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A ingestão de sulfato de bário por via oral antes da realização de estudos tomográficos em gestantes é artifício utilizado como barreira para a redução da irradiação fetal.
Atualmente, a maioria dos filmes radiográficos dispõe de tela intensificadora em um dos lados, o que reduz de forma significativa a exposição do paciente aos raios X em mais de 95%, porém à custa de perda de resolução.
Filtros metálicos presentes no arcabouço junto ao tubo de raios X são dispositivos primários de proteção radiológica, cuja função é absorver elétrons de alta energia e de pouco valor diagnóstico.
O ruído excessivo, na imagem de TC, limita a identificação de estruturas de baixo contraste e pode ser abrandado por meio da redução da voltagem do tubo ou do tamanho da matriz.
Molibdênio e berílio são utilizados como materiais-alvo no ânodo, porque produzem radiação característica em um nível de energia ótimo.
No exame de mamografia, a compressão tem como função imobilizar a mama, espalhar o tecido mamário e reduzir o tempo de exposição à radiação.
A técnica ideal para a radiografia de tórax é a de baixa quilovoltagem, durante apneia inspiratória.
Todo sistema de raios X apresenta duas partes: o tubo de raios X e o gerador de baixa voltagem.
A dose efetiva de uma TC de crânio em crianças pode alcançar até quatro vezes mais do que a de um adulto, quando utilizada a mesma técnica.
A não adoção de cilindros de chumbo em exames radiográficos de seios da face pode expor à radiação, desnecessariamente a tireoide e o esôfago, além de aumentar sem necessidade a dose de radiação no cristalino, no cérebro e na medula cervical.
A distância entre o tubo de raios X e o paciente é relevante para o cálculo da radiação a que ele é submetido, considerando-se que a intensidade da radiação é diretamente proporcional ao quadrado da distância entre a fonte de radiação e o paciente.
O uso de grade reduz a radiação espalhada e também a intensidade do feixe de radiação que incide no filme, sendo necessárias técnicas com maior valor de carga (mA.s) que aumentam a dose de radiação final para o paciente.
Os sistemas CR são compatíveis com a maioria dos sistemas de raios X fixos e portáteis, com latitude de exposição larga, o que resulta em imagens com densidade adequada, eliminando a subexposição e a sobre-exposição de imagens e, portanto, reduzindo drasticamente os índices de rejeição de filmes/exames.
Em geral, equipamentos digitais para radiologia digital (DR) têm resolução espacial inferior à da radiografia convencional analógica em filme.
Na CR, as placas de fósforo fotoestimulável não podem ser reutilizadas, mas apenas o seu arcabouço externo.
Na CR, após a exposição, as placas são lidas por dispositivos a laser, e uma luz de alta energia é emitida e quantificada por meio de um detector de luz. A quantidade de luz é proporcional à exposição incidente de raios X
Na radiografia computadorizada (CR) , são utilizadas placas de fósforo fotoestimulável, nas quais o fóton de raios X interage com os elétrons, criando uma imagem latente.
O padrão DICOM, assim como o formato de imagem TIFF, permite armazenamento de imagens com delimitadores que identificam e limitam as informações.
A imagem digital no padrão DICOM é baseada no formato JPEG, com ou sem compressão, de acordo com o equipamento de origem.
A integração das informações pela vinculação das imagens do exame ao registro eletrônico do paciente melhora o gerenciamento e a organização do serviço de imagem, minimizando ou até potencialmente eliminando possíveis erros de troca de exames.