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I - TC (TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA) e RM (RESSONÂNCIA MAGNÉTICA) convencionais têm aplicação limitada porque o coração está constantemente em movimento, mas as técnicas mais rápidas de TC e RM podem capturar imagens cardíacas úteis se o ritmo for regular e a frequência cardíaca estiver controlada; algumas vezes os pacientes recebem um fármaco (p. ex., um betabloqueador) para diminuir a frequência cardíaca durante a captura das imagens.
II - Na sincronização com ECG (ELETROCARDIOGRAMA), as imagens são gravadas (ou reconstruídas) fornecendo informações de vários ciclos cardíacos que podem ser utilizadas para criar imagens únicas dos pontos selecionados no ciclo cardíaco.
III - A TC que utiliza sincronização com o ECG (ELETROCARDIOGRAMA) para disparar a radiação, na localização desejada do ciclo cardíaco, permite menor exposição à radiação do que a sincronização que simplesmente reconstrói apenas a informação da localização desejada do ciclo cardíaco (reconstrução sincronizada) e não interrompe a radiação.
IV - Radiografias de tórax geralmente são úteis como ponto de partida no diagnóstico cardíaco. As incidências posteroanterior e lateral permitem a avaliação grosseira das dimensões e formatos dos átrios e ventrículos e da vasculatura pulmonar, mas quase sempre são necessários exames adicionais para a caracterização precisa de função e estrutura cardíacas.
V - A TC espiral (helicoidal) pode ser usada para avaliar pericardite, cardiopatias congênitas (especialmente conexões arteriovenosas anormais), doenças dos grandes vasos (p. ex., aneurisma e dissecção da aorta), tumores cardíacos, embolia pulmonar aguda, doença tromboembólica e pulmonar crônica e displasia arritmogênica do ventrículo direito. Entretanto, a TC precisa da infusão de contraste radiopaco, o que pode limitar seu uso nos pacientes com comprometimento renal.
Figura adaptada de Dang H. Particle induced strand breakage in plasmid DNA. Tese. Universidade de Groningen, 2010.
Os danos representados esquematicamente em a, b e c correspondem, respectivamente, a
A figura a seguir apresenta as curvas de PDP para diferentes qualidades de feixes de fótons.
KHAN, F. M.; GIBBONS, J. P. The Physics of Radiation Therapy. 5th ed. Lippincott Williams & Wilkins, 2014. 624 p. Adaptado.
Para os feixes de fótons representados na figura, a profundidade em que a PDP é máxima aumenta com a qualidade do feixe pois, para feixes de altas energias,
“Para mulheres grávidas ocupacionalmente expostas, suas tarefas devem ser controladas de maneira que seja improvável que, a partir da notificação da gravidez, o feto receba dose efetiva superior a 1 mSv durante o resto do período de gestação.”
Os princípios de radioproteção envolvidos nessa diretriz são: