passam a transportar matéria (sedimentos).
O período das ondas geradas em águas profundas diminui quando as ondas atingem as regiões mais rasas, devido ao atrito e à modificação da velocidade das ondas nessas regiões.
As correntes de contorno oeste são rápidas e estreitas e carregam águas tropicais superficiais quentes para os polos.
Uma das características da corrente do Brasil é a formação de meandros e vórtices na região entre o banco de Abrolhos e Cabo de Frio, na qual os vórtices permanecem em revolução, se deslocando através da vorticidade potencial.
O avanço da corrente das Malvinas para o norte em direção ao sudeste do Brasil, nos meses de inverno, provoca a formação de vórtices ciclônicos e anticiclônicos.
O giro subtropical inclui a corrente do Brasil, a corrente do Atlântico Sul, a corrente de Benguela e a corrente Sul Equatorial.
A água profunda que flui na costa do Brasil, também conhecida como água profunda do Atlântico Sul, é formada no polo sul.
Nos meses de inverno, a corrente do Brasil flui em sentido norte devido ao avanço de frentes frias.
Dadas a amplitude e a profundidade da correte do Brasil, que flui lentamente pela costa, essa corrente não possui vórtice nem meandros.
A corrente do Brasil carrega a água tropical da região equatorial fluindo para o sul, onde se encontra com a corrente das Malvinas e forma a confluência subtropical.
A fim de identificar as massas de água presentes em determinada localização no mar, um conjunto de observações de temperatura e de salinidade para profundidades sucessivas são plotados em um gráfico, denominado diagrama T-S. Nesse gráfico, a temperatura corresponde ao eixo vertical e a salinidade corresponde ao eixo horizontal.
A circulação termohalina nos oceanos é controlada pelas variações de temperatura e salinidade. Esta circulação se origina em altas latitudes, onde as águas superficiais são frias e mais densas.
A massa de água Antártica Intermediária, que, comparada às outras massas de água, é a massa de água mais difundida no mundo, forma-se no inverno em torno do continente Antártico, particularmente no Mar de Ross e no Mar de Weddell.
A equação do movimento que auxilia os oceanógrafos a interpretar a dinâmica dos oceanos é embasada na primeira lei de Newton aplicada a movimento de fluidos sobre a superfície da Terra.
Considere que o gráfico abaixo representa a localização entre 50º N e 40º S nos oceanos Pacífico e Atlântico. Nessa situação, é correto afirmar que, no gráfico, a linha tracejada corresponde ao oceano Pacífico e que a linha contínua corresponde ao oceano Atlântico.
Em altas latitudes, a densidade é relativamente alta na camada de superfície devido às baixas temperaturas e quase não apresenta variação conforme aumenta a profundidade, ou seja, em altas latitudes, a haloclina é ausente.